Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Julgue o item a seguir.
Em “Espere, preciso falar consigo”, há o uso adequado do
pronome pessoal oblíquo tônico.
Julgue o item subsequente.
A colocação do pronome oblíquo átono está conforme as
normas da gramática padrão em “Deus ouça-te!” e em
“Eles tinham avisado-nos”.
Julgue o item que se segue.
A colocação do pronome oblíquo átono está conforme as
normas da gramática padrão em “Deus ouça-te!” e em
“Eles tinham avisado-nos”.
Julgue o item a seguir.
Na frase “Na próxima semana, traga-me mais sugestões”,
o pronome oblíquo átono deveria estar anteposto ao
verbo, uma vez que advérbio e locução adverbial são
atrativos de próclise.
Julgue o item que se segue.
Na frase “Na próxima semana, traga-me mais sugestões”,
o pronome oblíquo átono deveria estar anteposto ao
verbo, uma vez que advérbio e locução adverbial são
atrativos de próclise.
Sobre os termos destacados é correto afirmar que
Segundo a análise morfológica, a classificação dos itens grifados é, respectivamente:

https://gamarevista.uol.com.br/cultura/trecho-de-livro/o-sentido-da-vida/

Uma advertência que vira virtude
Por Fabrício Carpinejar

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/08/uma-advertencia-que-viravirtude-clljxsrco000101523sa0ujwx.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Nem todo o mundo compreendia, mas alguns ‘o’ instigavam”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e
quanto ao uso de pronomes, assinale a alternativa que
apresenta a correta justificativa para o uso da próclise no
pronome destacado.
[Expectativa e desempenho nossos]
Numa cultura como a nossa, que valoriza o indivíduo, espera-se de cada um que se faça ouvir e reconhecer pelo que tem de mais singular. Um dos grandes imperativos da época diz que é preciso expressar-se a qualquer preço. E acreditamos automaticamente que, se pudéssemos procurar fundo nas nossas tripas, encontraríamos pérolas. “Eu sou advogada. mas lá no fundo sou poeta ou romancista”. “Eu sou engenheiro, mas lá no fundo sou viajante como Amyr Klink.” Eu sou médica, mas há uma bailarina dentro de mim.” O vínculo social tenta nos definir, mas a criatividade nos resgatará.
Valorizamos o individuo em suas expressões idealmente mais singulares. Portanto, as relações sociais nos parecem sempre suspeitas: será que elas não ameaçam a expressão de nossa subjetividade única e original? Apesar dos outros, que nos identificam socialmente, imaginamos que é possível ser “nós mesmos” e produzir algo de mais valor.
Muitos acabam pensando que, se não seguem sua vocação, é por causa do parceiro com quem vivem. “Não posso deixar de trabalhar; e à noite, quando volto para casa, não dá. Precisaria de solidão para tocar, escrever, pensar, treinar. Pedem de mim toda a atenção e não há como não conversar.” Em suma, as necessidades da vida em família seriam responsáveis por nossas falências expressivas.
Surpresa e mistério: quando a reivindicação consegue ser satisfeita, ocorre um imprevisto: aliviado dos compromissos e das responsabilidades sociais, sozinho e com o tempo que pediu a Deus, livre e desembaraçado, o indivíduo nada cria, nada produz. O tempo e o espaço agora reservados ao seu gênio transformaram-se em caricatura de seus anseios de adolescência.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
A palavra sublinhada nessa frase é classificada como pronome:

(https://twitter.com/TurmadaMonica/status/123855401 1332235265) Acesso em 30 de out. 2023
1º QUADRO: SETE DIAAAAS!
2º QUADRO: ERA SÓ ISSO?
UÉ! VOCÊ VAI BUGAR EM SETE DIAS!
NÃO FICOU PLEOCUPADO?
3º SETE DIAS? ESTA TIRA SÓ TEM TRÊS QUADROS, CARECA!
DAQUI A SETE DIAS, A GENTE JÁ VAI ESTAR EM OUTRA HISTÓRIA!
TEXTO 1
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
EVARISTO, Conceição. Da calma e do silêncio. In: Poemas da
recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala,
2008.
“Deixem-me quedar, deixem-me quieta”
De acordo com as regras da colocação pronominal da norma padrão da língua, é uma análise correta do emprego nos versos acima a alternativa: