Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. Para não esquecer. Extra Classe - SINPRO-RS, Ano 17, N.º 159 nov. 2011. Disponível em: <http://www.sinprors.org.br/extraclasse/nov11/verissimo.asp>
( ) O pronome as (L. 13) é empregado com a função de retomar quantas ideias (L. 12).
( ) O pronome seus (L. 20) é empregado com a função de retomar a expressão As espécies (L. 17).
( ) Em Conhece-te a ti mesmo (L. 42), o pronome te e a expressão a ti mesmo têm diferentes funções sintáticas.
( ) O artigo a empregado em a ideia (L. 43) serve para indicar a retomada de uma informação já veiculada pelo texto; por isso, não poderia ser substituído por um artigo indefinido.
A sequência que preenche, correta e respectivamente, os parênteses, de cima para baixo, é
A substituição de “dizendo-lhe” (L.5) por dizendo a ele preservaria a correção gramatical do texto.

Ainda com referência a aspectos gramaticais do texto, julgue
os itens subsequentes.

Ainda com referência a aspectos gramaticais do texto, julgue
os itens subsequentes.

Machado de Assis e Antônio Carlos Jobim são eminentes cariocas. ____________ compôs melodias conhecidas internacionalmente, e _________ escreveu romances inesquecíveis.
I - O pronome o que antecede o pronome que (L. 34) poderia ser suprimido sem prejuízo ao significado e à correção do período em que se encontra.
II - Caso o artigo o fosse inserido antes do substantivo jornal (L. 66), isso alteraria o significado do trecho, indicando que se trata de um jornal específico.
III - Caso a autora do texto quisesse evitar a dupla negação, poderia suprimir o pronome nenhum (L. 81), sem prejuízo à correção do período em que se encontra.
Quais estão corretas?
O tipo de investimento estrangeiro que pode ter a melhor acolhida no País é aquele que (1) representa a implantação de novas unidades de produção, capaz de criar não só mais empregos, mas aportar um conteúdo tecnológico inovador e importante. Nesse campo, as necessidades do Brasil são (2) praticamente ilimitadas. Como se vê, não se trata (3), em absoluto, de recusar investimentos estrangeiros que, de qualquer modo, apresentam vantagens, mas de procurar direcionar-lhes (4) para onde são mais importantes e necessários e de estar conscientes de que (5) nem todos eles representam a salvação da economia num momento de dificuldades.
(Editorial, O Estado de S. Paulo, 2/8/2012, com adaptações)











