Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Ano: 2010 Banca: CESGRANRIO Órgão: IBGE Prova: CESGRANRIO - 2010 - IBGE - Recenseador |
Q68163 Português
A forma do verbo clarear está INCORRETA em
Alternativas
Q68052 Português
Dentre as formas verbais destacadas, aquela que pode ser substituída, no texto, pela alternativa apresentada à sua direita, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, é

Alternativas
Q67707 Português
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A respeito das ideias e das estruturas do texto acima, julgue os
seguintes itens.
Na linha 5, a substituição da flexão de singular em "passa" pela flexão de plural, passam, manteria a correção gramatical do texto, mas colocaria a ênfase em "seis pessoas".
Alternativas
Q67697 Português
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Acerca das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
de 7 a 14.
O uso de terceira pessoa do singular em "aumenta" (L.9) tem a função textual e gramatical de associar esse verbo a "Uma segunda visão" (L.8).
Alternativas
Q67468 Português
Texto 2

Os incentivos existem em três tipos de sabores básicos: econômico, social e moral. É muito comum que um único esquema de incentivos inclua as três varieda­des. Tomemos a campanha antitabagista dos últimos anos. O acréscimo da "taxa do pecado" de $ 3 em cada maço é um forte incentivo econômico contra a compra de cigarros. A proibição do fumo em restaurantes e bares é um poderoso incentivo social. E a afirmação do governo americano de que os terroristas angariam fundos com a venda de cigarros no mercado negro atua como um incentivo moral bastante estridente.

LEVITT, Steven D., DUBNER, Stephen J. Freakonomics. O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta. Tradução Regina Lyra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005, p. 23.

Na oração, incluída no Texto 2,

"Tomemos a campanha antitabagista dos últimos anos",

o verbo tomar está conjugado:
Alternativas
Q67404 Português
Imagens da História

O livro Revoluções, organizado por Michel Löwy, de
500 páginas, é um terrível e fascinante painel da história dos
séculos XIX e XX. "As fotos de revoluções revelam ao olhar do
observador uma qualidade mágica ou profética que as torna
sempre atuais, subversivas", escreve o organizador.
Você pode multiplicar por 10 o surrado clichê de que
uma imagem vale por mil palavras, quando o assunto são revoluções
políticas, e o professor Löwy dá razões para tanto: "É
claro que as fotografias não podem substituir o historiador, mas
elas captam o que nenhum texto escrito pode transmitir: certos
rostos, certos gestos, certas situações, certos movimentos. A
fotografia possibilita que se veja, de modo concreto, o que
constituiu o espírito singular de cada revolução". A foto das
usinas Krupp, continua o pesquisador, não acrescenta nada,
mas o senhor Krupp cumprimentando Hitler, em companhia de
outros industriais e banqueiros, é um documento fascinante
sobre a cumplicidade entre capitalistas alemães e nazistas.

(Adaptado de Carlos Haag, PESQUISA Fapesp, no 167)

Todos os verbos estão corretamente flexionados na frase:
Alternativas
Q67394 Português
No tempo dos trens

Parodiando o grande poeta que escreveu - Havia
manhãs, naquele tempo -, quero registrar: havia trens naquele
tempo. E havia as estações de trem, e as viagens de trem,
antes que alguém decidisse extinguir o transporte ferroviário em
benefício do rodoviário. Nada quero ajuizar sobre a justeza econômica
ou o equívoco técnico dessa medida; o que posso garantir
é que a poesia da vida saiu perdendo. Pois não me venham
comparar o prosaísmo de uma viagem de ônibus com os
devaneios de uma viagem de trem.
Em primeiro lugar, os trens brasileiros, ao contrário
dos japoneses, não tinham pressa: a vapor, a diesel ou mesmo
elétricas, nossas locomotivas permitiam que os passageiros fossem
contemplando com calma a paisagem, e às vezes até simulavam
algum defeito, só para que todos pudessem esticar as
pernas numa estação perdida no meio do caminho. As estações,
com sua arquitetura padronizada, eram recantos sombreados
de onde se avistava a pracinha de uma vila ou a torre
da igreja.
Depois, é preciso considerar que a vida dentro dos
trens também era outra. As pessoas passeavam tranquilamente
pelo corredor, puxavam conversa em rodinhas, ou estacionavam
nas plataformas de ligação entre os vagões, tomando
um ventinho no rosto - prazer tanto maior porque proibido. Sem
falar na possibilidade de um luxo - um carro-restaurante - onde
se sentava para uma refeição, um lanche, uma cerveja.
Para que pressa? Havia mais tempo para não se fazer
nada, naquele tempo. O ritmo dos trens influía no dos negócios,
no das providências burocráticas, até no dos amores: esperavase
mais para dar e receber um beijo, ou então para sofrer uma
despedida. Nesse caso, havia mais tempo para aliviar uma frustração,
repensar na vida. Sem pressa, nossos trens gostavam
de deixar a gente viver em paz.
Se um dia houver uma reversão em nossos meios de
transporte e ressuscitarem as viagens de trem, me avisem, que
eu virei correndo do outro mundo para garantir um lugar à
janela.

(Expedito Trancoso, inédito)

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na seguinte frase:
Alternativas
Q67386 Português
Informalidade reconfigurada

As atividades informais têm sido tradicionalmente
identificadas no Brasil como as práticas de trabalho mais relacionadas
à luta pela sobrevivência. Na maior parte das vezes,
trata-se de um conjunto expressivo da população que se encontra
excluída das regras formais de proteção social e trabalhista.
Salvo períodos conjunturais determinados de desaceleração
econômica, quando o segmento informal funcionava como uma
espécie de colchão amortecedor da temporária situação de desemprego
aberto, percebia-se que a informalidade era uma das
poucas possibilidades de os segmentos vulneráveis se inserirem
no mercado de trabalho. Por não impor praticamente nenhuma
barreira à entrada, o trabalho informal representaria uma
atividade laboral que também poderia compreender a transição
para o emprego assalariado formal.

O trabalho informal submete-se à baixa remuneração
e à vulnerabilidade de quem não conta com a aposentadoria na
velhice, a pensão para o acidente de trabalho, o seguro para o
desemprego, o piso oficial para a menor remuneração, a representação
sindical, entre outras regras de proteção. Pelo menos
durante o ciclo da industrialização nacional (1930-80), a informalidade
foi sendo drasticamente reduzida. A força do assalariamento
com carteira assinada, decorrente de taxas de crescimento
econômico com média anual de 7%, foi a principal responsável
pela queda do trabalho informal.
Apesar disso, o Brasil ingressou na década de 1980
com cerca de 1/3 do total dos ocupados ainda submetidos às
atividades informais. Com o abandono da condição de rápido e
sustentado crescimento econômico, o mercado de trabalho sofreu
uma importante inflexão. O desemprego aberto vem crescendo,
e com ele a ocupação informal. Em vinte anos, o Brasil
gerou um contingente adicional de 13,1 milhões de postos de
trabalho não assalariados (40% do total de novos postos de trabalho).
No mesmo período de tempo, a informalidade cresceu
mais no meio urbano, uma vez que o setor rural continuou a
expulsar mão de obra.

(Adaptado de Marcio Pochmann, revista Forum)

NÃO admite transposição para a voz passiva a seguinte construção:
Alternativas
Q66580 Português
O mito de Prometeu

Os mitos ? narrativas pelas quais os antigos buscavam
explicar, simbolicamente, os principais acontecimentos da vida
? continuam sugerindo lições, mesmo depois de a ciência ter
encontrado explicação para tantos fenômenos. O mito de
Prometeu, por exemplo, é um dos mais belos: fala de um titã
que resolveu ensinar às criaturas o manejo do arado, a
cunhagem das moedas, a escrita, a extração de minérios. Mas
sobretudo lhes estendeu o poder e o uso do fogo, que furtou do
Olimpo e que passou a ser o marco inicial da civilização.

Zeus irritou-se com a ousadia de Prometeu e condenouo,
como punição por ter possibilitado aos homens um poder
divino, ao flagelo de ficar acorrentado a um penhasco do monte
Cáucaso, sendo o fígado devorado por uma águia diariamente
(os órgãos dos titãs se regeneram). Seu sofrimento durou várias
eras, até que Hércules, compadecido, abateu a águia e livrou
Prometeu de seu suplício. Entretanto, para que a vontade de
Zeus fosse cumprida, o gigante passou a usar um anel com
uma pedra retirada do monte ? pelo que se poderia dizer que
ele continuava preso ao Cáucaso.

É um mito significativo e, como todo mito, deve ser
sempre reinterpretado, a cada época, em função de um novo
contexto histórico. Em nossos dias, Prometeu acorrentado e
punido pode lembrar-nos os riscos do progresso, as perigosas
consequências da tecnologia mal empregada, as catástrofes,
em suma, que podem advir do abuso do fogo (como não pensar
na bomba atômica, por exemplo?).

Os pais sempre aconselham os filhos pequenos a "não
brincarem com o fogo". Claro que o aviso é específico, e se
aplica diretamente ao medo de que ocorram queimaduras. Mas
não deixa de ser interessante pensar que, se alguém não
tivesse, qual Prometeu, "brincado" com o fogo, dominando-o, a
humanidade não teria dado o primeiro passo no rumo da
civilização.


(Euclides Saturnino, inédito)

Está correta a flexão verbal, bem como adequada a correlação entre os tempos e os modos na frase:
Alternativas
Q62817 Português
Texto para as questões de 7 a 9

1   A ideia de democracia tem seu nascedouro nas
     cidades-Estados gregas e consubstancia-se na tomada de
     decisões mediante a participação direta dos cidadãos. Como se
4   pode depreender, o conceito era restrito, pois excluía, por
     exemplo, as mulheres e os escravos. Na trajetória da Grécia,
     com sua experiência de democracia primária ou de assembleia,
7   ao mundo moderno, alguns fatores se apresentaram como
     inviabilizadores da participação política direta: número de
     cidadãos, extensão territorial e tempo (noção cada vez mais
10 modificada diante dos avanços tecnológicos).
      Diante da impossibilidade de reunião de todos os
      envolvidos - aqueles que, de alguma forma, sentem os
13 reflexos das decisões tomadas - e sendo cada vez mais
      urgente a tomada de decisões em tempo recorde, identificou-se
      a necessidade de eleger representantes. Assim nasceu a
16 democracia representativa, com seus prós e contras.
      A rigor, em uma sociedade composta de milhares de
      pessoas, apenas mediante a representação por um grupo
19 escolhido é possível que os diferentes interesses se façam
      presentes no momento de decidir; porém, é certo que nem
      sempre esse grupo representa os interesses do todo e nem
22 sempre todos os interesses de uma sociedade plural chegam
      a ter representantes, ficando alguns alijados do processo
     decisório. Um governo que se propõe como democrático busca
25 estabelecer mecanismos para que sejam garantidas ao máximo
      as possibilidades de os cidadãos participarem das decisões
      políticas, mas há um "lado sombrio", identificado por Robert
28 Dahl nos seguintes termos: "sob um governo representativo,
      muitas vezes os cidadãos delegam imensa autoridade arbitrária
      para decisões de importância extraordinária.". Segundo o autor,
31 as eleições periódicas garantem certo compromisso dos
      representantes com os representados, obrigam as elites a
     "manter um olho na opinião do povo". Apesar do "lado
34 sombrio", a democracia alicerçada sobre o pilar da eleição
      periódica de representantes é a única viável nos Estados
     contemporâneos.

Tatiana de Carvalho Camilher. O papel da defensoria pública para a inclusão social rumo à concretização do estado democrático de direito. Internet: (com adaptações).

Assinale a opção correta de acordo com as ideias apresentadas no texto.


Considerando as estruturas do texto, assinale a opção correta no que diz respeito à concordância.
Alternativas
Q62725 Português
Desastres naturais não provocam apenas mortes e
prejuízos. Deixam a sociedade mais suscetível a discursos
apocalípticos. Depois da virada (e do bug) do milênio, o
fantasma da vez são as supostas profecias maias de que o
mundo vai acabar em 2012. Para quem acredita nelas, as
catástrofes deste semestre seriam apenas o começo do fim.
Pouco importa que, segundo cientistas, a Terra registre 50 mil
tremores todos os anos e esse número não esteja aumentando.
Para o físico e astrônomo da Universidade Estadual
Paulista (Unesp) Othon Winter, paradoxalmente a sociedade da
informação reage aos desastres naturais de forma muito
semelhante à dos povos da antiguidade. "Os fenômenos eram
mais locais. Uma cheia do rio Nilo poderia ser indício de que os
deuses estavam zangados com os homens. Na antiguidade, o
acesso ao conhecimento era mínimo e as pessoas com um
pouco mais de informação conduziam outras. O medo decorria
da falta de informação. Hoje, todo mundo tem informação
demais e, por isso, teme", acredita.
A psicóloga Eda Tassara, do Laboratório de Psicologia
Ambiental da Universidade de São Paulo (USP), acha que o
excesso de informação também contribui para a disseminação
do pânico. "Não sei se há uma intensificação das chamadas
catástrofes, mas sei que o acesso à informação sobre elas se
intensificou muito."
Para ela, fenômenos como a erupção do vulcão islandês
passaram a ser vistos como catástrofes por conta do atual
estágio de organização da sociedade. "A dimensão da erupção
foi amplificada pelos seus danos econômicos. Sob esse ponto
de vista, pode ser considerada uma catástrofe, mas, na
verdade, é um acidente de dimensões locais."
Eventos como a passagem de cometas e a virada de
milênios sempre provocaram tensão. Os temores de catástrofes
cósmicas têm origem na crença de que eventos terrenos e
celestes estariam fisicamente conectados. Em seu livro, o astrônomo
lembra que a aparição de um cometa em 1664 foi
interpretada como responsável pela peste bubônica que dizimou
20% da população europeia. Para Eda, até mesmo questões relevantes
da atualidade, como a do aquecimento global, são
contaminadas por um discurso apocalíptico que lembra o dos
profetas religiosos. Ele traz consigo a culpa e a noção de
castigo. Você tem culpa das mazelas do planeta porque come
carne ou anda de avião. É como comer a maçã e ser expulso do
Paraíso.

(Karina Ninni. O Estado de S. Paulo, Especial, H5, 30 de abril
de 2010, com adaptações)

... que, segundo cientistas, a Terra registre 50 mil tremores todos os anos... (1º parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:
Alternativas
Q61956 Português
Assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA em relação às expressões extraídas do texto.

Alternativas
Q61952 Português
Leia os seguintes trechos do texto.

"[...] - fala, amendoeira - [...]." (linha 25)
"- Não me entristeças." (linha 41)
"Outoniza-te com dignidade, meu velho." (linha 46)
"Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza." (linha 39-40)

Em relação ao que há de comum entre os verbos destacados nos trechos acima, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q61951 Português
"Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada, e [...] completado o ciclo, tombar/ sobre o meio-fio, [...]." (linhas 21-23)

É CORRETO afirmar que, dentre as formas verbais destacadas no período acima

Alternativas
Q61950 Português
"Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalavam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore [...]." (linhas 27-28)

É CORRETO afirmar que no trecho acima

Alternativas
Q61841 Português
Nem sempre os tempos verbais do passado expressam valor de passado. Qual dos verbos destacados abaixo encontra-se em um tempo do passado expressando valor condicional?
Alternativas
Q61837 Português
Leia o trecho abaixo, extraído do Texto I. "sem no entanto assumir esse receio -" (L. 18)

Em qual das opções o verbo recear, relacionado ao substantivo "receio", está corretamente grafado?
Alternativas
Q61488 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos à organização das ideias no texto
acima e aos seus aspectos gramaticais.

A estrutura sintática iniciada por "Conquanto" (L.4) é responsável pelo uso do modo subjuntivo em "tenha" (L.5); por isso, a substituição dessa forma verbal por tem desrespeita as regras gramaticais do padrão culto da língua.
Alternativas
Q61216 Português
A atual falta de regras muitas vezes constrange empresas do setor...

Transpondo a frase acima para a voz passiva, obtém-se corretamente a seguinte forma verbal:
Alternativas
Q60946 Português
Observe a palavra em destaque na sentença abaixo. "Caso se tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo parecerá belo e justo;" (??. 9-11) O particípio também está corretamente empregado, tal como na sentença acima, de acordo com o registro formal culto, em

Alternativas
Respostas
15321: D
15322: D
15323: E
15324: E
15325: C
15326: D
15327: C
15328: C
15329: C
15330: B
15331: A
15332: A
15333: A
15334: B
15335: B
15336: B
15337: A
15338: C
15339: A
15340: E