Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 10.823 questões

Q2658235 Português

O Texto IlI serve de base para responder às questões 5 e 6.


TEXTO IlI

Papos


- Me disseram ...

- Disseram-me.

- Hein?

- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".

- Eu falo como quero. E te digo mais ... Ou é "digo-te"?

- O quê?

- Digo-te que você ...

- O "te" e o "você" não combinam.

- Lhe digo?

- Também não. O que você ia me dizer?

- Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a Sua

cara. Como é que se diz?

- Partir-te a cara.

- Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.

- É para o seu bem.

- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu ...

- O quê?

- O mato.

- Que mato?

- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?

- Eu só estava querendo ...

- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!

- Se você prefere falar errado ...

- Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?

- No caso ... não sei.

-Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?

- Esquece.

- Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Me diga.

Ensines-lo-me, vamos.

- Depende.

- Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.

- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.

-Agradeço-lhe a permissão para falar errado que mas dás. Mas não posso mais dizer-lo-te o que dizer-te-ia.

- Por que?

- Porque, com todo este papo, esqueci-lo.


Luiz Fernando Veríssimo.


Disponível em: https://www.pensador.com/frase/ NzlwMzEy/. Acesso em: 13 abr. 2023.

Acerca do uso adequado dos pronomes clíticos, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2647859 Português

Leia o Texto 3 para responder às questões 06 e 07.


Texto 3


As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia. O fundo histórico é o da ditadura Vargas, mas o testemunho vive e elabora-se numa zona de fronteira: ao percorrer essas memórias, somos levados tanto a reconstituir a fisionomia e os gestos de alguns companheiros de prisão de Graciliano, entre os quais líderes comunistas, como a contemplar a metamorfose dessa matéria objetiva em uma prosa una e única − a palavra do narrador.


BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 222. [Adaptado].

No período “As Memórias do cárcere, de Graciliano Ramos, são um paradigma do que se pode chamar literatura de testemunho: nem pura ficção, nem pura historiografia”. A estrutura destacada resulta da contração entre a preposição “de” e um

Alternativas
Q2647803 Português

Origem da aporofobia.


A origem desse novo conceito é a unrao das palavras gregas áporos (pobre) e phobos (medo). Ele apareceu em uma série de textos publicados pela escritora e filósofa espanhola Adela Cortina desde os anos 1990. Segundo a professora espanhola, a repugnância aos pobres é a verdadeira atitude comportamentos subjacente supostamente a racistas xenofóbicos.


Em 2017 esse nome foi eleito a palavra do ano pela Fundación dei Espãnol Urgente (Fundéu BBVA), sendo usado em vários artigos jornalísticos e em livros. A filósofa Adela Cortina criou o termo para dar visibilidade a essa patologia social que existe no mundo todo. O rechaço aos grupos, raças e etnias que habitualmente não têm recursos e, portanto, não podem oferecer nada, ou parece que não o podem.


https://brasilescola. uol. com. br/sociologia/aporofobia. htm

A colocação do pronome "o" em: "que não o podem" segue a norma culta:

Alternativas
Q2647796 Português

O que é aporofobia?


Aporafobia é um sentimento difuso de rechaço ao pobre. E o preconceito ainda pouco estudado com o fato de uma pessoa viver em estado de pobreza. O que significa que, além de não ter dinheiro, essa pessoa parece ser uma desamparada, isto é, carente de recursos, direitos, oportunidades, ou até capacidades para deixar de ser pobre.


A aporofobia é comum em sociedades como as nossas que são organizadas em torno da ideia de contrato. O pobre é o verdadeiramente diferente. Não pelo fato de viver com muito pouco dinheiro, mas porque ele nada tem de atrativo para oferecer aos outros. O pobre do qual se tem medo é aquele visto como incapaz de contratar ou ser contratado em qualquer esfera social.


É este tipo de desprezo que caracteriza atitudes aporófobas. É o rechaço a quem não pode entregar nada em troca ou ao menos parece não poder. E por isso é excluído da condição de contrato político, econômico ou social desse mundo de dar e receber no qual só podem entrar os que parecem ter algo de interessante para dar em retorno.


https://brasilescola. uol. com. br/sociologia/aporofobia. htm

O pronome demonstrativo "isso" retoma a ideia:

Alternativas
Q2647353 Português

Texto para responder às questões de 5 a 8.

Patrimônio Material – Espírito Santo (ES)

1 A ocupação do território capixaba remonta à

Capitania Hereditária do ES, destinada a Vasco Fernandes

Coutinho. Nos primeiros anos, foram fundados diversos

4 povoamentos, entre eles Vitória, Vila Velha, Nova Almeida

e Reritiba (atual Anchieta). Entretanto, são parcos os

vestígios dos primeiros tempos, além da própria localização.

7 Os jesuítas tiveram papel importante em todo o território

brasileiro, e o padre José de Anchieta foi seu missionário

mais ilustre e fundou alguns dos núcleos mais antigos do

10 Estado, destacando-se as atuais cidades de Anchieta,

Guarapari e Viana.

O universo dos 12 edifícios tombados pelo Instituto

13 do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no ES

testemunha o processo de colonização do seu território, com

o predomínio da arquitetura religiosa. A proteção desse

16 patrimônio iniciou-se em 1940, pelo único exemplar da

arquitetura rural do final do século 18 em Vitória, a Chácara

Barão de Monjardim, sede da antiga Fazenda Jucutuquara.

19 Em 1943, foram tombados três conjuntos religiosos

do século 16: Outeiro, Convento e Igreja de Nossa Senhora

da Penha, implantado pelos franciscanos sobre outeiro de

22 elevada posição geográfica e relevância paisagística em Vila

Velha e Vitória, Igreja Nossa Senhora da Assunção e antiga

residência anexa em Anchieta, e a Igreja dos Reis Magos e

25 residência em Nova Almeida, atual município de Serra.

Os demais tombamentos ocorreram nas décadas

seguintes: em 1946, a Capela de Santa Luzia e as igrejas de

28 Nossa Senhora do Rosário e de São Gonçalo (Vitória); em

1950, as igrejas do Rosário de Vila Velha e de Nossa Senhora

d’Ajuda de Araçatiba (Viana); em 1967, os dois sobrados do

31 século 18, situados em Vitória (Cidade Alta); e, em 1970, a

32 Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Guarapari.

Disponível em:<http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1353/> . Acesso em: 10 ago. 2023, com adaptações.

Considerando o trecho “Os demais tombamentos ocorreram nas décadas seguintes: em 1946, a Capela de Santa Luzia e as igrejas de Nossa Senhora do Rosário e de São Gonçalo (Vitória); em 1950, as igrejas do Rosário de Vila Velha e de Nossa Senhora d’Ajuda de Araçatiba (Viana); em 1967, os dois sobrados do século 18 situados em Vitória (Cidade Alta); e, em 1970, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Guarapari.” (linhas de 26 a 32), assinale a alternativa correspondente à classificação das palavras sublinhadas, na ordem em que se apresentam.

Alternativas
Q2647118 Português

“A mesma operação pode ser realizada com declarações de posse que, mediante ação de um cartório conivente, podem ser transcritas como sendo registros de propriedade.”


Os termos destacados devem ser classificados, respectivamente, como:

Alternativas
Q2647114 Português

“Estima-se que, até 1700, a população brasileira era de apenas 300 mil habitantes, em boa medida concentrados no litoral nordestino e nas regiões mineradoras, segundo aponta Celso Furtado em seu livro Formação Econômica Brasileira.”


O termo destacado no trecho acima deve ser classificado CORRETAMENTE como:

Alternativas
Q2647059 Português

A sua calculadora tradicional tem a garantia de uma resposta aritmética. Mas os grandes modelos de linguagem, não.


(in: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gv64qmvjlo. Adaptado)


Na frase em questão, tem-se:

Alternativas
Q2646931 Português

Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.


Minha empregada, Mme. Thérèse, que já ia se conformando em ser chamada de dona Teresa, caiu doente. Mandou-me um bilhete com a letra meio trêmula, falando em reumatismo. Dias depois apareceu, mas magra, mais pálida e menor; explicou-me que tudo fora consequência de uma corrente de ar. Que meu apartamento tem um courant d’air terrível, de tal modo que, _________, chegando em casa, nem teve coragem de tirar a roupa, caiu na cama. “Dói-me o corpo inteiro, senhor; o corpo inteiro.”

O mesmo caso, ajuntou, houve cerca de 15 anos atrás, quando trabalhava em um apartamento que tinha uma corrente de ar exatamente igual _________ essa de que hoje sou sublocatário. Fez uma pausa. Fungou. Contou o dinheiro que eu lhe entregava, agradeceu _________ dispensa do troco. Foi lá dentro apanhar umas pobres coisas que deixara. Entregou-me a chave, fez qualquer observação sobre o aquecedor _________ gás – e depois, no lugar de sair _________ rua, deixou-se ficar imóvel e calada, de pé, em minha frente.


(Rubem Braga, “Dona Teresa”. 200 crônicas escolhidas. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o primeiro termo destacado é um pronome com valor possessivo, e o segundo, um adjetivo.

Alternativas
Q2646817 Português

Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.


“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).

Em relação ao trecho “No fim duma rua comprida e oblíqua”, pode-se afirmar, a respeito da palavra “duma”, que é:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646729 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

Na oração “Alguns dependentes químicos que vivem na Cracolândia, em São Paulo, desejam largar o vício, mas reclamam que ninguém __________ a realizar o tratamento médico necessário para que eles consigam se reerguer. O espaço vazio no trecho acima é completado com correta colocação pronominal e regência verbal em


I. lhe ajudam

II. os ajuda

III. lhes ajuda

IV. o ajuda

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646725 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

Na oração “Os traficantes atuam na Cracolândia, em São Paulo, sem que as autoridades façam nada para ___________.”


O espaço vazio no trecho acima é completado com correta colocação pronominal e regência verbal em


I. deter-lhes

II. detê-los

III. os deter

IV. lhes deter

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Trindade - GO
Q2646724 Português

Texto para as questões de 1 a 20.


Drogas e tratamentos


Antônio Carlos Prado


1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes

químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,

quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,

por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à

5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode

considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.

Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança

com encaminhamento a hospital de custódia.

Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em

10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta

autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.

Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com

a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.

Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São

15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do

Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na

capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer

salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que

deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,

20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais

percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.

A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais

de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão

lesados.

25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons

efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.

A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário

coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que

6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.

30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e

que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos

ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura

paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o

caminho seguido não é o mais adequado.


Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023

Na oração “O dependente químico faz uso de substâncias entorpecentes ___________ as consequências deste uso para sua saúde física e mental.” O espaço vazio no trecho acima é completado com correta colocação pronominal e regência verbal apenas em

Alternativas
Q2646614 Português

Texto para as questões 11 a 20

Hino de Goiás

1 Santuário da Serra Dourada

Natureza dormindo no cio

Anhanguera, malícia e magia

Bota fogo nas águas do rio

5 Vermelho, de ouro assustado

Foge o índio na sua canoa

Anhanguera bateia o tempo

Levanta, arraial Vila Boa!

Terra querida

10Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

15---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

A cortina se abre nos olhos

Outro tempo agora nos traz

20---É Goiânia, sonho e esperança

É Brasília pulsando em Goiás!

O cerrado, os campos e matas

A indústria, gado, cereais

Nossos jovens tecendo o futuro

25---Poesia maior de Goiás!

Terra querida

Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

30---Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

35---A colheita nas mãos operárias

Benze a terra, minérios e mais

O Araguaia dentro dos olhos

Me perco de amor por Goiás!

Terra querida

40---Fruto da vida

Recanto da paz

Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

45---Cantemos aos céus

Regência de Deus

Louvor, louvor a Goiás!

(Joaquim Jayme / José Mendonça Teles)

Assinale a alternativa em que a transformação da linha 18, A cortina se abre nos olhos, tenha mantido adequação à norma culta no tocante à colocação pronominal.

Alternativas
Q2644987 Português

FIPA Brasil-Portugal: Desafios e conquistas na preservação do patrimônio histórico são debatidos em São Luís (MA)


  1. Começou. De hoje até sexta-feira (14 a 16/06/2023), o Centro Histórico de São Luís
  2. (Maranhão) se torna o _________ das discussões sobre conservação e reuso do Patrimônio
  3. Arquitetônico no Brasil e em Portugal. Com o tema “Diversidade em diálogos permanentes”, o
  4. 9º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico (FIPA) reúne os mais importantes
  5. pesquisadores da área de patrimônio dos dois países, em uma troca de conhecimentos e
  6. experiências vibrante e intensa   O objetivo é trazer à tona as técnicas e soluções mais recentes,
  7. unindo inovação e tradição.
  8. O FIPA foi idealizado pelas arquitetas Maria Rita Amoroso, brasileira, e Alice Tavares,
  9. portuguesa, com o objetivo de fortalecer a relação entre Portugal e Brasil no campo do
  10. patrimônio, discutindo técnicas construtivas e promovendo a valorização, conservação e
  11. salvaguarda de bens materiais e imateriais nos dois países. “O FIPA certifica a força da união
  12. Brasil-Portugal. Trabalha a diversidade das culturas que nos faz progredir juntos. Diálogos
  13. conscientes, resilientes, históricos e artísticos”, disse Maria Rita na solenidade de abertura.
  14. O presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), José Luis Cortés, parabenizou os
  15. organizadores do FIPA pelos resultados alcançados ao longo dos anos. “Como vocês sabem,
  16. proteger o Patrimônio Histórico foi a missão que norteou a criação da UIA em 1948. A Europa
  17. estava destruída pela Guerra. Unimos 120 países nessa missão e desde então temos trabalhado
  18. com esse tema em todo o mundo”, disse. Ele também destacou a importância dos centros
  19. históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
  20. “Este evento integra três vértices da minha vida: patrimônio, pesquisa científica e militância
  21. profissional”, disse a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. “Não podemos esquecer que a
  22. questão do patrimônio é uma questão urbana. O Brasil precisa de Arquitetura e Urbanismo. Não
  23. falta trabalho para os arquitetos realizarem. Precisamos sensibilizar a população sobre a
  24. Arquitetura, sobre o Patrimônio e sobre a Amazônia”.
  25. Coordenador do FIPA Portugal e professor da Universidade de Aveiro, Aníbal Costa enfatizou
  26. a dificuldade de colocar o conhecimento acadêmico em prática, em aproximar a teoria da
  27. realidade. “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia. Essa é uma dificuldade
  28. que existe em Portugal e no Brasil”, afirmou, reforçando a necessidade de unir esforços em
  29. eventos como o FIPA, para conservar e salvaguardar o patrimônio histórico.
  30. Por conseguinte, Leandro Grass, presidente do Iphan, destacou que o Patrimônio deve
  31. ser discutido com vistas à promoção da cidadania. “Que as tecnologias e conhecimentos aqui
  32. debatidos possam servir à cidadania, com foco no ser humano. O Patrimônio é a história das
  33. pessoas, suas esperanças e seus sentimentos”, disse.


(Disponível em: https://caubr.gov.br/fipa-brasil-portugal-desafios-e-conquistas-na-preservacao-do-patrimonio-historico-sao-debatidos-em-sao-luis-ma/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 associando a classe gramatical ao seu respectivo exemplo.


Coluna 1


1. Preposição.

2. Numeral.

3. Pronome.

4. Conjunção.


Coluna 2


( ) “se” (l. 02).

( ) “de” (l. 13).

( ) “e” (l. 17).

( ) “três” (l. 20).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2644986 Português

FIPA Brasil-Portugal: Desafios e conquistas na preservação do patrimônio histórico são debatidos em São Luís (MA)


  1. Começou. De hoje até sexta-feira (14 a 16/06/2023), o Centro Histórico de São Luís
  2. (Maranhão) se torna o _________ das discussões sobre conservação e reuso do Patrimônio
  3. Arquitetônico no Brasil e em Portugal. Com o tema “Diversidade em diálogos permanentes”, o
  4. 9º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico (FIPA) reúne os mais importantes
  5. pesquisadores da área de patrimônio dos dois países, em uma troca de conhecimentos e
  6. experiências vibrante e intensa   O objetivo é trazer à tona as técnicas e soluções mais recentes,
  7. unindo inovação e tradição.
  8. O FIPA foi idealizado pelas arquitetas Maria Rita Amoroso, brasileira, e Alice Tavares,
  9. portuguesa, com o objetivo de fortalecer a relação entre Portugal e Brasil no campo do
  10. patrimônio, discutindo técnicas construtivas e promovendo a valorização, conservação e
  11. salvaguarda de bens materiais e imateriais nos dois países. “O FIPA certifica a força da união
  12. Brasil-Portugal. Trabalha a diversidade das culturas que nos faz progredir juntos. Diálogos
  13. conscientes, resilientes, históricos e artísticos”, disse Maria Rita na solenidade de abertura.
  14. O presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), José Luis Cortés, parabenizou os
  15. organizadores do FIPA pelos resultados alcançados ao longo dos anos. “Como vocês sabem,
  16. proteger o Patrimônio Histórico foi a missão que norteou a criação da UIA em 1948. A Europa
  17. estava destruída pela Guerra. Unimos 120 países nessa missão e desde então temos trabalhado
  18. com esse tema em todo o mundo”, disse. Ele também destacou a importância dos centros
  19. históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
  20. “Este evento integra três vértices da minha vida: patrimônio, pesquisa científica e militância
  21. profissional”, disse a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. “Não podemos esquecer que a
  22. questão do patrimônio é uma questão urbana. O Brasil precisa de Arquitetura e Urbanismo. Não
  23. falta trabalho para os arquitetos realizarem. Precisamos sensibilizar a população sobre a
  24. Arquitetura, sobre o Patrimônio e sobre a Amazônia”.
  25. Coordenador do FIPA Portugal e professor da Universidade de Aveiro, Aníbal Costa enfatizou
  26. a dificuldade de colocar o conhecimento acadêmico em prática, em aproximar a teoria da
  27. realidade. “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia. Essa é uma dificuldade
  28. que existe em Portugal e no Brasil”, afirmou, reforçando a necessidade de unir esforços em
  29. eventos como o FIPA, para conservar e salvaguardar o patrimônio histórico.
  30. Por conseguinte, Leandro Grass, presidente do Iphan, destacou que o Patrimônio deve
  31. ser discutido com vistas à promoção da cidadania. “Que as tecnologias e conhecimentos aqui
  32. debatidos possam servir à cidadania, com foco no ser humano. O Patrimônio é a história das
  33. pessoas, suas esperanças e seus sentimentos”, disse.


(Disponível em: https://caubr.gov.br/fipa-brasil-portugal-desafios-e-conquistas-na-preservacao-do-patrimonio-historico-sao-debatidos-em-sao-luis-ma/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analisando o fragmento “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia”, assinale a alternativa que apresenta um verbo.

Alternativas
Q2644985 Português

FIPA Brasil-Portugal: Desafios e conquistas na preservação do patrimônio histórico são debatidos em São Luís (MA)


  1. Começou. De hoje até sexta-feira (14 a 16/06/2023), o Centro Histórico de São Luís
  2. (Maranhão) se torna o _________ das discussões sobre conservação e reuso do Patrimônio
  3. Arquitetônico no Brasil e em Portugal. Com o tema “Diversidade em diálogos permanentes”, o
  4. 9º Fórum Internacional de Patrimônio Arquitetônico (FIPA) reúne os mais importantes
  5. pesquisadores da área de patrimônio dos dois países, em uma troca de conhecimentos e
  6. experiências vibrante e intensa   O objetivo é trazer à tona as técnicas e soluções mais recentes,
  7. unindo inovação e tradição.
  8. O FIPA foi idealizado pelas arquitetas Maria Rita Amoroso, brasileira, e Alice Tavares,
  9. portuguesa, com o objetivo de fortalecer a relação entre Portugal e Brasil no campo do
  10. patrimônio, discutindo técnicas construtivas e promovendo a valorização, conservação e
  11. salvaguarda de bens materiais e imateriais nos dois países. “O FIPA certifica a força da união
  12. Brasil-Portugal. Trabalha a diversidade das culturas que nos faz progredir juntos. Diálogos
  13. conscientes, resilientes, históricos e artísticos”, disse Maria Rita na solenidade de abertura.
  14. O presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA), José Luis Cortés, parabenizou os
  15. organizadores do FIPA pelos resultados alcançados ao longo dos anos. “Como vocês sabem,
  16. proteger o Patrimônio Histórico foi a missão que norteou a criação da UIA em 1948. A Europa
  17. estava destruída pela Guerra. Unimos 120 países nessa missão e desde então temos trabalhado
  18. com esse tema em todo o mundo”, disse. Ele também destacou a importância dos centros
  19. históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.
  20. “Este evento integra três vértices da minha vida: patrimônio, pesquisa científica e militância
  21. profissional”, disse a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. “Não podemos esquecer que a
  22. questão do patrimônio é uma questão urbana. O Brasil precisa de Arquitetura e Urbanismo. Não
  23. falta trabalho para os arquitetos realizarem. Precisamos sensibilizar a população sobre a
  24. Arquitetura, sobre o Patrimônio e sobre a Amazônia”.
  25. Coordenador do FIPA Portugal e professor da Universidade de Aveiro, Aníbal Costa enfatizou
  26. a dificuldade de colocar o conhecimento acadêmico em prática, em aproximar a teoria da
  27. realidade. “É difícil colocar esse conhecimento na utilização do dia a dia. Essa é uma dificuldade
  28. que existe em Portugal e no Brasil”, afirmou, reforçando a necessidade de unir esforços em
  29. eventos como o FIPA, para conservar e salvaguardar o patrimônio histórico.
  30. Por conseguinte, Leandro Grass, presidente do Iphan, destacou que o Patrimônio deve
  31. ser discutido com vistas à promoção da cidadania. “Que as tecnologias e conhecimentos aqui
  32. debatidos possam servir à cidadania, com foco no ser humano. O Patrimônio é a história das
  33. pessoas, suas esperanças e seus sentimentos”, disse.


(Disponível em: https://caubr.gov.br/fipa-brasil-portugal-desafios-e-conquistas-na-preservacao-do-patrimonio-historico-sao-debatidos-em-sao-luis-ma/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho “Ele também destacou a importância dos centros históricos para o debate sobre sustentabilidade e mudanças climáticas”, assinale a alternativa que classifica corretamente os termos sublinhados no fragmento.

Alternativas
Q2644817 Português

Assinale a alternativa errada quanto à colocação do pronome átono:

Alternativas
Q2644789 Português

Eis aqui o estagiário ________ eficiência e pontualidade eu lhe falei.


Complete corretamente a lacuna:

Alternativas
Respostas
3281: A
3282: B
3283: A
3284: D
3285: D
3286: A
3287: D
3288: C
3289: C
3290: D
3291: E
3292: E
3293: D
3294: E
3295: D
3296: A
3297: E
3298: A
3299: B
3300: A