Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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Motorista de caminhão que deixou rastro de destruição em Curitiba explica
motivo de rota alucinada
“Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. É uma doença de caminhoneiro e peço perdão para todas as famílias envolvidas”. Foi assim que o caminhoneiro Nilson Pedro dos Santos, responsável pela condução do caminhão que provocou diversos estragos em Curitiba no último sábado (14), se explicou para a imprensa na manhã desta segunda-feira (16).
A declaração foi feita após Nilson deixar a Delegacia de Delitos de Trânsito da Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (16), e seguir para a audiência de custódia. A Justiça vai definir se ele vai permanecer preso ou irá responder em liberdade por ter sido autuado por tentativa de homicídio, direção sob efeito de substância entorpecente, direção perigosa e omissão de socorro.
Na saída da delegacia, o motorista explicou para a imprensa o que teria ocorrido no sábado. “Tinha dois rapazes em cima do caminhão e ali pela carga horária a gente tinha usado algumas substâncias. Tinha usado rebite e estava trabalhando há três dias. Eu peço perdão a todas as famílias que estiveram envolvidas, mas eles não sabem que é uma doença do mundo do caminhoneiro “, disse o homem de 35 anos.
Duas pessoas foram ouvidas pela manhã na delegacia. Um integrante da Defesa Civil de Campo Largo viu a situação do caminhão desgovernado e chegou a ligar o giroflex para alertar outros motoristas. Mesmo com o sinal sonoro, o caminhoneiro não parou o veículo. Outra vítima que prestou depoimento teve o carro atingido na BR-277.
Outras testemunhas serão ouvidas nos próximos dias, e a Polícia Civil aguarda o resultado de laudos toxicológicos para concluir o inquérito.
Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitibaregiao/motorista-de-caminhao-que-deixou-rastro-de-destruicao-emcuritiba-explica-motivo-de-rota-alucinada/ Acesso em 16 de janeiro de 2023.
I. O tempo presente faz referência a fatos que se passam ou se estendem ao momento em que se fala. Por exemplo: “Eu canto”.
II. O tempo pretérito faz referência a fatos anteriores ao momento em que se fala e é subdividido em imperfeito, perfeito e mais-que-perfeito. Por exemplo: “Eu cantaria”.
III. O tempo futuro faz referência a fatos ainda não realizados e é subdividido em futuro do presente e futuro do pretérito. Por exemplo: “Eu cantara”.
Quais estão corretas?
Setembro amarelo: O que as empresas podem fazer para melhorar a saúde mental no trabalho

(Disponível em: https://exame.com/carreira/setembro-amarelo-o-que-as-empresas-podem-fazer-para-melhorar-a-saude-mental-no-trabalho/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Duas receitas para não jogar banana no lixo
Que atire a primeira casca quem nunca jogou uma banana fora. Nos dias quentes, as manchas pretas surgem a toque de caixa e a banana que um dia foi amarela se manifesta na fruteira como quem diz: “Me coma, por favor”. Pontos pretos na casca são um bom sinal, a fruta está madura. Se os pontos se juntarem e formarem manchas, é preciso agir com urgência e encontrar o melhor caminho da banana até o estômago antes que seja tarde demais.
Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. Que tal transformar a banana numa rosquinha ou então numa espécie de sorvete? O sorvete é o ideal, não só para refrescar mas para aqueles momentos em que não conseguimos atender ao clamor do cacho de bananas que passou do ponto. Basta descascar, cortar a fruta em rodelas, congelar e depois bater no processador de alimentos até virar um creme — creme não, sorvete!
Embora essa seja uma “receita” de um ingrediente só, podemos adicionar outras frutas congeladas e preparar variações deliciosas com morango, manga, mamão, uva, kiwi. Coberturas como o melado de cana, amendoim ou castanha de caju triturados (xerém), granola e frutas secas também são bem-vindas. As crianças adoram. E os adultos também! Já provou o sorvete e quer algo diferente para dar vida às bananas?
Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas. Com a banana bem madura, não é necessário adoçar, o que é, mais uma vez, perfeito para oferecer às crianças. Quando fazemos em casa adicionamos também um fio de chocolate 70% por cima, fica irresistível. A receita não tem segredo nenhum e pode ser feita de modo intuitivo.
Fonte: Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2023,


(Disponível em: https://exame.com/colunistas/crescer-em-rede/em-busca-do-tempo-perdido-programas-sem-
gestao-atrasam-novas-tecnologias-na-sala-de-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 04, o verbo “deveríamos” está conjugado no:
Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda às questão a que a ele se refere.
Texto 04

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a flexão de verbos que compõem o texto 04.
I - No texto, predomina o uso dos verbos no pretérito imperfeito do modo indicativo, o qual expressa ações e acontecimentos passados e contínuos.
II - O verbo “pisou” é o único que foi usado no pretérito perfeito do indicativo, o qual expressa ação passada e concluída.
III - Em “Havia manhãs, havia jardins naquele tempo!!!”, o verbo “haver” foi usado como impessoal, formando orações sem sujeito e, por isso, foi usado no singular.
IV - Em “Não havia perigo [...]”, se o termo “perigo” fosse usado no plural, de acordo com a norma, o verbo deveria ser flexionado, resultando em “Não haviam perigos [...]”.
V - No trecho “Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas [...]”, o verbo “ter” foi usado no sentido de “haver”, e, por isso, encontra-se no singular.
Estão CORRETAS as afirmativas
Nesse contexto, marque a alternativa com análise incorreta.
Sobre o período: "Acredite que você é um usuário da língua portuguesa que se impõe pelo discurso brilhante, isto porque dentro de você existe um ser humano forte, comprometido com seus propósitos profissionais. Continue assim mesmo". (Grifo do elaborador) − marque a alternativa com a análise incorreta.
A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA MATERNA NOS DIAS ATUAIS
(1º§) A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas, pois é a janela para os nossos primeiros significantes e para a relação com o meio, o que vai conferir com o seu desenvolvimento um sentimento de identidade e pertença a uma comunidade e às áreas geográficas que partilham a mesma forma de comunicação.
(2º§) Ser capaz de aprender ou dominar idiomas adicionais representa um grande salto para as pessoas que o dominam, pois nos permitirão explorar com mais facilidade a janela que outras culturas representam e sua integração com nosso ambiente e oportunidades.
(...)
(3º§) A Língua Materna, ou a Primeira Língua (L1), não é, necessariamente, a língua da mãe, nem a primeira língua que se aprende, tampouco trata de apenas uma língua. Normalmente, é a língua que aprendemos primeiro e em casa, através dos pais e familiares, também é frequentemente a língua da comunidade.
(4º§) Língua materna é chamada de idioma materno, língua nativa ou primeira língua (L1). Língua materna é aquela falada no país em que a pessoa nasceu e aprendeu a falar.
(5º§) A expressão língua materna provém do costume em que as mães eram as únicas a educar os seus filhos na primeira infância, fazendo com que a língua da mãe seja a primeira a ser assimilada pela criança, condicionando seu aparelho fonador àquele sistema linguístico.
Glossário: "Pertença" é substantivo feminino que significa aquilo que faz parte de algo, propriedade, atribuição, domínio particular de um ofício, cargo ou setor, ou qualquer coisa que está ligada à utilização de outra como complemento ou acessório. (Pertença - Dicio, Dicionário Online de Português)
(O que é língua materna e por que é tão importante? | Berlitz) − (Adaptado) - (Acesso 06.10.2023)
Marque a alternativa que apresenta a transposição correta da frase: "A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas" − para a voz passiva analítica.
Texto 01
Com quem você quer trabalhar?

Leia o texto para responder à questão.
Por que a moeda brasileira se chama real?
“Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.
Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.
A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.
Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?
Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".
E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.
Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.
E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.
Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.
Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.
Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.
Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.
Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".
Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/
Considerando a descrição de Cegalla sobre classes de palavras, empregos e flexões, analise as assertivas abaixo:
I. Artigo é uma palavra que antepomos aos substantivos para dar aos seres um sentido determinado ou indeterminado; indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos, dos adjetivos e dos advérbios.
II. Entre os pronomes pessoais, incluem-se os pronomes de tratamento, também chamados formas de tratamento, usados no trato com as pessoas. Dependendo da pessoa a quem nos dirigimos, do seu cargo, título, idade e dignidade, o tratamento será familiar ou cerimonioso.
III. No que tange à formação, os tempos verbais dividem-se em primitivos e derivados. São primitivos o presente do infinitivo pessoal, o presente do subjuntivo e o pretérito imperfeito do indicativo.
Quais estão corretas?
Analise o título do texto:
Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano
Agora, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão em destaque sem prejuízo de sentido:

I - No texto, predomina o uso dos verbos no pretérito imperfeito do modo indicativo, o qual expressa ações e acontecimentos passados e contínuos.
II - O verbo “pisou” é o único que foi usado no pretérito perfeito do indicativo, o qual expressa ação passada e concluída.
III - Em “Havia manhãs, havia jardins naquele tempo!!!”, o verbo “haver” foi usado como impessoal, formando orações sem sujeito e, por isso, foi usado no singular.
IV - Em “Não havia perigo [...]”, se o termo “perigo” fosse usado no plural, de acordo com a norma, o verbo deveria ser flexionado, resultando em “Não haviam perigos [...]”.
V - No trecho “Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas [...]”, o verbo “ter” foi usado no sentido de “haver”, e, por isso, encontra-se no singular.
Estão CORRETAS as afirmativas
