Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 14.559 questões

Q2576162 Português
Julgue o item subsequente. 

Na frase "Não me diga que você não sabia", o uso da próclise é corretamente aplicado devido à presença do advérbio de negação "não", que atrai o pronome para antes do verbo. 
Alternativas
Q2576149 Português
Julgue o item subsequente. 

No texto "Maria adora livros. Ela sempre compra flores aos sábados", o pronome "Ela" é uma anáfora eficaz que claramente conecta as duas frases, mantendo a coesão ao referir-se a "Maria". 
Alternativas
Q2576143 Português
Julgue o item subsequente. 

Na frase "Dir-te-ei a verdade amanhã", a mesóclise é corretamente aplicada, posicionando o pronome "te" no meio do verbo "dizer", que está conjugado no futuro do presente. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Montes Claros - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Administrador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Ciências | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Arquiteto | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Artes | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Contador | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Engenheiro Civil | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Engenheiro Eletricista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Analista de Sistemas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Fonoaudiólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Instrutor de Libras | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB I | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Intérprete de Libras | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Supervisor Pedagógico da Educação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Psicopedagogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Língua Inglesa | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Matemática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Educação Religiosa | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Geografia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2024 - Prefeitura de Montes Claros - MG - PEB II - Português e sua Literaturas |
Q2575735 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quais são os problemas que o perfeccionismo causa?

No mundo complexo e exigente em que vivemos, é fácil se deparar com um padrão implacável de perfeição. Quantas vezes você se encontra nesse ciclo interminável de autocrítica e de reavaliação constante? Quantas vezes se pega refletindo sobre cada detalhe, cada mínimo deslize, cada imperfeição?

Você se identifica com essas características? Se sim, saiba que não está sozinho. Muitos compartilham desse traço de personalidade, às vezes moldado desde a infância por expectativas irreais ou padrões inatingíveis impostos por pais, professores ou mesmo pela sociedade.

O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) fez uma pesquisa e perguntou: “Você é perfeccionista?”. Como resposta, 43,95% dos quase 50 mil entrevistados apontaram que fazem de tudo para concluir tarefas sem nenhum erro. Um levantamento semelhante foi feito pela Fundação Getúlio Vargas, e 73% dos profissionais brasileiros relataram ter traços perfeccionistas.

No entanto, o perfeccionismo, apesar de muitas vezes ser visto como uma qualidade, pode ser um poderoso sabotador, tanto na vida pessoal quanto na profissional. Estudos alertam para os perigos do perfeccionismo, associando-o a um maior risco de desenvolver depressão e ansiedade, especialmente entre aqueles que são autocríticos. Quando uma pessoa se torna refém desse padrão elevado e irrealista, acaba se distanciando dela mesma e de seus objetivos. Deixa de agir, de arriscar, de se permitir falhar e aprender com os próprios erros.

MORAES, Thereza Cristina. Quais são os problemas que o perfeccionismo causa? Hoje em Dia. Opinião. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/quais-s-o-osproblemas-que-o-perfeccionismo-causa-1.1011271. Acesso em: 10 maio 2024. [Fragmento adaptado] 
Releia o trecho a seguir:

“Estudos alertam para os perigos do perfeccionismo, associando-o a um maior risco de desenvolver depressão e ansiedade [...].”

Tendo em vista o trecho apresentado, assinale a alternativa correta de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q2575348 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Sem ajuda humanitária, não há humanidade

Do latim calamitas, a palavra calamidade pode ser entendida como um grande mal comum a muitos, um infortúnio público ou uma série de desgraças que vêm sobre alguém. Mas o que uma calamidade tem a nos ensinar? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 1 a cada 45 pessoas que vivem no planeta precisam de ajuda humanitária.

Com causas diversas, incluindo desastres climáticos, doenças infecciosas e conflitos, o trabalho humanitário é imprescindível para ajudar coletivos em estado de vulnerabilidade social, aliviando e levando apoio e ajuda aos que precisam. Em âmbito global, temos como exemplo de atores de solidariedade os Médicos sem Fronteiras e a Cruz Vermelha.

Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que financiam as ações por meio de doações financeiras, sendo que, a curto prazo, salvam vidas e, a longo, reestabelecem a segurança social e diluem a extrema pobreza. Por consequência, o objetivo da ajuda humanitária é justamente amenizar o sofrimento humano, integrando em sua logística o planejamento, suprimento, suporte, armazenamento e monitoramento em resposta a desastres.

É preciso pensar em políticas sociais que promovam constantemente a vida, gerando condições reais para a sobrevivência de toda a sociedade. [...]

CIRILO, Ailton. Sem ajuda humanitária, não há humanidade. Hoje em Dia. Opinião. 8 maio 2024. Disponível em: https://www. hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/sem-ajuda-humanitaria-n-o-hahumanidade-1.1012398. Acesso em: 8 maio 2024. [Fragmento adaptado]

Releia este trecho:


“Além disso, são inúmeras as pessoas e empresas que financiam as ações por meio de doações financeiras.”


O pronome “que”, apresentado no trecho, tem como função

Alternativas
Q2574705 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?
    
    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Em “Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual [...]” (3º§) a palavra em destaque é um pronome. Sobre ela, assinale a alternativa correta quanto à classificação pronominal. 
Alternativas
Q2572401 Português

Texto CB1A1-I


        A emergência de uma grande variedade de plataformas digitais, desde o final da década de 1990, provocou uma mudança econômica radical e uma reorganização de mercados e arranjos de trabalho. A economia de plataforma não está apenas mudando a forma como o trabalho é realizado e remunerado. Os mercados de trabalho também estão se transformando drasticamente, levando a uma situação em que o “emprego padrão” é cada vez mais suplementado ou substituído por trabalho temporário “fora do padrão”, mediado por plataformas. Em um contexto de crescente instabilidade macroeconômica, de desregulamentação das relações de trabalho — em função do impacto disruptivo de tecnologias digitais na intermediação dessas relações —, verifica-se a emergência de novas formas de emprego “fora do padrão”, que reforçam diversos tipos de “flexibilidade” — temporal, espacial, gerencial e funcional, entre outras. Grande parte dessas novas formas de emprego está vinculada à mediação de plataformas digitais, que conectam ofertantes e demandantes de trabalho.


        As plataformas digitais facilitam a articulação entre ofertantes e demandantes de trabalho que, de outra forma, poderiam ter dificuldades para interagir entre si, tornando a realização de transações mais eficiente do que seria possível em relacionamentos bilaterais entre as partes, fornecendo infraestrutura e regras para sua realização. No âmbito dessas plataformas, a correspondência (matching) entre ofertantes e demandantes de trabalho pode ser feita de forma eficaz, por exemplo, por meio de algoritmos que diminuem a quantidade de tempo utilizado para encontrar trabalhadores adequados para tarefas específicas, além de oferecer a base para o controle e gerenciamento dessas tarefas.


        No entanto, a força de trabalho torna-se mais vulnerável, pois as leis trabalhistas ainda se baseiam em um antigo sistema “binário”, segundo o qual quem é empregado recebe direitos — por exemplo, aviso de demissão ou férias pagas —, mas para quem é contratado o acesso a esses direitos tende a ser restringido. Assim, se o modelo de plataformas de trabalho com a interveniência de uma gestão algorítmica oferece vantagens no que se refere à flexibilidade sobre formas convencionais de organização e gestão do trabalho, esse mesmo modelo suscita questões relevantes como a distribuição desigual de oportunidades, benefícios e riscos entre os agentes envolvidos, bem como os possíveis custos sociais advindos de uma eventual precarização das relações de trabalho.


Herbert P. S. de Oliveira e Jorge N. de P. Britto. Gerenciamento e disciplina algorítmica:

uma análise focalizada em plataformas de emprego de elevada qualificação.

Economia e Sociedade, Campinas, v. 32, n.º 3 (79), 2023 (com adaptações).

Estaria mantida a correção gramatical do quarto período do primeiro parágrafo caso a partícula “se”, em “verifica-se”, fosse deslocada para a posição proclítica — se verifica.  
Alternativas
Q2571993 Português
Identifique a frase que está com a colocação pronominal inadequada:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDECAN Órgão: SAP-CE Prova: IDECAN - 2024 - SAP-CE - Policial Penal |
Q2570709 Português
“Neste momento, não está claro como ou se as novas tecnologias, como a IA, poderiam contribuir para realmente acabar com os testes em animais, em vez de apenas reduzir ou refinar esses testes”, diz ela.

O pronome destacado no período acima exerce, em relação ao texto, função
Alternativas
Q2570307 Português


    Em comparação com outros animais e até com outros primatas, os seres humanos levam muito tempo para crescer. Por exemplo, os chimpanzés levam cerca de oito anos para atingir a maturidade reprodutiva, os macacos Rhesus, cerca de 4 anos, e lêmures, apenas cerca de 2 anos. Os seres humanos, em contraste, só amadurecem fisicamente depois do início da adolescência e, pelo menos nas sociedades industrializadas modernas, normalmente atingem a maturidade cognitiva e psicossocial ainda mais tarde. Do ponto de vista da teoria evolucionista darwiniana, este prolongado período de imaturidade é essencial para a sobrevivência e para o bem-estar da espécie. Os seres humanos, mais do que quaisquer outros animais, vivem de sua inteligência. As comunidades e as culturas humanas são altamente complexas, e existe muito a aprender. 

    A infância prolongada serve de preparação essencial para a idade adulta. Além de seu valor a longo prazo, alguns aspectos da imaturidade cumprem propósitos adaptativos imediatos. Por exemplo, alguns reflexos primitivos, como o de mover a cabeça em busca do mamilo, protegem o recémnascido e desaparecem quando não são mais necessários. O desenvolvimento do cérebro humano, a despeito de seu rápido crescimento pré-natal, é muito menos completo no nascimento do que o dos cérebros de outros primatas; se o cérebro do feto alcançasse plenamente o tamanho humano antes do nascimento, sua cabeça seria muito grande para passar pelo canal de parto.

    Em vez disso, o cérebro humano continua crescendo durante toda a infância e, com o tempo, ultrapassa em muito os cérebros de nossos primos símios nas capacidades para linguagem e pensamento. O desenvolvimento mais lento do cérebro humano lhe proporciona maior flexibilidade ou plasticidade, uma vez que nem todas as conexões estão permanentemente definidas em idade precoce. Essa flexibilidade comportamental e cognitiva talvez seja a maior vantagem adaptativa da espécie humana.


Desenvolvimento humano. Diane E. Papalia.

O termo sublinhado no último parágrafo retoma:
Alternativas
Q2570253 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

No trecho “Isso é facilmente percebido nas chamadas que envolvem o bicentenário, cujo material de divulgação busca explicitar outras nuances” (linhas de 23 a 25), o termo

Alternativas
Q2570100 Português
Como o chocolate é produzido?


      O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate. A fruta é quebrada e as sementes são retiradas. Após torradas e trituradas, elas dão origem à manteiga de cacau e a um líquido grosso, marrom e amargo, chamado licor de cacau — os dois produtos são usados na produção, dependendo do tipo de chocolate desejado.

       O chocolate amargo leva licor de cacau e não contém leite. Já o meio amargo tem licor de cacau, manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite contém leite, açúcar, manteiga de cacau e menos licor de cacau do que o amargo e o meio amargo. O chocolate branco leva leite, açúcar e manteiga de cacau (não tem licor de cacau).

     Nas indústrias, o primeiro passo é fazer a massa do chocolate que, em geral, leva manteiga de cacau, licor de cacau, leite, além do açúcar, que recebe um tratamento: tem os cristais quebrados até ficarem tão pequenos que nosso paladar não consegue senti-los. Isso deixa o chocolate mais macio.

    Um dos truques para fazer chocolate está no processo de temperagem, em que a temperatura da massa (ainda derretida) é reduzida a 24 graus Celsius, por um sistema de agitação. A técnica evita que o chocolate pronto derreta nas suas mãos.


(Fonte: Recreio — adaptado.)
Assinalar a alternativa que classifica os termos sublinhados na frase abaixo:
O começo de tudo está no cacau — é dele que vem o chocolate.
Alternativas
Q2569830 Português

A ciência e a tecnologia como

estratégias de desenvolvimento










Disponível em: https://www.ipea.gov.br/cts/pt/central-de-conteudo/artigos/artigos/116-a-ciencia-e-a-tecnologia-como-estrategia- -de-desenvolvimento. Acesso em: 10 fev. 2024. Adaptado.

O referente do termo destacado em negrito está corretamente explicitado entre colchetes no seguinte trecho do
Alternativas
Q2569618 Português
Imagem associada para resolução da questão



Analise as proposições que seguem, considerando as falas expostas nos quadrinhos.  

I. Transpondo para a voz ativa a frase “Borboletas são atraídas pelo cheiro das flores” (1º quadrinho), obtém-se a forma verbal “atraem”.

II. A locução verbal, presente na fala (1º quadrinho), assume a forma de voz passiva sintética. 

III. Em: “Ai minha língua”, o pronome possessivo apresenta idêntica função sintática que o termo grifado em: “O incenso de rosas”.

IV. Em: “O incenso de rosas'', a expressão em destaque é classificada sintaticamente como complemento nominal.

Das afirmativas, verifica-se que está/ão correta/s apenas 
Alternativas
Q2569617 Português
Imagem associada para resolução da questão


Dadas as afirmativas sobre os aspectos sintáticos presentes nos quadrinhos,

I. Em: “É óbvio que é água!” (2° quadrinho), a oração em destaque recebe o nome de subordinada adverbial.

II. Em: “Essencial à vida de todos os seres vivos” (1° quadrinho), há inadequação no uso do sinal de crase em “à”, uma vez que o termo regente não é verbo.

III. Em: “Como você conseguiu errar essa?!” (1° quadrinho), a forma “essa” de segunda pessoa se refere ao que já foi dito, ou seja, faz referência a elementos do próprio discurso.

verifica-se que está/ão correta/s
Alternativas
Q2569570 Português

A nova geração de bebês com plásticos

Micropartículas já estão em nossos corpos desde a gestação


        Uma das invenções modernas de mais impacto sobre a humanidade foi o plástico, cuja praticidade e versatilidade deram ensejo a que a indústria fabricasse milhões de toneladas por ano. Porém, a produção cada vez maior de itens, alguns dos quais rapidamente descartáveis, virou um problema, dada a longevidade do material no ambiente. Não só a degradação ambiental, mas também o uso cotidiano do plástico produzem microplásticos, minúsculas partículas de tamanho inferior a um milímetro, já presentes por todo o planeta: no ar, nas águas, nas plantas, nos animais e nos alimentos.


        Nos últimos anos, micro e nanopartículas plásticas foram detectadas em órgãos, fezes e sangue humanos. (...) Além de uma possível toxicidade dos componentes plásticos em si, o material que é degradado no ambiente pode se agregar a outros poluentes, incluindo compostos tóxicos que, embora banidos há décadas, ainda persistem contaminando o planeta. (...)


        Até mesmo a placenta pode ser contaminada: em 2021, um grupo de pesquisadores italianos encontrou, pela primeira vez, a presença de microplásticos medindo de 5 a 10 micrômetros em quatro de seis placentas analisadas. (...)


        Pesquisas mais recentes analisaram outras amostras de placentas, obtidas de parto vaginal ou cesárea, e encontraram microplásticos em todas elas. As "plasticentas", como foram denominadas, são uma clara representação dessa nova geração da humanidade. (...)


        Experimentos feitos em camundongos mostraram alterações cerebrais, cognitivas e comportamentais, em filhotes cujas mães ingeriram grandes quantidades de microplásticos. Outro efeito observado nessas fêmeas é a redução da fertilidade e alterações no sistema imune. Camundongos machos também podem sofrer as consequências de uma dieta "plastificada", com redução nos níveis de testosterona e nos parâmetros de qualidade dos espermatozoides, além de danos nas células do sistema reprodutor.


        Se o bebê já é exposto a microplásticos desde a gestação, após o nascimento a exposição é ainda maior, já que grande parte dos objetos que o circundam são de plástico. Se alimentado com mamadeira, a ingestão será inevitável. E nem o leite materno está a salvo: um estudo desse ano encontrou microplásticos de diferentes origens, como polietileno e polipropileno, em 26 de 34 amostras analisadas. A hipótese mais provável é que as mães foram contaminadas pelo consumo de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal, e, assim, as micropartículas passaram para o leite. Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação. Novamente, ainda não conseguimos avaliar se isso é de fato um risco a nossa saúde, e futuras pesquisas deverão estimar os prejuízos que a exposição desde o nascimento pode nos trazer.


        Enquanto isso, a poluição gerada pela excessiva presença de plástico no mundo precisa ser combatida. No plano individual, podemos reduzir o consumo de itens e embalagens plásticas. No plano coletivo, incluindo indústrias, instituições e governos, é urgente a adoção de medidas para desacelerar a produção e incentivar o reaproveitamento — o apoio e o financiamento adequado à ciência serão fundamentais para tornar as próximas gerações mais saudáveis e sustentáveis.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia

fundamental/2023/02/a-nova-geracao-de-bebes-com

plasticos.shtml. Acesso em: 30 out. 2023.


Tendo em vista aspectos linguísticos que constituem o texto, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. No período “Uma das invenções modernas de mais impacto sobre a humanidade foi o plástico, cuja praticidade e versatilidade deram ensejo a que a indústria fabricasse milhões de toneladas por ano.”, as palavras destacadas são acentuadas pelo mesmo motivo.
II. Em “(...) incluindo compostos tóxicos que, embora banidos há décadas, ainda persistem contaminando o planeta. (...)”, a conjunção “embora” poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “apesar de”.

III. No trecho “Além de uma possível toxicidade dos componentes plásticos em si, o material que é degradado no ambiente pode se agregar a outros poluentes (...)”, o termo destacado foi empregado em sentido conotativo.
IV. Em “Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação.”, o sinal indicativo de crase foi empregado devido à junção da preposição “a”, que rege o adjetivo “suscetíveis”, com o artigo definido “a”, o qual acompanha o substantivo feminino “contaminação”.
V. Em “Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação. Novamente, ainda não conseguimos avaliar se isso é de fato um risco a nossa saúde, (...)”, o pronome destacado poderia ser substituído, sem prejuízo gramatical, por “isto”.
Alternativas
Q2569567 Português

A nova geração de bebês com plásticos

Micropartículas já estão em nossos corpos desde a gestação


        Uma das invenções modernas de mais impacto sobre a humanidade foi o plástico, cuja praticidade e versatilidade deram ensejo a que a indústria fabricasse milhões de toneladas por ano. Porém, a produção cada vez maior de itens, alguns dos quais rapidamente descartáveis, virou um problema, dada a longevidade do material no ambiente. Não só a degradação ambiental, mas também o uso cotidiano do plástico produzem microplásticos, minúsculas partículas de tamanho inferior a um milímetro, já presentes por todo o planeta: no ar, nas águas, nas plantas, nos animais e nos alimentos.


        Nos últimos anos, micro e nanopartículas plásticas foram detectadas em órgãos, fezes e sangue humanos. (...) Além de uma possível toxicidade dos componentes plásticos em si, o material que é degradado no ambiente pode se agregar a outros poluentes, incluindo compostos tóxicos que, embora banidos há décadas, ainda persistem contaminando o planeta. (...)


        Até mesmo a placenta pode ser contaminada: em 2021, um grupo de pesquisadores italianos encontrou, pela primeira vez, a presença de microplásticos medindo de 5 a 10 micrômetros em quatro de seis placentas analisadas. (...)


        Pesquisas mais recentes analisaram outras amostras de placentas, obtidas de parto vaginal ou cesárea, e encontraram microplásticos em todas elas. As "plasticentas", como foram denominadas, são uma clara representação dessa nova geração da humanidade. (...)


        Experimentos feitos em camundongos mostraram alterações cerebrais, cognitivas e comportamentais, em filhotes cujas mães ingeriram grandes quantidades de microplásticos. Outro efeito observado nessas fêmeas é a redução da fertilidade e alterações no sistema imune. Camundongos machos também podem sofrer as consequências de uma dieta "plastificada", com redução nos níveis de testosterona e nos parâmetros de qualidade dos espermatozoides, além de danos nas células do sistema reprodutor.


        Se o bebê já é exposto a microplásticos desde a gestação, após o nascimento a exposição é ainda maior, já que grande parte dos objetos que o circundam são de plástico. Se alimentado com mamadeira, a ingestão será inevitável. E nem o leite materno está a salvo: um estudo desse ano encontrou microplásticos de diferentes origens, como polietileno e polipropileno, em 26 de 34 amostras analisadas. A hipótese mais provável é que as mães foram contaminadas pelo consumo de alimentos, bebidas e produtos de higiene pessoal, e, assim, as micropartículas passaram para o leite. Mas o simples fato de respirar já nos torna suscetíveis à contaminação. Novamente, ainda não conseguimos avaliar se isso é de fato um risco a nossa saúde, e futuras pesquisas deverão estimar os prejuízos que a exposição desde o nascimento pode nos trazer.


        Enquanto isso, a poluição gerada pela excessiva presença de plástico no mundo precisa ser combatida. No plano individual, podemos reduzir o consumo de itens e embalagens plásticas. No plano coletivo, incluindo indústrias, instituições e governos, é urgente a adoção de medidas para desacelerar a produção e incentivar o reaproveitamento — o apoio e o financiamento adequado à ciência serão fundamentais para tornar as próximas gerações mais saudáveis e sustentáveis.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/ciencia

fundamental/2023/02/a-nova-geracao-de-bebes-com

plasticos.shtml. Acesso em: 30 out. 2023.


Os pronomes “que” destacados no texto referem-se, respectivamente, a
Alternativas
Q2568417 Português
Manoel de Barros foi o poeta brasileiro que mais publicou livros – foram 34 ao todo. Sua escrita era comparada à de Guimarães Rosa, ganhou dois prêmios Jabuti, mas nada disso o lisonjeava. Cada vez que publicava um livro, fugia desonrado para o Pantanal, onde era abençoado por garças. A fazenda em que cresceu era seu universo predileto. Foi criado entre bichos de chão, pessoas humildes, aves, árvores e rios.

Manoel teve um ídolo: Bernardo, o capataz da fazenda, que enriquecia a natureza com sua incompletude. Manoel dizia que Bernardo era quase árvore. E que seu silêncio era tão alto que os passarinhos escutavam de longe. O capataz trabalhava na fazenda que Manoel tinha herdado e que o sustentava. Não apenas de dinheiro, mas também de poesia. Era lá que ele se alimentava do Pantanal.

O pantaneiro dizia que, do que escrevia, só 10% era mentira, o resto era imaginação. A frase ficou eternizada, dando nomes a peça de teatro e a documentário sobre ele. Recluso, Manoel não dava entrevistas. O ser biológico não interessava, só o letral, dizia.


(Guilherme Soares Dias, com adaptações)
[Questão Inédita] Em relação aos elementos linguísticos usados no texto, assinale a alternativa com informação errada.
Alternativas
Q2567715 Português
      Que tal uma crônica sobre o motivo de as palavras crônica e crônico serem tão parecidas, sendo tão diferentes? É claro que, em termos ideais, o cronista deve fazer da crônica um exercício crônico; se não ______ fizer, bom cronista não será.

       No entanto, o que esse modelo de texto jornalístico-literário breve, inapelavelmente ameno, tem a ver com a doença que não vai embora, com a dor que não passa — com tudo aquilo em que o tempo, durando, grita presente? O que une o crônico e a crônica?


Fonte: Portal Folha de São Paulo. Adaptado. 
A lacuna do texto pode ser corretamente preenchida por:
Alternativas
Q2567713 Português
É preciso proteger o livro, quem o produz e quem o lê


Sevani Matos, Dante Cid e Ângelo Xavier



      “Por vezes ganhamos mais experiência com o que lemos do que com o que vemos”, nos sentencia Miguel de Cervantes. Ele faleceu em 1616, por coincidência no mesmo dia de outros dois grandes escritores, William Shakespeare e Inca Garcilaso de la Veja: 23 de abril, quando celebramos o Dia Mundial do Livro.

      É uma data para homenagear não apenas os que têm o ofício da escrita, mas também todos aqueles envolvidos no segmento: editores, tradutores, ilustradores, revisores. E não se pode esquecer, claro, dos leitores. Afinal, é por eles que toda essa cadeia de produção se movimenta. Mas também nesta data celebramos o Dia do Direito do Autor.

     Trata-se, _________, de oportunidade ímpar para se discutir o papel do criador e seu consequente reconhecimento. Uma obra – literária ou não – é fruto não apenas de um lampejo criativo individual, mas de um empenho que deve ser reconhecido pela sociedade, legalmente passível de proteção econômica, por meio de leis nacionais e tratados internacionais de direitos autorais.

        Num mundo que debate os impactos da inteligência artificial (IA) na sociedade, é ainda mais imperioso discutirmos o direito do autor. Afinal, o bom desempenho de ferramentas de IA generativa está diretamente relacionado ao uso que se faz de criações e obras de criadores diversos, como os escritores.

     É fato que as big techs, que faturam bilhões e alardeiam pesados investimentos em inovação, desconsideram totalmente os direitos autorais de quem produz as obras que garantem o êxito das ferramentas de IA generativa.

     Em fevereiro deste ano, o Copyright Committe da IPA, instituição da qual a Abrelivros, a CBL e o SNEL são membros, emitiu um posicionamento a favor do arcabouço jurídico existente. A instituição entende que a compilação, o tratamento, o armazenamento e a cópia de obras autorais para treinar modelos de IA implicam direitos exclusivos dos autores que não podem e não devem ser ignorados. Ou seja, empresas de IA generativa têm o dever de licenciar obras que pretendam utilizar em seu benefício.

      Não custa lembrar que os princípios básicos norteadores dos direitos dos autores levam em consideração questões de ética e transparência. Acreditamos que o respeito aos direitos autorais é de extrema relevância para que se assegure uma produção literária e artística de qualidade, em prol do desenvolvimento social e cultural de uma nação. Lutar por uma indústria editorial robusta é um preceito de quem defende a pluralidade de ideias, a disseminação do conhecimento e a liberdade de expressão.

      Somos sabedores de que, na era digital, o licenciamento e o registro de direitos são ainda mais fáceis de realizar, de forma rápida e segura. Discutir como proteger o direito do autor em tempos de IA é, portanto, urgente. E esse debate é ainda mais crucial quando pensamos que, nos últimos tempos, o livro tem sido, no Brasil e em várias partes do mundo, alvo de ataques e censuras.

   Calar a voz do autor e silenciar os seus direitos são um gigantesco retrocesso civilizatório. 



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/04/e-preciso-proteger-o-livro-quem-o-produz-e-quem-o-le.shtml/. Adaptado.

Considere o título do texto:

É preciso proteger o livro, quem o produz e quem o lê

Sem prejuízo de sentido, os termos em destaque podem ser correta e respectivamente substituídos por: 
Alternativas
Respostas
3441: C
3442: E
3443: C
3444: A
3445: D
3446: D
3447: E
3448: C
3449: E
3450: B
3451: C
3452: A
3453: E
3454: B
3455: B
3456: B
3457: A
3458: B
3459: D
3460: A