Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 15.620 questões

Q2731809 Português

1 A terceira grande guerra ocorre a todo momento, em cada canto, casa, relação humana, encruzilhada. Uma ideia diferente, um jeito diferente e discordante da média é suficiente para fazer brotar o ódio e a violência. Soa natural censurar e abolir debates que anunciam a necessidade de tratar de questões que afetam direitos fundamentais

 5 A tecnologia permite transmissão online e em tempo real das várias formas de crueldade e tirania e escravidão que persistem no mundo. Mas não nos educa e nem nos prepara para evitá-las, bani-las, varrê- las do mapa. Isto porque tecnologia é meio e não fim e humanidade se constrói no um a um, no encontro entre pessoas que tecem melhores hojes e amanhãs. 
10 E o que nos humaniza? O convívio e o contato com outros seres humanos e as ideias de humanidade que cultivamos. Está na arte, está nas histórias de ficção que revelam a determinação e a contradição no pensar e no fazer humano. O contato cotidiano com a literatura contribui de forma expressiva para nos manter determinados na tarefa cotidiana de tornar realidade essa ideia de humanidade que cultuamos. 
15 A literatura nos permite íntima conexão com a aventura e desventura humana na Terra e nos alimenta com esperança para persistir. É por onde nosso direito à fruição, ao sonho, a ousar e buscar forças para fazer do hoje um lugar melhor para se viver. Como dizem os especialistas, nos contos fantásticos estão lá os dragões para nos anunciar que, sim, podemos vencê-los e persistir em nosso processo de humanização. 
20 Assim disse o genial escritor Mia Couto ao receber o título de doutor honoris causa pela Universidade Politécnica de Maputo: "Um dos caminhos que nos pode ajudar a resgatar essa moral perdida pode ser o da literatura. Refiro-me à literatura como a arte de contar e escutar histórias. Falo por mim: as grandes lições de ética que aprendi vieram vestidas de histórias, de lendas, de fábulas. Não estou aqui a inventar coisa nenhuma. Este é o mecanismo mais eficiente e mais antigo de reprodução da moralidade". Imagine se contribuíssemos com a literatura... 
(Adaptado de Christine Castilho Fontelles – Extraído de UOL 03/10/2015)

Com base no texto, assinale a alternativa que contém a classificação correta dos verbos destacados abaixo:


I. “Como dizem os especialistas” (linha 18) II. “Assim disse o genial escritor Mia Couto” (linha 20) III. “Imagine se contribuíssemos com a literatura...” (linha 26)

Alternativas
Q2729701 Português

Considerando os contextos apresentados:


I. Marcela teve primeiro um silêncio indignado. Pretérito perfeito.

II. Que fora a vida, se nela não houvera lágrimas. Pretérito mais-que-perfeito.

III. (...) seja econômica e fiel. Subjuntivo em ação que exprime fim.

Pode-se observar como corretas:

Alternativas
Q2727933 Português
Há erro na grafia da conjugação verbal em
Alternativas
Q2727929 Português

Os períodos e as orações existentes no § 3 são, respectivamente, em número de

Alternativas
Q2726686 Português

AS QUESTÕES 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


1__Estou voltando de um fim de semana em Friburgo. Mas poderia estar regressando de qualquer cidade

2 brasileira, que a situação seria a mesma. É que às vezes uma melhor compreensão do Brasil a gente encontra

3 não nos tratados, mas num simples incidente cotidiano.

4 __Por isto estou ali na estrada. O trânsito vai fluindo normalmente. De repente, na altura de Itaboraí

5 (como acontece frequentemente), o fluxo dos veículos vai ficando mais lento. Descobre-se a causa: lá está um

6 policial de trânsito fazendo com que os automóveis entrem em fila única. Isto é uma técnica que costumam

7 usar para evitar engarrafamentos, sobretudo quando vai chegando o verão. Tal técnica, acredito, deve dar

8 certo na Escandinávia, nunca aqui nos trópicos. A polícia rodoviária deve ter pensado que usando este

9 processo evitaria que na altura de Magé o trânsito virasse um pandemônio. Ela sabe que, se deixar, os

10 motoristas vão começar a ultrapassagem pela contramão, uma vez que não há praticamente movimento aí. É

11 uma forma de evitar desastres.

12 __Este é o problema. A polícia rodoviária é brasileira, mas não conhece os brasileiros. Porque ela

13 apenas armou o cenário para a dramatização de mais uma cena representativa do caráter nacional. Vamos

14 começar a assistir ao rito do "brasileiro esperto" que "leva vantagem em tudo".

15 __Ali estou com a família tentando ser bom brasileiro.

16 ________________________________(...)

17 __Em breve já não somos uma fila única, mas uma fila dupla está se formando sem que surja qualquer

18 guarda alemão ou sueco para controlar o que quer que seja. E a coisa não para aí. Está, ao contrário, apenas

19 começando.

20 ________________________________(...)

21 __Nisto percebo que já não somos três filas apenas, mas quatro e cinco filas indo em direção ao caos.

22 ________________________________(...)

23 __Meu rádio, por acaso, capta a voz de um policial comentando o engarrafamento: "Câmbio / confusão

24 geral / danou tudo / não tem mais jeito / câmbio". Agora, sim, estamos todos ali perfeitamente brasileiros e

25 infelizes, enquanto a raiva raia sanguínea e fresca em nossos nervos. Ali estamos, achando que íamos iludir o

26 FMI, que o capitalismo selvagem não nos prejudicaria. Ali estamos como o "deputado pianista" e o que vota

27 seu desonesto jeton. Ali estamos como o militar, o ministro e o alto funcionário iludindo o imposto de renda.

28 Ali estamos, posseiros e grileiros, governantes e governados, todos apalermados porque não sabíamos que a

29 história do país pode engarrafar.


SANTANNA, Affonso Romano de. - ADAPTADO

Atente para a frase:



“Descobre-se a causa”. (L.5)


Transpondo o fragmento em evidência para a voz ativa, a forma verbal corresponderá a

Alternativas
Q2726685 Português

AS QUESTÕES 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


1__Estou voltando de um fim de semana em Friburgo. Mas poderia estar regressando de qualquer cidade

2 brasileira, que a situação seria a mesma. É que às vezes uma melhor compreensão do Brasil a gente encontra

3 não nos tratados, mas num simples incidente cotidiano.

4 __Por isto estou ali na estrada. O trânsito vai fluindo normalmente. De repente, na altura de Itaboraí

5 (como acontece frequentemente), o fluxo dos veículos vai ficando mais lento. Descobre-se a causa: lá está um

6 policial de trânsito fazendo com que os automóveis entrem em fila única. Isto é uma técnica que costumam

7 usar para evitar engarrafamentos, sobretudo quando vai chegando o verão. Tal técnica, acredito, deve dar

8 certo na Escandinávia, nunca aqui nos trópicos. A polícia rodoviária deve ter pensado que usando este

9 processo evitaria que na altura de Magé o trânsito virasse um pandemônio. Ela sabe que, se deixar, os

10 motoristas vão começar a ultrapassagem pela contramão, uma vez que não há praticamente movimento aí. É

11 uma forma de evitar desastres.

12 __Este é o problema. A polícia rodoviária é brasileira, mas não conhece os brasileiros. Porque ela

13 apenas armou o cenário para a dramatização de mais uma cena representativa do caráter nacional. Vamos

14 começar a assistir ao rito do "brasileiro esperto" que "leva vantagem em tudo".

15 __Ali estou com a família tentando ser bom brasileiro.

16 ________________________________(...)

17 __Em breve já não somos uma fila única, mas uma fila dupla está se formando sem que surja qualquer

18 guarda alemão ou sueco para controlar o que quer que seja. E a coisa não para aí. Está, ao contrário, apenas

19 começando.

20 ________________________________(...)

21 __Nisto percebo que já não somos três filas apenas, mas quatro e cinco filas indo em direção ao caos.

22 ________________________________(...)

23 __Meu rádio, por acaso, capta a voz de um policial comentando o engarrafamento: "Câmbio / confusão

24 geral / danou tudo / não tem mais jeito / câmbio". Agora, sim, estamos todos ali perfeitamente brasileiros e

25 infelizes, enquanto a raiva raia sanguínea e fresca em nossos nervos. Ali estamos, achando que íamos iludir o

26 FMI, que o capitalismo selvagem não nos prejudicaria. Ali estamos como o "deputado pianista" e o que vota

27 seu desonesto jeton. Ali estamos como o militar, o ministro e o alto funcionário iludindo o imposto de renda.

28 Ali estamos, posseiros e grileiros, governantes e governados, todos apalermados porque não sabíamos que a

29 história do país pode engarrafar.


SANTANNA, Affonso Romano de. - ADAPTADO

A alternativa cuja afirmação não encontra respaldo na norma padrão é a

Alternativas
Q2726683 Português

AS QUESTÕES 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


1__Estou voltando de um fim de semana em Friburgo. Mas poderia estar regressando de qualquer cidade

2 brasileira, que a situação seria a mesma. É que às vezes uma melhor compreensão do Brasil a gente encontra

3 não nos tratados, mas num simples incidente cotidiano.

4 __Por isto estou ali na estrada. O trânsito vai fluindo normalmente. De repente, na altura de Itaboraí

5 (como acontece frequentemente), o fluxo dos veículos vai ficando mais lento. Descobre-se a causa: lá está um

6 policial de trânsito fazendo com que os automóveis entrem em fila única. Isto é uma técnica que costumam

7 usar para evitar engarrafamentos, sobretudo quando vai chegando o verão. Tal técnica, acredito, deve dar

8 certo na Escandinávia, nunca aqui nos trópicos. A polícia rodoviária deve ter pensado que usando este

9 processo evitaria que na altura de Magé o trânsito virasse um pandemônio. Ela sabe que, se deixar, os

10 motoristas vão começar a ultrapassagem pela contramão, uma vez que não há praticamente movimento aí. É

11 uma forma de evitar desastres.

12 __Este é o problema. A polícia rodoviária é brasileira, mas não conhece os brasileiros. Porque ela

13 apenas armou o cenário para a dramatização de mais uma cena representativa do caráter nacional. Vamos

14 começar a assistir ao rito do "brasileiro esperto" que "leva vantagem em tudo".

15 __Ali estou com a família tentando ser bom brasileiro.

16 ________________________________(...)

17 __Em breve já não somos uma fila única, mas uma fila dupla está se formando sem que surja qualquer

18 guarda alemão ou sueco para controlar o que quer que seja. E a coisa não para aí. Está, ao contrário, apenas

19 começando.

20 ________________________________(...)

21 __Nisto percebo que já não somos três filas apenas, mas quatro e cinco filas indo em direção ao caos.

22 ________________________________(...)

23 __Meu rádio, por acaso, capta a voz de um policial comentando o engarrafamento: "Câmbio / confusão

24 geral / danou tudo / não tem mais jeito / câmbio". Agora, sim, estamos todos ali perfeitamente brasileiros e

25 infelizes, enquanto a raiva raia sanguínea e fresca em nossos nervos. Ali estamos, achando que íamos iludir o

26 FMI, que o capitalismo selvagem não nos prejudicaria. Ali estamos como o "deputado pianista" e o que vota

27 seu desonesto jeton. Ali estamos como o militar, o ministro e o alto funcionário iludindo o imposto de renda.

28 Ali estamos, posseiros e grileiros, governantes e governados, todos apalermados porque não sabíamos que a

29 história do país pode engarrafar.


SANTANNA, Affonso Romano de. - ADAPTADO

Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “armou“ (L.13) e a composta em

Alternativas
Q2726679 Português

AS QUESTÕES 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO


1__Estou voltando de um fim de semana em Friburgo. Mas poderia estar regressando de qualquer cidade

2 brasileira, que a situação seria a mesma. É que às vezes uma melhor compreensão do Brasil a gente encontra

3 não nos tratados, mas num simples incidente cotidiano.

4 __Por isto estou ali na estrada. O trânsito vai fluindo normalmente. De repente, na altura de Itaboraí

5 (como acontece frequentemente), o fluxo dos veículos vai ficando mais lento. Descobre-se a causa: lá está um

6 policial de trânsito fazendo com que os automóveis entrem em fila única. Isto é uma técnica que costumam

7 usar para evitar engarrafamentos, sobretudo quando vai chegando o verão. Tal técnica, acredito, deve dar

8 certo na Escandinávia, nunca aqui nos trópicos. A polícia rodoviária deve ter pensado que usando este

9 processo evitaria que na altura de Magé o trânsito virasse um pandemônio. Ela sabe que, se deixar, os

10 motoristas vão começar a ultrapassagem pela contramão, uma vez que não há praticamente movimento aí. É

11 uma forma de evitar desastres.

12 __Este é o problema. A polícia rodoviária é brasileira, mas não conhece os brasileiros. Porque ela

13 apenas armou o cenário para a dramatização de mais uma cena representativa do caráter nacional. Vamos

14 começar a assistir ao rito do "brasileiro esperto" que "leva vantagem em tudo".

15 __Ali estou com a família tentando ser bom brasileiro.

16 ________________________________(...)

17 __Em breve já não somos uma fila única, mas uma fila dupla está se formando sem que surja qualquer

18 guarda alemão ou sueco para controlar o que quer que seja. E a coisa não para aí. Está, ao contrário, apenas

19 começando.

20 ________________________________(...)

21 __Nisto percebo que já não somos três filas apenas, mas quatro e cinco filas indo em direção ao caos.

22 ________________________________(...)

23 __Meu rádio, por acaso, capta a voz de um policial comentando o engarrafamento: "Câmbio / confusão

24 geral / danou tudo / não tem mais jeito / câmbio". Agora, sim, estamos todos ali perfeitamente brasileiros e

25 infelizes, enquanto a raiva raia sanguínea e fresca em nossos nervos. Ali estamos, achando que íamos iludir o

26 FMI, que o capitalismo selvagem não nos prejudicaria. Ali estamos como o "deputado pianista" e o que vota

27 seu desonesto jeton. Ali estamos como o militar, o ministro e o alto funcionário iludindo o imposto de renda.

28 Ali estamos, posseiros e grileiros, governantes e governados, todos apalermados porque não sabíamos que a

29 história do país pode engarrafar.


SANTANNA, Affonso Romano de. - ADAPTADO

O verbo é o núcleo da informação em:

Alternativas
Q2725093 Português

O fragmento do texto a seguir é de autoria de Adriana Falcão e servirá como base para responder as questões de 01 e 02:


Quem diria?


"Não é que eu não goste de você, eu gosto de você, é só uma questão de lógica.

Se um dia tudo isso vai acabar, não é melhor acabar logo agora?

Já que vai terminar dando tudo errado mesmo, pra que esperar?

É claro que um dia vai dar errado.

A maior parte dos casais dá errado um dia.

[...]

Melhor ficar por aqui enquanto não deu errado ainda.

Pelo menos agora a gente ainda ter uma chance de ser feliz por aí. A gente é feliz, eu sei.

Então, pra que estragar?

É claro que o amor vai se gastar.

É lógico que um dia tudo isso vai passar.

É óbvio que a gente não vai ser feliz assim a vida inteira.

Não vai ser muito mais triste depois, quando a tristeza pegar a gente desprevenido? [...]

Vai ser muito mais difícil ver o amor diminuindo, diminuindo, acabando, ver o tempo que era bom ficando cada vez mais distante, a gente se lembrando de agora e pensando, tá vendo?, era melhor ter acabado antes.

Eu sei que é difícil.

Mas eu acho melhor a gente acabar aqui, Fulano."


FALCÃO, Adriana. O doido da garrafa. São Paulo: Planeta, 2003.

Use V para verdadeiro e F para falso de acordo com as informações do texto lido:


(___) De acordo com a mulher o amor terminará paulatinamente.

(___) Os verbos empregados no gerúndio reforçam a ideia expressa no parágrafo anterior.

(___) As formas verbais utilizadas denotam a informalidade do texto.

(___) Fulano, o eu-lírico do texto, comenta sobre as dificuldades da vida cotidiana e que desgastam os relacionamentos.

Alternativas
Q2724782 Português

Assinale a alternativa na qual TODAS as palavras indicam verbos conjugados na 1ª pessoa do plural do presente do indicativo:

Alternativas
Q2724345 Português

Analise o cartum abaixo e responda às questões 2 a 4:



http://diegonovaes.blogspot.com.br/2008/11/zope.html

O verbo PODER em “Que bom podermos ajudar tanto os necessitados do mundo” está conjugado no:

Alternativas
Q2722541 Português

A alternativa que apresenta correta e respectivamente o plural das palavras: CHÃO – CIDADÃO – FÓSSIL - QUALQUER - IRMÃO está em:

Alternativas
Q2721531 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 20:

Mercado de trabalho em crise: como se tornar um profissional mais competitivo?

Por Brasil Econômico | 03/03/2017

Segundo projeções, desemprego atingirá mais 1,2 milhão de pessoas ao fim de 2017 no Brasil; para especialista, ações podem ajudar a manter cargo

Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está. Para o CEO da Thomas Case & Advogados, Norberto Chadad, podemos adotar algumas medidas para nos tornarmos profissionais mais competitivos. Segundo ele, algumas atitudes podem ser "essenciais para a manutenção de seu emprego e, ao mesmo tempo, faz o profissional competitivo no caso de participação em algum processo seletivo".

1) Mantenha-se atualizado

Ficar em dia com as novas ferramentas em gestão de negócios e planejamento chega a ser um paradoxo, pois a própria crise faz os profissionais terem pouco tempo disponível por conta do excesso de trabalho. Como consequência, são obrigados a agir com soluções sem nenhuma organização prévia. "É preciso bom senso, manter-se atualizado e conseguir resultados com as novas ferramentas", explica Chadad, ao lembrar que o segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exeplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.

2) Busque as ferramentas apropriadas

É preciso avaliar as ferramentas que melhor se identificam com os negócios da empresa que você trabalha ou pretende trabalhar. O objetivo é simplificar a rotina do local tornando as atividades diárias mais ágeis, ao mesmo tempo em que erros são evitados e os custos com infraestrutura são reduzidos.

3) Visão moderna

Segundo Chadad, a burocracia pode atrapalhar a fluidez das atividades de uma empresa. O profissional que consegue simplicar [sic] este fluxo pode se destacar. Para isso, é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa. "O fato da política da empresa e da metodologia nos departamentos sempre terem dado certo não significa que não se possa inovar nas estratégias para minimizar custos e potencializar os benefícios", explica.

4) Fomente a criatividade

Sempre que algo novo vier à sua mente, avalie a ideia com carinho, pois pode ser útil para o seu trabalho. Chadad lembra que incertezas estão presentes em todo momento de crise e afirma que devemos lidar com elas. "Tire proveito da crise para crescer profissionalmente. Seja um bom observador, procure conhecer bem os seus parceiros, e analise, em caso de corte de pessoal, qual o perfil dos que foram demitidos".

5) Adquira novas competências

Chadad recomenda a [sic] três aquisições importantes para manter a competitividade no mercado de trabalho. "A primeira é dedicar algum tempo no comportamento que envolve a Inteligência Emocional", explica. Segundo ele, é importante dedicar um tempo ao autoconhecimento e planejamento pessoal.

Em seguida, o consultor indica o aprendizado de novos idiomas, "seja para fazer algum intercâmbio ou para usar no seu atual trabalho". Por fim, procure conhecimentos técnicos, como softwares de gestão empresarial, por exemplo. "O domínio dessas ferramentas pode tornar seu trabalho ou seu currículo eficiente, tornando-o um profissional mais versátil e competitivo".

Fonte: Brasil Econômico. Disponível em: < http://economia.ig.com.br/2017-03-03/mercado-trabalho.html

Conforme a frase: “É preciso bom senso, manter-se atualizado e conseguir resultados com as novas ferramentas", os verbos ‘é’ e ‘conseguir’ estão nas seguintes formas verbal e nominal, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura de São João do Oeste - SC Provas: AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Civil | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Séries Iniciais | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Médico Veterinário | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Artes | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Assistente Social | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fonoaudiólogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Psicólogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fiscal de Tributos, Obras, Postura | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Inglês | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Agrônomo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Farmacêutico | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Nutricionista | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Auxiliar de Contabilidade | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Educação Infantil | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fisioterapeuta | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Informática | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Psicopedagogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Educação Física | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Sanitarista | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Enfermeiro | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Alemão |
Q2721311 Português

Assinale a alternativa na qual o verbo ou locução verbal sublinhada da frase indica uma ação real anterior a outra ação passada:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: AMEOSC Órgão: Prefeitura de São João do Oeste - SC Provas: AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Civil | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Séries Iniciais | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Médico Veterinário | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Artes | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Assistente Social | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fonoaudiólogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Psicólogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fiscal de Tributos, Obras, Postura | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Inglês | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Agrônomo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Farmacêutico | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Nutricionista | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Auxiliar de Contabilidade | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Educação Infantil | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Fisioterapeuta | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Informática | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Psicopedagogo | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Educação Física | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Engenheiro Sanitarista | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Enfermeiro | AMEOSC - 2017 - Prefeitura de São João do Oeste - SC - Professor ll - Alemão |
Q2721307 Português

(Leia o texto abaixo para responder as próximas oito (08) questões):


1 Condenado como integrante do grupo

extremista autodeclarado Estado Islâmico

(EI), Aines Davis é parte de uma tendência

preocupante de criminosos comuns europeus

5 que se tornam jihadistas violentos. Antes,

Davis vendia drogas e andava armado pelo

bairro de Hammersmith no oeste de

Londres. Ele chegou a ser condenado

diversas vezes por sua atuação como

10 traficante

Após ser preso em 2006 por porte ilegal de

arma, Davis tentou deixar para trás a vida de

crimes, e se converteu ao islã. Mas acabou se

radicalizando. Aine Davis representa uma

15 tendência preocupante de criminosos

comuns que deixam países ocidentais para

se tornar jihadistas violentos no Oriente

Médio.

Davis negou que fazia parte do Estado

20 Islâmico, dizendo à Justiça britânica que as

histórias sobre sua atuação como extremista

eram falsas. Também negou ser o chefe da

unidade responsável pelos reféns: "Não sou

do El. Fui para a Síria porque há opressão no

25 meu país".

(Adaptado de O Globo, 10/05/2017)

Analise a oração abaixo retirada do Texto e assinale a alternativa na qual a conversão para a voz passiva foi efetuada de maneira correta:

“...se converteu ao islã (...)” (Linha 13).

Alternativas
Q2721016 Português

Eu sei, mas não devia

Marina Colassanti


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma ___ não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, ___ medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez vai pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir ____ comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma ____ poluição. ____ salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter _________ uma planta.

A gente se acostuma ____ coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e ____ no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não ____ muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar ____ pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Assinale a frase em que há ERRO quanto à flexão verbal:

Alternativas
Q2720886 Português

Leia o texto para responder às questões 1 a 6.


ANTES QUE ELAS CRESÇAM


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias de igual maneira; crescem de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade, que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebia? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal ou escola experimental?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você agora está ali na porta da discoteca esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins[...].

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então, com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. [...]

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante das próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route< bonne route” como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha lhe oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido, mais vezes, à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância e os adolescentes cobertores naquele quarto cheio de colagens, posters e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientes vezes ao shopping, ao circo, ao teatro, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, disputa pela janela, pedidos de sorvetes e sanduíches, cantorias infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível largar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora dos pais nas montanhas terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos, e que não pode morrer conosco. Por isto os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.

Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.


Affonso Romano de Sant’Anna

“Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer...” O verbo destacado encontra-se no

Alternativas
Q2720789 Português

Imagem associada para resolução da questão

Se o crítico encontrou um “erro” no uso da forma verbal “tem”, para ele o correto seria:

Alternativas
Q2719628 Português

(Texto)


1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é

muito importante para estimular o

desenvolvimento infantil. Não é só

entretenimento; ela ela tem alto valor de

5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,

social e cultural, como haviam destacado os

estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode

ajudar até a tirar as fraldas.

O brincar estimula a imaginação das crianças

10 e forma o pensamento mágico. Esse

pensamento transforma qualquer objeto

inanimado em algo incrível. Para uma criança,

qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira

também mostra que no mundo há regras e

15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança

precisa esperar a sua vez e precisa seguir a

ordem do jogo.

(Adaptado de G1, 25/05/2017)

“...como haviam destacado os estudiosos décadas atrás.” (linhas 6 e 7). No trecho retirado do Texto, o verbo “haviam” encontra-se no plural, pois:

Alternativas
Respostas
10661: B
10662: D
10663: D
10664: B
10665: A
10666: D
10667: C
10668: C
10669: E
10670: D
10671: D
10672: C
10673: A
10674: C
10675: D
10676: B
10677: A
10678: E
10679: A
10680: A