Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Menina de 5 anos morre vítima da Covid-19 no Paraná, diz hospital
Uma menina de cinco anos morreu em decorrência da Covid-19, em Londrina, no norte do Paraná, segundo o Hospital Universitário (HU) da cidade. Sem velório, o enterro ocorreu no sábado (12), em Califórnia, também no norte.
A princípio, a vítima foi levada pela família ao Hospital da Providência, em Apucarana, também no norte, onde ela morava. Depois, foi transferida ao HU de Londrina. Segundo o HU, a criança tinha bronquite asmática como comorbidade e foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no dia 6 de fevereiro.
Conforme a família, a criança havia tomado a primeira dose da vacina Pfizer, mas o caso se agravou e ela não resistiu. Em 2020, a menina também teve Covid-19 e apresentou complicações por causa da comorbidade que tinha.
Segundo a Secretaria de Saúde de Apucarana, até domingo (13), o município somava 526 mortes por Covid-19 e 31.043 diagnósticos positivos do novo coronavírus.
Fonte: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2022/02/14/menina de-5-anos-morre-vitima-da-covid-19-no-parana-diz-hospital.ghtml Acesso em 19 de fevereiro de 2022.
Texto 4
Cada um tem de mim exatamente o que cativou e cada um é responsável pelo que cativou; não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. (Charles Chaplin)
https://www.google.com/search?q=mensagens+charles+chaplin+/&rlz=1C1GCEA_enBR977BR977&Acesso em 14/07/2022

“Se você se mantém positivo...”
Se o termo “você” estivesse no plural, o texto CORRETO está indicado na alternativa

• Bolinha • Embaixo • Imenso • Todos
Está CORRETO classificá-los, respectivamente, como
Texto 01 para à questão.
O Respeito às Diferenças
Atualmente, muito se fala sobre a igualdade social de nossos direitos. De fato, é um direito de todos. Deveríamos ter os mesmos direitos à saúde, educação, alimentação e cultura. Entretanto, o que percebemos é que muito se fala sobre o direito à igualdade e nos esquecemos do respeito às diferenças. Na verdade, somos todos diferentes. Cada indivíduo com suas peculiaridades, raça, credo, política, valores e costumes. Somos um povo diferente e, portanto, precisamos conviver com as diferenças da melhor forma possível. O respeito ao outro e as suas peculiaridades é fundamental, pois através deste respeito temos a possibilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.
https://www.google.com/search?q=textos+sobre+respeito+ao+pr%C3%B3ximo. Acesso em 05/10/2022.
Observe os fragmentos de texto abaixo:
I. “De fato, é um direito de todos.”
II. “...e nos esquecemos do respeito às diferenças.”
Sobre esses fragmentos, assinale a alternativa CORRETA.
Texto 01 para à questão.
O Respeito às Diferenças
Atualmente, muito se fala sobre a igualdade social de nossos direitos. De fato, é um direito de todos. Deveríamos ter os mesmos direitos à saúde, educação, alimentação e cultura. Entretanto, o que percebemos é que muito se fala sobre o direito à igualdade e nos esquecemos do respeito às diferenças. Na verdade, somos todos diferentes. Cada indivíduo com suas peculiaridades, raça, credo, política, valores e costumes. Somos um povo diferente e, portanto, precisamos conviver com as diferenças da melhor forma possível. O respeito ao outro e as suas peculiaridades é fundamental, pois através deste respeito temos a possibilidade de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa.
https://www.google.com/search?q=textos+sobre+respeito+ao+pr%C3%B3ximo. Acesso em 05/10/2022.
Observe o fragmento de texto abaixo:
“O respeito ao outro e as suas peculiaridades...”
Sobre esse fragmento, se o determinante inicial (O) fosse substituído pelo pronome NÓS, detendo-se apenas nesse fragmento, sem se apoiar no texto 01, analise os itens abaixo:
I. Nós respeitamos ao outro e as suas peculiaridades.
II. Nós respeitávamos o outro e as suas peculiaridades.
III. Nós respeitaríamos o outro e às suas peculiaridades.
IV. Nós respeitamos ao outro e à suas peculiaridades.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
4ª Onda de Covid: o que explica alta de casos no Brasil.

(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/4%c2%aa-onda-de-covid-o-que-explica-alta-de-casos-no-brasil/ar-AAXZJdQ?ocid=mailsignout&li=AAggXC1 – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).

Coluna 1
1. Substantivo.
2. Artigo.
3. Adjetivo.
4. Pronome.
Coluna 2
( ) Esse (l. 07).
( ) pancada (l. 02).
( ) um (l. 25).
( ) raro (l. 17).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o texto que segue e responda à questão

Leia o texto que segue e responda à questão

Analise a frase abaixo para responder à questão.
“Ninguém” fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa.
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“… convém pensarmos desde já se utilizamos ‘este dom de viver’ da maneira mais digna”.
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“... é preciso que conserve ‘a mesma batida de sua braçada’”.
Leia o texto abaixo para responder à questão.
A aproximação das comemorações do bicentenário da Independência tem despertado em alguns historiadores o desejo de promover um certo resgate da reputação da família real, e que foi satirizada em filmes e séries televisivas. Fundada em 1810 por Dom João 6º, a Biblioteca Nacional menciona esse objetivo em seu caderno de projetos para o bicentenário. O documento busca valorizar “personagens que se tornaram chacotas para o público em geral, através da TV e do cinema, quando a historiografia é capaz de trazer conteúdo objetivo e sério sobre a família que reinou no Brasil”.
“É preciso apresentar a dimensão familiar da monarquia, da forma como se constituiu o poder no Brasil, e como questões centrais como autoridade, bem comum, religiosidade, sacrifício, vícios, doações e abusos vinham à tona”, diz a instituição. Em maio deste ano, a biblioteca promoveu uma exposição virtual sobre dona Maria, mãe de dom João 6º, em que o adjetivo “a louca” foi deixado de lado. Em seu lugar, privilegiou-se o título formal da soberana, dona Maria 1ª.
“É importante dignificar os fundadores da nação e superar um cacoete de negação que é muito forte”, diz Luiz Ramires Jr, coordenador-geral do centro de pesquisa e editoração da Biblioteca Nacional. Para ele, usar a sátira é algo que pode levar o tema ao conhecimento de mais pessoas, mas com riscos no processo. “À medida que você faz chacota dessas figuras centrais, isso decanta, sobretudo, em livros didáticos”.
Como afirma a historiadora Mary del Priore, “dona Maria foi uma mulher responsável pela criação de academias, assinatura de diversos tratados de comércio e diplomáticos. Muitos a adoravam, tanto que quando a família real vem para o Brasil, ela recebe cartas pedindo que volte para Portugal”. Nascida em 1734, ela tornou-se rainha em 1777. Para seus contemporâneos, era conhecida como “a piedosa”, pelo fervor religioso, que a fez isolar da corte o Marquês de Pombal, adepto do Iluminismo português. A instabilidade mental começou na segunda década de reinado, acentuando-se após uma sucessão de perdas na família, especialmente a do primogênito, Dom José, em 1788, aos 27 anos.
O adjetivo “louca”, segundo a historiadora, é uma construção do movimento republicano português, em fins do século 19, em uma estratégia de deslegitimar a monarquia. Um dos maiores responsáveis por cunhar o termo à soberana foi o influente poeta modernista português Guerra Junqueira (1850-1923). Em seu poema “Pátria”, de 1896, o poeta descreve a rainha num estado de loucura, fúria e delírio. A república portuguesa acabaria sendo proclamada em 1910.
(Uma outra história. Folha de São Paulo, 31.10.2021.
Adaptado).