Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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INSTRUÇÕES: A questão dize respeito ao Texto. Leia-o atentamente
antes de respondê-la.

Com base na conversão para a voz passiva do trecho abaixo adaptado do Texto, assinale a alternativa correta:
“Lucy diz...”
Atenção! Leia o excerto do texto: Filho é Bom, Mas Dura Muito e, em seguida, responda asquestão.
(...) Aproveita agora, antes que ele comece a andar. Aí acaba o sossego. É o perigo de ele bater a cabeça nas quinas das mesas, cair e meter a boca no chão, puxar panela no fogão. É um transtorno, filho andando. Ele correndo pela casa e você atrás.
Aproveita agora, que ele ainda não decidiu que faculdade cursar porque a escolha dele não vai nunca coincidir com os planos que você fazia para ele, quando ele ainda engatinhava. (...)
( Disponível em: https://www.pensador.com/autor/mario_prata/.)
Em relação aos aspectos semânticos, morfológicos e/ou sintáticos apresentados pelo texto, é CORRETO:
Observe as palavras em destaque e assinale a alternativa que apresenta uma proposição EQUIVOCADA:
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim.(Carlos Drummond de Andrade)
Atenção! Leia o excerto do texto: Filho é Bom, Mas Dura Muito e, em seguida, responda a questão.
(...) Aproveita agora, antes que ele comece a andar. Aí acaba o sossego. É o perigo de ele bater a cabeça nas quinas das mesas, cair e meter a boca no chão, puxar panela no fogão. É um transtorno, filho andando. Ele correndo pela casa e você atrás.
Aproveita agora, que ele ainda não decidiu que faculdade cursar porque a escolha dele não vai nunca coincidir com os planos que você fazia para ele, quando ele ainda engatinhava. (...)
( Disponível em: https://www.pensador.com/autor/mario_prata/.)
Em relação aos aspectos semânticos, morfológicos e/ou sintáticos apresentados pelo texto, é CORRETO:
De mãos dadas com os pais
Enquanto Fabrício vê as mãos livres de sua mãe gesticulando, lembra que nem sempre foi fácil encaixar seus dedos nos dela. Na infância eram muitos filhos. E na hora de passear tinham que brigar para andar de mãos dadas com os pais. Eram quatro mãos concorridas a tapas pelos irmãos. Um filho circulava solto, esperando sua vez de ser chamado para o contato.
E a mãe oferecia, então, a mão invisível do grito:
− Anda mais rápido!
Ela espichava o olhar para não extraviar uma das crias da ninhada. Fabrício imagina o quanto sofriam os pais quando os levavam para a rua, tendo que controlar as brincadeiras e as frequentes distrações. Os filhos não facilitavam: mexiam em pedrinhas, em flores nos canteiros, paravam para colher frutas.
Os filhos que se mantinham pendurados no cabide dos braços não eram o problema. O medo se voltava para o avulso, o que andava próximo e perigosamente com independência, por absoluta falta de mãos.
Fabrício se sentia o filho menos querido quando terminava sendo o escolhido para perambular sozinho. Nem queria a mãozinha do irmão, o que, para ele, equiparava-se a uma esmola. Não admitia compaixão: desejava tudo ou nada. Os filhos disputavam a atenção dos pais como quem trava um duelo de garfos pelo último bolinho de chuva na bandeja.
Hoje os pais de Fabrício, velhos, já separados e morando cada um em seu apartamento, estão com as mãos disponíveis. Os irmãos esqueceram a concorrência do passado. Talvez tenham que reparar, como Fabrício faz agora, que a dinâmica familiar se inverteu. Eles é que precisam de nós, não mais nós, deles.
Fabrício sabe que é ele quem deve levar os pais para passear. E ele sabe que ninguém ficará de fora, porque possui exatamente um par de mãos para não deixar nenhum deles sozinho neste mundo de fragilidades.
(Fabrício Carpinejar. Cuide de seus pais antes que seja tarde. 5ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand, 2018. Adaptado)
Quais verbos apresentados abaixo enquadram-se nessa definição?
Disponível em: https://www.timbo.sc.gov.br/fundacao-de-cultura-e-turismo/2019/noite-dos-candelabros-reune-mais-de-200-pessoas-no-museu-da-musica/ Acesso em: 17/set/2019. [adaptado]
I- É acentuado por se tratar de um acento diferencial. II- O acento é para diferenciá-lo de pode (terceira pessoa do singular do presente do indicativo de poder). III- O atual Acordo Ortográfico não trouxe nenhuma alteração sobre pôde e pode.
Está correta a alternativa:
Disponível em: https://www.timbo.sc.gov.br/fundacao-de-cultura-e-turismo/2019/noite-dos-candelabros-reune-mais-de-200-pessoas-no-museu-da-musica/ Acesso em: 17/set/2019. [adaptado]
“Não se admire se um dia
Um beija flor invadir a porta da tua casa
Te der um beijo e partir
Foi eu que mandei um beijo
Que é pra matar meu desejo
Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê
Se um dia ocê se lembrar
Escreva um carta pra mim
Bote logo no correio Com frases dizendo assim
Faz tempo que não te vejo
Quero matar meu desejo
Me mande um monte de beijos
Ai que saudades sem fim”
(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)
“Foi eu que mandei um beijo”
“Me mande um monte de beijos”
Em qual alternativa há uma análise correta dos aspectos linguísticos dos versos destacados?
“Não se admire se um dia
Um beija flor invadir a porta da tua casa
Te der um beijo e partir
Foi eu que mandei um beijo
Que é pra matar meu desejo
Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê
Se um dia ocê se lembrar
Escreva um carta pra mim
Bote logo no correio Com frases dizendo assim
Faz tempo que não te vejo
Quero matar meu desejo
Me mande um monte de beijos
Ai que saudades sem fim”
(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)
População em situação de rua
Um dos reflexos do intenso processo de exclusão social é a população em situação de rua que, em decorrência da ocupação do solo urbano estar baseada na lógica capitalista de apropriação privada do espaço mediante o pagamento do valor da terra, não dispõe de renda suficiente para conseguir espaços adequados para a habitação e, sem alternativas, utiliza as ruas da cidade como moradia. Conforme definição da Secretaria Nacional de Assistência Social, a população em situação de rua se caracteriza por ser um grupo populacional heterogêneo, composto por pessoas com diferentes realidades, mas que têm em comum a condição de pobreza absoluta, vínculos interrompidos ou fragilizados e falta de habitação convencional regular, sendo compelidas a utilizar a rua como espaço de moradia e sustento, por caráter temporário ou de forma permanente.
Entre os principais fatores que podem levar as pessoas a irem morar nas ruas estão: ausência de vínculos familiares, perda de algum ente querido, desemprego, violência, perda da autoestima, alcoolismo, uso de drogas e doença mental.
Embora grande parte dos estudos sobre esse tipo de população tenha sido realizada no século XX, há registros de sua existência desde o século XIV. Portanto, a população em situação de rua não teve a devida atenção nos séculos anteriores, e sua abordagem pode ter sido impulsionada pelo aumento de seu contingente, visto que a cada ano mais indivíduos utilizam as ruas como moradia. No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome realizou entre os anos de 2007 e 2008 uma pesquisa em 71 cidades brasileiras com população superior a 300 mil habitantes (exceto São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre). Os resultados dessa pesquisa foram divulgados em 2008, demonstrando que 31.922 pessoas utilizam as ruas como forma de moradia no país. Entretanto, esses números são bem maiores, pois cidades importantes não fizeram parte desse levantamento. Apesar da realização de alguns programas sociais, poucas políticas públicas são desenvolvidas para solucionar esse problema. As Organizações Não Governamentais (ONGs) e as Instituições Religiosas se destacam nos serviços de amparo a essas pessoas, atuando na distribuição de alimentos, roupas e cobertores. Outro trabalho de assistência são os abrigos temporários e os albergues que, de um modo geral, são considerados insuficientes para suprir a demanda dessa população.
O desinteresse do Estado influencia diretamente no comportamento da sociedade, haja vista que os moradores de rua são tratados, ora com compaixão, ora com repressão, preconceito, indiferença e violência. Nesse sentido, devem ser desenvolvidas políticas que atuem na causa do problema, não somente em serviços de distribuição de alimentos e outros objetos, proporcionando dignidade para todos os habitantes.
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/populacao-situacao-rua.htm