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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - verbos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 11.473 questões

Q3772281 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Vou te contar


Era uma manhã comum quando o professor de matemática parou a aula para perguntar se alguém tocava algum instrumento. Eu, que tinha começado aulas de piano há pouco tempo, falei com orgulho: "Eu toco piano!". Comentei que estudava MPB, o coleguinha disse que aprendia Wave no violão, e o professor perguntou se poderíamos tocar juntos no aniversário do colégio. Eu disse que sim, que conhecia a música e que era minha favorita — embora eu não conhecesse nem tocasse Wave .

Naquela semana, cheguei na aula de piano decidida: "Quero aprender a tocar Wave". Minha professora apenas pegou a partitura e disse: "Ok, então vamos tocar Wave". Eu me esforcei muito para aprender, querendo manter a imagem de aluna que toca MPB e impressionar a turma. E, apesar da dificuldade, consegui.

Quando finalmente toquei Wave, descobri o poder da música. Era a primeira canção que fazia minha família se juntar e cantar junto. Também foi a música que me aproximou de pessoas — inclusive do coleguinha do lado, que é meu amigo até hoje.

Com o tempo, Wave de fato se tornou minha música favorita. Depois da apresentação, até mudei minha biografia do Facebook para: "A música aproxima as pessoas como nenhuma outra forma de arte".

Texto Adaptado


KASSAB, Sofia. Vou te contar. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: USP, [20--]. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 13 nov. 2025.
Com base nos estudos de semântica textual e flexão verbal, assinale a alternativa correta quanto ao valor da conjunção "embora" e ao uso do verbo no modo subjuntivo em ""Eu disse que sim, que conhecia a música e que era minha favorita — embora eu não conhecesse nem tocasse Wave":
Alternativas
Q3772255 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A guardiã da rua


Era sábado de manhã quando cinco amigos procuravam um lugar para estacionar o carro. A viagem para o Guarujá tinha sido longa, e todos estavam animados para pisar na areia e cair no mar.

Depois de muito procurar, encontraram uma vaga perfeita na sombra de uma árvore e bem próxima da praia. Comemoraram: seria menos um gasto na viagem.

Enquanto pegavam todas as coisas no porta-malas do Honda Fit, uma senhora se aproximou. De estatura baixa, com um sorriso no rosto, um boné e roupas típicas de quem quer se proteger do sol, Dona Bel se apresentou e disse: "Cuido da rua por 20 reais".

Confusos, todos se entreolharam, assimilando a informação. Um dos amigos já avisou: "Não temos dinheiro". Contrariada, Dona Bel argumenta: "Tudo bem, pode ser 20 reais no pix mesmo. Sabem como é, né? A gente fica de olho nos carros aqui da rua para não acontecer nada de ruim".

Dali em diante, o tom da conversa já não era o mais simpático. O grupo pegou suas coisas e andou em direção à praia, desconversando a proposta da senhora até perdê-la de vista.

O dia estava maravilhoso, mas os gastos, nem tanto. Cem reais pelo guarda-sol e cadeiras, 50 na prancha de bodyboard, 20 para usar o banheiro e por aí vai. Mas o que vale é estar na praia com os amigos, certo? Entre uma conversa e outra, algumas piadas sobre a situação surgiam: "Será que a dona da rua ainda está lá?", "Se não pagarmos, ela vai bater na gente?", "Por 20 reais ela tem que saber lutar com bandidos".

Voltando para o carro, usaram garrafas de água para tirar o sal do corpo e trocaram de roupa dentro do veículo, tudo para não gastar mais 20 reais na ducha do quiosque ao lado.

Dona Bel observava de longe, pronta para cobrar o preço pelo seu serviço. Enquanto se secavam, o grupo de amigos combinava entre sussurros qual seria o plano para pular no carro e ir embora sem pagar nada.

Devagar, Dona Bel levantou e caminhou em direção ao grupo. Imediatamente, todos entraram no carro e saíram dali. No banco de trás, os meninos gritavam: "Corre que a Bel tá vindo! Ela vai bater na gente!", e todos riam sem fôlego, sentindo a adrenalina que a fuga da senhorinha mal-humorada causou.


LEANDRO, Beatriz Garcia. A guardiã da rua. In: Portal de Livros Abertos da USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 14 nov. 2025. 
A concordância verbal está adequadamente observada em "Era sábado de manhã quando cinco amigos procuravam um lugar para estacionar o carro", em conformidade com a regra geral segundo a qual o verbo deve concordar, em número e pessoa, com o sujeito da oração.

Considerando, porém, que há casos específicos envolvendo sujeito único, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3772007 Português

Texto para a questão.



Instruções para chorar



    Deixando de lado os motivos, atenhamo‑nos à maneira correta de chorar, entendendo por isto um choro que não penetre no escândalo, que não insulte o sorriso com sua semelhança desajeitada e paralela. O choro médio ou comum consiste numa contração geral do rosto e um som espasmódico acompanhado de lágrimas e muco, este no fim, pois o choro acaba no momento em que a gente se assoa energicamente.

    Para chorar, dirija a imaginação a você mesmo, e se isto lhe for impossível por ter adquirido o hábito de acreditar no mundo exterior, pense num pato coberto de formigas ou nesses golfos do estreito de Magalhães nos quais não entra ninguém, nunca.

    Quando o choro chegar, você cobrirá o rosto com delicadeza, usando ambas as mãos com a palma para dentro. As crianças chorarão esfregando a manga do casaco na cara, e de preferência num canto do quarto. Duração média do choro, três minutos.



CORTÁZAR, Júlio. Instruções para chorar. In: Histórias de cronópios

e de famas. São Paulo: Editora Best Seller, 2013.

A respeito da forma verbal “atenhamo‑nos”, no trecho “Deixando de lado os motivos, atenhamo‑nos à maneira correta de chorar…”, é correto afirmar que trata‑se

Alternativas
Q3771753 Português

Relativamente a conjugação dos verbos regulares, analise o exemplo abaixo:


Nós cantávamos

Vós cantáveis

Eles/elas cantavam


Assinale a alternativa correta:


Alternativas
Q3771455 Português
Em relação ao uso dos verbos, aos mecanismos de concordância e à regência, conforme estabelecido pela gramática normativa e pelas abordagens linguísticas descritivas, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3771211 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Um ser discreto


Fungos não são plantas nem bichos, são organismos pertencentes ao reino Fungi, que inclui leveduras, mofos, liquens e cogumelos. Mas, assim como os animais e os vegetais, os fungos também sofrem com o desmatamento e com as mudanças no clima. Por isso, alguns deles precisam de proteção especial da ciência e dos governantes.

O fungo-queijo-suíço já foi encontrado em três países da América do Sul: Paraguai, Argentina e Brasil. O primeiro registro foi no Paraguai, no final do século 19. No Brasil, ele foi descoberto pela primeira vez no Rio Grande do Sul, no começo do século 20. Mais de 100 anos depois, cientistas encontraram esse fungo no interior do estado de São Paulo, em uma área onde a Mata Atlântica encontra o Cerrado. Mas por que demoraram tanto para achá-lo de novo?

Além de ser raro, esse fungo é bem discreto. Ele cresce em troncos caídos, no meio da floresta, e tem uma cor marrom, que se parece muito com folhas secas no chão. Ele tem poucos centímetros de altura, então é fácil passar e nem percebê-lo.

Pode comer?

Sim, o fungo-queijo-suíço é comestível, mas ele não tem gosto de queijo, viu? Apesar disso, não existem registros de que povos indígenas ou populações tradicionais brasileiras, que moram nas áreas onde ele é encontrado, costumam comê-lo.

O mais importante é saber que, mesmo sendo comestível, ele está ameaçado de extinção e precisa ser protegido. Cientistas acreditam que esse fungo só cresce em florestas bem preservadas, perto de rios, o que explica por que ele é raramente encontrado e por que quase ninguém o conhece.

Da próxima vez que ouvir falar em proteção da natureza, lembre-se de que os fungos estão nessa importante lista de preservação.


https://chc.org.br/artigo/fungo-ou-queijo-suico/
"Apesar disso, não existem registros de que povos indígenas ou populações tradicionais brasileiras, que moram nas áreas onde ele é encontrado, costumam comê-lo."
Com base na concordância verbal e nominal, assinale V para as afirmativas corretas e F para as incorretas.

(__)O verbo 'existir' está no plural porque o sujeito é indeterminado, o que justifica essa flexão.
(__)O verbo 'existir' apresenta concordância adequada com o sujeito, sendo a expressão 'registros' o núcleo desse sujeito.
(__)O verbo 'morar' está flexionado no plural para concordar com 'áreas', que também está no plural.
(__)A forma verbal 'costumam' estabelece concordância com 'populações', o que justifica a forma plural.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo,         
Alternativas
Q3771169 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


As transfusões de sangue transformaram a medicina moderna.


Se, algum dia, tivermos a infelicidade de sofrer lesões ou precisarmos de uma cirurgia importante, o sangue doado por outras pessoas pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

Mas nem todos conseguem se beneficiar deste notável procedimento. Pessoas com tipos raros de sangue enfrentam dificuldade para encontrar doadores compatíveis.

Um dos tipos mais raros que existem é o sangue RH nulo. Até onde se sabe, ele é encontrado em apenas 50 pessoas em todo o mundo.

Se alguma delas sofrer um acidente e precisar de transfusão, a probabilidade de encontrar um doador é mínima. Por isso, o conselho é que essas pessoas congelem seu próprio sangue para que fique armazenado por longo prazo.

Mas, apesar da sua raridade, este tipo de sangue também é altamente valorizado por outras razões. E, na comunidade médica e de pesquisa, ele costuma ser chamado de "sangue dourado", devido às suas possibilidades de uso.

Os cientistas buscam formas de superar as questões de imunidade que, atualmente, restringem a forma de uso do sangue doado. E o sangue tipo Rh nulo pode ser usado para criar transfusões de sangue universais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93d4xzdwz2o         fragmento
"Se, algum dia, tivermos a infelicidade de sofrer lesões ou precisarmos de uma cirurgia importante, o sangue doado por outras pessoas pode fazer a diferença entre a vida e a morte."
Analise as afirmativas quanto ao emprego dos verbos no trecho acima e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__)O verbo 'ter' encontra-se no futuro do subjuntivo, emprego que expressa uma possibilidade vinculada à ocorrência de um fato posterior.
(__)O verbo 'precisar' igualmente se encontra no futuro do subjuntivo, exprimindo relação de dependência com o fato hipotético introduzido pela oração condicional.
(__)O verbo 'poder' encontra-se no presente do indicativo e indica uma possibilidade concreta e atemporal, sem depender de eventos anteriores.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo,         
Alternativas
Q3770626 Português
Texto 1

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Cada um corre do jeito que pode

Folha de S. Paulo 06/09/2011

RUBEM ALVES


Havia crianças com síndrome de Down. E todas elas trabalhavam com a mesma concentração que as outras crianças. Pareciam-me integradas nas tarefas escolares, como as crianças ditas “normais”. Perguntei ao diretor sobre o segredo daquele milagre. Ele me deu uma resposta curiosa. Não me citou teorias psicológicas sobre o assunto. Sugeriu-me ler um incidente do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Fazia muitos anos que eu lera aquele livro. E eu o lera como literatura do absurdo, coisa para crianças.

(…)

No incidente que nos interessa, encontramos Alice e seus amigos completamente molhados - haviam caído dentro de um tanque. Agora, tinham um problema comum a resolver: ficar secos. O que fazer?

(…)

O pássaro Dodô sugeriu uma corrida. Correndo o corpo esquenta e fica seco. Mas Alice queria saber das regras. O pássaro Dodô explicou:

“Primeiro marca-se o caminho da corrida, num tipo de círculo (a forma exata não tem importância), e então os participantes são todos colocados em lugares diferentes, ao longo do caminho, aqui e ali. Não tem nada de ‘um, dois, três, já’. Eles começam a correr quando lhes apetece e abandonam a corrida quando querem, o que torna difícil dizer quando a corrida termina.”

Assim, a corrida começou. Cada um corria do jeito que sabia: pra frente, pra trás, pros lados, aos pulinhos, em zigue-zague… Depois que haviam corrido por mais ou menos meia hora, o pássaro Dodô gritou: “A corrida terminou!” Todos se reuniram ao redor do Dodô e perguntaram: “Quem ganhou?”. “Todos ganharam”, disse Dodô. “E todos devem ganhar prêmios.”

(…)

“Curriculum”, no latim, quer dizer “corrida”, “lugar onde se corre”. Uma corrida, para fazer sentido, tem de ser entre iguais, não faz sentido pôr araras, ratos e caranguejos correndo juntos. Não faz sentido colocar os “diferentes” a correr junto com os “iguais” Aquilo a que se dá o nome de integração em nossas escolas é colocar os “portadores de deficiência” correndo a mesma corrida dos chamados de “normais”. Nessa corrida, os “deficientes” estão condenados a perder. A corrida do pássaro Dodô é diferente: cada um corre do jeito que sabe e pode, todos ganham e todos recebem prêmios…
Os tempos verbais assinalam também a duração do processo verbal. Esse é o caso típico da diferença entre o pretérito perfeito e o imperfeito: um determina ação completa no passado; outro, continuada nesse mesmo passado.
Observe o trecho abaixo retirado do texto 1.

Assim, a corrida começou. Cada um corria do jeito que sabia: pra frente, pra trás, pros lados, aos pulinhos, em zigue-zague… Depois que haviam corrido por mais ou menos meia hora, o pássaro Dodô gritou: “A corrida terminou!” Todos se reuniram ao redor do Dodô e perguntaram: “Quem ganhou?”. “Todos ganharam”, disse Dodô. “E todos devem ganhar prêmios.”

Em relação ao trecho, assinale a alternativa na qual há verbo no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Alternativas
Q3770471 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão;


As transfusões de sangue transformaram a medicina moderna.


Se, algum dia, tivermos a infelicidade de sofrer lesões ou precisarmos de uma cirurgia importante, o sangue doado por outras pessoas pode fazer a diferença entre a vida e a morte.

Mas nem todos conseguem se beneficiar deste notável procedimento. Pessoas com tipos raros de sangue enfrentam dificuldade para encontrar doadores compatíveis.

Um dos tipos mais raros que existem é o sangue RH nulo. Até onde se sabe, ele é encontrado em apenas 50 pessoas em todo o mundo.

Se alguma delas sofrer um acidente e precisar de transfusão, a probabilidade de encontrar um doador é mínima. Por isso, o conselho é que essas pessoas congelem seu próprio sangue para que fique armazenado por longo prazo.

Mas, apesar da sua raridade, este tipo de sangue também é altamente valorizado por outras razões. E, na comunidade médica e de pesquisa, ele costuma ser chamado de "sangue dourado", devido às suas possibilidades de uso.

Os cientistas buscam formas de superar as questões de imunidade que, atualmente, restringem a forma de uso do sangue doado. E o sangue tipo Rh nulo pode ser usado para criar transfusões de sangue universais.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c93d4xzdwz2o fragmento
"Se, algum dia, tivermos a infelicidade de sofrer lesões ou precisarmos de uma cirurgia importante, o sangue doado por outras pessoas pode fazer a diferença entre a vida e a morte."

Analise as afirmativas quanto ao emprego dos verbos no trecho acima e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__)O verbo 'ter' encontra-se no futuro do subjuntivo, emprego que expressa uma possibilidade vinculada à ocorrência de um fato posterior.
(__)O verbo 'precisar' igualmente se encontra no futuro do subjuntivo, exprimindo relação de dependência com o fato hipotético introduzido pela oração condicional.
(__)O verbo 'poder' encontra-se no presente do indicativo e indica uma possibilidade concreta e atemporal, sem depender de eventos anteriores.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Concórdia - SC Provas: FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Anos Iniciais do Ensino Fundamental - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Matemática - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Oficina - Coral - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Oficina - Dança - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Técnico Artístico - Dança - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Técnico Artístico - Teclado - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Arte - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Técnico Artístico - Violão - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Ciências - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Básica - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Digital - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Especial (AEE) - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Financeira e Socioemocional - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Especial - Braille - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Especial - Intérprete de Libras - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Física - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Educação Infantil - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Ensino Religioso - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Geografia - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de História - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Laboratório Pedagógico I (Anos Iniciais do Fundamental) - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Laboratório Pedagógico II de Língua Portuguesa (Anos Finais do Fundamental) - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Laboratório Pedagógico II de Matemática (Anos finais do Fundamental - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Língua Espanhola - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Língua Inglesa - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Língua Portuguesa - Edital nº 4 | FEPESE - 2025 - Prefeitura de Concórdia - SC - Professor de Literatura Dramatizada - Edital nº 4 |
Q3769356 Português
1. Analise o texto abaixo:
“[…] Se aprendesse qualquer coisa, necessitaria aprender mais, e nunca ficaria satisfeito. Lembrou-se de seu Tomás da bolandeira. […]”
Graciliano Ramos, Vidas Secas.

Assinale a alternativa correta quanto ao tempo e modo dos verbos em destaque, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Advogado do CREAS | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Almoxarifado e Patrimônio | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Defesa Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Arquiteto e Urbanista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auditor de Controle Interno | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auditor de Tributos | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Bibliotecário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Social | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Agrônomo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Civil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Nutricionista (Administração Geral) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Procurador Municipal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Psicólogo Social do CREAS | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cirurgião Dentista - Clínico Geral | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Enfermeiro | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Farmacêutico | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fisioterapeuta | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fonoaudiólogo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Médico Clínico Geral | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Médico Veterinário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Psicólogo Clínico |
Q3769153 Português
 Assinale a alternativa em que a construção apresenta concordância verbal e pronominal correta, sem ambiguidade ou erro gramatical. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Advogado do CREAS | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Almoxarifado e Patrimônio | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Defesa Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Arquiteto e Urbanista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auditor de Controle Interno | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auditor de Tributos | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Bibliotecário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Social | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Agrônomo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Engenheiro Civil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Nutricionista (Administração Geral) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Procurador Municipal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Psicólogo Social do CREAS | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cirurgião Dentista - Clínico Geral | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Enfermeiro | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Farmacêutico | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fisioterapeuta | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fonoaudiólogo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Médico Clínico Geral | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Médico Veterinário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Psicólogo Clínico |
Q3769149 Português
Prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço


         A literatura é amante das madrugadas. Eu, ao menos, quando menina, imaginava que escritores só escrevessem à noite, enquanto consumiam maços de cigarros e muito uísque, cercados por gatos (nunca por bebês) e tendo o silêncio quebrado apenas pelas ondas do mar – uma casa em uma praia isolada, que outro cenário para produzir poemas dilacerantes, histórias que sangram e ensaios que revolucionam o mundo?

          Ei, ei! Despertador tocando.


       Patti Smith acorda cedo, faz alguns exercícios e sai com uma caderneta em busca de um lugar para escrever enquanto toma um café. Haruki Murakami se levanta da cama às 4h e escreve por cinco ou seis horas – de tarde, pratica esportes. Toni Morrison também começava a escrever antes do nascer do sol, quando não havia ninguém por perto para interrompê-la. Maya Angelou acordava às 5h50, tomava café com o marido e ia para um hotel trabalhar. Jack Kerouac acreditava que o primeiro pensamento era o melhor – escrevia pela manhã em fluxo livre e deixava as tardes e noites para revisões. Henry Miller, mesma coisa: começava seus textos pela manhã e, à noite, andava de bicicleta. Virginia Woolf debruçava-se sobre o caderno das 9h30 ao meio-dia, todos os dias.

         A despeito da fama de notívago e boêmio que todo artista carrega, escrever é um trabalho braçal, somos operários do ofício. A inspiração pode vir do escuro, mas a transpiração é solar e cedo já está em pé.

        Nada mal ter alguma coisa em comum com essa turma, mesmo que apenas com sua rotina criativa. Ninguém me perguntou, mas as manhãs também são coautoras da minha escrita. As primeiras horas do dia me encontram mais acesa. O problema é que é também quando estou mais disposta a me exercitar – à tarde não consigo levantar pesos, fazer abdominais e outras crueldades com meu corpo. É também pela manhã que prefiro ir ao supermercado, geralmente vazio e sem filas. Se preciso fazer compras no shopping, chego antes de as portas abrirem, pelo mesmo motivo: oferta de vagas para estacionar, corredores desimpedidos, provadores às moscas. Ou seja, prefiro as manhãs para tudo que exija algum esforço. Depois das 14h, a inspiração mingua, e depois das 18h, só relaxar me interessa. Ou seja, a continuar assim, morrerei de fome. Tenho que tomar vergonha e transferir todos os meus afazeres mundanos para o turno da tarde, a fim de usar as manhãs exclusivamente para a escrita. Se não conseguir, me restará o radicalismo: abandonar a administração da casa, desistir de manter o corpo saudável e fugir para uma praia isolada, onde aguardarei o sol nascer cercada apenas pelas garrafas vazias da noite anterior e dois ou três gatos.


Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado).
 No texto, a autora alterna tempos verbais para organizar eventos passados, presentes e projeções futuras, compondo uma narrativa que combina reflexão, humor e autorrepresentação. Considerando os verbos destacados, analise as assertivas.

I. Em “morrerei de fome”, o verbo está no futuro do presente do indicativo, exprimindo uma previsão decorrente da continuidade de determinada situação.
II. Em “a inspiração mingua”, o verbo está no presente do indicativo, indicando um fato habitual no cotidiano narrado pela autora.
III. Em “Maya Angelou acordava às 5h50”, o verbo encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, expressando um hábito reiterado no passado.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: MSConcursos Órgão: SESI-BA Prova: MS CONCURSOS - 2025 - SESI-BA - Aluno |
Q3768814 Português
Leia o texto para responder à questão.
Sonhos Amarelos. (Juliano Martinz).
Era apenas um tentar cuidar de si mesmo. Não mais do que um bestialógico tentar, já que cuidados paliativos não poderiam salvá-lo do caos. Magro, pálido, um somente estar amarelo – olhar amarelo, sorriso amarelo. Cuide-se, disseram as vozes em uníssono. Ele tentara ser alguém, tentara ser um herói, ator, cantor, influencer digital. E de tanto que tentara tentar, descontentou-se na estrada e perdeu-se em algum rio lamacento que outrora ousara chamar de “vida nova”. Hoje, era uma alma desalojada, uma mente aleatória, um cérebro fustigado pela multiplicidade de sonhos que nunca foram alcançados, e que jamais deveriam ter sido sonhados
Em “disseram as vozes em uníssono”, o verbo assinalado está conjugado no: 
Alternativas
Q3768770 Português
Leia o fragmento inspirado em Suassuna: “As histórias que o povo contava ganhavam vida própria, como se cada palavra abrisse uma porta para outro mundo, cheio de assombrações e risos.”
Assinale a alternativa em que o verbo concorda corretamente com o sujeito.
Alternativas
Q3768768 Português
Leia o fragmento inspirado em Jorge Amado: “Quando o barco encostava no cais, os pescadores sempre diziam que o mar ensinava mais que muita escola, bastando ouvir suas marés pacientes.”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma verbal corretamente flexionada no tempo e na pessoa indicados.
Alternativas
Q3768262 Português

Brasil tem 34 mil crianças e adolescentes de até 14 anos vivendo em uniões conjugais, mostra Censo


Casamento civil com menores de 16 anos é proibido no Brasil. IBGE diz que o Censo solicita certidões ou documentos para comprovar a união cunjugal.


Por Bianca Muniz - São Paulo

05/11/2025 10h00 - Atulizado a 21 minutos



    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta quarta-feira (5) retratam que mais de 34 mil pessoas entre 10 e 14 anos vivem em união conjugal no Brasil. Os dados fazem parte do questionário da amostra do Censo 2022, sobre nupcialidade e estrutura familiar. Desse grupo, quase oito em cada dez (77%) são mulheres.


    O IBGE ressalta que os números se baseiam nas informações fornecidas pelos próprios moradorese não representam uma comprovação legal das uniões. Segundo o instituto, as respostas podem refletir percepções pessoais e incluir interpretações equivocadas ou erros de preenchimento.


    Conforme o Censo, das pessoas entre 10 e 14 anos que viviam em algum tipo de união, 7% estão casadas no civil e no religioso, 4,9% só no civil e 1,5% s ó no religioso. O restante da amostra, 87%, viviam em algum outro tipo de união consensual.


    A legislação brasileira proíbe o casamento civil entre menores de 16 anos, salvo em situações excepcionais autorizadas pela Justiça. Contudo, o IBGE destaca que não é sua função verificar a legalidade dessas relações, já que o Censo não solicita certidões ou documentos.


    “A coleta é baseada unicamente na declaração do informante”, ressalta Marcio Mitsuo Minamiguchi, da Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do instituto.


    Luciene Aparecida Longo, técnica do IBGE, explica que o conceito de “união consensual” adotado pelo Censo não exige comprovação documental.


    “A resposta depende de quem declara. Uma pessoa pode se considerar em união, enquanto a outra se vê como namorada, por exemplo”, afirma.


    Ela reforça que o IBGE questiona sobre uniões a partir de dez anos por entender que isso também faz parte da realidade brasileira, embora não seja permitido.


    “ O IBGE quer o retrato do país e não somente o que é legal ou não, justamente para identificar onde há questões onde as políticas públicas podem atuar para mitigar ou eliminar o que não está na conformidade” - Luciene Aparecida Longo, do IBGE.


    O levantamento também mostrou a composição desse grupo de acordo com cor e raça declarada e estados. A maioria é formada por pessoas pardas (20.414 crianças e adolescentes), seguido por brancas (10.009), pretas (3.246), indígenas (483) e amarelas (51). Além disso, o estado com maior número de crianças e adolescentes que viviam em uma união conjugal é São Paulo.


Disponível em: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/2025/11/05/pessoas-ate-14-anos-uniao-conjugal-censo.ghtml. Acesso em: 05 de novembro de 2025.

Na língua portuguesa, os verbos podem ser conjugados nos tempos presente, pretérito e futuro. Desse modo, determine o tempo verbal empregado na manchete da notícia “Brasil tem mais de 34 mil crianças e adolescentes de até 14 anos vivendo em uniões conjugais, mostra Censo”.
Alternativas
Q3766933 Português
CONVERSAS ILUMINADAS 

Martha Medeiros 

        Tem coisa mais xarope do que faltar luz? Outro dia estava terminando de escrever um texto e não consegui concluí-lo: o céu enegreceu, trovões começaram a espocar e foi-se a energia da casa. Eram 15h10 da tarde. A luz só voltou às 20h. Fiquei com aquele pedação de dia sem poder trabalhar. Então bati à porta do quarto da minha filha e percebi que ela também estava à toa, sem conseguir desfrutar da companhia inseparável do seu laptop. Ficamos as duas ali nos queixando do desperdício de tempo, até que nos jogamos em sua cama e começamos a conversar. Que jeito.
        Conversamos sobre os sonhos que ela tem para o futuro, e eu contei os que eu tinha na idade dela, e de como a vida me surpreendeu desde lá até aqui. E ela me divertiu com umas ideias absurdas que só podiam mesmo sair de sua cabeça inventiva, e eu ri tanto que ela se contagiou e riu muito também de si mesma. Então ela me falou sobre uma peça de teatro que foi assistir quando eu estive viajando, e ela disse que eu teria adorado, e combinamos de ir juntas na próxima vez que o ator voltar a Porto Alegre.
         Aí eu contei o que fiz durante essa viagem que me impediu de estar com ela no teatro, e vimos as fotos juntas. Então foi a vez de ela me apresentar o novo disco da Lady Gaga (pelo celular), e ela me convenceu de que existe muito preconceito com essa cantora que, em sua opinião, é revolucionária, e eu escutei umas sete músicas e não gostei tanto assim, mas reconheci ali um talento que eu estava mesmo desprezando. Então foi minha vez de tocar pra ela uma música que eu adoro e ela fez uma careta, e concluí que a careta era eu. E rimos de novo, e conversamos mais um tanto, e então fomos para a cozinha comer um resto de salada de fruta que estava a ponto de estragar naquela geladeira sem vida, já que a luz ainda não havia voltado.
        Será que não havia voltado mesmo? Engraçado, fazia tempo que não passava uma tarde tão luminosa.
        Quando por fim a luz voltou, voltei também eu para o computador, e voltou minha filha para seu Facebook, e só o que se escutava pela casa era o barulho das teclas escrevendo para seres invisíveis – falávamos com quem? Com o universo alheio.
        E tive então um insight: tem, sim, coisa mais xarope do que faltar luz. É ficarmos reféns da tecnologia, deixando de conversar com quem está ao nosso lado. Se é preciso que a energia elétrica seja cortada para resgatar a energia humana, que seja, então. Não em hospitais, não em escolas, mas dentro de casa, uma horinha por semana: não haveria de causar um estrago tão grande. Se acontecer de novo, prometo não reclamar para a CEEE, desde que não demore tanto para voltar a ponto de estragar os alimentos na geladeira e que seja suficiente para me alimentar da clarividência e brilho de um bom papo.

Disponível em: https://beneviani.blogspot.com/2013/12/martha-medeiros-conversas-iluminadas.html Acesso em 08 de outubro de 2025 
No trecho “o céu enegreceu, trovões começaram a espocar”, as formas verbais estão flexionadas no 
Alternativas
Q3766847 Português
Leia as frases abaixo e marque a alternativa CORRETA sobre o tempo dos verbos em destaque:
I. "Se você me fotografar de novo, agradecerei."
II. "Ela olhava as fotos antigas."
III. "Eu gostaria de tirar fotos perfeitas."
Alternativas
Q3766781 Português
Para resolver à questão abaixo, leia o texto retirado de “A Aldeia que nunca mais foi a mesma”, de Rubem Alves, Folha de S. Paulo, 19/05/1984.

Era uma aldeia de pescadores de onde a alegria fugira e os dias e as noites se sucediam numa monotonia sem fim, das mesmas coisas que aconteciam, das mesmas coisas que se diziam, dos mesmos gestos que se faziam, e os olhares eram tristes, baços peixes que já nada procuravam, por saberem inútil procurar qualquer coisa, os rostos vazios de sorrisos e de surpresas, a morte prematura morando no enfado, só as intermináveis rotinas do dia a dia, prisão daqueles que se haviam condenado a si mesmos, sem esperanças, nenhuma outra praia pra onde navegar...

Até que o mar, quebrando um mundo, anunciou de longe que trazia nas suas ondas coisa nova, desconhecida, forma disforme que flutuava, e todos vieram à praia, na espera... E ali ficaram, até que o mar, sem se apressar, trouxe a coisa e a depositou na areia, surpresa triste, um homem morto... 

Analise as assertivas seguintes acerca do texto de Rubem Alves:
I) As formas verbais “sucediam”, “aconteciam”, “diziam”, “faziam”, “eram”, “procuravam” criam uma ideia de situações que se arrastam no tempo e constroem um cenário no qual as ações principais se dão.
II) As formas verbais “fugira” e “haviam condenado” são ações que ocorreram antes de qualquer outra ação do pretérito.
III) As formas verbais aspectuais “morando” e “quebrando” dão ideia de certa duratividade.
IV) O verbo “anunciou” inicia uma nova fase, a da estreia da ação principal.
Pode-se afirmar que estão CORRETAS as assertivas em: 
Alternativas
Q3766348 Português
Analise a oração abaixo:
“[…] Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. […]”
Machado de Assis, Um Apólogo
Assinale a alternativa que indica corretamente a voz verbal presente na oração.
Alternativas
Respostas
1121: A
1122: C
1123: D
1124: A
1125: A
1126: C
1127: C
1128: A
1129: C
1130: A
1131: D
1132: D
1133: B
1134: E
1135: D
1136: B
1137: D
1138: A
1139: D
1140: C