Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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“Naquela noite de março, desabrida e húmida, uma grande animação fervilhava alacremente ao fundo da Rua do Salitre. Era em 1867. Frente a frente, as Variedades e o Circo Price alinhavam os seus bicos de gás festeiros, a que as vergastadas do noroeste impunham um tremelilhar inquieto. Quinta feira — noite de cabriolas com sobrescrito à fina sociedade. Enchente certa no Circo. De cada lado do portal da entrada, um semicírculo compacto de gente se agitava, tendo por centro cada um seu postigo de bilheteiro, e ambos por igual colados, premidos sofregamente contra a parede verdoenga do barracão, e arredondando pela rua fora, numa irregularidade gritada e confusa, a toda a largura do macadame.”
Sobre a sua tipologia textual, assinale a afirmativa correta.
Das seguintes frases retiradas de obras de Machado de Assis, identifique a que exemplifica uma prosopopeia.
Assinale a opção que documenta essa estrutura.
Leia o texto para responder à questão abaixo.
Inovação “made in China”
A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.
Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51o lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.
A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.
Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.
O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.
Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.
Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.
A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)
• O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI)... (1º parágrafo)
• A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo... (3º parágrafo)
• Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo... (4º parágrafo)
• ... juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais... (6º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
"Usuários acreditam ser 'viciados' no Instagram, mas só 2% têm sintomas; entenda por que percepção exagerada faz mal."(Fonte: G1.com). Sobre o assunto noticiado, analise os itens seguintes e marque a alternativa correta:
I- Estudo do grupo Nature revela que a maioria confunde hábito automático com dependência clínica e que só pensar em "vício" já piora a relação como o aplicativo.
II- Uma pesquisa publicada no Scientific Reports, do grupo Nature, mostra que essa sensação de "viciado" é, na maior parte das vezes, um erro de avaliação -e um erro que tem consequências.
III- Segundo o estudo, usuários superestimam o próprio vício. Entre mais de 1.200 adultos analisados, apenas 2% apresentaram sintomas compatíveis com risco clínico de dependência.
Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.
Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.
Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.
A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas е confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.
Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.
Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсе.
Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.
Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.
Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.
Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.
(Autora: Bruna Gayoso)
Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.
Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.
Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.
A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas е confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.
Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.
Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсе.
Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.
Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.
Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.
Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.
(Autora: Bruna Gayoso)
Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.
Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.
Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.
A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas е confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.
Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.
Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсе.
Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.
Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.
Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.
Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.
(Autora: Bruna Gayoso)
Saúde do homem: Romper tabus e educar desde cedo salva vidas.
Todos os anos, em outubro, o mundo se veste de rosa. Campanhas, eventos, alertas e informações sobre prevenção do câncer de mama dominam as manchetes. Celebridades, profissionais de saúde e redes sociais reforçam a mensagem: "cuidar da saúde é vital". Mas quando o assunto é saúde masculina, o cenário muda drasticamente. Homens também adoecem.
Homens também têm câncer de próstata, doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e ansiedade. Porém, ao contrário da saúde feminina, poucas campanhas destacam a prevenção masculina. Poucos profissionais são chamados para orientar, e a mídia raramente reforça a importância de exames periódicos. Resultado: silêncio, invisibilidade e negligência.
A negligência não se limita à saúde mental embora o preconceito sobre vulnerabilidade emocional já seja devastador, mas se estende à saúde física. Muitos homens ignoram sintomas, adiam consultas е confundem cuidado com fraqueza. A sociedade reforça a ideia de que "homem não reclama" ou "homem forte não precisa de médico". E quando se fala em exame de próstata, a situação se agrava: muitos homens viram alvo de piadas, até entre amigos. Enquanto mulheres fazem exames preventivos e ninguém as zomba, homens são ridicularizados por cuidar de si. É nesse ponto que o preconceito começa e ele mata.
Romper esse tabu não é apenas necessário: é urgente. Campanhas como o Novembro Azul existem, mas muitas vezes não têm a mesma força, abrangência e presença que o Outubro Rosa. O câncer de próstata e outras doenças que atingem homens também matam muitas vezes por falta de prevenção.
Precisamos de campanhas consistentes, informação clara sobre sinais de alerta, exames periódicos e os benefícios do cuidado precoсе.
Mais do que tratar doenças, é fundamental educar desde cedo. Assim como ensinamos meninas a cuidar do corpo, a fazer exames preventivos e a valorizar a saúde, precisamos ensinar os meninos a procurar médicos, a prestar atenção aos sinais do corpo e a não ter vergonha de falar sobre saúde.
Romper o tabu deve começar na infância, integrando a educação à cultura familiar e escolar, reforçando que cuidado não é fraqueza, é responsabilidade.
Mostrar que a masculinidade não se perde ao buscar ajuda médica, ao fazer exames de rotina ou ao falar sobre saúde mental é essencial. O cuidado com a saúde deve ser visto como um ato de força, consciência e amor-próprio. A diferença entre a saúde do homem e da mulher não está no corpo, mas na cultura que molda comportamentos. E essa cultura pode e deve ser transformada.
Cuidar da saúde masculina é responsabilidade de todos: sociedade, mídia, empresas, instituições de saúde e cada indivíduo. Campanhas como o Novembro Azul precisam ganhar a mesma relevância que o Outubro Rosa, abordando prevenção, autocuidado, educação desde cedo e respeito porque piadas e preconceito não salvam vidas. Romper tabus salva vidas e transforma a sociedade.
(Autora: Bruna Gayoso)
Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:
O sinônimo que melhor representa o termo destacado é:
“Só sorri quando quero chorar
Isso não foi difícil aprender, mas
Desaprendo pra algo mudar”
Para que o ato de “desaprender” mencionado na canção se torna essencial no processo de transformação pessoal da voz poética?
Texto 1
Leia com atenção a tradução feita por Paloma Vidal do poema de Tamara Kamenszain no livro O eco da minha mãe:
Não posso narrar.
Que pretérito me serviria
se minha mãe já não me tece?
Desencaminhada então eu me detenho
ante um estado de coisas presente demais:
ser a descuidada que cuida dela
enquanto outros a descuidam por mim.
São pessoas que me sobram
e a gramática se torna um escândalo
quando ela que esqueceu as palavras
adianta seu bebê furioso
a fim de dizer tudo
mesmo que nada se entenda.
KAMENSZAIN, Tamara. O gueto / O eco da minha mãe. Tradução de Paloma Vidal e Carlito Azevedo. Edição bilíngue. Rio de Janeiro: 7Letras, 2012. p. 77.