Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 15.604 questões

Q2628106 Português

Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.


A raposa e as uvas


Numa manhã de outono, enquanto uma raposa descansava debaixo de uma plantação de uvas, viu alguns ramos de uva bonitas e maduras, diante dos seus olhos. Com desejo de comer algo refrescante e diferente do que estava acostumada, a raposa se levantou, ergueu as patas para pegar e comer as uvas. O que a raposa não sabia era que os ramos das uvas estavam muito mais altos do que ela imaginava. Então, buscou um meio de alcançá-los. Pulou, pulou, mas seus dedos não conseguiam nem tocá-los. Havia muitas uvas, mas a raposa não podia alcançá-las. Voltou a correr e a saltar outra vez, mas o salto foi curto. Ainda assim a raposa não se deu por vencida. Novamente correu e saltou, e nada. As uvas pareciam estar cada vez mais distantes e mais altas. Cansada pelo esforço e se sentindo impossibilitada de conseguir alcançar as uvas, a raposa se convenceu de que era inútil repetir a tentativa. As uvas estavam muito altas e a raposa sentiu-se muito frustrada. Esgotada e resignada, a raposa decidiu desistir das uvas. Quando a raposa estava quase retornando para o bosque se deu conta que um pássaro que voava por ali, tinha observado toda a cena e se sentiu envergonhada. Acreditando ter feito um papel ridículo para conseguir alcançar as uvas, a raposa se dirigiu ao pássaro e disse: - Eu teria conseguido alcançar as uvas se elas estivessem maduras. Eu me enganei no começo, pensando que estavam maduras, mas quando me dei conta que ainda estavam verdes, desisti de alcançá-las. As uvas verdes não são um bom alimento para um paladar tão refinado como o meu. E foi assim que a raposa seguiu o seu caminho, tentando se convencer de que não foi por falta de esforço que ela não tinha conseguido comer aquelas uvas deliciosas. E sim porque estavam verdes.


Esopo

Qual é a classe de palavras da palavra "esgotada" no trecho "Esgotada e resignada"?

Alternativas
Q2628045 Português

Durante o tempo que cursei gastronomia em São Paulo, trabalhei em três restaurantes diferentes. Meu objetivo era absorver o máximo que pudesse tanto das práticas culinárias como das regras de uma cozinha profissional. Um deles a culinária francesa, e os outros dois, a italiana. Amo cozinhar, apreciar o sabor de cada ingrediente. Essa característica está presente em mim desde sempre.

Quando tomei a decisão de sair de Natal sem nunca ter pisado em São Paulo ou sequer conhecer alguém, minha tia entrou em pânico. Chorou noites seguidas aos pés da minha cama tentando me convencer a mudar de ideia. Ainda bem que ela não teve sucesso, pois foi lá que tracei um novo e mais ambicioso objetivo: abrir meu próprio restaurante na minha amada Natal.

Durante os quatro anos que passei em São Paulo, economizei o máximo que pude. Quase não fiz nenhum passeio pela cidade, a não ser aqueles que eram gratuitos. Meus custos eram basicamente com moradia, a qual dividia com mais cinco meninas que conheci na faculdade, energia, água, transporte e a mensalidade do curso. Alimentação, apenas o café da manhã dos fins de semana, pois as outras refeições fazia no trabalho e na faculdade durante as aulas, uma das vantagens do meu curso. Claro que nem todas as aulas são práticas e eu quase não sentia fome, mal tinha tempo para prestar atenção em mim mesma.

Foram anos bem cansativos, contudo, valeu o esforço no final. Consegui guardar a quantia suficiente para alcançar o primeiro degrau da escada que me levaria a minha meta: ir para Itália fazer um curso de culinária italiana e mediterrânea. Minhas economias não eram o bastante para um curso longo, entretanto, o suficiente para começar. [...]


LEIGHTON, Katherine L. Em um suspiro. [sl/sn], 2021.

Em “Durante o tempo que cursei gastronomia em São Paulo, trabalhei em três restaurantes diferentes.”, as formas verbais destacadas são flexionadas no:

Alternativas
Q2628011 Português

Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia


01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador,

02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de

03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia.

04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição.

05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens

06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e,

07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”.

08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção

09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto.

10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e

11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece

12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta

13 o oftalmologista.

14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de

15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de

16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia

17 verdadeira.

18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com

19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.

20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira

21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se

22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios

23 visuais e até óculos para perto.

24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela

25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e

26 piscar mais vezes, são indispensáveis.


(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a classe de palavras que NÃO se pode identificar no trecho adaptado a seguir: “Ele entra em fadiga”.

Alternativas
Q2612326 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 05:


SAMU registra mais de 10 mil ligações falsas no primeiro trimestre deste ano


O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da capital registrou mais de 10 mil ligações falsas no primeiro trimestre deste ano. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (1º) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

De acordo com a pasta, são quase cinco trotes por hora, com pedidos de ajuda para emergências falsas que atrapalham o funcionamento do serviço.

No ano passado, a central de atendimento recebeu 673 mil ligações. Destas, quase 40 mil foram identificadas como trotes. O número representa 5% de todos os chamados para o 192.

O coordenador geral do SAMU, coronel Luciano Sarmento, afirma que é realizado um trabalho de conscientização das pessoas de que os trotes não são brincadeira.

"Então a gente reforça esse apelo, para que as pessoas evitem de passar o trote. Isso não é uma brincadeira sadia. Você está ocupando uma ligação, você pode estar solicitando o envio de um recurso para algo que não vai acontecer, ao invés dessa ambulância estar atendendo alguém que realmente precise de um salvamento. Nós estamos sempre fazendo programas, junto às escolas municipais, programas de conscientização para que não realizem o trote, para que a gente consiga minimizar e conscientizar as pessoas de que isso não é uma brincadeira sadia."


Fonte: https://www.band.uol.com.br/bandnews-fm/rio-de-janeiro/noticias/samu-registra-mais-de-10-mil-ligacoes-falsas-no-primeiro-trimestre-deste-ano-16678429 (adaptado).

Na oração "a central de atendimento recebeu 673 mil ligações", a palavra "central" é classificada, gramaticalmente, como um _____________, e, sintaticamente, faz parte do _____________ da oração.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?

Alternativas
Ano: 2024 Banca: OBJETIVA Órgão: Prefeitura de Guaraniaçu - PR Provas: OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Assistente Social | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Auditor Fiscal | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Avaliador Físico | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Contador | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Enfermeiro | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Engenheiro Agrônomo | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Engenheiro Civil | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Engenheiro de Alimentos | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Engenheiro Florestal | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Médico Geriatra | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Farmacêutico | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Farmacêutico-Bioquímico | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Fisioterapeuta | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Fonoaudiólogo | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Médico Clínico Geral (20h e 40h) | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Médico Ortopedista | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Médico Pediatra | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Nutricionista | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Psicólogo Clínico | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Terapeuta Ocupacional | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Professor de Educação Infantil Direitos | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Médico Veterinário | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Psicólogo Educacional | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Tecnólogo em Gestão Ambiental | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Professor de Modalidade Esportiva e Recreativa | OBJETIVA - 2024 - Prefeitura de Guaraniaçu - PR - Professor (Lei nº 611/2011) |
Q2611684 Português
      Esta é a estória.
    Ia um menino, com os tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A mãe e o pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A tia e o tio tomavam conta dele, justínhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes ralar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não-sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se — certo como o ato de respirar — o de fugir para o espaço em branco. O menino. E as coisas vinham docemente de repente, seguindo harmonia prévia, benfazeja, em movimentos concordantes: as satisfações antes da consciência das necessidades. Davam-lhe balas, chicles, à escolha. Solicito de bem-humorado, o tio ensinava-lhe como era reclinável o assento bastando a gente premer manivela. Seu lugar era o da janelinha, para o amável mundo.

João Guimarães Rosa. Primeiras Estórias. Original. 
Em “trazê-lo” e “ensinava-lhe”, sublinhados no texto, tem-se que:
Alternativas
Q2609830 Português

Na frase "Ele lerá o livro amanhã", qual é o modo verbal presente?

Alternativas
Q2609827 Português

Qual é a voz verbal presente em "Estas sementes serão plantadas"?

Alternativas
Q2609313 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.

Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais

Com tratamentos convencionais como quimioterapia, cachorros com certos tipos de câncer têm 35% mais chances de sobreviver por um período extra de um ano. Com uma nova vacina anticâncer, essa probabilidade sobe para 60% – praticamente o dobro.

Os resultados foram publicados na revista Translational Oncology em 2021, mas só foram divulgados em 5 de março pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. O tratamento é uma forma de imunoterapia e está atualmente sob revisão pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A vacina foi submetida a múltiplos ensaios clínicos ao longo dos últimos oito anos. Ela foi aplicada inclusive no golden retriever Hunter, de 11 anos, que, também passou por quimioterapia e, dois anos após seu diagnóstico inicial, não apresenta mais sinais de câncer.

O cachorro brincalhão que trabalhava antes como cão de resgate em locais de desastres agora vive com apenas três patas. Ele passou por uma amputação da pata dianteira esquerda após ser diagnosticado com osteossarcoma, forma de câncer ósseo que mata mais de 65% dos cães que aflige dentro de 12 meses.

“Cães, assim como humanos, desenvolvem câncer espontaneamente; eles crescem, metastatizam e mutam, assim como os cânceres humanos”, diz em comunicado um dos desenvolvedores da vacina, Mark Mamula, professor de reumatologia na Escola de Medicina de Yale.

O especialista conta que perdeu seu próprio cachorro para um câncer inoperável há cerca de 11 anos atrás. “Se pudermos fornecer algum benefício, algum alívio – uma vida sem dor – esse é o melhor resultado que poderíamos ter”, ele afirma.

Resultados promissores

Hunter recebeu sua primeira dose da vacina antes de sua cirurgia de amputação. A segunda dose veio antes do cachorro iniciar a quimioterapia e depois ele ainda recebeu um reforço.

Até agora, mais de 300 cães foram tratados com o imunizante durante uma série de ensaios clínicos, que ainda estão em andamento em 10 locais nos EUA e Canadá. Os resultados mostraram que a vacina cria anticorpos que encontram e se ligam a tumores, interferindo com as vias de sinalização responsáveis pelo crescimento tumoral.

Além de aumentar a taxa de sobrevivência de um ano após a vacinação, o tratamento também reduz os tumores em muitos dos cães. Por enquanto, a intervenção só se aplica a cachorros que já foram diagnosticados com câncer, mas, no futuro, os cientistas esperam descobrir se isso poderá ser aplicado para reduzir a incidência de tumores em cães saudáveis.

Mark Mamula criou uma empresa chamada TheraJan, que deve produzir eventualmente a vacina. “Recebo muitos e-mails de proprietários de cães gratos que foram informados de que seus animais de estimação teriam semanas ou meses de vida, mas que agora estão dois ou três anos além de seu diagnóstico de câncer”, ele relata.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/03/vacina-anti-cancer-para-caes-dobra-a-taxa-de-sobrevivencia-dos-animais.ghtml>

Considere o seguinte excerto: “Vacina anticâncer para cães dobra a taxa de sobrevivência dos animais”. Verifica-se, no contexto apresentado, voz verbal:

Alternativas
Q2609211 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o aspecto semântico da construção verbal em destaque equivale àquele expresso pelo pretérito mais-que-perfeito simples do modo indicativo.

Alternativas
Q2608379 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.


Solidários na porta


Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seu semelhante pelo espaço na rua como se este fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.

O trânsito em qualquer grande cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se deixar intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização. Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade no jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.

— Porta aberta!

— O quê?

Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro.

A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” é como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram. Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto a seguir: “Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado.” Embora o pronome de tratamento “você” corresponda à segunda pessoa do discurso, quanto à pessoa gramatical, a conjugação dos verbos com os quais concorda indica:

Alternativas
Q2608134 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que ocorre um verbo defectivo.

Alternativas
Q2608077 Português

Texto 1


A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito). Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Flavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.

As evidências apontam que o mosquito tenha vindo nos navios que partiam da África com escravos. No Brasil, a primeira epidemia documentada clínica e laboratorialmente ocorreu em 1981- 1982, em Boa Vista (RR), causada pelos sorotipos 1 e 4. Após quatro anos, em 1986, ocorreram epidemias atingindo o estado do Rio de Janeiro e algumas capitais da região Nordeste. Desde então, a dengue vem ocorrendo de forma continuada (endêmica), intercalando-se com a ocorrência de epidemias, geralmente associadas à introdução de novos sorotipos em áreas indenes (sem transmissão) e/ou alteração do sorotipo predominante, acompanhando a expansão do mosquito vetor. Aspectos como a urbanização, o crescimento desordenado da população, o saneamento básico deficitário e os fatores climáticos mantêm as condições favoráveis para a presença do vetor, com reflexos na dinâmica de transmissão desses arbovírus. A dengue possui padrão sazonal, com aumento do número de casos e o risco para epidemias, principalmente entre os meses de outubro de um ano a maio do ano seguinte.

Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.


(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue Acesso em 20/03/2024)

Analise as assertivas a seguir e marque a alternativa correta.

Alternativas
Q2608072 Português

Texto 1


A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti (significa “odioso do Egito). Os vírus dengue (DENV) estão classificados cientificamente na família Flaviviridae e no gênero Flavivirus. Até o momento são conhecidos quatro sorotipos – DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 –, que apresentam distintos materiais genéticos (genótipos) e linhagens.

As evidências apontam que o mosquito tenha vindo nos navios que partiam da África com escravos. No Brasil, a primeira epidemia documentada clínica e laboratorialmente ocorreu em 1981- 1982, em Boa Vista (RR), causada pelos sorotipos 1 e 4. Após quatro anos, em 1986, ocorreram epidemias atingindo o estado do Rio de Janeiro e algumas capitais da região Nordeste. Desde então, a dengue vem ocorrendo de forma continuada (endêmica), intercalando-se com a ocorrência de epidemias, geralmente associadas à introdução de novos sorotipos em áreas indenes (sem transmissão) e/ou alteração do sorotipo predominante, acompanhando a expansão do mosquito vetor. Aspectos como a urbanização, o crescimento desordenado da população, o saneamento básico deficitário e os fatores climáticos mantêm as condições favoráveis para a presença do vetor, com reflexos na dinâmica de transmissão desses arbovírus. A dengue possui padrão sazonal, com aumento do número de casos e o risco para epidemias, principalmente entre os meses de outubro de um ano a maio do ano seguinte.

Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.


(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dengue Acesso em 20/03/2024)

Ao transpor para a voz passiva o enunciado “os fatores climáticos mantêm as condições favoráveis”, a forma verbal a ser considerada, segundo a norma culta, será:

Alternativas
Q2607969 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10:


Sobre gatilhos emocionais


Vimos em várias notícias na mídia sobre gatilhos emocionais. Mas, o que são eles? Gatilhos são situações ou acontecimentos que acionam ou disparam determinado tipo de emoção, memória ou trauma. Uma palavra, um cheiro, uma música, um tom de voz podem ativar sentimentos muitas vezes represados.

Quais são os tipos de gatilhos emocionais? Alguém lhe rejeitar; lhe ignorar, lhe abandonar ou ameaçar fazer isso, alguém lhe criticar ou julgar, alguém lhe censurar, especialmente em público. Alguém agir com indiferença ou alguém debochar de você.

Gatilhos emocionais podem ser vistos como “besteira” por quem não os sente. Todavia, eles causam experiências muito desagradáveis. Por exemplo: você escuta um tom de voz específico e tem uma crise de ansiedade em razão disso.

Quando se tem consciência do seu ou dos seus gatilhos, as pessoas conseguem evitá-los e, assim, não sofrem os efeitos de uma intensa descarga emocional. Porém, é difícil identificá-los e essa busca pode causar desconforto.

Importante lembrar que quando não tratamos dos nossos gatilhos, eles podem nos causar: depressão, síndrome do pânico, ansiedade, entre outras condições psicológicas. O não-enfrentamento dos gatilhos ocasiona sofrimento emocional prolongado e intenso. Para recuperar a alegria de viver e deixar de temer ter crises ansiosas, você deve buscar atendimento terapêutico e psicológico.

Assim você conseguirá definir e aprender a gerir as reações adversas dos seus gatilhos. No entanto, deixo um aviso: a sua superação exigirá muita compreensão, compaixão para consigo mesmo e perseverança.


Fonte: https://www.agazeta.com.br/hz/viver-bem/sobre-gatilhos-emocionais-0224 (adaptado).

Na oração "Gatilhos são situações ou acontecimentos", as palavras "Gatilhos" e "situações" são classificadas, respectivamente, como:

Alternativas
Q2607926 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.


Aprender piano melhora memória, movimento e percepção sensorial


Cientistas acompanharam alunas de piano e constataram que aprender o instrumento afeta regiões do cérebro responsáveis por movimento, sensações e memória. Alguns estudos já se propuseram a observar o impacto desse aprendizado, mas eles geralmente eram curtos e faziam apenas uma varredura cerebral.

A nova pesquisa, realizada pelo Instituto Nencki de Biologia Experimental, na Polônia, seguiu 24 mulheres destras, com idade média de 20 anos, no aprendizado de piano – foram mais de 6 meses, com 13 aulas de 45 minutos e 4 horas semanais de prática. Elas tinham um professor que mostrou técnicas básicas e ensinou oito peças musicais.

Os cientistas fizeram quatro exames de ressonância magnética em quatro momentos específicos: depois de 1, de 6, de 13 e de 26 semanas de treino. O objetivo era escanear o cérebro das participantes e acompanhar seu progresso conforme as músicas ficavam mais difíceis. Dentro da máquina de ressonância, elas tinham que tocar, em um minitecladinho, aquilo que aprenderam.

As varreduras mostraram que várias áreas cerebrais ficaram mais ativas. Entre elas, os córtices auditivos, envolvidos no processamento de sons, e os córtices motores, envolvidos no planejamento e execução de movimentos. É esperado: ao tocar piano, você está inconscientemente prestando atenção na harmonia e tempo entre as notas, além de cautelosamente avaliar a posição das suas mãos e de seus dedos.

Contudo, o grau de atividade variou ao longo das 26 semanas. As partes relacionadas à audição não mudaram tanto, mas nos córtices motores ela diminuiu muito. Segundo os pesquisadores, isso também é esperado: uma redução na atividade cerebral quer dizer que aquela função foi otimizada. Conforme praticam, as pianistas ganham mais fluidez de movimento.

Os exames também revelaram que aprender a tocar piano ativa inicialmente outras áreas do cérebro: como o cerebelo e os gânglios de base, responsáveis pela coordenação motora e movimentos voluntários, e partes do córtex parietal, que integram diferentes tipos de informação sensorial, como o tato. Eles também apontaram maior ativação no hipocampo, envolvido na memória.

A atividade nessas áreas diminuiu conforme as alunas progrediram musicalmente, o que sugere que esses processos neurais ficaram cada vez mais otimizados. Assim como elas ficaram melhores no piano, podendo tocar músicas mais complicadas, sua memória e coordenação também ficaram mais treinadas.


Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/aprenderpiano-melhora-memoria-movimento-e-percepcao-sensorial/

Considere o excerto a seguir para responder às questões 7 e 8:


É esperado: ao tocar piano, você está inconscientemente prestando atenção na harmonia e tempo entre as notas, além de cautelosamente avaliar a posição das suas mãos e de seus dedos.


Dentre as palavras que ocorrem no excerto, pertencem à classe gramatical preposição apenas:

Alternativas
Q2607923 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.


Aprender piano melhora memória, movimento e percepção sensorial


Cientistas acompanharam alunas de piano e constataram que aprender o instrumento afeta regiões do cérebro responsáveis por movimento, sensações e memória. Alguns estudos já se propuseram a observar o impacto desse aprendizado, mas eles geralmente eram curtos e faziam apenas uma varredura cerebral.

A nova pesquisa, realizada pelo Instituto Nencki de Biologia Experimental, na Polônia, seguiu 24 mulheres destras, com idade média de 20 anos, no aprendizado de piano – foram mais de 6 meses, com 13 aulas de 45 minutos e 4 horas semanais de prática. Elas tinham um professor que mostrou técnicas básicas e ensinou oito peças musicais.

Os cientistas fizeram quatro exames de ressonância magnética em quatro momentos específicos: depois de 1, de 6, de 13 e de 26 semanas de treino. O objetivo era escanear o cérebro das participantes e acompanhar seu progresso conforme as músicas ficavam mais difíceis. Dentro da máquina de ressonância, elas tinham que tocar, em um minitecladinho, aquilo que aprenderam.

As varreduras mostraram que várias áreas cerebrais ficaram mais ativas. Entre elas, os córtices auditivos, envolvidos no processamento de sons, e os córtices motores, envolvidos no planejamento e execução de movimentos. É esperado: ao tocar piano, você está inconscientemente prestando atenção na harmonia e tempo entre as notas, além de cautelosamente avaliar a posição das suas mãos e de seus dedos.

Contudo, o grau de atividade variou ao longo das 26 semanas. As partes relacionadas à audição não mudaram tanto, mas nos córtices motores ela diminuiu muito. Segundo os pesquisadores, isso também é esperado: uma redução na atividade cerebral quer dizer que aquela função foi otimizada. Conforme praticam, as pianistas ganham mais fluidez de movimento.

Os exames também revelaram que aprender a tocar piano ativa inicialmente outras áreas do cérebro: como o cerebelo e os gânglios de base, responsáveis pela coordenação motora e movimentos voluntários, e partes do córtex parietal, que integram diferentes tipos de informação sensorial, como o tato. Eles também apontaram maior ativação no hipocampo, envolvido na memória.

A atividade nessas áreas diminuiu conforme as alunas progrediram musicalmente, o que sugere que esses processos neurais ficaram cada vez mais otimizados. Assim como elas ficaram melhores no piano, podendo tocar músicas mais complicadas, sua memória e coordenação também ficaram mais treinadas.


Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/aprenderpiano-melhora-memoria-movimento-e-percepcao-sensorial/

Considere o excerto a seguir para responder às questões 3, 4 e 5:

Cientistas acompanharam alunas de piano e constataram que aprender o instrumento afeta regiões do cérebro responsáveis por movimento, sensações e memória. Alguns estudos já se propuseram a observar o impacto desse aprendizado, mas eles geralmente eram curtos e faziam apenas uma varredura cerebral.

O modo verbal em que a forma “propuseram” está conjugada é:

Alternativas
Q2607445 Português
As mulheres são vítimas de violência porque são mulheres
Wânia Pasinato


        Nos últimos anos, a violência contra as mulheres no Brasil vem se tornando assunto público e reconhecido como problema ao qual qualquer mulher, independentemente de raça, cor, etnia, idade ou classe social pode estar sujeita. Trata-se de reconhecer que a violência não é um infortúnio pessoal, mas tem origem na constituição desigual dos lugares de homens e mulheres nas sociedades – a desigualdade de gênero -, que tem implicações não apenas nos papéis sociais do masculino e feminino e nos comportamentos sexuais, mas também em uma relação de poder. Em outras palavras, significa dizer que a desigualdade é estrutural. Ou seja, social, histórica e culturalmente a sociedade designa às mulheres um lugar de submissão e menor poder em relação aos homens. Qualquer outro fator – o desemprego, o alcoolismo, o ciúme, o comportamento da mulher, seu jeito de vestir ou exercer sua sexualidade – não são causas, mas justificativas socialmente aceitas para que as mulheres continuem a sofrer violência.


            (...) Em anos recentes, esse reconhecimento foi acompanhado por mudanças na forma como devemos responder a essa violência, atacando não as justificativas, mas as causas. O país tornou-se referência internacional com a Lei 11.340/2006 – a Lei Maria da Penha, cujo diferencial é a forma de abordar o problema, propondo a criminalização e a aplicação de penas para os agressores, mas também medidas que são dirigidas às mulheres para a proteção de sua integridade física e de seus direitos, além de medidas de prevenção destinadas a modificar as relações entre homens e mulheres na sociedade, campo no qual a educação desempenha papel estratégico. Apesar de tudo, o Brasil segue sendo um país violento para as mulheres. Anualmente são registradas centenas de ocorrências de violência doméstica, de violência sexual, além das elevadas taxas de homicídios de mulheres que, quando motivadas pelas razões de gênero, são tipificadas como feminicídios. Esses números expressam uma parte do problema e comumente dizemos que a subnotificação é uma característica dessas situações.

        O medo, a dúvida, a vergonha são algumas explicações para esse silêncio, mas novamente nos contentamos em olhar para as justificativas e não para as causas. (...)

        De modo geral, mudamos as leis, mas não a forma como as instituições funcionam. O Sistema de Justiça segue atuando de forma seletiva e distribuindo de forma desigual o acesso à Justiça. Existem poucos serviços especializados para atender as mulheres em situação de violência. Faltam protocolos que orientem o atendimento. Falta capacitação para os profissionais cuja atuação é muitas vezes balizada por convicções pessoais e julgamentos de valor que nada têm a ver com os direitos humanos. (...)

Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/notícia/2018/02/ violencia-contra-mulher-wania-pasinato.html
Nas opções abaixo, retiradas do texto, há apenas uma que apresenta verbo na estrutura passiva construída com base em uma perífrase verbal; tal estrutura encontra-se na alternativa: 
Alternativas
Q2607348 Português

O dono do livro



        Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.


        Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.


        O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto?. Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.


        Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros – aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: “Quem escreveu o livro?”.


        O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada – comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.


        O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. É do leitor o prazer. É do leitor a identificação. É do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.


        Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.


        Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.


        Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.


        Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono. 


MEDEIROS, Martha. JORNAL ZERO HORA. Revista O Globo.

As perífrases verbais assumem diversos papéis na estruturação lingüística de um texto; um deles é estruturar formas verbais na voz passiva sintética. Sendo assim, um exemplo dessa estrutura verbal passiva sintética construída com base em uma perífrase verbal está presente na alternativa: 
Alternativas
Q2605756 Português
Acerca da frase “O meu cérebro esgotou após horas estudando para a prova.”, assinale a alternativa que apresenta o tempo e modo verbal em que a palavra em destaque está conjugada.
Alternativas
Q2605726 Português
No que se refere a frase: “Ela vendeu seu apartamento e comprou uma casa nova porque queria um lugar maior”, assinale alternativa que indique a classe gramatical da palavra destacada.
Alternativas
Respostas
3881: B
3882: A
3883: E
3884: C
3885: A
3886: B
3887: A
3888: E
3889: E
3890: C
3891: B
3892: B
3893: A
3894: A
3895: A
3896: A
3897: E
3898: C
3899: A
3900: D