Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
Foram encontradas 13.487 questões
Texto 1
A importância do ato de ler
Paulo Freire

Fragmento. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 21.ed. São Paulo: Cortez Editora, s/d. p. 5 – 8. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/AImportancia-do-Ato-de-Ler-Paulo-:Freire.pdf) Acesso em: 03 nov. 2021.
Texto 1
A importância do ato de ler
Paulo Freire

Fragmento. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 21.ed. São Paulo: Cortez Editora, s/d. p. 5 – 8. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/AImportancia-do-Ato-de-Ler-Paulo-:Freire.pdf) Acesso em: 03 nov. 2021.
Texto 1
A importância do ato de ler
Paulo Freire

Fragmento. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 21.ed. São Paulo: Cortez Editora, s/d. p. 5 – 8. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/AImportancia-do-Ato-de-Ler-Paulo-:Freire.pdf) Acesso em: 03 nov. 2021.
(__)No período "Eu não sei se você chegará a tempo", a oração "se você chegará a tempo" é uma oração subordinada substantiva objetiva direta, assim como na oração em destaque no período "Foi dito que o homem era inocente".
(__)A palavra Debate na frase "O debate acontecerá ainda nesta semana" é formada pelo processo de derivação regressiva.
(__)A palavra QUE em "O aluno que concluir a tarefa poderá sair mais cedo" é um pronome relativo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
A correção gramatical do quinto parágrafo seria mantida caso, no trecho “se tornou” (linha 14), a forma pronominal “se” fosse deslocada para logo após a forma verbal — escrevendo‐se tornou‐se.
Texto para o item.

Na nova sociedade digital, você nunca está só. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
O termo “o”, em “o atualizaram” (linha 19), retoma toda a expressão “O conceito jurídico de privacidade” (linha 18).
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
O mito da fênix e a combustão espontânea
A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.
Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.
Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.
Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.
O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.
A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.
Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.
A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?
Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.
Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.
Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.
O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.
Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.
Considere o trecho, retirado do texto O mito da fênix e a combustão espontânea, apresentado a seguir:
"A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna".
Considerando as relações coesivas do texto, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão "esse pássaro" sem prejuízo na construção de sentido e na clareza de sua compreensão:
Sobre as regras de colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:
Atente para a colocação do pronome oblíquo no texto do seguinte cartaz.
Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=wdBGGim8hhU>.
Segundo Cegalla (2010, p. 538), “Conforme sua posição junto ao verbo, os pronomes oblíquos átonos podem ser: proclíticos (antepostos ao verbo); mesoclíticos (intercalados no verbo); enclíticos (pospostos ao verbo)”.
A esse respeito, analise as asserções e a relação proposta entre elas.
I – No texto do cartaz a colocação do pronome oblíquo átono “me” está de acordo com as regras da gramática normativa
PORQUE
II – a próclise é de rigor, nesse caso, por ser lícito iniciar a frase com pronome quando o verbo está no presente do indicativo.
Sobre as asserções é correto afirmar que
Leia a tirinha a seguir e responda as questões de 1 a 4.
Analise morfologicamente o trecho a seguir e classifique as palavras destacadas, respectivamente: "EEEEI! O QUE ELES PENSAM QUE NÓS SOMOS?"
Polarização política é obstáculo para cobertura ambiental no jornalismo
- Uma pesquisa recente do instituto Pew Research Center mostrou que a vasta maioria dos americanos apoia novas
- medidas de combate ao aquecimento do planeta.
- Mais de dois terços são a favor de incentivos para o uso de veículos elétricos ou híbridos e da criação de impostos para
- corporações com base em suas emissões de carbono. Nova regulação obrigando o aumento do uso de energia de recursos
- renováveis teria o apoio de 72%, e 79% favorecem incentivos fiscais do governo para ajudar empresas em projetos de captura e
- armazenamento de carbono.
- A preocupação com o ambiente vem crescendo na última década e, em junho, uma pesquisa da empresa
- YouGovAmerica revelou que hoje 56% da população se identifica como "ambientalista". Então, por que só 30% dos americanos
- se dizem interessados em acompanhar notícias sobre o meio ambiente?
- A polarização política nos EUA — e também a corrupção de políticos comprados por interesses especiais — ajuda a
- explicar como o país está rachado ao meio no apoio à encolhida agenda ambiental de Joe Biden, que sofre assaltos não só de
- ultraconservadores na Suprema Corte como do próprio partido. O senador Joe Manchin, da Virgínia Ocidental, vendido ao lobby
- do carvão, quase matou um pacote legislativo ambiental ligado ao plano BBB (Build Back Better) antes de voltar atrás nesta
- quarta (27).
- É difícil manter a atenção do público já assediado por más notícias sobre economia e saúde com previsões apocalípticas.
- Mas os desinformados, consumindo uma dieta negacionista como a servida nos EUA pela Fox News, não são os maiores
- responsáveis pela falta de apoio ao combate ao aquecimento global; são os narradores da mídia que tratam a ciência como
- ideologia.
- A agência federal de ambiente dos EUA foi criada por Richard Nixon, um conservador cristão. O correspondente do setor
- da rede CNN comparou recentemente os âncoras da rede de Rupert Murdoch a sabotadores que bloqueiam a saída de um teatro
- pegando fogo.
- Se o jornalismo quer ser tratado como serviço público, cabe ao jornalismo contribuir melhor para desembaralhar a falácia
- de que a ciência ambiental é "de esquerda". Se no primeiro semestre de 2020 a catástrofe da pandemia jogou repórteres de todos
- os setores na cobertura de um vírus, chegou a hora de parar de setorizar a reportagem de ambiente.
- Toda a cobertura tem um aspecto ambiental num mundo em que eventos relacionados ao clima já matam 5 milhões por
- ano e devastam economias de qualquer porte.
- Um obstáculo evidente é que a reportagem cientifica requer um grau maior de especialização. Outro é articular melhor
- o relato de fatos no contexto da destruição ambiental. O comentarista financeiro que descreve só as cifras quando o governo
- precisa intervir no mercado de seguros da Luisiana porque as tempestades e os furacões tornaram 600 mil residências
- inafiançáveis não deve omitir como a ciência explica a debacle econômica.
- A narrativa ambiental nunca teve à disposição tantas notícias promissoras com o progresso científico na proteção
- ambiental. Equilibrar o noticiário entre os sacrifícios e as recompensas é um poder que o jornalismo tem de resgatar a ciência
- refém dos autocratas populistas.
(Lúcia Guimarães. https:/www1.folha.uol.com.br/colunas/lucia-guimaraes/2022/07/polarizacao-política-e-obstaculo-para-cobertura-ambiental-no-jomalismo.shtml Folha de S.Paulo, 27 jul.2022)
Assinale a alternativa em que, no texto, o QUE se classifique como pronome relativo.
Leia a frase transcrita de um meme.
Disponível em: <https://www.facebook.com/708755369290065/photos/a.708776732621262/994165590749040/?type=3>.
Na frase “...e depois me arrepender.”, o pronome átono é colocado antes do verbo porque está precedido de
A história em quadrinhos (HQ) utiliza textos verbais e não-verbais na comunicação para persuadir e convencer o público-alvo. Essas escolhas servem para despertar emoções, sensibilizar e chamar a atenção do receptor.
Disponível em:<https://www.umsabadoqualquer.com/caes-e-gatos-cotade-atencao/>. Adaptado.
Considere o texto da HQ e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) No quarto quadrinho identifica-se uma palavra do universo urbano que caracteriza o uso mais informal da língua.
( ) No último quadrinho, o sinal indicativo de crase foi corretamente empregado antes do pronome de tratamento.
( ) No segundo quadrinho uma das palavras é considerada polissêmica, pois pode apresentar outros sentidos se for empregada em outros contextos.
( ) A linguagem não verbal é desnecessária para o entendimento do texto da HQ e inferior à linguagem verbal, esta sim mais importante nesse gênero textual.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na oração “Nossas vozes encontraram-se no escuro”, o vocábulo “escuro” é classificado como um pronome de tratamento, pois atribui ao substantivo “vozes” uma característica impessoal.
II. O modo subjuntivo indica um fato duvidoso, hipotético ou incerto, como se pode observar em: “Espero que ele volte cedo” ou “Se me falasse, eu te ajudaria”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. No grau normal, o adjetivo caracteriza um ou mais seres, sem indicar intensidade, como se pode observar em: “Minha mãe é bonita” ou “O vestido é verde”.
II. Um pronome é uma palavra capaz de substituir ou de acompanhar um substantivo, indicando a pessoa do discurso ou mesmo situando-o no espaço e no tempo, como no exemplo: “Nosso carro é aquele azul”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um pronome é uma classe gramatical ativa, pois possui sentido completo em si própria. Essa classe compreende toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, aspecto, gênero, estado ou condição no período.
II. No período “Ele faria um almoço especial para nós se estivesse aqui”, o vocábulo “faria” é classificado como interjeição, pois indica o tempo em que ocorre a ação do sujeito omisso.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na oração “A prefeitura de Cachoeirinha inaugurará um posto de saúde no próximo sábado”, o vocábulo “sábado” é classificado como pronome possessivo de gênero masculino.
II. Na oração “Já fizemos a maior parte da estrada de acesso ao município de Cachoeirinha”, o vocábulo “fizemos” é classificado como pronome reflexivo masculino.
Marque a alternativa CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
Recursos marinhos não renováveis: vão durar?
Estanho, titânio, cascalho, calcário, enxofre, carvão e petróleo são exemplos de minerais utilizados amplamente pela sociedade atual. Estão na base das mais avançadas tecnologias que facilitam nossas vidas, mas, cabe lembrar, são recursos não renováveis. Sua exploração segue desenfreada, inclusive no ambiente marinho.
O oceano tem diferentes ecossistemas, cada um deles com variados e abundantes recursos, e os minerais marcam forte presença. Nas águas mais rasas da zona costeira e da plataforma continental, os principais são o cascalho e a areia - esta é muito utilizada para produção de cimento ou vidro e aquele, útil na produção de cosméticos, fertilizantes e cimentos. Em regiões costeiras também há os ditos minerais pesados, como ilmenita, rutilo, zircão, monazita e magnetita, todos importantes para a produção de pigmentos e de ligas metálicas.
Há também os evaporitos, um tipo de rocha sedimentar formada em ambientes marinhos com pouca influência de sedimentos de origem continental. Entre os evaporitos, estão a halita, utilizada como sal de cozinha e fonte de cloro e derivados; a silvita, principal fonte de potássio para a produção de fertilizantes e fogos de artifício; a gipsita, matéria-prima para a fabricação de gesso; além da calcita, da anidrita e da dolomita, presentes na fabricação de cal para argamassa. Outro tipo de rocha sedimentar formada no ambiente marinho em grandes profundidades (maiores que mil metros) é a fosforita, bastante usada na produção de fertilizantes.
Formados ao longo de milhões de anos a partir da matéria orgânica de seres vivos, os depósitos de carvão mineral, gás natural e petróleo são importantes fontes de energia para a sociedade. O petróleo, além de ser a principal matriz energética na atualidade, também é usado na fabricação de tecidos, plásticos, detergentes, entre outros produtos.
Há, ainda, um composto energético marinho, talvez mais abundante do que todo o petróleo e o carvão: os hidratos de gás. São sólidos cristalinos semelhantes ao gelo, presentes em todas as margens oceânicas abaixo dos 500 metros de profundidade. Com uma estrutura que aprisiona gases, principalmente o metano, eles têm alto potencial energético a ser explorado.
Em diferentes profundidades do oceano, encontram-se também outros minerais: os nódulos polimetálicos, as crostas cobaltíferas e os sulfetos metálicos. Os nódulos, que contêm ferro e manganês, estão localizados sobre o sedimento marinho entre 4 mil e 5 mil metros de profundidade. Os sulfetos metálicos, ricos em ferro e cobre, são encontrados em zonas relacionadas ao vulcanismo e à expansão das placas tectônicas, a aproximadamente 3 mil metros de profundidade. As crostas cobaltíferas, ricas em cobalto, são formadas sobre estruturas rochosas em regiões entre 400 metros e 4 mil metros de profundidade.
O olhar sobre esses minerais é estratégico, uma vez que são ricos em elementos usados na construção de painéis solares, celulares, lâmpadas, ligas metálicas, vidro, lentes dos óculos, cabos de transmissão de dados, entre outros.
A obtenção desses e de outros recursos minerais do oceano apresenta desafios ambientais e tecnológicos complexos, mas que certamente não são insuperáveis. Acontece que, se nesse movimento pela exploração, a ganância pelo lucro prescindir do bem maior que é o meio ambiente, pode-se considerar o comprometimento das gerações atuais e futuras.
A diversidade biológica também é enorme nos fundos marinhos - grande parte ainda desconhecida -, e pode ser afetada de forma irreversível se os cuidados necessários não forem tomados. A obtenção desses recursos deve considerar os grandes custos envolvidos e ser feita para gerar e compartilhar prosperidade, sem inviabilizar a natureza.
Há quem se pergunte como contribuir para que a exploração não ocorra desnecessariamente e de modo predatório. Já é de grande valia uma atitude individual que considere o consumo de forma consciente e, melhor ainda, seria se, coletivamente, houvesse mais pressão para que as empresas desenvolvam produtos com maior eficiência e durabilidade, demandando menos recursos e reciclando materiais.
Retirado e adaptado de: TOLEDO, Felipe.; BIAZON, Tássia. Recursos marinhos não renováveis: vão durar? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/recursos-marinhos-nao-renovaveis-vao-durar/ Acesso em 2 ago., 2022.
Assinale a alternativa que apresenta correção na colocação pronominal:
Leia o texto abaixo:
O homem, como alguns insetos, vários pássaros e muitos de seus primos, os primatas, é um ser social.................... dois detalhes, no entanto, o diferenciam: a fala e o sexo feito às escondidas. Desde que o ser humano é humano, aquela tem sido usada para tornar pública a privacidade deste, sobretudo quando há em jogo algum tipo de transgressão. Em resumo, basta haver linguagem articulada e libido praticada privadamente para que haja fofocas. (…)
ASCHER, Nelson – Fofoca e bisbilhotice nascem com o homem. Folha de S. Paulo, São Paulo, 7 set. 1997, p. 27. Adaptação
Assinale a alternativa correta em relação ao texto.