Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3799855 Português
Analise a charge responda as cinco questões que seguem

Fonte: https://www.destaque-regional.com/
Analisando a charge que apresenta Alexandre Souza progredindo da cadeira de rodas ao andador e, depois, à caminhada até alcançar um troféu, a mensagem central transmitida pela imagem é que:
Alternativas
Q3799854 Português
Analise a charge responda as cinco questões que seguem

Fonte: https://www.destaque-regional.com/
Analise as afirmativas a seguir sobre a charge:

I. O balão de fala com as palavras “EU... VOU... CONSEGUIR!” revela determinação crescente do personagem.
II. A mudança nos apoios (cadeira de rodas → andador → caminhar) simboliza gradação de autonomia.
III. O troféu representa uma conquista exclusivamente material.
IV. A expressão “UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO!” aponta para a intenção de valorizar o protagonista.

Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas. 
Alternativas
Q3799853 Português
Analise a charge responda as cinco questões que seguem

Fonte: https://www.destaque-regional.com/
A partir das imagens e dos textos presentes na charge, é possível inferir que:
Alternativas
Q3799852 Português
Analise a charge responda as cinco questões que seguem

Fonte: https://www.destaque-regional.com/
A charge apresenta a trajetória de Alexandre Souza em direção a um troféu. O recurso visual utilizado para representar essa jornada tem como objetivo principal:
Alternativas
Q3799847 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, o termo “superação” pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por:
Alternativas
Q3799846 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
No trecho “A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço”, a expressão “dar espaço para quem não tem espaço” emprega qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3799845 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
A partir das informações do texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3799844 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Sobre a mensagem global que o texto transmite, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799843 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Considerando o texto, analise as afirmativas:

I. Antônia iniciou sua vida profissional ainda criança, trabalhando em um canavial no interior de Minas Gerais.
II. Para estudar para concursos, Antônia utilizava materiais descartados, o que demonstra seu empenho diante das limitações financeiras.
III. A juíza desenvolve projetos sociais atualmente, mas não acredita que sua história pessoal possa influenciar outras pessoas.
IV. A morte do irmão Edésio é citada no texto como um acontecimento marcante e doloroso na vida da magistrada.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3799842 Português
De empregada doméstica a juíza: conheça a história da magistrada que chegou a dormir na rua

Com 12 anos, a menina Antônia Marina Faleiros, trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais e nem sonhava quem um dia fosse se tornar juíza de Direito. Aos 21, a jovem Antônia, filha de um trabalhador rural e uma dona de casa, foi correr atrás de uma vida melhor em Belo Horizonte. Na cidade grande, a moça da roça chegou a dormir oito meses em um ponto de ônibus porque não tinha onde passar a noite, enfrentando o frio e o perigo da capital mineira.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, de oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas, ela catava, no lixo, folhas borradas de um mimeógrafo onde eram feitas apostilas de um cursinho preparatório. "Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos", se orgulha ela.

A vida lhe ensinou que é possível fazer diferente.

Hoje, aos 52 anos, casada, a juíza procura fazer a diferença por onde passa. Ela ajuda projetos sociais com crianças em Lauro de Freitas, Bahia, onde exerce o cargo de juíza da 1ª Vara Criminal da cidade. Dra Antônia também desenvolveu um projeto voltado para o resgate da cidadania dos carvoeiros e de seus familiares da cidade de Mucuri, na Bahia, ganhando prêmio no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). "A minha história de superação serve para eu ter a certeza de que, com a minha profissão, eu tenho que dar espaço para quem não tem espaço", pontua.

Filha mais velha de outros cinco irmãos, a mulher vencedora guarda uma triste lembrança no Estado do Espírito Santo. Um dos seus irmãos, Edésio, morreu em um trágico acidente em Água Doce do Norte, no ano de 1997: ele estava na carroceria de uma caminhonete quando o veículo capotou.

Fonte: Gazeta Online e Amo Direito
Sobre a trajetória de Antônia Marina Faleiros, conforme o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3799802 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


O que é a oxitocina, o 'hormônio do amor' que nos deixa mais sociáveis — versão reduzida em 50%



O que ocorre no cérebro quando o amor parece dominar o ambiente? Durante muito tempo, biólogos apontaram a oxitocina como principal explicação. Essa pequena proteína, formada por nove aminoácidos, ficou conhecida como hormônio do amor por sua relação com vínculo afetivo, cuidados maternos e comportamentos sociais positivos.



Pesquisas recentes, porém, mostram um quadro mais complexo. Estudos com animais indicam que a oxitocina não produz diretamente bons comportamentos sociais; ela aperfeiçoa a percepção de sinais sociais, permitindo que o indivíduo aprenda a direcionar seu comportamento com maior precisão.



A antiga visão de que a oxitocina era liberada em interações com indivíduos importantes — como filhos ou parceiros — permanece válida, mas pesquisadores observaram que bloquear sua ação impede camundongos de reconhecer figuras relevantes, sugerindo papel essencial no aprendizado social. Avanços recentes permitiram registrar neurônios produtores de oxitocina, revelando que ela filtra ruídos sensoriais. Em ratos, por exemplo, reduz disparos aleatórios no centro olfativo, destacando odores significativos. Esse refinamento foi comparado à capacidade de pais ouvirem o choro do bebê mesmo em meio a ruídos.



A oxitocina também intensifica o sistema de recompensas, levando animais a priorizar estímulos sociais. Entre arganazes-do-campo, isso facilita a formação de pares monogâmicos: o odor do parceiro torna-se uma recompensa.



O papel da oxitocina varia conforme o contexto. Ela amplia cuidados maternos, mas também agressões contra intrusos; em fêmeas de arganazes-do-campo, seu efeito depende de já haver vínculo formado. Em humanos, estudo de 2012 mostrou que homens comprometidos mantiveram maior distância de uma mulher desconhecida após receber oxitocina, efeito não observado em solteiros.



Essa variabilidade contextual ajuda a explicar o insucesso de sprays de oxitocina no tratamento do autismo em ensaios clínicos amplos. Sem considerar ambientes negativos, como bullying escolar, a substância pode até intensificar experiências desfavoráveis.



Apesar de seu papel central na regulação dos comportamentos sociais, a oxitocina não atua sozinha. Como ressaltam alguns pesquisadores, apaixonar-se envolve corpo e cérebro como um todo: sensações, cognição e memória. A oxitocina é apenas um dos moduladores desse processo complexo — longe de ser sua explicação única.



https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-60801668.adaptado.

Essa variabilidade contextual ajuda a explicar o insucesso de sprays de oxitocina no tratamento do autismo em ensaios clínicos amplos.


Em relação aos mecanismos de coesão textual presentes na frase, é CORRETO afirmar que:



Alternativas
Q3799438 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos

Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

Em relação ao mecanismo de coesão textual empregado na articulação entre os períodos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3799436 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos

Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
O texto caracteriza uma publicação voltada ao público infantil, com narrativas, quadrinhos e conteúdos educativos, que circulou por décadas no Brasil.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA quanto à tipologia e ao gênero textual predominantes.
Alternativas
Q3799432 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos

Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Texto-base apresenta a trajetória de uma revista infantil que marcou a história da leitura no Brasil, destacando seu papel formativo, cultural e educacional ao longo de várias décadas.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3799412 Português
Analise as afirmativas abaixo com atenção:

I. Não foi com pouca emoção que os formandos receberam o diploma após tantos anos de estudo.
II. Não discordo de que a medida possa trazer benefícios à comunidade.
III. O professor explicou a matéria com tamanha clareza que ninguém teve dúvidas sobre o conteúdo.
IV. A diretora não hesitou em repreender o aluno que faltou ao respeito com os colegas.

Em quais afirmativas há uso adequado do litote?
Alternativas
Q3799191 Português

Leia o texto a seguir.

 

A educação é, sem dúvida, um dos pilares do desenvolvimento de qualquer sociedade e deve ser valorizada. Investir em escolas, professores e recursos didáticos significa preparar cidadãos capazes de atuar de maneira crítica e responsável.

Entretanto, muitas vezes, o discurso em defesa da educação é acompanhado de práticas políticas contraditórias. Não raramente, os mesmos que a enaltecem em seus pronunciamentos oficiais são os que reduzem verbas destinadas ao setor.

É importante ressaltar que a educação precisa ser valorizada porque é importante para a sociedade. Logo, a construção de uma sociedade mais justa dependerá de uma escola que seja democrática, acessível a todos e que ofereça condições de aprendizado de qualidade, na qual a educação tenha realmente valor.

 

A respeito da qualidade textual e dos aspectos de leitura e produção presentes no texto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3799190 Português

A partir da leitura do texto-base, analise as afirmativas que seguem o texto.

 

A leitura, mais do que decifrar códigos, é um exercício de posicionamento diante do mundo. Quem lê não apenas absorve informações, mas as relaciona com suas experiências, questiona o que está posto e constrói sentidos que ultrapassam o texto. No entanto, em uma sociedade marcada pelo imediatismo e pelo consumo acelerado de conteúdos, o ato de ler tende a ser reduzido a uma prática superficial, em que se busca apenas a informação rápida, sem reflexão.

Nesse contexto, formar leitores críticos exige um trabalho constante de valorização da leitura como prática social e não apenas como habilidade escolar. O texto, seja qual for o gênero literário, deve ser compreendido como espaço de diálogo, em que múltiplas vozes se cruzam e se confrontam.

Por isso, também escrever não é apenas combinar palavras de forma correta, mas construir uma voz autoral capaz de dialogar com diferentes perspectivas, questionar desigualdades e propor novas formas de compreender a realidade. A escola, portanto, tem papel fundamental em criar condições para que leitura e escrita se tornem instrumentos de emancipação.

 

I - O autor defende que ler vai além da decodificação de palavras, pois envolve interpretação, reflexão e diálogo com o mundo.

 

II - O texto critica o uso das tecnologias digitais, sugerindo que apenas os textos literários formam leitores críticos.

 

III - A leitura é apresentada como prática social, capaz de favorecer a construção de sentidos e o posicionamento crítico.

 

IV - Escrever é visto, no texto, como ato de expressar apenas informações objetivas, sem espaço para subjetividade ou reflexão.

 

Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3799186 Português
Leia as frases a seguir, cada uma com uma figura de linguagem.
I - Aquela menina é uma flor no jardim da vida.
II - Corri tanto que minhas pernas eram asas.
III - Os sinos gritavam anunciando o fim do ano. IV - Ele disse que estava calmo, mas sua voz tremia feito folha ao vento.
Sobre os recursos expressivos utilizados, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3799182 Português
Leia atentamente o texto-base a seguir.
Em um tempo em que a informação circula velozmente, é comum confundir a rapidez da notícia com a profundidade da análise. Multiplicam-se opiniões que, em sua superfície, parecem consistentes, mas que se desfazem quando submetidas a exame mais rigoroso. Nesse cenário, o leitor é convidado a distinguir entre aquilo que apenas impressiona e aquilo que verdadeiramente esclarece. Afinal, a facilidade de acesso ao dado não garante, por si só, a construção de conhecimento sólido; exige-se reflexão crítica, que não se confunde com mera acumulação de informações.
Com base no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3799153 Português
Reproduzimos aqui, alguns episódios do conto O Alienista, de Machado de Assis. Leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

(_) Com base no conto, podemos dizer que Simão Bacamarte não resolve o problema da loucura como deseja, sua maior dificuldade é saber onde termina a loucura e começa a normalidade.

(_) Como se vê no conto, todos os comportamentos caem dentro de algum conceito de loucura, mas nenhum conceito chega a explicar o fenômeno em termos absolutos. Não se sabe já quem estava são nem quem estava doido: as fronteiras entre normalidade e anormalidade ficam radicalmente relativizadas.

(_) A segunda metade do século XIX, momento em que foi escrita a obra de Machado de Assis, caracteriza-se por uma grande confiança na capacidade da Ciência da época para explicar os problemas do homem e da natureza. Entretanto, o conto não contribui para reforçar essa visão, ao contrário, ele satiriza a crença nos poderes ilimitados da Ciência.

(_) A ação do barbeiro Porfírio Caetano das Neves, é motivada inicialmente pelo desejo de dissolver a Casa de Orates, respondendo aos interesses da população de Itaguaí, a quem lidera em sua revolta e em nome de quem age. O corpo de dragões encarregado de restabelecer a ordem, acaba por atender aos anseios da população, apoiando a revolta,

(_) Num segundo momento, quando se configura a vitória popular, o Canjica passa a desejar o poder, agindo em benefício de si mesmo: “a dignidade do governo começava a enrijar-lhe os quadris.”
Alternativas
Respostas
13201: D
13202: B
13203: D
13204: C
13205: A
13206: B
13207: A
13208: C
13209: C
13210: B
13211: C
13212: D
13213: B
13214: A
13215: D
13216: A
13217: A
13218: B
13219: C
13220: B