Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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“Todas as vezes que pedimos favores de formas obscuras, mesmo que pensamos não haver nada de mais nisso, estamos sim sendo corruptos. O nosso tão amado jeitinho brasileiro nada mais é do que uma forma de burlarmos o sistema de regras e, com isso, nos tornarmos aquilo que dizemos repudiar; corruptos." (parágrafo 4)
Identifique as afirmativas corretas em relação ao excerto.
1. Há um erro de pontuação no excerto acima. O ponto e vírgula deve ser substituído pelos dois-pontos.
2. A palavra obscuras pode ser substituída por escuras, sem prejuízo de sentido.
3. Estão corretas as seguintes formas do verbo haver nos tempos futuro do pretérito, pretérito imperfeito do subjuntivo e futuro do presente, respectivamente: haveria – houvesse – haverá.
4. As palavras as, nosso e nos exercem, respectivamente, as seguintes funções dentro das frases acima: preposição, pronome e pronome.
5. O excerto acima diz que os favores obscuros são uma maneira de adaptarmos o sistema de regras do jeitinho brasileiro sem sermos corruptos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
I. O jeitinho brasileiro é um meio .................... muitos recorrem para levar algum tipo de vantagem ou para encontrar alguma solução para um problema.
II. O jeitinho brasileiro é um meio ......................... alguns se valem para levar algum tipo de vantagem ou para encontrar alguma solução para um problema.
III. O jeitinho brasileiro é um mal ......................... toda a sociedade brasileira deve lutar.
A alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas dos períodos acima é:
Em que alternativa o pronome de tratamento NÃO está condizente com o uso sugerido?
Assinale o item em que a classe da palavra foi indicada incorretamente:
Minador do Negrão, no interior de Alagoas, está acostumada a conviver com o drama da seca. A recente estiagem secou os reservatórios de água, comeu o verde das pastagens e dizimou 20% do gado. A planície avermelhada, pontuada por mandacarus e palmas, é a mesma de 50 anos atrás, quando o município serviu de cenário para o longa-metragem Vidas Secas, inspirado no romance de Graciliano Ramos. Apesar da paisagem desoladora, o comércio local prospera como em nenhum outro momento de sua história. Muitos moradores atribuem o feito ao Bolsa Família, programa de transferência de renda do governo federal. “As pessoas aqui sobrevivem da agricultura. Se não chove, não tem nada. Agora, a mulher recebe o benefício, faz uma feirinha na cidade e alimenta a economia”, afirma a prefeita. Os repasses federais contemplam 872 famílias na cidade, mais de dois terços da população. “Não fosse essa renda, muita gente teria morrido de fome”.
O programa atende atualmente 13,8 milhões de famílias brasileiras, o equivalente a um quarto da população. O valor médio do benefício é de 152 reais. Para 2013, o orçamento previsto chega a 24 bilhões de reais. O elevado investimento tem retorno. Cada real transferido pelo governo gera 2,4 reais no consumo final das famílias, segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) no dia 15. O efeito multiplicador não para por aí. Cada real gasto pelo programa resulta no incremento de 1,78 real no PIB. “Ao garantir uma renda mínima aos mais pobres, há um aumento do consumo que faz a economia prosperar”, afirma o economista Marcelo Neri, presidente do Ipea.
(CartaCapital, 30.10.2013. Adaptado)

No que se refere aos recursos linguísticos empregados na elaboração da propaganda, assinale a afirmativa INCORRETA.
( ) O autor utiliza o recurso da comparação para tecer uma crítica ao mau uso do dinheiro público.
( ) O autor usa aliterações para representar o som do movimento do ioiô.
( ) O autor utiliza o recurso da explicação para mostrar a origem do nome ioiô para o brinquedo infantil.
( ) A forma correta do verbo chamar no segundo período deveria ser “chamava".
( ) Na parte verbal, são identificados, entre outros elementos, um pronome dêitico e uma conjunção condicional.
Assinale a sequência correta.
Leia o trecho da crônica "O enfermeiro", de Machado de Assis, para responder à questão.
"Acordei aos gritos do coronel, e levantei-me estremunhado. Ele, que parecia delirar, continuou nos mesmos gritos, acabou por lançar mão da moringa e arremessá-la contra mim. Não tive tempo de desviar-me; a moringa bateu-me na face esquerda, e tal foi a dor que não vi mais nada; atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o. Quando percebi que o doente expirava, recuei aterrado, e dei um grito; mas ninguém me ouviu. Voltei à cama, agitei-o para chamá-lo a vida, era tarde; arrebentara o aneurisma, e o coronel morreu. Passei à sala contígua, e durante duas horas não ousei voltar ao quarto. Não posso mesmo dizer tudo o que passei, durante esse tempo. Era um atordoamento, um delírio vago e estúpido. Parecia-me que as paredes tinham vultos; escutava umas vozes surdas."
Nos verbos conjugados "pus-lhe", "esganei-o" e "chamá-lo", todos os pronomes se referem ao coronel, mas são distintos, pois:
I. lhe é referente a objeto indireto
II. o e Io se referem a objeto direto.
III. Io é usado para substituir o objeto direto de verbos transitivos diretos terminados em r, s ou z.
Está correto o que se afirma em:

Texto 2 para responder a questão.

AGOSTINHO, Marcos. Patrimônio Arquitetônico. Disponível em:
<http://www.cultura.gov.br/noticias-iphan1//asset_publisher/QRV5ft
QkjXuV/content/patrimonio-arqueologico-548132/11061?
redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2
Fnoticias>. Acesso em: 19/11/2013, com adaptações.







