Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
Foram encontradas 10.823 questões
A onda dos peptídeos para beleza: por que pessoas estão injetando "drogas milagrosas" que não são para consumo humano
Katie retira cuidadosamente uma seringa da embalagem, perfura o topo de uma pequena ampola com líquido azul e puxa o êmbolo. Em seguida, injeta a agulha na parte superior das nádegas e, diante da câmera, faz sinal positivo com o polegar.
Há semanas, ela aplica em si mesma um peptídeo de cobre chamado GHK e afirma perceber melhora significativa na pele. Segundo relata, as marcas de estiramento surgidas após o nascimento de seus dois filhos quase desapareceram. O detalhe inquietante é que o frasco traz a inscrição "apenas para fins de pesquisa", indicando que a substância não é indicada para consumo humano.
Katie integra um grupo crescente de pessoas que se filmam nas redes sociais, utilizando peptídeos não aprovados. Apesar do alerta no rótulo, acredita agir com prudência e afirma ter pesquisado bastante antes de iniciar o uso, começando com doses reduzidas para observar possíveis reações.
Ela declara ainda que o produto aumentou a espessura de seu cabelo e melhorou a textura da pele. O GHK é um peptídeo produzido naturalmente pelo organismo e utilizado em cremes tópicos para reduzir linhas finas. Contudo, não é considerado seguro para injeção devido à escassez de estudos científicos e ao risco de desencadear reações imunológicas potencialmente graves.
Peptídeos são cadeias curtas de aminoácidos, isto é, pequenas proteínas que o corpo humano produz. Funcionam como mensageiros celulares, orientando diversas atividades orgânicas. Desempenham papéis importantes na saúde da pele, no sistema imunológico e na regulação hormonal.
Há mais de um século, certos peptídeos são empregados no tratamento de doenças. A insulina, por exemplo, permite que pessoas com diabetes controlem os níveis de açúcar no sangue. Recentemente, medicamentos que imitam o hormônio associado à sensação de saciedade passaram por testes rigorosos e foram aprovados por agências reguladoras, como as autoridades sanitárias do Reino Unido e do Brasil.
O sucesso desses medicamentos contribuiu para o surgimento de um mercado paralelo de outros peptídeos não regulamentados. Embora sua compra ou posse não sejam ilegais, eles não são aprovados para uso humano e não se submetem aos controles de qualidade exigidos para produtos farmacêuticos.
Especialistas afirmam que se formou um cenário favorável à expansão dessas substâncias. O uso disseminado de medicamentos injetáveis regulamentados reduziu a resistência psicológica à autoinfeção. Assim, algumas pessoas supõem, de maneira equivocada, que todos os peptídeos seriam igualmente seguros.
Nas redes sociais, multiplicam-se anúncios e vídeos de influenciadores aplicando em si mesmos diferentes combinações vendidas apenas para pesquisa. Certos compostos são divulgados como promotores de ganho muscular e recuperação acelerada; outros prometem reduzir inflamações e melhorar a saúde metabólica. Muitos desses produtos têm origem sintética e foram testados apenas em estudos preliminares com animais.
Pesquisadores alertam que, ao utilizarem tais substâncias, os indivíduos assumem o papel de experimentadores de si próprios. Há registros de efeitos adversos como tontura, diarreia, irritações e inchaço. Além da ausência de estudos robustos em humanos, análises indicam que parte dos produtos disponíveis contém endotoxinas bacterianas capazes de provocar febre, dores, exaustão e, em casos extremos, choque séptico.
Um jovem decidiu recorrer a um conjunto de peptídeos para tratar uma lesão nas costas adquirida na academia. Após algumas semanas de uso, relatou melhora expressiva e redução quase total das dores. Antes disso, havia consultado médico e realizado fisioterapia, sem obter o resultado esperado. Reconhece, porém, que a prática parece extrema e admite que há riscos envolvidos.
Para alguns especialistas, esse comportamento representa uma aposta biológica. Caso a chamada cultura da "cobaia" se amplie, poderá surgir um problema de saúde pública marcado por condições crônicas associadas a substâncias ainda pouco compreendidas pelo sistema médico.
Enquanto milhões de publicações sobre o tema circulam nas redes, cresce também o número de clínicas que oferecem terapia com peptídeos não regulamentados. Profissionais que defendem essa abordagem sustentam que vivemos um momento promissor para tais substâncias e apontam dificuldades financeiras e ausência de patentes como fatores que desestimulam a realização de testes clínicos extensos.
Como muitos desses compostos são semelhantes a moléculas produzidas naturalmente pelo corpo, torna-se difícil registrá-los como propriedade exclusiva, o que reduz o interesse de grandes empresas em investir no processo de aprovação formal. Em clínicas que oferecem tais terapias, a utilização ocorre sob supervisão médica; ainda assim, a inexistência de diretrizes oficiais faz com que o aprendizado se dê principalmente por troca de experiências entre profissionais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgvrl695vlo.adaptado.
Apesar do alerta no rótulo, acredita agir com prudência e afirma ter pesquisado bastante antes de iniciar "o uso", começando com doses reduzidas para observar "possíveis reações".
Considerando a substituição dos termos destacados por pronomes oblíquos átonos e as regras da colocação pronominal na norma-padrão, assinale a alternativa CORRETA.
I. Tem como referente "estas velhas árvores".
II É um pronome demonstrativo.
III. Exerce a função de adjunto adverbial.
IV. Está empregado com o valor de possessivo.
Leia a tira a seguir:

Levando-se em consideração o tratamento pronominal do 2o quadro, e em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, assinale a alternativa que completa as lacunas.
TEXTO
ARQUEOLOGIA NA AMAZÔNIA GANHA FORÇA COM TECNOLOGIA E VERBAS
Por muito tempo, acreditou-se que a Amazônia não oferecia condições para o desenvolvimento de sociedades mais complexas. O calor, a umidade e a vegetação densa seriam obstáculos intransponíveis, diziam naturalistas europeus do século 19. Eles estavam errados – mas teria sido difícil acertarem com a tecnologia da época.
Civilizações antigas como os incas, os maias e os astecas usavam pedras para construir vias, casas e templos, alguns dos quais seguem de pé até hoje. Já os povos originários da Amazônia alteravam seu ambiente com movimentações de terra e o uso de madeira e palha, que se decompõem com o tempo. Por isso, era mais fácil para um desbravador antigo nas Américas encontrar um templo maia ou uma estrada inca do que vestígios de uma vila pré-colombiana no meio da Amazônia.
Isso vem mudando nos últimos anos, com uma mãozinha da tecnologia: o uso do LiDAR, um radar de pulsos de laser que consegue escanear com detalhes o solo abaixo da copa das árvores. A imagem criada pode revelar estruturas construídas pelo homem na floresta, como valas, estradas e vestígios de casas. No Brasil, o uso do LiDAR é bem recente – começou em 2024, no projeto Amazônia Revelada, que tem como meta escanear cada vez mais áreas da floresta em busca de sítios arqueológicos.
Antes, em 2015 uma pesquisa do tipo no Equador encontrou um conjunto de antigas cidades na floresta que abrigaram milhares de pessoas há cerca de 2.500 anos. Em 2019, um grupo de arqueólogos bolivianos e alemães também fez isso na Amazônia boliviana. Além do avanço tecnológico, há mais arqueólogos interessados em trabalhar na Amazônia e verbas disponíveis, como mostra a iniciativa Amazônia +10, uma aliança de fundações estaduais de fomento que apoia projetos de pesquisa de várias disciplinas na região da floresta.
Em 2022, na primeira chamada para pedidos de financiamento, os projetos de arqueologia representaram 0,65% do total de submissões e nenhum foi contemplado com verbas. Na segunda chamada, em 2024, projetos de arqueologia representaram 4,19% das submissões e receberam 18,95% da verba disponível, ou R$ 14,4 milhões.
Arqueólogos também relatam maior interesse dos povos indígenas em autorizar pesquisas em suas terras, motivados pela percepção de que o conhecimento documentado sobre seus ancestrais fortalece a defesa de seus territórios e modos de vida – sob a lei brasileira, sítios arqueológicos são protegidos como patrimônio cultural.
O projeto Amazônia Revelada escaneou na sua primeira fase com o LiDAR 1,6 mil km² de floresta, área equivalente à da cidade de São Paulo, e localizou diversos sítios arqueológicos, incluindo um conjunto no sul do Amazonas. Esses sítios são caracterizados por geoglifos, formados por valas ou montículos de grandes dimensões, e outros indícios confirmados no local, como a presença de terra preta, um solo rico em nutrientes criado por indígenas que viveram na floresta há milhares de anos.
Os voos da segunda fase do projeto, que cobrirá uma extensão muito maior, começam em abril de 2026. À frente da iniciativa está Eduardo Góes Neves, professor e diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Ele considera que o impacto do LiDAR na arqueologia é comparável ao da datação por carbono-14, desenvolvida na década de 1940. “Ele permite que enxerguemos sítios arqueológicos abaixo da copa das árvores. E por meio das imagens conseguimos ter acesso a locais muito difíceis de se chegar”, diz.
Neves avalia que o uso da tecnologia na Amazônia brasileira chegou mais tarde que na Bolívia ou no Equador devido, entre outros motivos, à imensidão da floresta no território do país “A logística é mais difícil, em Quito ou Santa Cruz de La Sierra você pega um aviãozinho e em meia hora está na Amazônia. No Brasil, a escala é muito maior”, diz. Ele enfatiza que o maior interesse por arqueologia na Amazônia também está associado à consolidação de programas de pós-graduação nos últimos 25 anos – “que geraram doutores que hoje são professores e estão orientando mais gente fazendo pesquisa”.
Secretário-executivo da iniciativa Amazônia+10, Rafael Andery considera que o LiDAR “mudou o jogo” das pesquisas arqueológicas na Amazônia, já que a logística para fazer trabalhos de campo nos confins da floresta é complexa. “É muito caro custear uma pesquisa, especialmente se ela for feita longe dos grandes centros, das vias de transporte, das hidrovias. E muitas das descobertas que temos visto na Amazônia em termos de arqueologia são justamente em territórios menos acessíveis”, afirma.
Entre os projetos de arqueologia apoiados pela Amazônia+10, estão um para mapear a herança biocultural e desenvolver esforços de etnoconservação na região entre os rios Xingu e Tapajós, e outro para criar um inventário dos sítios arqueológicos de Roraima – estado muito pouco estudado “onde tudo quase é novidade”, diz Andery.
Na Amazônia boliviana, um projeto pioneiro conduzido por pesquisadores do Instituto Alemão de Arqueologia, da Universidade de Bonn e da Universidade de Exeter com o uso de LiDAR encontrou resquícios de centenas de povoados ocupados entre os séculos 6 e 15, que compunham uma estrutura urbana de baixa densidade populacional criada pelo povo casarabe, similar à dos maias.
Outro projeto da Universidade de Bonn, que teve a cooperação de três universidades brasileiras (UFAM, UFOPA e UFSC), estudou o modo de vida e os elementos arqueológicos de quatro povos amazônicos: os tacana, tsimane e mosetén na Bolívia e os waiwai no Brasil.
Carla Jaimes Betancourt, coordenadora do projeto e professora do departamento de Antropologia das Américas da Universidade de Bonn, considera que estudar vestígios de povoados antigos é especialmente relevante para a garantia de direitos dos indígenas contemporâneos.
Os quatro povos estudados na sua pesquisa foram consultados previamente e participaram como protagonistas do debate e conceituação de seus territórios e heranças culturais. No projeto Amazônia Revelada, de Eduardo Neves, os povos indígenas também foram consultados se autorizavam o sobrevoo e escaneamento de seus territórios.
Betancourt considera que esses três fatores estão por trás do interesse crescente por arqueologia na região da floresta: resistência dos povos indígenas a ameaças à Amazônia, formação recente de muitos arqueólogos dedicados ao tema e a tecnologia do LiDAR. Os achados recentes na Amazônia “têm a ver com a ideia de que o passado não está desconectado do presente, no qual os povos amazônicos lutam por seus territórios, ligados à sua história”, diz. “A arqueologia tem um papel importante para demonstrar que não são territórios vazios, que têm um passado muito profundo, um legado dos povos indígenas.”
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/arqueologia-na-amazônia-ganha-força-com-tecnologia-e-mais-verbas/a76280184>. Adaptado. Acesso em: 27 de março de 2026.
Leia.
A inteligência artificial (IA) está transformando setores da economia, sendo aliada na automação de tarefas repetitivas, permitindo que os profissionais se concentrem em atividades criativas. Porém, esta levanta questões sobre a substituição de empregos humanos. Muitas pessoas temem que as máquinas, como robôs e computadores, possam substituir trabalhadores. No entanto, especialistas acreditam que, ao invés de substituir, ela pode auxiliar os profissionais, criando novas oportunidades de emprego. Essa tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa, desde que utilizada de forma ética.
Com base no texto acima e nos trechos destacados, analise as afirmativas a seguir.
I - Os pronomes demonstrativos “esta” e “essa” desempenham função de retomada no texto, contudo, divergem quanto ao referente nominal, sendo inadequado afirmar que ambos recuperam a mesma entidade discursiva (“inteligência artificial”).
II - As conjunções adversativas presentes no texto introduzem orações que estabelecem relações de contraste semântico, funcionando como operadores argumentativos e constituindo mecanismos coesivos.
III - No domínio textual, o pronome “essa” poderia ser substituído por “aquela” sem prejuízo de entendimento, pois ambos têm o mesmo valor de proximidade no contexto apresentado.
IV - A expressão “as máquinas” possui um sentido mais amplo, ou seja, é uma palavra de significado geral que inclui outros termos mais específicos.
Está correto o que se afirma em
Na frase acima, a forma “-las” substitui corretamente o termo “tecnologias”. Assinale a alternativa em que o pronome oblíquo átono não substitui corretamente o termo destacado:
A respeito da colocação pronominal na normapadrão, considere as frases adaptadas do tema do texto:
I. É necessário que se considerem as diferentes realidades dos estudantes no planejamento pedagógico.
II. Os professores devem se atualizar constantemente para atender às demandas educacionais contemporâneas.
III. Em contextos de desigualdade, nunca pode-se desconsiderar o impacto das condições sociais na aprendizagem.
IV. Se faz imprescindível o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas nos anos iniciais.
Está correto o que se afirma APENAS em:
Considerando as regras da norma-padrão, analise as alternativas a seguir e assinale aquela em que há emprego de ênclise.
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
Analise o texto a seguir para responder à questão.
Os profetas secretos
(José Eduardo Agualusa)
O que menos aprecio nesta época do ano — os maus profetas. O que mais aprecio — os bons profetas. Abomino os profetas profissionais — astrólogos, tarólogos, e certos analistas políticos — que fingem olhar para o futuro, ignorando que as profecias autênticas, aquelas que se confirmam, resultam de um exercício sistemático de atenção ao presente.
Os verdadeiros profetas não olham para o futuro — a mais respeitada e esquiva das superstições! Olham, sim, para aquilo que os rodeia. Escutam os movimentos subterrâneos. Analisam e interpretam os sinais do tempo em que estão mergulhados. O futuro emerge então como consequência lógica — ou poética — de um presente esticado até ao limite.
George Orwell, por exemplo, não sonhou com o Grande Irmão. Não foram as cartas, nem os astros, que lhe permitiram adivinhar a emergência de regimes totalitários, capazes de vigiar o dia a dia dos seus cidadãos através de tecnologias sofisticadas. Orwell imaginou o aprofundamento de métodos de vigilância, de propaganda e do uso da linguagem como instrumento de poder, que já existiam no seu tempo.
“Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury, não é um romance sobre a queima de livros, mas sobre uma sociedade anestesiada por projetos de entretenimento cuidadosamente imbecilizantes — aquilo a que chamamos, num eufemismo elegante, cultura de massas.
Bradbury compreendeu que não seriam necessárias fogueiras para destruir os livros. Bastaria torná-los desnecessários, fazendo com que as pessoas trocassem a leitura por estímulos incessantes, rápidos e superficiais. O autor testemunhou o tédio se alastrando, viu a superficialidade ocupando todos os espaços, e escreveu a partir desses indícios.
Orwell e Bradbury foram grandes profetas — assim como Júlio Verne, Aldous Huxley, Philip K. Dick e mais uma dúzia de outros gigantes da literatura universal — porque, ao contrário de tantos falsos quiromantes, souberam olhar e escutar o presente.
Os bons profetas do nosso tempo não reivindicam nenhum dom de clarividência. Pelo contrário. Desconfiam das certezas. Encontramo-los entre escritores que interrogam as correntes obscuras do inconsciente coletivo, como a romancista canadense Margaret Atwood, com as suas visões distópicas, como no excelente “O conto da aia”. Encontramo-los também entre algumas figuras da ciência, como o físico italiano Carlo Rovelli, que há vários anos se esforça por nos mostrar o meticuloso logro do tempo.
Nenhum destes profetas contemporâneos promete salvação. Nenhum oferece calendários. Limitam-se a mostrar que o presente é mais estranho, mais frágil — e mais exigente — do que aquilo que gostamos de admitir.
Os maus profetas anunciam futuros confortáveis; os outros tornam o presente desconfortável. Os maus tranquilizam; os bons inquietam. No fim, volto ao início: o que menos aprecio nesta época do ano são os maus profetas, tão seguros de si e com tantos seguidores nas redes sociais. O que mais aprecio — os bons profetas, quase sempre discretos, atentos, solitários. Aqueles que não olham para o futuro, mas para aquilo que está ocorrendo agora, e nos forçam, por isso mesmo, a abrir os olhos. A mantê-los abertos.
(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/jose-eduardoagualusa/coluna/2026/01/os-profetas-secretos.ghtml. Acesso em 01/02/2026)
Assinale a alternativa que explica, adequadamente, a grafia apresentada nesse emprego.
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
Analise o trecho a seguir e identifique corretamente as ocorrências destacadas:
"Encaminhar-lhe-ei(I) o relatório final amanhã, conforme solicitado pela coordenação, e entregaram-me(II) os documentos complementares ao término da reunião."
Assinale a alternativa que classifica corretamente as ocorrências destacadas:
Leia atentamente as afirmativas abaixo e identifique em quais há emprego de pronome relativo, considerando sua função de retomar um antecedente explícito no enunciado:
I.O livro que o professor indicou será debatido na próxima aula.
II.Esses são os documentos necessários para a matrícula no curso.
III.A pesquisadora apresentou a teoria cuja fundamentação foi amplamente discutida.
IV.Aquela foi a decisão mais difícil de toda a carreira do magistrado.
V.Eles compareceram à audiência antes do horário previsto.
Em quais afirmativas há emprego de pronome relativo?