Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q213011 Português
Estamos vivendo uma época em que a bandeira da discriminação se apresenta em seu sentido mais positivo: trata-se de aplicar políticas afirmativas para promover aqueles que vêm sofrendo discriminações históricas.
Mantém-se adequada correlação entre tempos e modos verbais com a substituição das formas sublinhadas no trecho acima, na ordem dada, por:

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Ano: 2011 Banca: UFSC Órgão: UFSC Prova: UFSC - 2011 - UFSC - Bibliotecário-Documentalista |
Q3983354 Português
Com base no Texto 3, assinale a alternativa CORRETA.
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Ano: 2011 Banca: UFSC Órgão: UFSC Prova: UFSC - 2011 - UFSC - Bibliotecário-Documentalista |
Q3983352 Português
 Indique com (V) a(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e com (F) a(s) falsa(s), de acordo com o Texto 2 e com a norma padrão escrita. 

( ) Na norma padrão da língua escrita, a ênclise em “Permita-me começar dizendo que se alguém [...]” (linhas 1-2) é obrigatória. ( ) Substituindo “por isso” por todavia na frase “Ela não é uma boa mãe, por isso não amamenta a criança com seu leite.” (linha 8) o sentido se mantém inalterado. ( ) Na sequência “desenvolvesse um abdome afiado” (linhas 19-20) encontramos um verbo no presente do modo subjuntivo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Ano: 2011 Banca: UFSC Órgão: UFSC Prova: UFSC - 2011 - UFSC - Bibliotecário-Documentalista |
Q3983345 Português

Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas com relação aos verbos sublinhados nos fragmentos do Texto 1.


( ) A locução verbal na frase “procurou explicar todo pensamento, sentimento e comportamento [...]” (linhas 2-3) sinaliza uma ação futura.

( ) Na frase “A tábula rasa também serviu de sagrada escritura para crenças políticas e éticas” (linhas 11-12), o verbo está conjugado no pretérito perfeito do modo indicativo.

( ) Na frase “pensarmos em nós como enobrecidos conjuntos de molas e engrenagens” (linhas 20-21), o verbo está no modo infinitivo sem flexão.

( ) Em “ocorreu uma revolução no tratamento da natureza humana pelos cientistas e estudiosos” (linhas 37-38), o verbo pode ser substituído por ocorrera. 



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

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Q2985331 Português
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De acordo com os fragmentos abaixo marque a opção correta.

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Q2943930 Português

... mesmo que seja num enorme búfalo ... (1o parágrafo do Texto I)


O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:


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Q2943918 Português

... crises recentes e atuais, que em parte são desencadeadas pela maneira como administramos os recursos naturais finitos, ou melhor, como deixamos de administrálos. (1o parágrafo)


Ao transpor a frase acima para a voz ativa, a forma verbal resultante será:


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Q2943880 Português

A forma verbal que poderia estar também corretamente empregada no singular está grifada na frase:

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Q2933653 Português

Relacione as frases abaixo com os sentidos expressos pelos verbos e numere a 2ª sequência de acordo com a 1ª.


1ª SEQUÊNCIA

1. ação.

2. estado permanente.

3. estado transitório, passageiro.

4. mudança de estado.

5. fenômeno da natureza.


2ª SEQUÊNCIA

( ) Naquela manhã de julho, orvalhou durante horas seguidas.

( ) O gambá-pigmeu-da-montanha é o mais raro gambá australiano.

( ) Os brasileiros estão satisfeitos com a preservação das florestas.

( ) A sustentabilidade transformou-se em tema de muitos debates.

( ) A parreira sempre cresce, mas de forma lenta e variada.


Assinale a sequência CORRETA, na ordem de cima para baixo:

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Q2920576 Português

Texto 3 para as questões 09 e 10


Analisando as afirmativas abaixo, coloque V para as verdadeiras e F para as falsas.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

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Q2920569 Português

Texto 1 para as questões de 01 a 07.

Em: “Não há mais lugar para mim.”, o verbo significa existir, sendo exemplo de verbo impessoal, mantendo-se na 3ª pessoa do singular. Em qual alternativa abaixo, a concordância verbal está INCORRETA?

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Q2908522 Português

Texto II


Apelo


Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa da esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.

Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite eles se iam. Ficava só, sem o perdão de sua presença, última luz na varanda, a todas as aflições do dia.

E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero da salada — meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolha? Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando. Venha para casa, Senhora, por favor.


TREVISAN, Dalton.Apelo.In:BOSI,Alfredo.org. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo, Cultrix,1975.p.190.

Na frase “... a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada”, pode-se afirmar que

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Q2908517 Português

Em todas as alternativas abaixo, há uma relação entre o verbo destacado e o modo verbal em que ele foi conjugado, EXCETO em

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Q2894865 Português

Leia o texto: O que nunca aconteceu antes, de Luis Fernando Verissimo, para responder às questões de 07 a 10:


Deve haver poucas coisas mais aterrorizantes do que uma tsunami, a onda gigante causada por um maremoto. A visão de uma parede de água vindo na direção da praia é um pesadelo comum da Humanidade, mesmo de quem nunca esteve perto do mar. Li que ter que fugir de ondas gigantescas e estar nu no meio de uma multidão são as angústias mais recorrentes nos maus sonhos de todo mundo, interpretações à vontade. O terror da grande onda talvez tenha a ver com a nossa origem oceânica: ficou nas nossas células o medo secreto de que, cedo ou tarde, o mar arrependido virá nos pegar de volta.

Um dado que eu não sabia, e que aumenta o terror: a velocidade da tsunami é quase igual à de um jato. Foi, em parte, por isso que as ondas atingiram as costas de surpresa, sem aviso, e que houve tantas mortes. (...)

Estão no mesmo tempo, modo e pessoa verbal de: “ Ficou nas nossas células o medo” , o verbo/locução presente na alternativa:

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Q2889425 Português
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Para que o trecho acima passe a denotar uma idéia de passado, a expressão verbal “são arquivadas” passa a ser flexionada assim:

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Ano: 2011 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2011 - MPE-RS - Engenheiro Mecânico |
Q2878143 Português

Instrução: As questões 51 a 60 estão relacionadas ao texto abaixo.


  1. Parece que Darwin hoje incomoda tanto quanto Galileu em sua época. Alguns pretendem dar ao "Criacionismo" status de ciência, colocando-o
  2. como teoria alternativa ao "Darwinismo". Nada mais pobre do ponto de vista espiritual e intelectual do que confundir ciência com religião: a fé é de foro
  3. íntimo, e de cada um; a ciência busca o entendimento da natureza, e não há nesse ato qualquer atitude de crença em dogmas religiosos. Assim, Darwin
  4. é vítima do obscurantismo, pois suas ideias tendem a ser negadas pelo público leigo, como se pertencessem a um lado diabólico da humanidade.
  5. Há, no entanto, uma outra vítima do obscurantismo: Albert Einstein. Lido por poucos, virou lenda, e a ele se atribuem ideias estapafúrdias. A mais
  6. engraçada é a da relatividade: “Tudo é relativo", dizem os leitores descuidados, e um interminável rolo de enganos vai subscrever-se ________ glória
  7. de Einstein. O que ele procurava quando enunciou sua "Teoria da Relatividade Especial" era salvar o princípio de Galileu, aplicado ________ leis do
  8. eletromagnetismo.
  9. Galileu, que passou um ________ bocado nas mãos de obscurantistas, enunciou o Princípio da Relatividade, que diz: "As leis físicas são as
  10. mesmas para qualquer referencial inercial". Ou seja, o chamado princípio da relatividade trata da invariância de leis, mesmo que os referenciais
  11. produzam medições diferentes para certas grandezas físicas.
  12. Ao unificar os resultados de Michelson e Morley sobre o fato de que a luz não necessita suporte material para se propagar com as equações de
  13. Lorentz para cálculo de velocidades relativas e com o fato de a velocidade da luz independer do referencial, Einstein concluiu que as leis do
  14. eletromagnetismo também são as mesmas para todos os referenciais inerciais.
  15. Sabe-se que, como todo ser humano, Einstein, ao longo de sua carreira, errou certas coisas. Seu erro maior, ________ , foi ter mantido o nome de
  16. Teoria da Relatividade para seu trabalho, e não tê-lo mudado para Teoria da Invariabilidade.



Adaptado de: PIQUEIRA, José Roberto Castilho. Relatividade não muito relativa. Disponível em: < http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESCV/edicoes/0/Artigo154818-1.asp>. Acesso em: 5 mar. 2011

Considere as seguintes afirmações sobre formas verbais empregadas no texto.


I. A substituição da forma verbal busca (l. 03) por dedica-se não acarretaria qualquer outra mudança na frase.

II. A substituição da forma verbal trata (l. 10) por diz respeito implicaria a substituição de da por à.

III. A substituição da forma verbal necessita (l. 12) por carece implicaria a inserção da preposição de antes de suporte material (l. 12).


Quais estão corretas?


Alternativas
Q2877794 Português

Instruções: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.


O desafio que nos impõem filmes de determinação e luta pela sobrevivência como Caminho da liberdade é aceitá-los pela chave factível e capacidade de nos absorver na história. Peter Weir é mais feliz neste último apelo, mas nem tanto no primeiro, ao retratar um grupo de prisioneiros de um gulag que, no início da década de 40, foge através do território russo gelado e empreende uma jornada pela Mongólia até o Tibete. Alguns chegarão, outros não.

A questão, em princípio, é trabalhar um relato verídico no registro ficcional, já que ao livro de Slavomir Rawics − com título homônimo − em que se baseia, o cineasta somou outras experiências semelhantes de prisioneiros. Sentiu-se, assim, mais livre para deixar arestas a certa imaginação e conjecturas dramáticas. Para não comprometer a saga liderada pelo jovem militar interpretado por Jim Sturgess, é preciso relevar que as limitadas condições de sobrevida nunca chegam a se esvair por completo, por obra de alguma vocação ao heroísmo também nunca bem esclarecida.

Assim, no grupo de personagens, composto por um russo escroque (Colin Farrell), um americano desiludido (Ed Harris) e a única mulher, uma jovem polonesa (Saoirse Ronan), a bandeira será muito mais de tolerância pelas diferenças sociais e crenças políticas a que se veem obrigados do que pelos instintos pessoais comuns a situações de limite. É um filme, enfim, sobre a condição de diversos e sua cooperação pela vida. Weir dá dimensão de grandiosidade quase épica ao intento, característica de parte de seu cinema, mas demonstra fragilidade ao tratar o microcosmo de seus heróis.


(Orlando Margarido. CartaCapital. Bravo! 18 de maio de 2011, p. 72)

À medida que o grupo ...... em sua fuga, ...... mais acentuadas as diferenças entre seus integrantes.


As formas verbais que preenchem corretamente as lacunas da frase acima, respeitando a correlação de sentido, estão em:

Alternativas
Q2877771 Português

Instruções: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto abaixo.

Durante uma discussão no Studio 35, local onde os jovens pintores nova-iorquinos se reuniam no início dos anos 1950, o debate voltou-se para a questão de qual nome deveriam adotar. Seria o caso de aceitar “expressionismo abstrato”? Ou deviam inventar outro? Interrogado sobre o assunto, De Kooning respondeu com a seguinte frase: “Nomear-nos a nós mesmos é catastrófico”. Por que catastrófico? Porque a palavra, qualquer que fosse, restringiria, simplificaria, criaria obrigações e, logo, uma ortodoxia. Seria necessário, por exemplo, ser abstrato e proibir-se toda alusão figurativa a fim de merecer o título de moderno. De Kooning recusa sistemas, teorias. “Espiritualmente falando”, diz ele, “estou ali onde meu espírito me permite estar, e este lugar não é necessariamente o futuro.”

Somente essa liberdade pode lhe permitir realizar rupturas ao longo de toda a sua obra. Abstrato na segunda metade dos anos 40, ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. Ela dura por alguns anos, até 1955, a partir de quando De Kooning experimenta uma espécie de paisagismo gestual e alusivo. Ele não participa da querela, simplista a seu ver, contra ou a favor da figuração. A questão está em outra parte: no “conteúdo”, essa “coisa muito, muito sutil” que não se deixa definir facilmente e que não se pode capturar de imediato.

(Adaptado de Jacqueline Lichtenstein (org). A pintura. Vol 6: A figura humana. Coord. da trad. Magnólia Costa. São Paulo, Ed. 34, 2004, pp. 127-128)

... ele empreende, de maneira quase clandestina, a série Mulheres. (2o parágrafo)


Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Biólogo - Edital 02 |
Q2778934 Português
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... como antes o rei absorvera o homem. Passando-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FCC Órgão: INFRAERO Prova: FCC - 2011 - INFRAERO - Biólogo - Edital 02 |
Q2778901 Português

Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.


Os anônimos


    Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe”. Seu nome: Branca de Neve.

    A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.

    Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.


(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)

O verbo empregado pelo autor do texto no singular e que poderia igualmente ter sido empregado no plural, mantidos o sentido e a correção da frase, está em:

Alternativas
Respostas
14201: A
14202: A
14203: B
14204: B
14205: C
14206: C
14207: A
14208: C
14209: B
14210: A
14211: E
14212: C
14213: A
14214: C
14215: E
14216: A
14217: C
14218: D
14219: D
14220: B