Questões de Concurso
Comentadas sobre morfologia - pronomes em português
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I. Na linha 02, o pronome pessoal “as” tem como referente a palavra “informações”, na mesma linha.
II. Na linha 06, o pronome demonstrativo “o” tem como referente o substantivo “processo”, na mesma linha.
III. Na linha 14, o pronome demonstrativo “disso” se refere a todo o período anterior, nas linhas 13-14.
Quais estão corretas?
O pronome ele empregado acima é um exemplo de pronome de tratamento.
Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
A Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia revolucionária que vem transformando significativamente diversos setores da sociedade brasileira. Se por um lado traz avanços impressionantes e benefícios em áreas como saúde, economia e educação, por outro, levanta questões importantes sobre ética, privacidade e inclusão.
A inteligência artificial tem potencial para revolucionar vários aspectos da vida cotidiana no Brasil. Na área da saúde, por exemplo, sistemas de IA são utilizados para diagnósticos mais precisos, tratamentos personalizados e descoberta de novas drogas. No setor econômico, a automação de processos e a análise de dados impulsionam a eficiência e a inovação nas empresas. Na educação, pode-se aplicar a IA para personalizar o ensino, adaptando-se às necessidades individuais dos alunos, até mesmo para usar como tira-dúvidas para melhor desenvolver o aprendizado.
Apesar dos benefícios, a inteligência artificial também traz desafios éticos e preocupações importantes. Questões relacionadas à privacidade dos dados, viés algorítmico, discriminação e substituição de empregos são algumas das preocupações levantadas pela crescente adoção da IA. É essencial que as políticas e regulamentações acompanhem esses avanços tecnológicos para garantir um uso ético e responsável da inteligência artificial.
Disponível em: <https://institutodering.com.br/2024/06/06/impactos-da-inteligencia-artifical/>.
Acesso em: 24 set. 2024. [Adaptado].
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <https://pt.slideshare.net/slideshow/colocaca-pronominal61020552/61020552#8>. Acesso em: 17 abr. 2024.
Considere o uso da colocação pronominal no primeiro quadro. O uso da próclise ocorreu devido
Leia o post abaixo e analise as assertivas que seguem.

Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 08 set. 2024.
I- O termo “se” está funcionando como pronome reflexivo e está indicando a existência de uma condição.
II- O termo “iluminará” indica que o verbo está na forma nominal do infinitivo.
III- O termo “ela” está sendo empregado de forma catafórica para referir-se a um termo já mencionado.
IV- Há ambiguidade no emprego do pronome “seu”, haja vista que, no fragmento, pode fazer menção a mais de um referente.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Trata-se de um pronome oblíquo átono, empregado para retomar um termo antecedente.
II- Completa o sentido do verbo “dar”, funcionando como complemento verbal indireto.
III- Poderia ser substituído por “lhes” sem alterar o sentido da frase.
IV- O uso de “lhe” está incorreto gramaticalmente, devendo ser substituído por “o” para concordância adequada.
V- Poderia ser omitido sem prejuízo para a correção e os sentidos originais.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o post abaixo e as assertivas que seguem:

Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 05 set. 2024.
I- O termo “existem” só pode ser substituído pelo termo “há” se realizados os devidos ajustes gramaticais.
II- O termo “existem” pode ser substituído, com correção gramatical e sem alteração de sentido, pelo termo “há”.
III- O pronome relativo “que” pode ser substituído pela forma “as quais”.
IV- O termo “favoritos” está no plural para concordar com “são”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
1. Jamais se esquecerão dos conselhos que receberam durante a palestra.
2. Entregar-se-á ao projeto com toda a dedicação necessária.
3. Me contaram que o evento será adiado para a próxima semana.
A sequência correta de colocação pronominal nessas frases é:
Leia o texto a seguir

Disponível em: . Acesso em: 17 abr. 2024. <https://pt.slideshare.net/slideshow/colocaca-pronominal61020552/61020552#8>. Acesso em: 17 abr. 2024.
Considere o uso da colocação pronominal no primeiro quadro. O uso da próclise ocorreu devido
1. Li o novo romance de Ariano Suassuna.
2. Comprei o novo romance de Ariano Suassuna na livraria do shopping.
Assinale a opção que apresenta a forma adequada.
Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos
País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.
Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?
Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.
Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?
Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.
É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.
Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.
Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.
(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)
Não há o emprego de qualquer pronome pessoal no trecho lido acima.
Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.
Texto Adaptado
LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.
A minha única salvação é a alegria. Uma alegria atonal dentro do it essencial. Não faz sentido? Pois tem que fazer. Porque é cruel demais saber que a vida é única e que não temos como garantia senão a fé em trevas − porque é cruel demais, então respondo com a pureza de uma alegria indomável. Recuso-me a ficar triste. Sejamos alegres. Quem não tiver medo de ficar alegre e experimentar uma só vez sequer a alegria doida e profunda terá o melhor de nossa verdade.
LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.
Aliança Nacional vai promover ações para eliminação do câncer do colo do útero
(Texto adaptado com fins didáticos.)
O Instituto Vencer o Câncer e o Grupo Mulheres do Brasil se uniram para a criação da Aliança Nacional para Eliminação do Câncer do Colo do Útero. Esta iniciativa importante pretende mudar o cenário da doença aqui no país. Como já destacamos neste espaço, este é um dos tumores mais comuns entre as mulheres brasileiras e uma das principais causas de morte por câncer no Norte e Nordeste.
O câncer do colo do útero é uma doença que pode ser prevenida e curada se detectada precocemente e tratada adequadamente. Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou a estratégia global para sua eliminação, estimulando os países a cumprirem metas estabelecidas para 2030 com políticas nacionais focadas em vacinação, rastreamento e tratamento.
Uma das bases da Aliança é a Comunicação, com estratégias diversificadas para informar mais a população, principalmente sobre o HPV e sua relação com o desenvolvimento do câncer.
É sempre importante reforçar a mensagem de que a infecção pelo HPV, ou papilomavírus humano, é bastante comum e pode afetar tanto homens quanto mulheres, infectando a pele e mucosas. Existem mais de 100 tipos diferentes deste vírus, mas apenas alguns são responsáveis pelo desenvolvimento de lesões pré-malignas. Os tipos 16 e 18, por exemplo, estão associados ao desenvolvimento de câncer, especialmente no colo do útero, mas também no canal anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.
A vacinação é a medida mais eficaz, resolutiva e barata para prevenir a infecção pelo HPV e, consequentemente, reduzir a incidência de tumores associados ao vírus.
O Brasil firmou compromisso com a causa e tem desenvolvido ações abrangentes, como a adoção do esquema de dose única em meninas e meninos de 9 a 14 anos para vacinação. Outra medida é a incorporação do teste molecular para a detecção do HPV no SUS e, em breve, da atualização das diretrizes brasileiras de rastreamento do câncer do colo do útero.
No ano passado, com o Movimento Nacional pela Vacinação na Comunidade Escolar, promovido pelos Ministérios da Saúde e da Educação, houve um aumento de 42% na imunização contra o HPV.
Por isso, como estratégia, a Aliança também vai trabalhar em conjunto com líderes comunitários, escolas, pais e educadores para promover a vacinação. Esta parceria com a Educação é especialmente importante, pois é nos colégios que atingiremos as crianças e jovens da faixa etária prioritária.
"Outra medida é a incorporação do teste molecular para a detecção do HPV no SUS e, em breve, da atualização das diretrizes brasileiras de rastreamento do câncer do colo do útero."
O termo "outra" empregado no trecho do texto lido acima é um exemplo de pronome indefinido.