Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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I. o que fazer. (l.03)
II. Faz anos que confere no Google (l.05- 06)
III. se saberia que jamais deixarão a atividade. (l.68-69)
Em qual(is) deles a palavra destacada é pronome relativo?
( ) Em Compra-se enciclopédias (l. 27-28) e Aceita-se doações (l. 34-35), de acordo com o que prescreve a norma culta padrão, o sujeito é indeterminado.
( ) Em Tem um que fez um cartaz (l. 45), o verbo ter está sendo empregado no lugar de haver.
( ) Em Me pergunte qualquer coisa (l. 47- 48), o pronome oblíquo foi empregado de acordo com as regras prescritas pela norma culta padrão.
Assinale a alternativa que complete CORRETA e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses:
I – “Isso aconteceu quando eu era adolescente” (L. 5-6) – a autora ser tomada por uma mistura de prazer e reconhecimento
II – “[...] poderia ter resolvido isso através de mim” (L. 17-18) – o pai da autora ser um pianista frustrado
III – “Não sei se isso é cientificamente comprovado” (L. 42-43) – as pessoas chegarem a uma certa idade
A(s) referência(s) está(ão) correta(s) APENAS em
A expressão pronominal em que, grifada acima, preenche corretamente a lacuna da frase:
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:


Segundo Cunha e Cintra (2009, p.347), a expressão em destaque é usada como conectivo, que faz retomada textual. Esta retomada se refere:
I) Seus líderes não comandam por medidas provisórias.
II) Os cães permanecem de guarda 24 horas sem lhes ocorrer exigir a redução da jornada de trabalho.
III) O texto cujo autor desconhecemos mostra-nos que podemos seguir os exemplos dos animais para viver em paz.
IV) Elogiou-lhe o texto e o gravou para a posteridade.
Quais os segmentos sublinhados que estão na função de possessivos?
O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe
“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Com relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima,
julgue os itens de 1 a 5.
Os dois textos diferem quanto à colocação dos pronomes átonos: no texto 1, a colocação é livre, alternando-se usos prescritos e não prescritos pela norma culta; no texto 2, a posição dos pronomes átonos está de acordo com a norma culta.










