Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 13.903 questões

Q2724352 Português

O poeta coloca os pronomes oblíquos átonos de forma adequada à norma culta no verso “Acostuma-te à lama que te espera!”. Nas frases a seguir, em apenas UMA o pronome está colocado de forma INADEQUADA:

Alternativas
Q2724343 Português

Levando em consideração a variedade padrão da Língua no que se referem à colocação pronominal todas as opções abaixo estão corretas, EXCETO.

Alternativas
Q2721525 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 20:

Mercado de trabalho em crise: como se tornar um profissional mais competitivo?

Por Brasil Econômico | 03/03/2017

Segundo projeções, desemprego atingirá mais 1,2 milhão de pessoas ao fim de 2017 no Brasil; para especialista, ações podem ajudar a manter cargo

Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está. Para o CEO da Thomas Case & Advogados, Norberto Chadad, podemos adotar algumas medidas para nos tornarmos profissionais mais competitivos. Segundo ele, algumas atitudes podem ser "essenciais para a manutenção de seu emprego e, ao mesmo tempo, faz o profissional competitivo no caso de participação em algum processo seletivo".

1) Mantenha-se atualizado

Ficar em dia com as novas ferramentas em gestão de negócios e planejamento chega a ser um paradoxo, pois a própria crise faz os profissionais terem pouco tempo disponível por conta do excesso de trabalho. Como consequência, são obrigados a agir com soluções sem nenhuma organização prévia. "É preciso bom senso, manter-se atualizado e conseguir resultados com as novas ferramentas", explica Chadad, ao lembrar que o segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exeplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.

2) Busque as ferramentas apropriadas

É preciso avaliar as ferramentas que melhor se identificam com os negócios da empresa que você trabalha ou pretende trabalhar. O objetivo é simplificar a rotina do local tornando as atividades diárias mais ágeis, ao mesmo tempo em que erros são evitados e os custos com infraestrutura são reduzidos.

3) Visão moderna

Segundo Chadad, a burocracia pode atrapalhar a fluidez das atividades de uma empresa. O profissional que consegue simplicar [sic] este fluxo pode se destacar. Para isso, é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa. "O fato da política da empresa e da metodologia nos departamentos sempre terem dado certo não significa que não se possa inovar nas estratégias para minimizar custos e potencializar os benefícios", explica.

4) Fomente a criatividade

Sempre que algo novo vier à sua mente, avalie a ideia com carinho, pois pode ser útil para o seu trabalho. Chadad lembra que incertezas estão presentes em todo momento de crise e afirma que devemos lidar com elas. "Tire proveito da crise para crescer profissionalmente. Seja um bom observador, procure conhecer bem os seus parceiros, e analise, em caso de corte de pessoal, qual o perfil dos que foram demitidos".

5) Adquira novas competências

Chadad recomenda a [sic] três aquisições importantes para manter a competitividade no mercado de trabalho. "A primeira é dedicar algum tempo no comportamento que envolve a Inteligência Emocional", explica. Segundo ele, é importante dedicar um tempo ao autoconhecimento e planejamento pessoal.

Em seguida, o consultor indica o aprendizado de novos idiomas, "seja para fazer algum intercâmbio ou para usar no seu atual trabalho". Por fim, procure conhecimentos técnicos, como softwares de gestão empresarial, por exemplo. "O domínio dessas ferramentas pode tornar seu trabalho ou seu currículo eficiente, tornando-o um profissional mais versátil e competitivo".

Fonte: Brasil Econômico. Disponível em: < http://economia.ig.com.br/2017-03-03/mercado-trabalho.html

No trecho: “[...] é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa.”, as palavras ‘é’, ‘para’ e ‘empresas’, são respectivamente:

Alternativas
Q2721520 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 20:

Mercado de trabalho em crise: como se tornar um profissional mais competitivo?

Por Brasil Econômico | 03/03/2017

Segundo projeções, desemprego atingirá mais 1,2 milhão de pessoas ao fim de 2017 no Brasil; para especialista, ações podem ajudar a manter cargo

Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está. Para o CEO da Thomas Case & Advogados, Norberto Chadad, podemos adotar algumas medidas para nos tornarmos profissionais mais competitivos. Segundo ele, algumas atitudes podem ser "essenciais para a manutenção de seu emprego e, ao mesmo tempo, faz o profissional competitivo no caso de participação em algum processo seletivo".

1) Mantenha-se atualizado

Ficar em dia com as novas ferramentas em gestão de negócios e planejamento chega a ser um paradoxo, pois a própria crise faz os profissionais terem pouco tempo disponível por conta do excesso de trabalho. Como consequência, são obrigados a agir com soluções sem nenhuma organização prévia. "É preciso bom senso, manter-se atualizado e conseguir resultados com as novas ferramentas", explica Chadad, ao lembrar que o segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exeplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.

2) Busque as ferramentas apropriadas

É preciso avaliar as ferramentas que melhor se identificam com os negócios da empresa que você trabalha ou pretende trabalhar. O objetivo é simplificar a rotina do local tornando as atividades diárias mais ágeis, ao mesmo tempo em que erros são evitados e os custos com infraestrutura são reduzidos.

3) Visão moderna

Segundo Chadad, a burocracia pode atrapalhar a fluidez das atividades de uma empresa. O profissional que consegue simplicar [sic] este fluxo pode se destacar. Para isso, é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa. "O fato da política da empresa e da metodologia nos departamentos sempre terem dado certo não significa que não se possa inovar nas estratégias para minimizar custos e potencializar os benefícios", explica.

4) Fomente a criatividade

Sempre que algo novo vier à sua mente, avalie a ideia com carinho, pois pode ser útil para o seu trabalho. Chadad lembra que incertezas estão presentes em todo momento de crise e afirma que devemos lidar com elas. "Tire proveito da crise para crescer profissionalmente. Seja um bom observador, procure conhecer bem os seus parceiros, e analise, em caso de corte de pessoal, qual o perfil dos que foram demitidos".

5) Adquira novas competências

Chadad recomenda a [sic] três aquisições importantes para manter a competitividade no mercado de trabalho. "A primeira é dedicar algum tempo no comportamento que envolve a Inteligência Emocional", explica. Segundo ele, é importante dedicar um tempo ao autoconhecimento e planejamento pessoal.

Em seguida, o consultor indica o aprendizado de novos idiomas, "seja para fazer algum intercâmbio ou para usar no seu atual trabalho". Por fim, procure conhecimentos técnicos, como softwares de gestão empresarial, por exemplo. "O domínio dessas ferramentas pode tornar seu trabalho ou seu currículo eficiente, tornando-o um profissional mais versátil e competitivo".

Fonte: Brasil Econômico. Disponível em: < http://economia.ig.com.br/2017-03-03/mercado-trabalho.html

No trecho do texto: “[...] O segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exemplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.”, as palavras ‘apenas’ e ‘interessantes’ são, respectivamente:

Alternativas
Q2721515 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 1 a 20:

Mercado de trabalho em crise: como se tornar um profissional mais competitivo?

Por Brasil Econômico | 03/03/2017

Segundo projeções, desemprego atingirá mais 1,2 milhão de pessoas ao fim de 2017 no Brasil; para especialista, ações podem ajudar a manter cargo

Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está. Para o CEO da Thomas Case & Advogados, Norberto Chadad, podemos adotar algumas medidas para nos tornarmos profissionais mais competitivos. Segundo ele, algumas atitudes podem ser "essenciais para a manutenção de seu emprego e, ao mesmo tempo, faz o profissional competitivo no caso de participação em algum processo seletivo".

1) Mantenha-se atualizado

Ficar em dia com as novas ferramentas em gestão de negócios e planejamento chega a ser um paradoxo, pois a própria crise faz os profissionais terem pouco tempo disponível por conta do excesso de trabalho. Como consequência, são obrigados a agir com soluções sem nenhuma organização prévia. "É preciso bom senso, manter-se atualizado e conseguir resultados com as novas ferramentas", explica Chadad, ao lembrar que o segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exeplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.

2) Busque as ferramentas apropriadas

É preciso avaliar as ferramentas que melhor se identificam com os negócios da empresa que você trabalha ou pretende trabalhar. O objetivo é simplificar a rotina do local tornando as atividades diárias mais ágeis, ao mesmo tempo em que erros são evitados e os custos com infraestrutura são reduzidos.

3) Visão moderna

Segundo Chadad, a burocracia pode atrapalhar a fluidez das atividades de uma empresa. O profissional que consegue simplicar [sic] este fluxo pode se destacar. Para isso, é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa. "O fato da política da empresa e da metodologia nos departamentos sempre terem dado certo não significa que não se possa inovar nas estratégias para minimizar custos e potencializar os benefícios", explica.

4) Fomente a criatividade

Sempre que algo novo vier à sua mente, avalie a ideia com carinho, pois pode ser útil para o seu trabalho. Chadad lembra que incertezas estão presentes em todo momento de crise e afirma que devemos lidar com elas. "Tire proveito da crise para crescer profissionalmente. Seja um bom observador, procure conhecer bem os seus parceiros, e analise, em caso de corte de pessoal, qual o perfil dos que foram demitidos".

5) Adquira novas competências

Chadad recomenda a [sic] três aquisições importantes para manter a competitividade no mercado de trabalho. "A primeira é dedicar algum tempo no comportamento que envolve a Inteligência Emocional", explica. Segundo ele, é importante dedicar um tempo ao autoconhecimento e planejamento pessoal.

Em seguida, o consultor indica o aprendizado de novos idiomas, "seja para fazer algum intercâmbio ou para usar no seu atual trabalho". Por fim, procure conhecimentos técnicos, como softwares de gestão empresarial, por exemplo. "O domínio dessas ferramentas pode tornar seu trabalho ou seu currículo eficiente, tornando-o um profissional mais versátil e competitivo".

Fonte: Brasil Econômico. Disponível em: < http://economia.ig.com.br/2017-03-03/mercado-trabalho.html

Na frase: “Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está.”, as palavras ‘de’ e ‘garantir’ são respectivamente:

Alternativas
Q2720890 Português
Quanto ao uso do pronome, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q2716950 Português

Quanto à colocação de pronomes átonos, está conforme a norma da língua escrita o período:

Alternativas
Q2715697 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de 11 a 20:



A Língua Portuguesa ou apenas português é uma língua originada no galegoportuguês, idioma falado no Reino da Galiza e no norte de Portugal. Os portugueses foram os primeiros europeus a lançar-se ao mar no período das Grandes Navegações Marítimas.

Em virtude dessa expansão marítima, motivada por questões comerciais, deu-se a difusão da língua nas terras conquistadas, entre elas, o Brasil, cuja língua primária é o português.

A influência da cultura portuguesa por aqui foi tamanha que acabou definindo o idioma oficial da terra recém-conquistada. O mesmo aconteceu em outras partes do mundo, principalmente na África, onde países como Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe utilizam, além de vários dialetos, a língua de Camões, Fernando Pessoa e de nosso genial Machado de Assis.

Além dos países africanos, o português chegou a Macau, Timor-Leste e em Goa, países asiáticos que também foram colonizados ou dominados por Portugal.

Hoje, a língua portuguesa é a 5ª língua mais falada no mundo e a mais falada no hemisfério sul da Terra, contando com aproximadamente 280 milhões de falantes em diferentes continentes.

De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO, o português, depois do inglês e do espanhol, é um dos idiomas que mais crescem entre as línguas europeias, além de ser a língua com maior potencial de crescimento como língua internacional na África e na América do Sul. Se as estimativas se confirmarem, é possível que, até o ano de 2050, nosso idioma conte com mais de 400 milhões de falantes ao redor do mundo!

O português, assim como vários outros idiomas, sofreu uma evolução histórica, fato que comprova a organicidade de nossa língua. Ao longo dos séculos, outras línguas e dialetos influenciaram sua composição, resultando no idioma tal qual o conhecemos hoje.

É importante ressaltar que o português brasileiro, hoje o mais estudado, falado e escrito no mundo, apresenta importantes diferenças em relação ao português falado em Portugal, especialmente no que diz respeito ao vocabulário, à pronúncia e à sintaxe.

Tais diferenças deram origem a dois padrões de linguagem diferentes, o que não significa que um seja mais correto do que o outro. Nossa língua é rica em variedades, e essas variedades, sobretudo regionais, não inviabilizam a sua compreensão, ainda que dificuldades pontuais possam acontecer.

Além das variações linguísticas, a língua portuguesa também possui diferentes registros, adotados de acordo com as necessidades comunicacionais dos falantes. Esses registros referem-se aos níveis de linguagem e estabelecem diferenças entre a linguagem culta (determinada pela norma-padrão) e a linguagem coloquial, empregada em diferentes situações de nosso cotidiano. Tais aspectos apenas comprovam a riqueza e a diversidade de nosso idioma, reforçando a importância de estudá-lo e compreendê-lo.


Fonte: Luana Castro. Disponível em: < +http://brasilescola.uol.com.br/portugues/>.

Na frase: “Tais aspectos apenas comprovam a riqueza e a diversidade de nosso idioma, reforçando a importância de estudá-lo e compreendê-lo’, a palavra apenas é um:

Alternativas
Q2179036 Português
NEM SEMPRE O SILÊNCIO É ESQUECIMENTO

Marcel Camargo

        Ao contrário do que possa aparentar, muitas vezes o silêncio tem muito a dizer, carregando em seu aparente vazio uma intensidade tamanha de sentimentos e de carga emocional muito mais significativa do que enxurradas de palavras ou gestos exacerbados. O silêncio pode acalmar, ferir, amparar ou até mesmo violentar, às vezes trazendo paz, outras vezes incitando tempestades - nem sempre o silêncio é pacífico.

        O silêncio pode ser revolta, rebeldia, contrariedade contida. Nem sempre estamos prontos para expressar nossos pontos de vista, no sentido de verbalizar o que queremos, o que temos aqui dentro. Assim, mesmo que estejamos discordando de algo, silenciamos, pois nos falta a coragem necessária para que nos libertemos dessa prisão que nós próprios criamos, ou mesmo porque sabemos que qualquer tentativa de diálogo será inútil e cansativa naquele momento.

        O silêncio também pode corresponder à reflexão, a um turbilhão de pensamentos pulsando dentro de nós. O pensamento e a fala devem conviver harmonicamente, de forma que um não atropele o outro, colocando-nos em situações constrangedoras. Palavras, após proferidas, não voltam mais, deixando suas marcas, muitas vezes negativas, nas nossas vidas e nas dos ouvintes. Pensar sobre o que se diz é necessário, pois, caso possamos machucar alguém ou a nós mesmos, sem razão, é preferível emudecer.

        Às vezes, o silêncio é solidão, é vazio, solitude doída e emudecida. Mesmo acompanhados, ainda que em meio a muitas pessoas, podemos estar solitários, sentindo-nos sem acolhida, sem partilha, sem pertencimento. Como se não fizéssemos parte da vida do outro, como se fôssemos desimportantes, dispensáveis. Perdidos nessa irrelevância emocional, ruímos por dentro, minando nossa autoestima e nossa capacidade de ser feliz.

        Outras vezes, o silêncio é desistência. Há momentos em que o mais prudente a se fazer é desistir de algo, de alguém, de tentar convencer, de querer amar, de clamar por atenção e reciprocidade. Certas situações nos pedem que partamos para outra, que canalizemos nossas forças e energias em direção ao que nos trará contrapartida, retirando-nos dos apelos vazios, da mendicância afetiva, pelo bem de nossa saúde física e de nosso equilíbrio emocional.

        Silêncio, da mesma forma, pode significar desapego, libertação, livramento de amarras que nos impedem o caminhar tranquilo de nossa jornada. Precisamos nos despedir de tudo aquilo que pesa em nossos ombros, emperrando a visualização serena das possibilidades que nos aguarda o futuro. Temos que serenar a celeridade que intranquiliza os nossos corações, jogando fora bagagens sem as quais conseguiremos viver melhor.

        O silêncio muitas vezes é mágoa, ressentimento, lamentação acumulada. Na impossibilidade de encontrarmos coragem de vivermos nossas verdades por inteiro, de refutarmos o que não nos completa, tampouco nos define, de impormos aquilo em que acreditamos, sufocamos nossos sentimentos mais íntimos sob a infelicidade de aparências condizentes com o que todo mundo espera - exceto nós próprios. Nesses casos, o calar-se equivale ao crepúsculo moroso de nossa existência.

        Felizmente, no entanto, o silêncio também pode - e sempre o deveria - implicar felicidade, certezas, convicção e força. Sabermos os momentos certos para calarmos e guardarmos para nós aquilo que pensamos nos salva de problemas dispensáveis com gente que não significa nada na nossa vida. Quando estamos seguros quanto ao que somos, quanto aos nossos sonhos e planos de vida, nenhum barulho é capaz de abalar as nossas verdades, minimamente que seja. Quando o silêncio guarda o que temos de mais precioso, estamos então caminhando rumo ao alcance de nossos sonhos, para que possamos dividi-los com quem compartilhamos amor de verdade, e com ninguém mais.

Adaptado de: <http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_
vida/2015/nem-sempre-o-silencio-e-esquecimento.html>.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2057458 Português
Diagnóstico tardio de câncer de mama preocupa mastologistas 

   A mamografia, exame que detecta o câncer de mama, aliado ao exame clínico e ao autoexame são considerados elementos essenciais para a prevenção de novas mortes pela doença, disse hoje (5) o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Antônio Luiz Frasson. Neste domingo, é celebrado o Dia Nacional da Mamografia.
   Segundo a SBM, o Brasil registra 58 mil casos de câncer de mama por ano e a maioria é detectada com lesões muito grandes. “Aproximadamente 50% dos casos são detectados com mais de 5 centímetros. Isso significa que existe um descaso com o problema”, informou Frasson. Outra dificuldade, segundo ele, é o acesso ao tratamento quando a mulher detecta um tumor.
    O presidente da SBM disse que o retardo do diagnóstico preocupa a todos os mastologistas. Cada milímetro de tumor implica risco de mais ou menos 1% de que a doença se espalhe. Caso se detecte um tumor de 5 centímetros, o risco de que, no momento do diagnóstico, já exista metástese é muito alto.
    A importância do diagnóstico precoce, que é feito com exame clínico e que permite identificar lesões de 2 centímetros, é destacada pela Sociedade Brasileira de Mastologia. Com a mamografia, são identificadas lesões muitas vezes milimétricas. A SBM recomenda que a mamografia seja feita a partir dos 40 anos, porque em muitas regiões do Brasil a incidência de câncer de mama em mulheres entre 40 e 50 anos não é pequena. Varia entre 20% e 40%, informou o especialista.
    Antônio Luiz Frasson explicou que não é recomendada a mamografia antes dos 40 anos porque a mama é bastante densa nessa faixa etária, o que reduz a eficácia do exame. Para o grupo de mulheres com menos de 40 anos, a instituição procura orientar sobre os fatores de risco, em especial a história familiar. No grupo de mulheres com risco familiar, recomenda-se um acompanhamento a partir dos 20, ou no máximo, 25 anos.
    “Nós orientamos muito sobre a questão dos fatores de risco, especialmente relacionados com a história familiar, porque quando existe um risco familiar é muito comum que os tumores apareçam antes dos 40 anos. Para essa população com menos de 40 anos e com histórico familiar, recomendamos ultrassom e ressonância de mama, que são exames mais sensíveis nessa faixa etária”, disse Frasson.
     Ele confirmou que existe no Brasil a percepção de que um grande número de casos de tumor de mama está ocorrendo antes dos 40 anos. Para esse grupo de mulheres, a orientação é que quando façam revisão ginecológica, o próprio ginecologista avalie a mama e fique atento a qualquer queixa mamária. “Qualquer alteração na mama deve desencadear uma investigação”. Entre essas alterações, estão caroços nos seios; alergia nos mamilos; pele retraída; inchaço e sensação de calor; ferida nos seios; mudança na pele ao redor do mamilo; secreção pelo bico do seio. A própria mulher, no autoexame, deve estar atenta a esses sinais. “Ninguém melhor do que a própria mulher para perceber alterações precocemente”.

https://www.wscom.com.br, 05/02/2017 
“Ninguém melhor do que a própria mulher para perceber alterações precocemente”.
Analise o trecho no que diz respeito aos aspectos gramaticais e assinale a opção CORRETA
Alternativas
Q2055102 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.  

A FÊMEA DO CUPIM

    Tenho um amigo, cujo filho pretendeu entrar para a diplomacia. Não que tivesse vocação para a carreira, a vocação dele era para o turismo, mas como quem é pobre a maneira mais fácil de arranjar viagem é fazer-se diplomata, candidatou-se ao curso do Instituto Rio Branco. Foi reprovado em português no vestibular. Os leitores hão de imaginar que ele redigia mal, ou que havia na banca um funcionário do DASP que lhe tivesse perguntado, por exemplo, o presente do indicativo do verbo “precaver”. Foi pior do que isto: um dos examinadores saiu-se com esta questão absolutamente inesperada para um candidato a diplomata: qual o nome da fêmea do cupim? O rapaz embatucou e o mais engraçado é que ignora até hoje. Inquiriu todo mundo, ninguém sabia.
     Eu também não sabia, mas tomei o negócio a peito. Saí indagando dos mais doutos. O dicionarista Aurélio decerto saberia. Pois não sabia. O filólogo Nascentes levou a mal a minha curiosidade e respondeu aborrecido que o nome da fêmea do cupim só podia interessar... ao cupim! Uma minha amiga professora, sabidíssima em femininos e plurais esquisitos, foi mais severa e me perguntou se eu estava ficando gagá e dando para obsceno!
    (...)
    Isto, pensei comigo, é problema que só poderá ser resolvido por algum decifrador de palavras cruzadas, gente que sabe que o ferrinho onde se reúnem as varetas do guarda-chuva se chama “noete”, que o pato “grasna’, o tordo “trucila”, a garça “gazeia”, e outras coisas assim. Telefonei para minha amiga Jeni, cruzadista exímia. “Jeni, me salve! Como se chama a fêmea do cupim?” E ela, do outro lado do fio: “Arará”.
     Fui verificar nos dicionários. Dos que eu tenho em casa só um trazia a preciosa informação: “Arará”, s. m. (Bras.) Ave aquática do Rio Grande do Sul; fêmea alada do cupim.”
    Mestre Aurélio, a fêmea do cupim se chama “arará”, está no meu, no teu, no nosso dicionário - Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa!

Manuel Bandeira
As palavras destacadas na frase abaixo estão classificadas CORRETAMENTE, de acordo com a classe de palavras a que pertencem em:
“Os leitores hão de imaginar que ele redigia mal, ou que havia na banca um funcionário do DASP que lhe tivesse perguntado, por exemplo, o presente do indicativo do verbo “precaver”.”
Alternativas
Q2055096 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.  

A FÊMEA DO CUPIM

    Tenho um amigo, cujo filho pretendeu entrar para a diplomacia. Não que tivesse vocação para a carreira, a vocação dele era para o turismo, mas como quem é pobre a maneira mais fácil de arranjar viagem é fazer-se diplomata, candidatou-se ao curso do Instituto Rio Branco. Foi reprovado em português no vestibular. Os leitores hão de imaginar que ele redigia mal, ou que havia na banca um funcionário do DASP que lhe tivesse perguntado, por exemplo, o presente do indicativo do verbo “precaver”. Foi pior do que isto: um dos examinadores saiu-se com esta questão absolutamente inesperada para um candidato a diplomata: qual o nome da fêmea do cupim? O rapaz embatucou e o mais engraçado é que ignora até hoje. Inquiriu todo mundo, ninguém sabia.
     Eu também não sabia, mas tomei o negócio a peito. Saí indagando dos mais doutos. O dicionarista Aurélio decerto saberia. Pois não sabia. O filólogo Nascentes levou a mal a minha curiosidade e respondeu aborrecido que o nome da fêmea do cupim só podia interessar... ao cupim! Uma minha amiga professora, sabidíssima em femininos e plurais esquisitos, foi mais severa e me perguntou se eu estava ficando gagá e dando para obsceno!
    (...)
    Isto, pensei comigo, é problema que só poderá ser resolvido por algum decifrador de palavras cruzadas, gente que sabe que o ferrinho onde se reúnem as varetas do guarda-chuva se chama “noete”, que o pato “grasna’, o tordo “trucila”, a garça “gazeia”, e outras coisas assim. Telefonei para minha amiga Jeni, cruzadista exímia. “Jeni, me salve! Como se chama a fêmea do cupim?” E ela, do outro lado do fio: “Arará”.
     Fui verificar nos dicionários. Dos que eu tenho em casa só um trazia a preciosa informação: “Arará”, s. m. (Bras.) Ave aquática do Rio Grande do Sul; fêmea alada do cupim.”
    Mestre Aurélio, a fêmea do cupim se chama “arará”, está no meu, no teu, no nosso dicionário - Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa!

Manuel Bandeira
Leia as afirmações abaixo:
I. Em “Tenho um amigo, cujo filho pretendeu entrar para diplomacia” o pronome relativo cujo refere-se ao termo “filho”. II. Em “tomei o negócio a peito” é exemplo de linguagem informal e significa, no contexto, que ele se interessou demais pelo assunto. III. O motivo pelo qual o autor se interessou em desvendar o nome da fêmea do cupim era para que o filólogo Nascentes colocasse o verbete em seu dicionário.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2053483 Português
Atenção às frases a seguir:
Espero encontrar todo o serviço pronto. Nunca disseram a ele que era inteligente.
Assinale a alternativa em que, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, os pronomes substituem corretamente as expressões em destaque.
Alternativas
Q2050063 Português
“Aquele trabalho em dia destinado a descanso causava má impressão e censuravam-no por ali com certo azedume.”
No trecho acima, o termo “a” sublinhado classifica-se morfologicamente como:
Alternativas
Q2047779 Português
Marque a opção INCORRETA quanto à colocação pronominal.
Alternativas
Q2041857 Português
Leia a tirinha abaixo para responder à questão.
Sobre o emprego de pronomes e outras expressões na tirinha, podemos inferir que
( ) todos os pronomes empregados na tirinha expressam ideia de indefinição.
( ) em “para mim, o que está errado é uns terem muito...”, a substituição do pronome destacado por “aquilo” muda o sentido do enunciado.
( ) em: “E se os muitos que têm pouco tivessem um pouco do muito que têm...”, a palavra destacada expressa indefinição.
( ) em “para mim, o que está errado é uns terem muito...”, a palavra destacada equivale a “alguns”. Assim, é um pronome indefinido.
( ) em “Se esses alguns que não têm nada...”, os pronomes destacados têm o mesmo referente, o primeiro como determinante e o segundo como relativo.
Analise as proposições e assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2035845 Português
Alguém __________ que o paciente estava grave. __________ e segui para a emergência para comunicar aos familiares. __________ que seria necessário conseguir doadores de sangue.
De acordo com a norma culta, a alternativa que preenche, correta e sequencialmente, as lacunas do trecho acima é 
Alternativas
Q2008910 Português
Assinale a alternativa correta, considerando os períodos: Muitos motoristas e pedestres não seguem as leis, o que pode provocar a ocorrência de vários acidentes de trânsito. Em todos os levantamentos realizados, o fator humano (humano-condutor, humano-pedestre) tem uma participação significativa como agente causador dos acidentes.
Alternativas
Q2008906 Português
“Palavras como, conjunções, pronomes, advérbios, sinônimos são mecanismos de coesão textual porque estabelecem relações com outros termos no interior de um texto, garantindo unidade entre as diversas partes que o compõem. Essa relação entre os elementos do texto recebe o nome de Coesão Textual.”

(www.liceuasabin.br/infantil/files/arquivos/area_profes-sor/14738758850.ppt - Acesso em 05/11/17.)

Em se tratando do emprego dos pronomes como elementos coesivos, analise os pronomes destacados no trecho de entrevista abaixo a fim de marcar a alternativa INADEQUADA.
Como separar a história do conhecimento da história da cultura?
Peter Burke: A história do conhecimento é uma parte substancial da história da cultura, não limitada ao mundo acadêmico, apesar de eu me concentrar nele. Há muitos conhecimentos. Alguns são necessários para pintar quadros, tocar instrumentos, escrever poemas, encenar.
Em outras palavras, há conhecimentos para contribuir e também para apreciar o que chamamos de cultura. Esses conhecimentos não são os mesmos em toda parte do mundo. A história da arte, por exemplo, não diz muito sobre o saber necessário para produzir arte – a história da cultura é maior que a história do conhecimento.

Em qual momento a academia se interessou pela sabedoria popular, o conhecimento do boca a boca e do fazer manual?
Peter Burke: Isso ocorreu no começo do século XIX, quando o folclore se tornou um conteúdo organizado, estudado dentro das universidades. Mas é importante lembrar que, na história humana, o conhecimento acadêmico é relativamente recente – na Grécia Antiga e na China, ele ocorreu somente 2 mil ou 3 mil anos antes que no Ocidente. O conhecimento popular é muito mais antigo. Então, tem havido um longo processo de emprestar, testar e formalizar informações e saberes do folclore para o mundo dos “doutores profissionais”.
Os conhecimentos feminino e masculino sempre foram tratados de forma distinta?
Peter Burke: No domínio do conhecimento popular, há uma especialização entre os conhecimentos femininos – cozinhar, bordar, costurar – e os saberes masculinos – caçar, pescar, plantar. São conhecimentos separados, que são de alguma forma equivalentes. No mundo acadêmico, no entanto, as mulheres foram excluídas do conhecimento até o final do século XIX. Hoje, elas ainda permanecem como minoria nas instituições acadê-micas. A presença feminina tem crescido, mas ainda é muito inferior à masculina.
Ainda há preconceito de intelectuais em relação ao conhecimento popular?
Peter Burke: Acredito que as opiniões variam, não somente entre os intelectuais, mas também em relação aos diferentes tipos de conhecimento popular. Muitas pessoas de classe média apreciam arte popular e folclore. Algumas acreditam em curas folclóricas, por exemplo, entre outras formas de medicina alternativa. É certo que intelectuais de esquerda levam mais a sério o conhecimento popular do que os de direita.

(http://www.fronteiras.com/entrevistas/peter-burke-e-a-historia-do-conhecimento-lvoce-nao-sabe-mais-que-seus-ancestraisr - Acesso em 04/11/17. – Fragmento.)
Alternativas
Q2003586 Português

Texto 3

A ética ajuda a ser mais competitivo

Sílvio Guerra

    A promoção de assuntos ligados à ética, as manchetes de jornais e a volumosa literatura especializada que tem surgido ultimamente sobre o tema não significam apenas que esteja havendo uma recomposição de padrões de conduta mais elevados na sociedade. Mostram também que, dentro do capitalismo brasileiro, estamos caminhando em direção a uma nova forma de trabalho. Nela, a ética se insere como elemento de relevante interesse empresarial e fator de competitividade, por atribuir ao processo de decisões gerenciais maior confiabilidade e consistência. Trata-se de um movimento importante, principalmente, porque a atividade econômica vem agregando de maneira acelerada a administração dos chamados bens intangíveis, em que conhecimentos, talentos, sistemas, processos, informações, marcas e canais de distribuição significam mais que prédios, terrenos, equipamentos, veículos e materiais.

    O capitalismo tem o seu próprio sistema de valores: inclui a honestidade, a veracidade a disposição de honrar compromissos, de cumprir contratos. Quanto mais ele se desenvolve, mais esses valores se pronunciam. No caso brasileiro, portanto, a evolução do ambiente de negócios tende a favorecer as corporações mais íntegras. “A ética incorpora elementos vitais para a eficiência”, diz o economista Eduardo Gianetti da Fonseca. “Entre eles estão a motivação, a pontualidade, a assiduidade, a lealdade, o espírito de equipe, a confiabilidade, o empenho – ou seja, o que não pode ser simplesmente comprado por dinheiro”. Tais valores intangíveis, segundo Fonseca, dependem fundamentalmente dos atributos morais da organização. Podemos acrescentar que a ética passou a ser elemento de sucesso empresarial por motivos ligados a mudanças gerenciais, socioeconômicas, culturais e tecnológicas. [...]

    Uma das empresas de maior valorização nos Estados Unidos não é, como se poderia pensar, alguma imobiliária com muitos terrenos e prédios, mas a Microsoft, fabricante de software, que depende da confiança em cérebros para desenvolver seus produtos. Por falar nisso, quanto valeria a marca da Coca-Cola, outro bem intangível? Segure-se na cadeira: 36 bilhões de dólares. [...]

    Nos negócios, os relacionamentos duradouros entre clientes, fornecedores, parceiros e colegas de trabalho exigem padrões éticos aplicados às relações comerciais e dentro de cada organização. Na ciência, alguns dos maiores programas em um curso com vistas ao próximo século encontram-se em áreas eticamente explosivas, que são as pesquisas do cérebro, a biodiversidade e o genoma, ou seja, o mapeamento e sequenciamento dos genes do DNA humano. No sistema econômico de mercado, hoje, o grande fator de diferenciação é o talento, dada a disponibilidade de capital, informação, tecnologia e processos. E o talento, a serviço da produção, não pode estar dissociado da ética. Por fim, na questão da corrupção de governos, é a ética das instituições que obriga ao cumprimento da lei, evitando, ou pelo menos diminuindo, os roubos e desvios de recursos.

   Com tal pano de fundo, é desejável que as empresas procurem valorizar o elemento humano. Se do funcionário se espera um comprometimento ético com o futuro da organização, é justo que delas se aguarde uma atitude correspondente em relação ao funcionário. Vantagens como horário flexível, a participação nos lucros e a remuneração vinculada ao desempenho deveriam, assim, tornar-se mais e mais comuns. Somente desse modo se poderia pensar em criar uma família entre a empresa e seus funcionários, com consequente aumento da dedicação ao trabalho. Seria o caso de se elaborar um código de ética próprio, a ser mostrado previamente a aprovação dos candidatos a cargos na organização para saber se eles concordam ou não com seus termos. Desde que estejam de acordo, a partir de então, os funcionários saberão o que esperar da empresa, e esta deles, num processo mais transparente de confiança e abertura. Será um novo tempo que, esperamos, não tardará a chegar.

GUERRA, Sílvio. A ética ajuda a ser mais competitivo. Exame, São Paulo, ano 26, n. 22, p. 36, 26 out. 1994. Adaptado.

Atente para os excertos e análise da retomada pronominal destacada. Assinale a opção em que a indicação do elemento anafórico esteja INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
9421: C
9422: B
9423: A
9424: D
9425: D
9426: B
9427: B
9428: A
9429: D
9430: C
9431: A
9432: A
9433: E
9434: A
9435: E
9436: X
9437: B
9438: C
9439: C
9440: D