Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

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Q3769102 Português
Considerando as regras que regem o uso da próclise, ênclise e mesóclise, assinale a alternativa em que o emprego do pronome oblíquo átono está inteiramente correto de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3768985 Português
Leia o texto para responder à questão.


   A Universidade de Cambridge, onde Stephen Hawking realizou boa parte de suas contribuições, enfatizou que ele era uma “inspiração para milhões” de pessoas e deixa ao mundo “um legado indelével”. Em um comunicado, Stephen Toope, vice-reitor dessa instituição acadêmica, disse que o renomado professor era um “indivíduo único”, que será lembrado com “calor e carinho”, não só na universidade, mas também em todo o mundo.

  “Suas contribuições excepcionais para o conhecimento científico e a popularidade da ciência e da matemática deixaram um legado indelével”, afirmou a academia da universidade.


(https://www.estadao.com.br/ciencia, 14.03.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de pontuação e de emprego de pronome.
Alternativas
Q3768734 Português
Assinale a alternativa que indica corretamente o pronome de tratamento usado para cardeais.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDESG Órgão: Prefeitura de Alto Rio Novo - ES Provas: IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Assistente Administrativo | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Ambiental | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Agente de Vigilância Sanitária | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Análises Clínicas | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Desenvolvimento Infantil | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Auxiliar de Saúde Bucal | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Cuidador | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Atividades Urbanas e Rurais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Fiscal de Tributos Municipais | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Mecânico de Manutenção de Automóveis e Veículos a Diesel | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Motorista | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Operador de Estação de Tratamento de Água (E.T.A) | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico Agroécuário | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico de Enfermagem | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Informática | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Obras Civis | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Técnico em Radiologia | IDESG - 2025 - Prefeitura de Alto Rio Novo - ES - Tradutor e Intérprete de Libras |
Q3768539 Português
Assinale a alternativa em que o emprego dos pronomes pessoais e relativos, bem como a colocação pronominal, atende integralmente à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3768252 Português

Na era da IA e manipulação de imagens, ver já não é acreditar


Deepfakes e edições hiper-realistas feitas por IA desafiam a segurança, a política e o jornalismo, criando novas ameaças à confiança pública e aos direitos individuais.


    Nos últimos anos, a Inteligência Artificial deixou de ser uma tecnologia restrita a especialistas para se tornar acessível a qualquer pessoa com um celular e conexão à internet. Entre os campos mais impactados por essa democratização, está a manipulação de imagens, agora capaz de produzir conteúdos hiper-realistas que desafiam até os olhos mais atentos.


    O fenômeno, que envolve desde simples retoques até deepfakes extremamente convincentes, acende alertas em áreas como segurança digital, política, jornalismo, padrões de beleza e direitos autorais.


    Para Gustavo Zaniboni, fundador da Ananque, o principal fator que agrava os riscos hoje não é necessariamente a mudança na natureza das ameaças, mas sim na facilidade com que elas podem ser executadas.


    “Os riscos de manipulação de imagens, no geral, não mudaram muito. O que mudou foi a probabilidade de acontecerem. Uma vez que as ferramentas para ataques envolvendo imagens ‘fakes’ estão disponíveis agora para pessoas sem conhecimento avançado em tecnologia”, alerta.


    Ferramentas de baixo custo, ou mesmo gratuitas, permitem que qualquer usuário crie ou altere imagens com alto grau de realismo. Isso sem que seja necessário ter experiência em softwares avançados. Esse acesso democratizado, segundo Gustavo, amplia o alcance de golpes de extorsão, fraudes em sistemas de autenticação e manipulação da opinião pública.


    Ele alerta que não se trata apenas de criar imagens do zero, mas também de realizar pequenas alterações com potencial de gerar impacto significativo. “Colocar uma garrafa de bebida alcoólica na mão de uma pessoa que diz não beber é muito simples. E isso pode ser usado para manipular a opinião pública, por exemplo”, comenta.


    O avanço das IA’s também coloca em xeque a capacidade de diferenciação entre o real e o sintético. Gustavo destaca que, para humanos, o risco de engano cresce em situações de estresse ou baixa atenção, como no caso de idosos recebendo imagens falsas de familiares em perigo. Já para sistemas automáticos, o perigo está na ausência de camadas adicionais de verificação.


    “Sistemas de reconhecimento facial que podem ser manipulados com injeção de imagens já não deveriam existir, assim como outras tecnologias de segurança. Qualquer sistema de segurança deve operar em camadas, e se algum deles não faz isso, o sistema em si é ruim. Então, sistemas ‘ruins’ de segurança podem ser manipulados. Mas esses tipos de ataques são conhecidos faz 40 anos”, explica.


    Michael San Martim, fundador da DataSpoc, reforça que a detecção de deepfakes é um desafio técnico contínuo. “Um deepfake é uma mídia sintética criada por Inteligência Artificial para imitar com alto realismo a aparência ou a voz de uma pessoa real – como se fosse uma fantasia digital extremamente convincente”, comenta. “Detectar deepfakes é como jogar esconde-esconde com um adversário que muda constantemente de disfarce.”


    Ele explica que sua empresa desenvolve o GenbyAI, uma tecnologia que funciona como “detetive digital”, examinando milhares de elementos invisíveis a olho nu, como iluminação, ruído, padrões estruturais e reflexos, para identificar inconsistências.


Disponível em: https://consumidormoderno.com.br/ ia-manipulacao-imagens-acreditar/. Acesso em: 05 de novembro de 2025.

Leia o trecho a seguir:

Para Gustavo Zaniboni, fundador da Ananque, o principal fator que agrava os riscos hoje não é necessariamente a mudança na natureza das ameaças executadas [...]. Segundo __________, “Os riscos de manipulação de imagens, no geral, não mudaram muito. O que mudou foi a probabilidade de acontecerem. Uma vez que as ferramentas para ataques envolvendo imagens ‘fakes’ estão disponíveis agora para pessoas sem conhecimento avançado em tecnologia”, alerta.

Complete a lacuna com o pronome pessoal adequado e assinale a alternativa correspondente.
Alternativas
Q3767950 Português
Geração Z: 54% dos jovens buscam empregos ativamente, mesmo empregados


Redação da Revista Istoédinheiro

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(Disponível em: https://istoedinheiro.com.br – publicado em 10/10/2025 – texto adaptado especialmente para esta prova).
São ocorrências de pronomes adjetivos:

I. “desses” (l. 06).
II. “Eles” (l. 12).
III. “esse” (l. 15).
IV. “suas” (l. 28).
V. “dela” (l. 32).

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3766935 Português
CONVERSAS ILUMINADAS 

Martha Medeiros 

        Tem coisa mais xarope do que faltar luz? Outro dia estava terminando de escrever um texto e não consegui concluí-lo: o céu enegreceu, trovões começaram a espocar e foi-se a energia da casa. Eram 15h10 da tarde. A luz só voltou às 20h. Fiquei com aquele pedação de dia sem poder trabalhar. Então bati à porta do quarto da minha filha e percebi que ela também estava à toa, sem conseguir desfrutar da companhia inseparável do seu laptop. Ficamos as duas ali nos queixando do desperdício de tempo, até que nos jogamos em sua cama e começamos a conversar. Que jeito.
        Conversamos sobre os sonhos que ela tem para o futuro, e eu contei os que eu tinha na idade dela, e de como a vida me surpreendeu desde lá até aqui. E ela me divertiu com umas ideias absurdas que só podiam mesmo sair de sua cabeça inventiva, e eu ri tanto que ela se contagiou e riu muito também de si mesma. Então ela me falou sobre uma peça de teatro que foi assistir quando eu estive viajando, e ela disse que eu teria adorado, e combinamos de ir juntas na próxima vez que o ator voltar a Porto Alegre.
         Aí eu contei o que fiz durante essa viagem que me impediu de estar com ela no teatro, e vimos as fotos juntas. Então foi a vez de ela me apresentar o novo disco da Lady Gaga (pelo celular), e ela me convenceu de que existe muito preconceito com essa cantora que, em sua opinião, é revolucionária, e eu escutei umas sete músicas e não gostei tanto assim, mas reconheci ali um talento que eu estava mesmo desprezando. Então foi minha vez de tocar pra ela uma música que eu adoro e ela fez uma careta, e concluí que a careta era eu. E rimos de novo, e conversamos mais um tanto, e então fomos para a cozinha comer um resto de salada de fruta que estava a ponto de estragar naquela geladeira sem vida, já que a luz ainda não havia voltado.
        Será que não havia voltado mesmo? Engraçado, fazia tempo que não passava uma tarde tão luminosa.
        Quando por fim a luz voltou, voltei também eu para o computador, e voltou minha filha para seu Facebook, e só o que se escutava pela casa era o barulho das teclas escrevendo para seres invisíveis – falávamos com quem? Com o universo alheio.
        E tive então um insight: tem, sim, coisa mais xarope do que faltar luz. É ficarmos reféns da tecnologia, deixando de conversar com quem está ao nosso lado. Se é preciso que a energia elétrica seja cortada para resgatar a energia humana, que seja, então. Não em hospitais, não em escolas, mas dentro de casa, uma horinha por semana: não haveria de causar um estrago tão grande. Se acontecer de novo, prometo não reclamar para a CEEE, desde que não demore tanto para voltar a ponto de estragar os alimentos na geladeira e que seja suficiente para me alimentar da clarividência e brilho de um bom papo.

Disponível em: https://beneviani.blogspot.com/2013/12/martha-medeiros-conversas-iluminadas.html Acesso em 08 de outubro de 2025 
Todas as palavras destacadas são pronomes, EXCETO em: 
Alternativas
Q3766843 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Na frase “Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto”, o termo “ninguém” é classificado como: 
Alternativas
Q3766241 Português
Analise as frases abaixo:
•    Ela entregou isto .........................
•    Eles deram isto ......................... guardar.
•    Ele terminou as atividades antes ........................
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, na sequência em que aparecem.
Alternativas
Q3765991 Português

Com relação à colocação pronominal, analise as afirmativas a seguir sobre a ênclise e, em seguida, assinale a alternativa correta:


I. Um exemplo de ênclise é quando há palavras negativas antes do verbo, as quais atraem o pronome, por exemplo: Não o ajudo mais!


II. A ênclise ocorre quando o pronome é colocado depois do verbo, por exemplo: Cale-se agora!


III. Quando o pronome é colocado intercalado no verbo, chamamos de ênclise, por exemplo: Se puder, Michael visitar-me-á antes de partir.


IV. Ocorre ênclise quando o verbo estiver no gerúndio sem que seja introduzido pela preposição “em”, por exemplo: Suelen vive castigando-lhe de forma injusta.



Alternativas
Q3765989 Português

Relacione as colunas a seguir, classificando corretamente cada tipo de pronome:


COLUNA I


1. Pronome demonstrativo.

2. Pronome relativo.

3. Pronome possessivo.


COLUNA II

(__) Estou amando este livro.


(__) A Aline não viu o meu notebook.


(__) Rafael, você pegou o caderno que estava aqui?


Assinale a alternativa que indica a correta sequência: 



Alternativas
Q3765421 Português
Considere as afirmativas relacionadas à Concordância verbal e nominal; à regência verbal e nominal; e à colocação pronominal. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A regra geral da concordância verbal estabelece que o verbo deve concordar, em número e pessoa, com o sujeito da oração. Contudo, quando o sujeito é indeterminado, o verbo passa para a terceira pessoa do plural. Já nos casos em que a indeterminação é marcada pela partícula se, o verbo permanece no singular.
(__)A regência dos verbos lembrar e esquecer varia conforme o uso pronominal: quando surgem nas formas pronominais (lembrar-se, esquecer-se), comportam-se como transitivos indiretos e exigem a preposição de; quando aparecem sem pronome, tornam-se transitivos diretos e dispensam preposição.
(__)Não se admite a ênclise nem a próclise com particípios, pois, quando aparecem desacompanhados de verbo auxiliar, exige-se sempre a forma do pronome oblíquo regida por preposição; já com os infinitivos soltos, mesmo quando modificados por negação, admite-se tanto a próclise quanto a ênclise, embora haja forte tendência para a segunda colocação pronominal.
Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3764996 Português
Deixou de ser medo mesmo?


Imagina dar de cara com um medo de infância. Você acha que vai rir e seguir em frente, até que você resolve voltar um pouco à infância e percebe que o medo não ficou tão para trás conforme cresceu. Vi no Twitter uma corrente sobre medos irracionais e encontrei a imagem do lobo mau do Castelo Rá Tim Bum, que já tinha me tirado o sono. Decidi rever o episódio para ver se ele era mesmo tão assustador quanto eu lembrava.

Revendo hoje, aos 23, notei que tudo era divertido até o lobo aparecer. Quando surgiu em close, fechei os olhos como se fosse criança, mesmo sabendo que era só uma fantasia. O episódio continuou, os conflitos se resolveram e eu ainda olhava para a tela com os olhos entreabertos sempre que o lobo surgia.

A fantasia era realmente muito feia, e entendi por que meu eu pequeno teve pesadelos. Ainda assim, reencontrei uma memória afetiva e até engraçada. Acho que hoje o lobo já não me tira o sono − os medos de gente grande fazem isso, mas rendeu uma boa história para guardar e contar.

Texto Adaptado

BARBOSA, Catarina Virginia. Deixou de ser medo mesmo? In: Livros Abertos USP. São Paulo: Universidade de São Paulo. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/downlo ad/730/648/2404?inline=1 . Acesso em: 12 nov. 2025
No trecho "A fantasia era realmente muito feia, e entendi por que meu eu pequeno teve pesadelos.", o autor utiliza a forma "por que". Considerando os diferentes usos de porque/porquê/por que/por quê na norma padrão, pode-se afirmar que a grafia está:
Alternativas
Q3764618 Português
Analise as afirmativas a seguir em relação às regras de crase e, em seguida, assinale a alternativa correta:

I. Um exemplo de caso facultativo de crase é “Afonso foi a sua festa ontem?”, pois o termo “sua” é um pronome possesivo.
II. As locuções femininas “à esquerda” e “à direita” representam situações obrigatórias de crase, como na frase “É muito perigoso não olhar à esquerda e à direita antes de atravessar a avenida.”
III. Um dos casos em que a crase é obrigatória é diante de pronomes demonstrativos, por isso a seguinte frase está correta: “Esperávamos ansiosos que você chegasse à esse momento”.
Alternativas
Q3764616 Português
Verifique a colocação dos pronomes destacados nas frases abaixo. Assinale a alternativa em que ocorre ênclise: 
Alternativas
Q3764591 Português
A colocação pronominal é um dos temas mais sensíveis da sintaxe normativa. Considerando as regras de uso da próclise, mesóclise e ênclise, assinale a alternativa em que o emprego do pronome oblíquo está de acordo com a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Q3764513 Português
Analise os itens a seguir sobre os pronomes demonstrativos e assinale a alternativa correta:

I. Na frase “Ganhei este caderno”, o pronome “este” indica que o caderno está longe da pessoa que fala.
II. Pronomes demonstrativos são os que indicam o lugar, a posição ou a identidade dos seres, relativamente às pessoas do discurso.
Alternativas
Q3764508 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  . 
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é um elemento de coesão referente ao elemento indicado no fim de cada alternativa:
Alternativas
Q3764263 Português

Analise a frase abaixo:



Entendo que é para ................. assinar os papéis, mas já não ................ que ................. semana que vem?



Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Respostas
801: A
802: D
803: B
804: D
805: B
806: D
807: B
808: B
809: D
810: A
811: C
812: A
813: B
814: B
815: B
816: D
817: D
818: A
819: E
820: B