Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 14.991 questões
“Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor de ser separado de seu smartphone”.
I. Os termos “psíquica” e “relacionada” caracterizam o nome “nomofobia”.
II. O substantivo “moléstia”, nesse contexto, poderia ser substituído por “mal”, “desconforto”, “inquietação”.
III. A locução “ser separado” apresenta um verbo na forma nominal do infinitivo e outro na forma nominal do particípio, respectivamente.
IV. O termo “seu”, pronome demonstrativo, faz referência a qualquer pessoa que viva situações de pânico ao não ter à mão um celular, smartphone ou afim, para se comunicar.
Assinale a opção em que a forma verbal está flexionada em um tempo diferente das demais.
Sobre o período: "Ao mesmo tempo, a vulnerabilidade nas comunicações digitais acendeu o alerta de que as autoridades precisam de um cuidado redobrado para que não fiquem mais expostas às ações de hackers" é possível afirmar que:
Assinale a alternativa cujo conteúdo refere-se corretamente aos verbos anômalos:
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE com o verbo “reaver” no pretérito imperfeito do subjuntivo:
Se ela _____________ o gato perdido, ficaria feliz.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
A diferença entre mimar um filho e torná-lo um incompetente
- A criação de um filho envolve questões bastante complexas. São muitos os pais que
- anseiam por manter seus filhos felizes. Na perseguição deste desejo, muitas vezes eles dão de
- cara com um paradoxo: quanto mais esforço fazem, menos alcançam o objetivo. As crianças
- que recebem mais mimos e considerações geralmente também são as que mais sofrem pelo
- que não têm.
- Dizem que as novas gerações “nasceram cansadas”. Muitas das crianças de hoje parecem
- não ter ideia do que significa um despertador. O alarme pode tocar mil vezes e elas ainda estão
- lá, como se nada tivesse acontecido. Os pais têm que chamá-las várias vezes para que elas se
- levantem e possam ir para a escola. Muitos pais sabem que isso não é correto. Ainda assim eles
- continuam a fazê-lo, presos na própria dinâmica que criaram. Talvez não queiram lidar com o
- seu filho, porque não se sentem com autoridade suficiente para fazê-lo. Ou carregam sobre
- seus ombros alguma culpa que não lhes pertence e tentam compensar sendo mais permissivos.
- A verdade é que muitas crianças de hoje em dia têm se tornado verdadeiros preguiçosos.
- Elas não fazem sua cama e não têm ideia do que fazer para que as roupas apareçam limpas e
- passadas. Às vezes, elas não são tão pequenas. Às vezes elas chegam __ idades bastante
- avançadas se comportando da mesma maneira. O que está acontecendo?
- Esse desejo de que a criança não passe por determinadas dificuldades se tornou muito
- recorrente entre alguns pais. Eles idealizam __ vida e a colocam em termos parecidos com um
- paraíso. Isso é o que querem para seus filhos, um paraíso colorido onde eles possam ir
- crescendo sem sobressaltos. Por isso constroem em casa uma espécie de “resort” com “tudo
- incluído”: pensão completa, sem necessidade de que tenham que se preocupar nem mesmo
- com “suas coisas”, para não falar das demais; comida quente, que deve ser deliciosa, ou então
- correm o risco de que a criança não queira comer e que a “pobrezinha” adoeça; cama macia e
- sempre feita. E a coisa não termina aí. Eles também ensinam a criança a conjugar o verbo pedir
- em todos os modos e tempos. Isso é o que a criança sabe fazer de melhor: pedir. É tudo o que
- ela tem que fazer para conseguir o que deseja. “Como não lhe dar o melhor smartphone se
- depois ela irá se sentir complexada com os seus colegas?”. “Como não comprar a melhor
- roupa? Não quero que digam que ‘anda como um indigente’”.
- O “eu não quero que meu filho passe pelo que eu passei” é um pensamento que inúmeras
- vezes tem conduzido – e continuará conduzindo – ao desastre. Não é uma maneira de educar
- no amor. Porque quando se diz que o amor fica satisfeito com a felicidade do outro, não se
- refere à preguiça do outro, mas a sua realização.
- Muitos pais têm medo de seus filhos. O medo é justificado, especialmente se considerarmos
- que as agressões físicas aos pais têm aumentado em todos os países do Ocidente. Em alguns
- mais, em outros menos, mas no geral as porcentagens já alcançam os dois dígitos. Muitos pais
- também não são capazes de tomar decisões sem primeiro consultar seu filho. O que resulta
- desse tipo de criação são pessoas basicamente inúteis. Mas não é só isso. Também se tornam
- indolentes, falsamente convencidas, intolerantes e egoístas. Exatamente o tipo de pessoas que
- um pai ou uma mãe não quer perto de seu filho. Exatamente o tipo de seres humanos que
- vivem sem utilidade, nem sequer para si mesmos.
- Os avós e bisavós utilizavam a “pedagogia do cinto”. Não ___ necessidade de converter as
- infâncias em um sofrimento para educar adultos responsáveis, na verdade é um caminho ainda
- mais censurável que o excesso de permissividade, porque coloca em perigo a integridade da
- criança. No entanto, em algo eles estavam certos: o pai ou a mãe são aqueles que têm a
- obrigação de tomar a decisão. Também tinham razão em envolver as crianças em tarefas
- domésticas e lhes delegar responsabilidades para serem cumpridas. Um pai abusivo resulta em
- uma criança diminuída. Um pai permissivo e obediente educa filhos inúteis. Um pai que sabe
- estabelecer e manter alguns limites com carinho cria filhos fortes.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/a-diferenca-entre-mimar-um-filho-e-torna-lo-um-incompetente/. Acesso em 31 Jan. 2019.
Na frase “São muitos os pais que anseiam por manter seus filhos felizes”, retirada do texto, tem-se o verbo “ansiar” devidamente conjugado na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Ocorre que a conjugação dele é irregular, mudando o “i” da penúltima sílaba em “ei”. Em qual dos seguintes verbos é seguida semelhante regra em sua conjugação?
Leia o poema a seguir:
“Estou vendo aquele caminho
cheiroso da madrugada:
pelos muros, escorriam
flores moles da orvalhada;
na cor do céu, muito fina,
via-se a noite acabada.”
(MEIRELES, Cecília. Excursão. Em: Viagem: poesia 1929-1937 Lisboa: Ocidente, 1939)
Leia as assertivas a seguir:
I. Os verbos estão respectivamente no presente e no pretérito perfeito do indicativo, indicando que a pessoa nunca esteve nesse lugar.
II. O uso do pretérito imperfeito do indicativo com “escorriam” e “via-se” indica que a pessoa está lembrando de um passeio ou um sonho.
III. Apesar de usar o presente do indicativo “estou”, não se pode afirmar que a pessoa esteja no local no momento da fala.
De acordo com o poema:
Instrução: Para responder a algumas das questões desta prova, consulte o texto, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?
- O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de
- Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos
- questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os
- desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de _________
- sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de
- preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.
- Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação
- e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma
- sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e
- solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se
- refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada
- modalidade de escola).
- Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e
- jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse
- direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade
- dos alunos de lidar com seu corpo e _________, suas emoções e relações, sua atuação
- profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.
- No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos,
- mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos
- (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força
- interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para
- utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos
- humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).
- Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se ................ em
- propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação
- Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a
- missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais,
- mas também ............. ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade,
- sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida,
- argumentação, _______________, ____________, emoções, empatia, colaboração,
- autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre
- outros aspectos importantes para a vida no século 21.
- Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se
- apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser
- garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória
- escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes
- e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas
- nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e
- professores.
- Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo
- introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e
- internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de
- Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano
- Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação
- Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação
- para a vida, para o trabalho e para a cidadania.
- As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os
- estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por
- um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos
- preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente
- estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa
- parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um
- contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as
- transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso
- futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde
- caminhar.
- A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação
- brasileira, como a qualidade e a _________, mas também alavanca transformações para
- tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as
- revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no
- ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.
- O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de
- gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da
- sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos
- reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho
- será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça
- mais sentido para os alunos e para o nosso país.
(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-aluno-queremos-formar - adaptação)
Assinale a alternativa cuja frase admite conversão para a voz passiva.
Instrução: Para responder a algumas das questões desta prova, consulte o texto, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
BNCC e suas competências: qual aluno queremos formar?
- O capítulo introdutório da Base Nacional Comum Curricular define que concepção de
- Educação irá orientar as escolas brasileiras. Em tempos de intensa polarização e de muitos
- questionamentos sobre o modelo tradicional – que falha em preparar os estudantes para os
- desafios da vida contemporânea –, o documento contribui para a construção de _________
- sobre que pessoas queremos formar. Também orienta as instituições de ensino no sentido de
- preparar as novas gerações para construir o Brasil com o qual sonhamos.
- Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover a formação
- e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam capazes de construir uma
- sociedade mais justa, ética, democrática, responsável, inclusiva, sustentável e
- solidária. Isso significa orientar-se por uma concepção de Educação Integral (que não se
- refere ao tempo de permanência do estudante no espaço escolar ou a uma determinada
- modalidade de escola).
- Nesse caso, Educação Integral indica promoção do desenvolvimento de crianças e
- jovens em todas as suas dimensões: intelectual, física, emocional, social e cultural. Esse
- direcionamento implica que, além dos aspectos acadêmicos, precisamos expandir a capacidade
- dos alunos de lidar com seu corpo e _________, suas emoções e relações, sua atuação
- profissional e cidadã e sua identidade e repertório cultural.
- No documento, o foco das escolas passa a ser não apenas a transmissão de conteúdos,
- mas o desenvolvimento de competências, compreendidas como a soma de conhecimentos
- (saberes), habilidades (capacidade de aplicar esses saberes na vida cotidiana), atitudes (força
- interna necessária para utilização desses conhecimentos e habilidades) e valores (aptidão para
- utilizar esses conhecimentos e habilidades com base em valores universais, como direitos
- humanos, ética, justiça social e consciência ambiental).
- Nesse contexto, a Base apresenta as 10 competências gerais que se ................ em
- propósito final de tudo que os estudantes irão vivenciar, aprender e desenvolver da Educação
- Infantil até o Ensino Médio. Isso quer dizer que as escolas brasileiras continuam tendo a
- missão de assegurar a aprendizagem dos alunos nos componentes curriculares tradicionais,
- mas também ............. ampliar a capacidade de lidar com pensamento crítico, criatividade,
- sensibilidade cultural, diversidade, comunicação, tecnologias e cultura digital, projeto de vida,
- argumentação, _______________, ____________, emoções, empatia, colaboração,
- autonomia, ética, diversidade, responsabilidade, consciência socioambiental e cidadania, entre
- outros aspectos importantes para a vida no século 21.
- Vale destacar que as competências gerais não são temas transversais, como os que se
- apresentavam nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), mas direitos essenciais a ser
- garantidos para cada um dos estudantes brasileiros como objetivo primordial da sua trajetória
- escolar. Assim como a Base tem caráter normativo e deve ser incorporada por todas as redes
- e instituições de ensino do país, as competências gerais também necessitam ser explicitadas
- nos currículos, projetos político-pedagógicos (PPP) e nas práticas cotidianas de gestores e
- professores.
- Outro ponto a ser ressaltado é o fato das orientações que integram o capítulo
- introdutório da BNCC terem sido elaboradas com base em referências nacionais e
- internacionais, entre elas marcos legais importantes, como: a Constituição Federal; a Lei de
- Diretrizes e Bases da Educação (LDB); as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN); o Plano
- Nacional de Educação (PNE) de 2014. Todos esses documentos já indicavam que a Educação
- Básica no Brasil deveria promover o desenvolvimento integral dos alunos e a sua preparação
- para a vida, para o trabalho e para a cidadania.
- As competências gerais também se orientam por estudos e tendências sobre o que os
- estudantes precisam aprender para lidar com os desafios do mundo atual, caracterizado por
- um alto nível de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Ou seja, estamos
- preparando as novas gerações para viver em uma realidade marcada por um permanente
- estado de mudança, em que o futuro é incerto, os problemas são de difícil resolução e boa
- parte das perguntas que nos fazemos remete a um conjunto variável de respostas. Um
- contexto bastante diferente daquele no qual foi forjado o modelo de escola atual, em que as
- transformações aconteciam em passo muito menos acelerado, o que permitia planejar nosso
- futuro pessoal e profissional com alguma previsibilidade e ter mais clareza sobre por onde
- caminhar.
- A Base, portanto, busca contribuir para a superação de antigos problemas da Educação
- brasileira, como a qualidade e a _________, mas também alavanca transformações para
- tornar as escolas capazes de responder aos novos desafios que se apresentam. Nesse caso, as
- revisões curriculares necessitarão ser acompanhadas por mudanças mais profundas no
- ambiente, nas práticas pedagógicas e, principalmente, na cultura dos professores.
- O processo exige muita disponibilidade, reflexão, formação e proposição por parte de
- gestores e educadores, bem como forte envolvimento dos estudantes, de suas famílias e da
- sociedade em geral. Afinal, mudanças culturais só ocorrem quando todos os envolvidos
- reconhecem a importância e participam ativamente do processo de reconstrução. O caminho
- será longo e árduo, mas terá papel fundamental na oferta de uma Educação Básica que faça
- mais sentido para os alunos e para o nosso país.
(Fonte: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/2/bncc-e-suas-competencias-qual-aluno-queremos-formar - adaptação)
Sobre vozes verbais, afirma-se que:
I. Uma variante da voz reflexiva é a que denota reciprocidade, ação mútua ou correspondida. Os verbos dessa voz, por alguns chamados recíprocos, usam-se, geralmente, no plural e podem ser reforçados pelas expressões um ao outro, reciprocamente, mutuamente.
II. Não se deve atribuir sentido reflexivo a verbos que designam sentimentos, como queixar-se, alegrar-se, arrepender-se, zangar-se, indignar-se e outros meramente pronominais. O pronome átono como que se dilui nesses verbos, dos quais é parte integrante.
III. Aos verbos que não são ativos nem passivos ou reflexivos, alguns gramáticos chamam ‘neutros’.
Quais estão corretas?
AS QUESTÕES DE 1 A 20 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
1 _____ Mais da metade da população mundial já conta com acesso à internet, aponta o último relatório Digital in 2018,
2 divulgado pelos serviços online Hootsuite e We Are Social. De acordo com as duas companhias, somos mais de 4 bilhões de
3 pessoas conectadas à rede, enquanto as estimativas mais recentes apontam para uma população global de 7,6 bilhões de seres
4 humanos.
5 _____ Falando em números específicos, começamos 2018 com 4,021 bilhões de pessoas online (53% de todas as pessoas
6 do planeta), um aumento de 7% em relação ao ano anterior. As redes sociais são utilizadas por cerca de 3,2 bilhões de pessoas
7 (42% de todo o mundo).
8 _____ Um dado curioso é que os telefones móveis têm uma penetração maior do que as redes sociais e até mesmo do que a
9 conexão com a internet: eles são usados por 5,1 bilhões de indivíduos ao redor do globo (68% da população global). Além disso,
10 quase todas as pessoas que usam redes sociais o fazem também pelo smartphone: 2,9 bilhões de pessoas (39% da população
11 mundial).
12 _____ Segundo os dados levantados pelo We Are Social e pelo Hootsuite, o Brasil é o terceiro país que mais fica online:
13 são, em média, 9h14 todos os dias. A Tailândia lidera o ranking, com uma média 9h38, seguida das Filipinas, com 9h24. Esses
14 dados levam em conta o acesso feito a partir de qualquer dispositivo e foi obtido por meio de pesquisa com usuários de 16 a 64
15 anos de idade.
16 _____ A penetração média da internet no mundo é de 53% e os países com maior porcentagem da população conectada são
17 Catar e Emirados Árabes Unidos, ambos com 99%. Logo depois vêm Kuwait, Bermuda, Bahrain, Islândia, Noruega, Andorra e
18 Luxemburgo, todos com 98% de sua população online.
19 _____ Na outra ponta do ranking temos a situação inversa: os países menos conectados. Quem “lidera” esse lado é a Coreia
20 do Norte, com 0,06% de seus cidadãos tendo acesso a rede mundial de computadores (apenas 16 mil pessoas acessam a internet
21 a partir do país asiático). Depois vêm a Eritréia (1%) e Níger (4%).
22 _____ Segundo o Digital in 2018, os dispositivos mobile já são o principal ponto de acesso das pessoas à internet em todo
23 o mundo, com penetração de 52%, enquanto os computadores tradicionais (laptops e desktops) têm penetração de “apenas” 43%.
24 Os tablets são usados por apenas 4% da população, enquanto outros dispositivos (como os consoles) são utilizados por 0,14%
25 das pessoas ao redor do globo.
26 _____ Um dado interessante aqui envolve o Facebook: 95,1% de todos os usuários da rede social criada por Mark
27 Zuckerberg acessam o serviço por meio de um smartphone. Em contrapartida, somente 31,8% fazem o mesmo usando um
28 notebook ou um desktop.
29 _____ A internet móvel vem, aos poucos, se tornando um padrão em várias partes do mundo. O país com as velocidades
30 médias mais rápidas quando se fala em acesso por meio de redes móveis é a Noruega, com 61,2 Mbps — logo atrás estão Malta
31 (54,4 Mbps) e Holanda (54,2 Mbps). Na outra ponta, com as menores velocidades, estão Bangladesh (5,2 Mbps) e Líbia e Iraque
32 (ambos com 4,2 Mbps).
33 _____ Cerca de 1 milhão de pessoas começaram a usar as redes sociais em 2017, aponta o relatório, o que significa um
34 novo usuário a cada 11 segundos. Em termos de proporção, o número de utilizadores das mídias sociais aumentou 13% ao longo
35 do período, com a Ásia Central e o Sul da Ásia liderando o crescimento.
36 _____ Falando em países de forma específica, os que mais apresentaram crescimento no número de usuários de redes
37 sociais foram Arábia Saudita (32%), Índia (31%), Indonésia (23%), Gana (22%) e África do Sul e Vietnam (ambos com 20%).
38 _____ Voltando a ter o Facebook como um extrato perfeito (ou quase isso) daquilo que é o uso das redes sociais, o perfil
39 mais comum de usuário de rede social no mundo é homem e com idade entre 26 e 34 anos — 17% dos usuários se encaixam
40 nessa descrição.
41 _____ Os países com maior número de usuárias femininas do Facebook são Belarus (58%), Ucrânia (57%) e Moldávia e
42 Rússia (ambas com 56%). Já os países com mais usuários homens são Iêmen (85%), Afeganistão (84%) e Chade e Sudão do Sul
43 (ambos com 82%).
44 _____ As pessoas vêm perdendo o receio de comprar online em todo o mundo, mostra o Digital in 2018. No ano passado,
45 1,77 bilhão de pessoas (ou 23% da população mundial) realizaram ao menos uma aquisição via comércio eletrônico, um
46 aumento de 8% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram gastos mais de US$ 1,4 trilhão, aumento de 16% sobre 2016,
47 resultando em um consumo médio de US$ 833 por pessoa.
48 _____ O país onde o e-commerce é mais comum é o Reino Unido: 78% da população britânica faz compras online.
49 Completam as primeiras posições do ranking Coreia do Sul (74%), Alemanha (74%), Suécia (69%) e Estados Unidos (69%). No
50 Brasil, 45% da população compra produtos pela internet.
FONTE: https://www.tecmundo.com.br/internet/126654-4-bilhoes-pessoas-usam-internet-no-mundo.htm
A forma verbal transcrita, à esquerda, corresponde à informação indicada, à direita, em
A forma verbal punha na segunda pessoa do plural assume a forma
Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando das questões.
O ninho não mais vazio
Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.
Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?
Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.
E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.
Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.
(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)
O verbo não está em forma nominal em:
Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando das questões.
O ninho não mais vazio
Há dias, escrevi sobre uma amiga cujos filhos tinham acabado de sair de casa e que estava experimentando o que os psicólogos chamam de “síndrome do ninho vazio”. Aproveitei para contar que eu próprio entre o Natal e o Réveillon, vivera algo parecido, só que ao pé da letra. Uma rolinha — Lola, a rola — fizeram seu ninho no meu terraço e passara uma semana sentada sobre um ovo, do qual saiu Lolita, a Rolita. E, antes que eu tivesse o prazer de ver mãe e filha em ação, voando para lá e para cá, foram embora sem se despedir. Ali entendi a síndrome do ninho vazio.
Outro amigo, cujo conhecimento sobre os pássaros aprendi a admirar, me garantiu que Lola, a Rola não podia estar muito longe. "Ela gostou daqui”, ele disse. "Vai voltar para fazer outro ninho”. E, para que eu não me jactasse de minhas virtudes como anfitrião, explicou-me que isso é instintivo nos pássaros. Se se sentem seguros em algum lugar, elegem-no para se aninhar. Com isso, retomei meu posto de observação — e não é que meu amigo tinha razão?
Lola, a Rola reapareceu e logo começou os trabalhos. Reconheci-a pelo estilo de gravetos que recolhe — secos, fininhos e compridos. Em poucos dias o novo ninho ficou pronto, não muito distante do ninho original, este já em escombros. Só que, agora, com uma importante colaboração: a de seu marido Rollo, o Rola, talvez como mestre de obras. O fato é que, ao contrário da primeira vez, tive várias oportunidades de ver o casal empenhado na construção.
E assim, com duas semanas de intervalo, eis-me avô de mais um ovo. Que, pela lei das probabilidades, deverá produzir um macho. E, sendo filho de Lola, a Rola e Rollo, o Rola, só poderá se chamar — claro — Rolezinho.
Não vou dizer o nome de meu amigo amador de ornitologia. Só as iniciais: Janio de Freitas.
(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. 1, ed. Rio de Janeiro: Sextante, 2018. p. 21/ 22)
A forma verbal em que a colocação do pronome seria semelhante a de ''elegem-no'' é:
Texto 02
Disponível em:< https://exame.abril.com.br/carreira/vocce/>. Acesso em: 20 ago. 2019.
Considere o trecho da dica “Comemore cada conquista”: “Quando não procrastinar, dê a si mesmo uma recompensa[...]”
Se o trecho for passado para o plural, o verbo “dar” assumirá a forma
Texto 02
Disponível em:< https://exame.abril.com.br/carreira/vocce/>. Acesso em: 20 ago. 2019.
Os verbos usados nos subtítulos do texto 02 encontram-se no modo imperativo, flexionados de acordo com seus respectivos sujeitos, os quais são representados pela pessoa gramatical
Instrução: Para responder às questões de números 31 a 40, consulte o texto abaixo quando necessário.
Desejar o bem a outras pessoas pode aliviar a ansiedade, diz estudo
- Praticar atividade física, fazer atividades que _____ prazer, meditar… Por mais
- prazerosos que esses hábitos pareçam, _____-los na rotina, muitas vezes, acaba deixando o dia
- a dia mais estressante do que o contrário. Claro que uma vida saudável (física e
- emocionalmente) passa por essas atividades, mas __ maneiras ainda mais singelas de melhorar
- a sensação de bem-estar. O simples fato de olhar para outra pessoa e desejar sua felicidade,
- por exemplo, pode diminuir sintomas como estresse e ansiedade.
- É o que mostra um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de
- Iowa, nos Estados Unidos, e publicado no periódico científico Journal of Happiness Studies. O
- experimento pediu que os participantes caminhassem por 12 minutos e focassem em
- determinados pensamentos ao encontrar outras pessoas.
- Os voluntários da pesquisa foram divididos em quatro grupos, cada um encarregado de
- imaginar algo diferente enquanto batia o olho em outro indivíduo. Nada de dar uma de bom-moço
- de propósito: todos foram encorajados ___ produzir pensamentos e sensações genuínas
- durante o teste.
- O primeiro grupo devia desejar felicidade a quem encontrasse, mentalizando a frase “Eu
- desejo que essa pessoa seja feliz”. O segundo se concentrou em pensar na conexão que eles
- possuem com o outro, imaginando que pudessem manter uma ambição ou sentimentos em
- comum, por exemplo. Participantes do terceiro grupo deveriam focar apenas em si mesmos,
- colocando o próximo em um patamar inferior durante a troca de olhares. Já o quarto serviu
- como “controle”. Quem ficou neste grupo deveria levar em conta apenas o aspecto visual das
- pessoas, como as roupas e cores que estavam vestindo.
- Antes e depois do experimento, os pesquisadores fizeram entrevistas com cada
- participante para medir níveis de ansiedade e estresse. O grupo dedicado a mentalizar a
- felicidade se sentiu mais empático, preocupado com o outro e, principalmente, feliz. Da mesma
- forma, o segundo grupo, que deveria tentar se colocar no lugar do outro, apresentou maiores
- níveis de empatia e conexão.
- Como é de se imaginar, o terceiro grupo, o dos soberbos, não teve melhora em nenhuma
- das características. Esse dado contrasta resultados de pesquisas anteriores, que mostraram que
- o ato de se comparar com outras pessoas poderia amenizar o sentimento de alguém que
- estivesse mal consigo mesmo ou com baixa autoestima. Esse tipo de estratégia competitiva,
- aliás, já foi relacionada como causa de depressão e ansiedade.
- Desejar o bem ao próximo faz bem independentemente da personalidade. A pesquisa
- também mostra que tantas pessoas naturalmente empáticas quanto as mais narcisistas
- aproveitam os benefícios dos bons pensamentos. Precisa dar uma amenizada na correria do dia
- a dia? Mandar pensamentos positivos para seu vizinho pode ser uma boa.
(Fonte: Maria Clara Rossini - https://super.abril.com.br/comportamento - texto adaptado, publicado em 5 abril 2019)
Quanto ao emprego do infinitivo, avalie as afirmações que seguem:
I. O infinitivo pode ser pessoal, quando tem sujeito expresso por um pronome reto; ou impessoal, quando se refere a sujeito indeterminado, implícito ou desinencial.
II. O infinitivo sendo reflexivo e vindo distante do verbo auxiliar, é possível a forma flexionada.
III. O infinito pessoal flexionado ocorre em algumas situações, dentre elas, quando tiver sujeito próprio, diverso do sujeito da oração principal.
IV. Apesar da complexidade que reveste o uso do infinitivo, como em todas as questões de linguagem, deve-se atender, antes e acima de tudo, às exigências do gosto literário, à harmonia da frase e à clareza da expressão.
Quais estão INCORRETAS?
Esta vida
Um sábio me dizia: “Esta existência
Não vale a angústia de viver. A ciência,
Se fôssemos eternos, num transporte
De desespero inventaria a morte!
Uma _______ orgânica aparece
No infinito do tempo: e vibra, e cresce,
E se desdobra, e estala num segundo...
Homem, eis o que somos neste mundo!”
Falou-me assim o sábio e eu comecei a ver,
Dentro da própria morte, o encanto de morrer.
Guilherme de Almeida - adaptado.
Considerando-se os modos verbais, assinalar a alternativa que apresenta um trecho do texto no qual o verbo sublinhado está no subjuntivo:
