Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Ano: 2023 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2023 - UEM - Técnico Administrativo |
Q2291567 Português

Euclides da Cunha: um grito corta o sertão

denunciando o Brasil



José de Nicola






Texto adaptado de: NICOLA, J. de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo: Scipione, 1998. p. 252 a 256.

Analise as afirmações seguintes sobre a colocação dos pronomes destacados e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEM Órgão: UEM Prova: UEM - 2023 - UEM - Técnico Administrativo |
Q2291566 Português

Euclides da Cunha: um grito corta o sertão

denunciando o Brasil



José de Nicola






Texto adaptado de: NICOLA, J. de. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. São Paulo: Scipione, 1998. p. 252 a 256.

Analise as afirmações a seguir sobre o emprego dos pronomes em negrito e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2290931 Português

Julgue o item subsequente.


Os pronomes pessoais do caso oblíquo átonos (me, te, se, nos, vos) podem funcionar como objeto direto ou indireto em uma frase.

Alternativas
Q2290301 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como os medicamentos agem no cérebro


"O cérebro é um computador que, em vez de cabos, tem neurônios. Mas esses neurônios não se conectam diretamente. Há um pequeno espaço entre eles onde se encontram os neurotransmissores", explica Asevedo. Os neurotransmissores são substâncias químicas que possibilitam a transmissão elétrica de um neurônio para outro.


Serotonina, noradrenalina e dopamina são alguns dos neurotransmissores que regulam a passagem de sinais elétricos entre os neurônios. Um transtorno mental ocorre quando essas substâncias químicas estão desreguladas. A depressão, por exemplo, é causada por um desequilíbrio de neurotransmissores responsáveis pelo sentimento de prazer e bem-estar, apontam os especialistas.


Os medicamentos atuam na regulação da produção de neurotransmissores e aumentam a transmissão de sinais elétricos entre as células cerebrais. "É comum uma pessoa fazer um tratamento psiquiátrico e acreditar que estará fadada a usar esses medicamentos para sempre", diz Vanessa Favaro. "Na maioria das vezes, isso não ocorre. Os tratamentos frequentemente têm início, meio e fim", afirma a médica. O final exige o que médicos chamam popularmente de "desmame", um processo que leva meses ou até anos. "A retirada é gradual para evitar mudanças abruptas no funcionamento cerebral", afirma Favaro.


O primeiro passo, dizem os especialistas, é ter uma recomendação do médico que acompanha o paciente para fazer isso. "Precisa-se de que os sintomas tenham melhorado totalmente e que tenha se passado de seis meses a um ano dessa melhora", diz Asevedo. "Antes disso, o cérebro ainda não se recuperou e os sintomas voltarão."


A partir daí, podem ser adotadas algumas estratégias, explica o psiquiatra, como tomar o remédio em dias alternados ou reduzir progressivamente a dose.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqv7ly8nx2qo. Adaptado.
Serotonina, noradrenalina e dopamina são alguns dos neurotransmissores 'que' regulam a passagem de sinais elétricos entre os neurônios.

O elemento destacado é:
Alternativas
Q2290226 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


A uma légua, pouco mais ou menos, da antiga vila de Tamanduá, na província de Minas Gerais, e a pouca distância da estrada que vai para a vizinha vila da Formiga, via-se, há de haver quarenta anos, uma pequena e pobre casa, mas alva, risonha e nova. Uma porta e duas janelinhas formavam toda a sua frente. Um estreito caminho, partindo da porta da casa, cortava o vargedo e ia atravessar o capão e o córrego, por uma pontezinha de madeira, fechada do outro lado por uma tronqueira de varas. Junto à ponte, de um lado e outro do caminho, viam-se duas corpulentas paineiras, cujos galhos, entrelaçando-se no ar, formavam uma arcada de verdura, à entrada do campo onde pastava o gado. Era uma bela tarde de janeiro. Dois meninos brincavam à sombra das paineiras: um rapazinho de doze a treze anos e uma menina, que parecia ser pouco mais nova do que ele. A menina era morena; de olhos grandes, negros e cheios de vivacidade, de corpo esbelto e flexível como o pendão da imbaúba. O rapaz era alvo, de cabelos castanhos, de olhar meigo e plácido e em sua fisionomia como em todo o seu ser transluziam indícios de uma índole pacata, doce e branda.A menina, sentada sobre a relva, despencava um molho de flores silvestres de que estava fabricando um ramalhete, enquanto seu companheiro, atracando-se como um macaco aos galhos das paineiras, balouçava-se no ar, fazia mil passes e piruetas para diverti-la. Perto deles, espalhados no vargedo, umas três ou quatro vacas e mais algumas reses estavam tosando tranquilamente o fresco e viçoso capim. O sol, que já não se via no céu, tocava com uma luz de ouro os topes abaulados dos altos espigões; uma aragem quase imperceptível mal rumorejava pelas abas do capão e esvoaçava por aquelas baixadas cheias de sombra.  

Autor: Bernardo Guimarães. Trecho extraído da obra O Seminarista. 
Pronomes são palavras que substituem ou acompanham os substantivos, indicando as pessoas do discurso. Sabendo disso, os pronomes cujos e aquelas são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q2290021 Português
Assinale a frase correta quanto ao emprego dos pronomes.
Alternativas
Q2288943 Português
Tendo em vista a frase “Meus colegas de trabalho receberam bonificações”, assinale a alternativa que apresenta um pronome. 
Alternativas
Q2288542 Português

Fim do home office? Entenda o declínio do trabalho remoto no mundo 


A palavra “teletrabalho” surgiu pela primeira vez em 1976, cunhada pelo ex-cientista da Nasa Jack Nilles. A internet sequer existia, e as tecnologias de comunicação restringiam-se ao telefone fixo. Mas os avanços científicos já abriam espaço para todo tipo de previsão, mais ousadas que fossem. 


Apenas três anos depois a americana IBM, pioneira do setor de computação, colocou uma equipe de apenas cinco pessoas para trabalhar à distância. Em 1983, já eram quase dois mil funcionários nessa espécie de experimento piloto. 


Foi só na década de 1990, porém, que a ideia de trabalhar longe do escritório começou a tomar forma, com a popularização da internet e dos computadores pessoais. O futuro parecia tão promissor que até Peter Drucker, o pai da administração moderna, se convenceu de que um dia os escritórios seriam desnecessários. 

Mesmo com todas as maravilhas da ciência, que colocou um computador na palma da mão de cada um, o home office nunca pegou de verdade. Ficou restrito a poucos contextos e áreas específicas. Em 2014, uma grande pesquisa da IBM cobrindo vários países anglófonos descobriu que apenas 9% dos profissionais faziam teletrabalho – sendo que só metade destes passavam todo o tempo ou a maior parte dele no modo remoto. No Brasil, em 2019, um dado parecido do IBGE: só 5,2% dos brasileiros com emprego faziam home office (excluídos da conta os empregados no setor público e os trabalhadores domésticos). 


Até que veio a pandemia, e todo mundo foi forçado a se adaptar do dia para a noite a um regime remoto. Apesar do caos, a transição veio para provar que Peter Drucker estava certo. A revista The Economist chegou a se perguntar, ainda em abril de 2020, se essa seria a “morte do escritório”. Mesmo com o eventual arrefecimento da pandemia, não era mais esdrúxulo ou utópico exigir um modelo flexível de trabalho. Pelo contrário. O home office passou a ser uma das prioridades para candidatos no mundo todo. 


Mas o jogo parece ter virado: empresas que adotaram regimes superflexíveis na pandemia começam a apertar o cerco e convocar os funcionários para cada vez mais dias de trabalho presencial – em muitos casos, todos os dias. Novas vagas 100% remotas minguaram no mercado. Será que a era do home office não passou de um breve sonho? 


Ninguém esperava que os escritórios de fato ficassem vazios para sempre, claro. O ponto pacífico era a universalização do trabalho híbrido. Radicais anti-home office passaram a ser malvistos. O caso mais emblemático foi o de Elon Musk. O bilionário chegou a chamar o trabalho remoto de “moralmente errado” e decretou que todos voltassem aos escritórios de suas empresas. 


Esse tipo de visão ainda permanece relativamente raro. O xis da questão é outro: quanto tempo da jornada ceder para o presencial? Para trabalhadores, o natural seria passar a maior parte da semana em casa – pelo menos três dos cinco dias úteis. Para empresas, o oposto. 


Criou-se um cabo de guerra, e que agora vive um desequilíbrio de forças. Nos últimos meses, empresas começaram a puxar os trabalhadores de volta para o escritório aos montes. Muitas que tinham regime totalmente remoto migram para o híbrido; e as que já estavam nesse modelo pedem cada vez mais dias de trabalho presencial. Em muitas, o home office virou só mais um agrado de um único dia para os funcionários – em geral na sexta-feira, à la short fridays. 


O fenômeno é visto com mais clareza entre as grandes multinacionais americanas, que ditam as tendências do universo do trabalho mundo afora. A titânica gestora de fundos BlackRock, por exemplo, exigiu que, até setembro, todos os seus funcionários voltem a trabalhar ao menos quatro dias no escritório; antes, cobravam três dias. Já bancões como Goldman Sachs e JP Morgan passaram a exigir a semana inteira no presencial, como Musk


A estratégia mais comum tem sido essa: atrair os profissionais antigos aos poucos de volta para o escritório, mantendo um certo modelo híbrido, mas abrir novas vagas só para o trabalho presencial. 


Há uma explicação clara para o porquê de a maioria das empresas comprar essa briga. Durante a pandemia, o mundo passou por um fenômeno bastante singular: faltaram candidatos e sobraram vagas, especialmente em áreas que exigem maior qualificação. Isso deu um enorme poder de escolha a muitos profissionais, que puderam se dar ao luxo de sair de seus empregos em busca de vagas melhores – não só em termos de salário, diga-se, mas também em relação à flexibilidade de tempo. 


Só que o jogo virou. No começo de 2023, uma onda de demissões em massa – os layoffs – tomou conta do mercado de trabalho, afetando principalmente o setor de tecnologia e as startups, justamente onde o modelo remoto era mais forte. Trabalhadores se viram acuados, com menos poder de escolha. O cabo de guerra ficou desequilibrado, e há um claro descompasso entre trabalhadores e empresas, mesmo as que oferecem modelo híbrido. 


No Brasil, dados da consultoria de recrutamento Robert Half confirmam a resistência dos profissionais ao retorno integral. 76% consideram o modelo híbrido ideal, e 38% afirmam que buscariam outro emprego caso o atual decretasse a volta definitiva ao presencial. Faz sentido que trabalhadores tenham se apegado com força ao home office. Ele traz diversos benefícios. O mais citado é a economia de tempo e dinheiro com a locomoção. Além disso, o ambiente de casa também pode ser melhor para determinadas atividades – aquelas tarefas longas, que exigem concentração.


Só que toda essa lista bate de frente com um argumento das empresas, difícil de combater: o da produtividade. Líderes alegam que profissionais não entregam o mesmo quando estão em home office, o que justificaria a volta ao escritório. Mas será que é verdade mesmo? 


Há diversas hipóteses para explicar a piora da performance no remoto, ainda que os pesquisadores estejam relutantes em bater o martelo. Uma delas é a comunicação dificultada – no escritório, estamos a todo tempo conversando com os colegas, pedindo ajuda, conselhos. Um tutorial de como acessar uma determinada ferramenta no computador, por exemplo, levaria alguns segundos cara a cara; no remoto, só de planejar e executar uma videochamada já se queima alguns minutos. Quem vai ao escritório aprende mais – e ensina mais. A falta de interação também pode prejudicar a criatividade. Novas ideias costumam surgir nos almoços ou conversas despretensiosas durante o expediente, afinal. 


Há um ponto central, porém. A queda de produtividade acontece somente no modelo totalmente remoto; o híbrido, por sua vez, parece não representar uma diferença considerável em relação ao totalmente presencial. Faz sentido: tarefas que dependem mais de interação podem ser concentradas nos dias do escritório; as que exigem mais concentração e conforto, em casa. 


O híbrido, então, termina com uma vantagem sobre o presencial. Além de não diminuir a produtividade (e possivelmente até melhorá-la um pouco), é associado a uma sensação maior de bem-estar dos trabalhadores – o que, para as empresas, tem impacto direto na retenção e atração de talentos. 


Faz pouco sentido, então, que companhias insistam na volta do modelo antigo, totalmente presencial. Ainda que seja natural a balança pesar mais para o lado do escritório, uma postura intransigente pode ser um tiro no pé das empresas. 


Em vez de caçar apenas os dados e argumentos que defendem um lado ou o outro, o mais racional é tentar minimizar os problemas de cada regime e maximizar seus benefícios. 


Prever o futuro do trabalho tende a ser furada. Mas é seguro dizer que, depois de três anos de inovação, dificilmente ele voltará a ser o mesmo. O regime híbrido, que já é norma, seguirá como um personagem importante dessa novela. Trabalhadores querem mais flexibilidade e conforto; empresas desejam mais produtividade e mais talentos. Ao mesmo tempo, ambos os lados têm de ceder um pouco. Resta saber o quanto a corda vai esticar para cada time. 


(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/carreira/e-o-fim-do-home-office-entenda-o-declinio-do-trabalho-remoto-no-mundo/. Acesso em: 11/08/2023. Fragmento.)


Os pronomes desempenham na oração as funções equivalentes às exercidas pelos elementos nominais. Eles podem acompanhar ou substituir um nome. Assinale a alternativa cujo pronome sublinhado substitui o termo indicado. 
Alternativas
Q2286829 Português






Internet: <mscortella.com.br> (com adaptações).

Acerca das ideias, dos sentidos e das propriedades linguísticas do texto, julgue o item.


O pronome “lo” (linha 42) refere‑se ao termo hábito. 

Alternativas
Q2286828 Português






Internet: <mscortella.com.br> (com adaptações).

Acerca das ideias, dos sentidos e das propriedades linguísticas do texto, julgue o item.


No trecho “Fazer do mesmo modo, acreditando que aquele é o único modo de ser feito, me oferece tranquilidade para continuar fazendo do mesmo jeito” (linhas de 16 a 19), a correção gramatical seria mantida caso o pronome “me” fosse deslocado para imediatamente após a forma verbal “oferece”, da seguinte forma: oferece‑me tranquilidade.

Alternativas
Q2285736 Português
A regência verbal e o uso do pronome relativo estão de acordo com a gramática normativa em: 
Alternativas
Q2285152 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Em caso inédito, mulher entra na Justiça pelo direito de dar luz a uma criança

Numa situação até então inédita para a Justiça brasileira, uma mulher entrou com uma ação para ter o direito de dar luz à criança que está gestando. A instrutora de artes marciais Selina Caio diz não aguentar mais ser repreendida em ocasiões em que afirma publicamente essa intenção. Em resposta, militâncias em prol da tradição entraram em protesto contra a ação, que condenam com base na legislação em vigor: “Uma mulher deve dar à luz uma criança, e nunca o contrário. Se a sociedade começar a tolerar isso, vamos ferir uma tradição secular”, disse Renan Barbosa, coordenador nacional do Movimento Brasil Correto (MBC).

Apesar de a legislação prever que, nesses casos, a luz seja incondicionalmente objeto indireto e a criança, sempre objeto direto, o que ocorre com frequência na prática – e de forma ilegal – é a mãe tratar a luz como objeto direto, e sua cria como indireto. “Isso fere só a semântica da tradição, e não a sintaxe. Por se tratar de eufemismo que permite interpretação metafórica oposta, como dar luz a uma criança em vez de dar à luz uma criança, talvez o problema maior não esteja na ruptura com a tradição, e sim com a ética: seria moralmente correto dar luz a uma criança em vez de entregar esta à luz? Sintaticamente sabemos que não há incorreção”, disse o jurista Adalberto Kaspary.

Com base nesse entendimento, o advogado de Selina acredita que a Justiça poderia admitir a forma inversa, alternativa e facultativa para que a luz seja objeto direto dessa ação, abrindo um precedente para que outras mulheres possam se beneficiar desse poder de escolha: “Não vejo razão para que se condene qualquer mãe por reger a luz de forma direta. Ora, se ela quer dar a luz a uma criança, por que deveríamos impedi-la baseados em tradições e crenças gramaticais que ela não professa?”, questionou. Se tais regras linguísticas não foram assimiladas pela sociedade, seria melhor que não houvessem sido criadas.

Diante de tantos homens opinando sobre a questão, a futura mãe apontou a total incompetência deles para tratar do assunto: “Eles não têm lugar de fala quando o sujeito da ação verbal é exclusivamente feminino. Ora, quem dá a luz a uma criança, ou dá uma criança à luz, como eles desejam, é só a mulher. Eles nunca deram, nunca darão e nunca saberão o que é dar luz a bebês. Pra eles, é mais grave deixar de assumir uma regência clássica do que deixar de assumir um filho”, disse. “Meu corpo, minhas regras. Gramaticais, nesse caso. Não quero dar minha filha à luz. Quero ela aqui comigo e dar luz a ela”.

O nascimento da filha, Helena Caio, está previsto para a segunda quinzena de junho. A previsão entre os juristas é que o recurso seja negado e que Selina e outras mães Brasil afora continuem com a prática ilegal, dando luz a seus filhos e mandando a tradição às favas.

Disponível em: https://www.gramaticasarcastica.com/post/ em-caso-in%C3%A9dito-mulher-entra-na-justi%C3%A7a-pelodireito-de-dar-luz-a-uma-crian%C3%A7a. Acesso em: 10 jun. 2023 (Fragmento adaptado).
Assinale a alternativa em que a palavra que, destacada na frase, não faz remissão ao termo entre parênteses.
Alternativas
Q2284863 Português
Leia o texto “Crime e sonho”, de Monteiro Lobato, extraído do livro Mundo da lua, de sua autoria (São Paulo: Globo, 2008, p. 51):

     O álcool. Suprimam-no e adeus código, adeus júri, adeus prisões! Na conta-corrente do Crime seu débito é tremendo. Mas que lindo saldo tem na conta-corrente do Sonho! Suprimam-no e a tristeza da vida aumentará. Ninguém calculou ainda a soma de momentos felizes, de sonhos róseos, de êxtases que borbotou do seio das garrafas.

Leia agora as afirmativas a seguir, feitas sobre aspectos linguísticos do texto:

I. O verbo “suprimir” está conjugado no imperativo afirmativo. II. “Ninguém”, no contexto em que está empregado, é um substantivo. III. O substantivo “conta-corrente”, se colocado no plural, ficaria “contas-corrente”. IV. O texto possui alguns advérbios, como o vocábulo “ainda”. V. “Sonhos róseos” e “seio das garrafas” são expressões conotativas.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2284828 Português
As relações sintáticas entre os termos de orações e períodos regem o uso dos pronomes relativos. Assinale a alternativa em que o pronome relativo está empregado em DESACORDO com o que a relação sintática exige.
Alternativas
Q2284592 Português
Texto para a Questão

Origem do Café
28/06/2021

A tradição de “tomar um cafezinho” no mundo

A experiência de tomar café como bebida prazerosa em caráter doméstico ou em recintos coletivos se popularizou a partir de 1450. Ele era muito comum entre os filósofos que, ao tomá-lo, permaneciam acordados para a prática de exercícios espirituais. Poucos anos depois, a Turquia foi responsável em difundir o “hábito do café”, transformando-o em ritual de sociabilidade. O país foi palco do primeiro café do mundo – o Kiva Han – por volta de 1475. Desde então, tomar café passou a ser “um rito” que se propagou mundo afora. Em 1574, os cafés do Cairo e de Meca eram locais procurados, sobretudo, por artistas e poetas.

* Informações retiradas do livro: História do Café de Ana Luiza Martins, publicado em 2008.

Fonte: Trecho adaptado do texto “Origem do Café”, publicado no site da Associação Brasileira da Indústria de Café

Disponível em: https://www.abic.com.br/tudo-de-cafe/origem-do-cafe/

Acesso em: 26 ago. 2023
Leia o texto acima, “Origem do Café”, e responda à questão.
Em relação ao pronome ele e às duas aparições do pronome o, conforme os destaques feitos no texto, analise as afirmações abaixo:
I – Ele e o fazem remissão a outros elementos presentes na superfície do texto e foram utilizados para evitar repetições exacerbadas.
II – Os outros elementos a que esses pronomes se referem são o café e o hábito do café.
III – Ele faz remissão à experiência de tomar café, apresentando-se como um erro, já que, em seu lugar, deveria constar o pronome ela.
Está correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q2284147 Português
A colocação pronominal atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q2283964 Português
Obedecendo à sintaxe da língua portuguesa, a forma básica de colocação pronominal é a ênclise, mas o uso da próclise está bastante generalizado tanto na escrita como na oralidade, a exemplo de O coordenador me explicou toda a situação OU O coordenador explicou-me toda a situação. Qual trecho admite, no registro formal, uma única colocação pronominal? 
Alternativas
Q2283963 Português
Os pronomes pessoais eu e mim possuem a função de substituir o substantivo na frase, indicando a pessoa do discurso, porém são usados em situações linguísticas bem diferentes. Assinale a alternativa que apresenta uso correto de um desses pronomes ou dos dois.
Alternativas
Q2283389 Português




(Disponível em: https://porvir.org/quando-humor-ultrapassa-o-limite-e-vira-intolerancia-ou-racismo-em-salade-aula/ – texto adaptado especialmente para esta prova).







Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando algumas palavras retiradas do texto à sua classe gramatical no contexto em que ocorrem.

Coluna 1
1. Preposição. 2. Pronome. 3. Artigo.

Coluna 2
( ) os (l. 01). ( ) em (l. 05). ( ) para (l. 10). ( ) essas (l. 10)

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2283387 Português

Professores não podem ser únicos responsáveis por lidar com os vieses de IA


Por Vinícius de Oliveira




(Disponível em: https://porvir.org/professores-responsaveis-lidar-vieses-de-ia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O pronome possessivo “sua” (l. 29) expressa uma relação entre “professor heroico” (l. 28) e “sala de aula” (l. 29).
( ) O pronome possessivo “sua” (l. 36) indica uma relação entre “professores” (l. 32) e “fala” (l. 36).
( ) O vocábulo “evento” (l. 03) possui como referente a expressão “Digital Learning Week” (l. 02- 03).
( ) O termo “seu” (l. 12) expressa uma relação entre “Antonia Wullf” (l. 09) e “entendimento” (l. 12).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
4801: E
4802: B
4803: C
4804: E
4805: B
4806: E
4807: A
4808: D
4809: C
4810: C
4811: D
4812: B
4813: C
4814: C
4815: E
4816: A
4817: C
4818: A
4819: C
4820: D