Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2130387 Português

Leia, com atenção, o texto 03 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Texto 03


Disponível em: https://activepharmaceutica.com. Acesso em: 28 jan. 2023.  

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista o texto 03.
I - As crianças podem fazer uma hora de atividade aeróbica moderada ou intensa, por dia.
II - Os idosos podem fazer até cinco horas de atividades aeróbicas moderadas por semana.
III - Os adultos podem fazer até trezentos minutos de atividades aeróbicas intensas, por dia.
IV - Os idosos necessitam fazer, diariamente, atividades que promovam o equilíbrio funcional.
V - Os adultos podem fazer, todos os dias, exercícios para o fortalecimento dos músculos.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2130385 Português

Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Texto 02

Disponível em: https://www.google.com.br/ Acesso em: 28 jan. 2023

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.
I - O verbo “maratonar”, no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, no terceiro quadro, foram usados com o mesmo significado.
II - O verbo “maratonar” foi usado, no primeiro quadro, para indicar que essa ação exigiu muita resistência e muito esforço físico.
III - O sentido do verbo “maratonar”, usado no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, usado no terceiro quadro, são paradoxais segundo as falas da personagem, no terceiro e quarto quadro.
IV - O verbo “maratonar”, no sentido em que foi usado no primeiro quadro, é um neologismo, que significa “assistir a muitos episódios de uma série de uma só vez”.
V - As aspas foram usadas, no segundo quadro, para indicar que a personagem está citando esse termo, o qual foi usado pela personagem do primeiro quadro.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2130382 Português

Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 28 jan. 2023. Adaptado.

A expressão “virar a chave” foi usada no sentido de
Alternativas
Q2130381 Português

Leia, com atenção, o texto 01 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 28 jan. 2023. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista o texto 01.
I - O índice de brasileiros que não praticam qualquer atividade física é 47% II - O índice de brasileiros mais jovens que praticam atividade física é 16%. III - A prática de atividade física traz benefícios exclusivamente à saúde física. IV - A prática de um esporte ou uma atividade física contribui para a socialização. V - A prática de atividade física não é recomendável para pessoas hipertensas.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2130327 Português
Tudo se evapora. A minha vida inteira, as minhas recordações, a minha personalidade. Tudo se evapora. 
PESSOA, Fernando. O livro do desassossego. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 219.
O texto foi reescrito com algumas modificações. Considerando as normas de pontuação, assinale a alternativa que apresenta a versão de reescrita correta.
Alternativas
Q2130326 Português
Nosso vagão é composto por quatro cabines, banheiros, uma pequena sala onde imagino que passaremos a maior parte do tempo e uma cozinha. Vou até o meu quarto: cama de casal, armário, a mesa com cadeira voltada para a janela, uma porta que dá para um dos banheiros. Noto que no final existe outra porta. Vou até lá, abro e vejo que dá para um quarto vazio. Pelo que entendo os dois quartos compartilham o mesmo banheiro  
COELHO, Paulo. O Aleph. São Paulo: Gold Editora, 2011. p. 53-54. 
Sobre o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2130325 Português
O que os filósofos dizem com dificuldade
Os poetas dizem naturalmente
Os filósofos, porém, sabem o que dizem.

MACEDO, Maurício de. Fragmento. Maceió: Catavento, 2007. p. 19.
Assinale a alternativa cuja substituição do termo mantém o mesmo significado.
Alternativas
Q2130322 Português
O auto-retrato
No retrato que me faço – traço a traço – às vezes me pinto nuvem, às vezes me pinto árvore…

às vezes me pinto coisas de que nem há mais lembrança… ou coisas que não existem mas que um dia existirão…

e, desta lida, em que busco – pouco a pouco – minha eterna semelhança,

no final, que restará? Um desenho de criança…

QUINTANA, Mário. Apontamentos de História Sobrenatural.1. ed. São Paulo: Globo, 1976.
Considerando a linguagem do poema, é correto afirmar que o autor se utiliza da
Alternativas
Q2130321 Português
    Há uma felicidade que só se experimenta quando se vive como os ventos fortes, vizinhos das águias, vizinhos da neve, vizinhos do sol: assim vivem os ventos fortes. É como um vento forte que eu desejo soprar.
ALVES, Rubem. Variações sobre o prazer. São Paulo: Planeta. p. 120.
Segundo o autor, essa forma de felicidade somente é possível 


Alternativas
Q2130320 Português
     Fechou a porta, trancou-a a chave. Ajoelhou-se perto dela. Encostou a cabeça no seu seio e de novo aspirou aquele perfume morno e adocicado de rosas velhas. Ela continuava a sorrir, ausente, quase misteriosa, como se prestasse ouvido ao rolar suave de um rio dentro de seu peito.  
LISPECTOR, Clarice. Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 2019. p. 84.
Em relação ao trecho sublinhado, é correto afirmar que 

Alternativas
Q2130319 Português
    Tinha um peso humano, uma condição terrestre que o mantinha enredado nos minúsculos problemas da vida cotidiana. Queixava-se de achaques de velho, sofria pelos mais insignificantes percalços econômicos e havia deixado de rir fazia muito tempo, porque o escorbuto tinha arrancado seus dentes. No sufocante meio-dia em que revelou seus segredos, José Buendia teve a certeza de que aquele era o princípio de uma grande amizade. As crianças se assombravam com seus relatos fantásticos.
MARQUEZ, Gabriel Garcia. Cem anos de solidão. Rio de Janeiro: Record, 2020. p.12.
Assinale a alternativa cuja informação entre parênteses interpreta corretamente o fragmento retirado do texto.

Alternativas
Q2130318 Português

A cumbuca de ouro e os marimbondos 


      Havia dois homens, um rico e outro pobre, que gostavam de pregar peças um ao outro. Foi o compadre pobre à casa do rico pedir um pedaço de terra para fazer uma roça.  O rico, para fazer peça ao outro, lhe deu a pior terra que tinha Logo que o pobre teve o sim, foi para a casa dizer à mulher, e foram ambos ver o terreno.

     Chegando lá́ nas matas, o marido viu uma cumbuca de ouro, e, como era em terras do compadre rico, o pobre não a quis levar para a casa, e foi dizer ao outro que em suas matas havia aquela riqueza. O rico ficou logo todo agitado, e não quis que o compadre trabalhasse mais nas suas terras. Quando o pobre se retirou, o outro largou-se com a sua mulher para as matas a ver a grande riqueza.

     Chegando lá́ , o que achou foi uma grande casa de marimbondos; meteu-a numa mochila e tomou o caminho do mocambo do pobre, e logo que o avistou foi gritando: Ó compadre, fecha as portas, e deixa somente uma banda da janela aberta! ”

    O compadre assim fez, e o rico, chegando perto da janela, atirou a casa de marimbondos dentro da casa do amigo, e gritou: “Fecha a janela, compadre! ” Mas os marimbondos bateram no chão, transformaram-se em moedas de ouro, e o pobre chamou a mulher e os filhos para as ajuntar.

     O ricaço gritava então: “Ó compadre,  abra a porta! ” Ao que o outro respondia: “Deixe-me, que os marimbondos estão me matando! ” E assim ficou o pobre rico, e o rico ridículo. 

Disponível em: <https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/>. Acesso em: 26 fev. 2023.


Os contos populares muitas vezes contam histórias acontecidas entre homens, sem que haja protagonismo de animais com atitudes humanas. Esse é o caso de A cumbuca de ouro e os marimbondos, conto popular da região de Pernambuco, dois homens protagonizam a história. Sobre esse conto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2130311 Português
Que falta eu sinto de um bem Que falta me faz um xodó Mas como eu não tenho ninguém Eu levo a vida assim tão só

Eu só quero um amor Que acabe o meu sofrer Um xodó pra mim do meu jeito assim Que alegre o meu viver [...]
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/dominguinhos/d357861/> Acesso em: 27 fev. 2023.
Há mensagens em que, além da exploração da linguagem conotativa, o emissor expressa sentimentos ou emite sensações a respeito do que diz ao receptor. Considerando-se a linguagem desse texto, verifica-se que as funções utilizadas são


Alternativas
Q2130207 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Rara interação entre botos e pescadores é documentada de forma inédita pela ciência

Escassez de tainha pode ameaçar cooperação, indica estudo com dados coletados ao longo de 15 anos

Pesquisadores descrevem com dados inéditos a complexidade de uma relação entre espécies

Uma dança sincronizada. Uma colaboração cheia de instantes decisivos. Uma interação que resulta em benefícios para o boto e para o pescador. Tradicional e reconhecida no sul do Brasil e no mundo, a parceria entre botos pescadores e homens na pesca da tainha foi documentada de forma inédita pela ciência, em um trabalho que envolveu a Universidade Federal de Santa Catarina, a Oregon State University (OSU), nos Estados Unidos, e o Max Planck Institute (MPI), na Alemanha. A sincronia perfeita e necessária entre o sinal emitido pelo animal e a soltura da rede e os riscos que uma possível escassez de tainha pode trazer à prática estão entre os principais resultados do estudo.

Munida de drones, imagens subaquáticas e tecnologia de captação de sons marinhos, a equipe, na UFSC liderada pelo professor Fábio Daura-Jorge do Departamento de Ecologia e Zoologia, registrou detalhes em frações de segundos do comportamento dos botos e dos pescadores, além de ter se alimentado de um banco de dados de mais de 15 anos de monitoramento da cooperação - uma das poucas registradas na biologia. "Sabíamos que os pescadores estavam observando o comportamento dos botos para determinar quando lançar suas redes, mas não sabíamos se os botos estavam coordenando ativamente seu comportamento com os pescadores", disse Maurício Cantor, professor da OSU, colaborador da UFSC e líder do estudo.

"Usando drones e imagens subaquáticas, pudemos observar os comportamentos de pescadores e botos com detalhes sem precedentes e descobrimos que eles capturam mais peixes trabalhando em sincronia", disse Cantor. "Isso reforça que esta é uma interação mutuamente benéfica entre os humanos e os botos." Essa sincronia é determinante para o sucesso do pescador e para a manutenção da pesca tradicional, explica Daura-Jorge, que coordena, na UFSC, o Programa Ecológico de Longa Duração do Sistema Estuarino de Laguna e adjacências, financiado pelo CNPq. "Temos um longo histórico de estudos da UFSC sobre essa interação, que é muito valorizada localmente", comenta o professor. "Desde a década de 1980, importantes descrições de como funciona essa interação vêm sendo feitas, mas, desta vez, com ajuda de tecnologia apropriada, pudemos testar algumas hipóteses e confirmar que se trata de uma interação com benefícios mútuos", explica.

Os avanços tecnológicos foram fundamentais para os resultados assertivos deste novo estudo. Uma metodologia multiplataforma identificou um "sincronismo fino entre as duas partes", com benefícios para ambas. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, uma das principais da área, rastreou simultaneamente tainhas, botos, e pescadores acima e abaixo da água para desenvolver uma compreensão em escala fina de suas interações.

O estudo também teve como objetivo quantificar as consequências dessa cooperação, além de combinar os dados em um modelo numérico para prever o destino e propor ações iniciais para conservar essa interação rara. "A tainha é o principal recurso dessa interação, por isso nós utilizamos os dados da pesca local, que sugerem uma provável redução nos estoques de tainhas, para prever o que pode acontecer no futuro, caso persista esse processo de redução da sua abundância", explica Daura-Jorge.

Eles também descobriram que a sincronia de forrageamento - a busca pelo alimento - entre botos e pescadores aumenta substancialmente a probabilidade de pescar e o número de peixes capturados. Outro dado importante identificado pelo estudo é que a interação é benéfica à sobrevivência dos animais, já que aqueles que praticam a pesca cooperativa têm um aumento de 13% nas taxas de sobrevivência. De acordo com Daura-Jorge, isso também ocorre porque, enquanto estão entretidos cooperando e interagindo com os pescadores, os botos ficam longe de outros perigos que podem levá-los à morte, como pescarias ilegais que ocorrem na área.

A pesquisa também apontou que a compreensão dos pescadores sobre a tradição da pesca correspondia às evidências produzidas por meio de ferramentas e métodos científicos. "Questionários e observações diretas são maneiras diferentes de olhar para o mesmo fenômeno e combinam bem, disse Cantor. "Ao integrá-los, pudemos obter a imagem mais completa e confiável de como esse sistema funciona e, mais importante, como ele beneficia tanto os pescadores quanto os botos".

Onde estão e quem são os botos pescadores

Os botos pescadores vivem há anos no sistema estuarino de Laguna e são reconhecidos por suas características morfológicas, sendo também batizados com nomes pela comunidade de pesca. No ano passado, Caroba, o mais antigo boto pescador da região morreu aos 50 anos, possivelmente de causas naturais.

A equipe liderada por Daura-Jorge realiza o monitoramento dessa população há 16 anos. Ele explica que nem todos praticam a pesca cooperativa com pescadores. Na localidade, há entre 50 e 60 botos, mas menos da metade - por volta de 40% - são cooperativos.

Algumas hipóteses são sugeridas para explicar por que apenas alguns botos se envolvem na interação com pescadores. "Essa prática envolve questões de aprendizado e desenvolvimento cultural animal, algo bem discutido na literatura, e alguns botos podem ser mais propícios que outros a aprender, talvez por um traço de personalidade ou por consequência de suas relações sociais com outros indivíduos", explica.

De acordo com ele, no que se refere à população do local, aparentemente não há variações significativas ao longo dos anos, apesar das muitas atividades humanas que contribuíram para a morte não natural de alguns indivíduos. "Esse número constante de indivíduos é uma boa notícia, mas não o suficiente para despreocupações e comemorações. Para uma espécie que pode viver mais de 50 anos e que começa a se reproduzir só depois dos 10 anos, uma população de 50 indivíduos é muito pequena e estará sempre em risco de extinção", explicou, em texto no qual descreve a atividade de monitoramento.

Retirado e adaptado de: MIRANDA, Amanda. Jornalismo UFSC. Disponível em: https://jornalismoufsc.shorthandstories.com/raraintera-o-entre-botos-e-pescadores-documentada-de-forma-in-di ta-pela-ci-ncia/index.html. Acesso em: 16 de mar. 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona elementos do texto a informações apresentadas a seu respeito:
Primeira coluna: elemento (1) Boto (2) Pesquisador (3) Pescador (4) Tainha
Segunda coluna: informação (__)Sua população está sendo reduzida. (__)Aprende e se desenvolve culturalmente. (__)Tem compreensão que vai ao encontro dos resultados da pesquisa científica. (__)Descobriu a cooperação mútua.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q2130176 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos

Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com estudo

A poluição por plásticos nos oceanos em todo o mundo alcançou níveis sem precedentes nos últimos 15 anos. Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com um estudo que alerta para esse novo recorde preocupante.

Os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira (08/03/2023) na revista americana PLOS One, preveem até uma aceleração do fenômeno se nada for feito para impedir essa tendência e pedem ao mundo que conclua o tratado internacional, previsto para 2024, que supostamente salvará o planeta desse lixo.

O peso total dessa poluição representa 2,3 milhões de toneladas, estima o estudo. Os resultados são baseados em amostras de plástico coletadas em mais de 11 mil estações de observação em todo o mundo, ao longo de 40 anos, de 1979 a 2019.

Os pesquisadores não encontraram nenhuma tendência clara até 1990 e depois flutuações entre 1990 e 2005. Mas, depois dessa data, "vemos um aumento muito rápido, devido ao grande crescimento na produção [de plástico] e um número limitado de políticas de controle de eliminação na natureza", explicou Lisa Erdle, uma das autoras da pesquisa.

No meio dos oceanos, essa poluição é formada principalmente por equipamentos de pesca e boias, enquanto roupas, pneus de carros e plásticos de uso único costumam ser mais encontrados perto da costa. A presença desses dejetos ameaça os animais, que ficam presos nos pedaços maiores ou ingerem microplásticos, que circulam na cadeia alimentar até chegar aos humanos.

Se a tendência se confirmar, o uso de plásticos nos países do G20 deve quase dobrar até 2050 em relação a 2019, para 451 milhões de toneladas por ano, de acordo com um relatório internacional recente. Depois da guerra, em 1950, eram apenas 2 milhões de toneladas produzidas no planeta.

Os resíduos certamente diminuíram entre 1990 e 2005, em parte devido a políticas eficazes, como a convenção Marpol, de 1988, para acabar com as descargas por navios. Mas a reciclagem, mesmo nos países mais ricos, não tem sido suficiente para conter o problema.

No ano passado, 175 países concordaram em acabar com essa poluição desenvolvendo um tratado, amparado pela ONU, até o final de 2024. A próxima sessão de negociação está marcada para maio, em Paris. Para os autores, esse tratado deve ser ambicioso o suficiente para reduzir a produção e o uso de plástico, mas também gerenciar melhor sua eliminação.

"A coleta de plástico no meio ambiente tem apenas um efeito limitado, por isso as soluções devem se concentrar em limitar as liberações de plástico", indica o estudo.

Retirado e adaptado de: cossnnoos-oeeaos-atingee-neess-emm-prcee dentes-em-15--anos. por-plasticos-nos-oceanos-atinge-niveis-sem-precedentes-em-15-anos.
Acesso em: 13 mar. 2023.
Assinale a alternativa que indica a função da linguagem que se sobressai no texto "Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos":
Alternativas
Q2130175 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos

Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com estudo

A poluição por plásticos nos oceanos em todo o mundo alcançou níveis sem precedentes nos últimos 15 anos. Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com um estudo que alerta para esse novo recorde preocupante.

Os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira (08/03/2023) na revista americana PLOS One, preveem até uma aceleração do fenômeno se nada for feito para impedir essa tendência e pedem ao mundo que conclua o tratado internacional, previsto para 2024, que supostamente salvará o planeta desse lixo.

O peso total dessa poluição representa 2,3 milhões de toneladas, estima o estudo. Os resultados são baseados em amostras de plástico coletadas em mais de 11 mil estações de observação em todo o mundo, ao longo de 40 anos, de 1979 a 2019.

Os pesquisadores não encontraram nenhuma tendência clara até 1990 e depois flutuações entre 1990 e 2005. Mas, depois dessa data, "vemos um aumento muito rápido, devido ao grande crescimento na produção [de plástico] e um número limitado de políticas de controle de eliminação na natureza", explicou Lisa Erdle, uma das autoras da pesquisa.

No meio dos oceanos, essa poluição é formada principalmente por equipamentos de pesca e boias, enquanto roupas, pneus de carros e plásticos de uso único costumam ser mais encontrados perto da costa. A presença desses dejetos ameaça os animais, que ficam presos nos pedaços maiores ou ingerem microplásticos, que circulam na cadeia alimentar até chegar aos humanos.

Se a tendência se confirmar, o uso de plásticos nos países do G20 deve quase dobrar até 2050 em relação a 2019, para 451 milhões de toneladas por ano, de acordo com um relatório internacional recente. Depois da guerra, em 1950, eram apenas 2 milhões de toneladas produzidas no planeta.

Os resíduos certamente diminuíram entre 1990 e 2005, em parte devido a políticas eficazes, como a convenção Marpol, de 1988, para acabar com as descargas por navios. Mas a reciclagem, mesmo nos países mais ricos, não tem sido suficiente para conter o problema.

No ano passado, 175 países concordaram em acabar com essa poluição desenvolvendo um tratado, amparado pela ONU, até o final de 2024. A próxima sessão de negociação está marcada para maio, em Paris. Para os autores, esse tratado deve ser ambicioso o suficiente para reduzir a produção e o uso de plástico, mas também gerenciar melhor sua eliminação.

"A coleta de plástico no meio ambiente tem apenas um efeito limitado, por isso as soluções devem se concentrar em limitar as liberações de plástico", indica o estudo.

Retirado e adaptado de: cossnnoos-oeeaos-atingee-neess-emm-prcee dentes-em-15--anos. por-plasticos-nos-oceanos-atinge-niveis-sem-precedentes-em-15-anos.
Acesso em: 13 mar. 2023.
A expressão "sem precedentes" constante do título e da primeira frase do texto poderia ser substituída por qual das alternativas a seguir, sem prejuízo ao sentido pretendido no texto?
Alternativas
Q2130173 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos

Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com estudo

A poluição por plásticos nos oceanos em todo o mundo alcançou níveis sem precedentes nos últimos 15 anos. Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com um estudo que alerta para esse novo recorde preocupante.

Os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira (08/03/2023) na revista americana PLOS One, preveem até uma aceleração do fenômeno se nada for feito para impedir essa tendência e pedem ao mundo que conclua o tratado internacional, previsto para 2024, que supostamente salvará o planeta desse lixo.

O peso total dessa poluição representa 2,3 milhões de toneladas, estima o estudo. Os resultados são baseados em amostras de plástico coletadas em mais de 11 mil estações de observação em todo o mundo, ao longo de 40 anos, de 1979 a 2019.

Os pesquisadores não encontraram nenhuma tendência clara até 1990 e depois flutuações entre 1990 e 2005. Mas, depois dessa data, "vemos um aumento muito rápido, devido ao grande crescimento na produção [de plástico] e um número limitado de políticas de controle de eliminação na natureza", explicou Lisa Erdle, uma das autoras da pesquisa.

No meio dos oceanos, essa poluição é formada principalmente por equipamentos de pesca e boias, enquanto roupas, pneus de carros e plásticos de uso único costumam ser mais encontrados perto da costa. A presença desses dejetos ameaça os animais, que ficam presos nos pedaços maiores ou ingerem microplásticos, que circulam na cadeia alimentar até chegar aos humanos.

Se a tendência se confirmar, o uso de plásticos nos países do G20 deve quase dobrar até 2050 em relação a 2019, para 451 milhões de toneladas por ano, de acordo com um relatório internacional recente. Depois da guerra, em 1950, eram apenas 2 milhões de toneladas produzidas no planeta.

Os resíduos certamente diminuíram entre 1990 e 2005, em parte devido a políticas eficazes, como a convenção Marpol, de 1988, para acabar com as descargas por navios. Mas a reciclagem, mesmo nos países mais ricos, não tem sido suficiente para conter o problema.

No ano passado, 175 países concordaram em acabar com essa poluição desenvolvendo um tratado, amparado pela ONU, até o final de 2024. A próxima sessão de negociação está marcada para maio, em Paris. Para os autores, esse tratado deve ser ambicioso o suficiente para reduzir a produção e o uso de plástico, mas também gerenciar melhor sua eliminação.

"A coleta de plástico no meio ambiente tem apenas um efeito limitado, por isso as soluções devem se concentrar em limitar as liberações de plástico", indica o estudo.

Retirado e adaptado de: cossnnoos-oeeaos-atingee-neess-emm-prcee dentes-em-15--anos. por-plasticos-nos-oceanos-atinge-niveis-sem-precedentes-em-15-anos.
Acesso em: 13 mar. 2023.
A partir do texto "Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos", analise as afirmações a seguir:
I.Coletar plásticos no meio ambiente é uma ação essencial para impedir a poluição dos oceanos.
II.São encontrados objetos de plástico de naturezas distintas no meio do oceano e acerca da costa.
III.A poluição por plástico nos oceanos vem crescendo depressa e nenhuma medida está sendo tomada.
IV.A redução da produção e o efetivo gerenciamento da eliminação dos plásticos são ações fundamentais para lidar com o problema.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2130171 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos

Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com estudo

A poluição por plásticos nos oceanos em todo o mundo alcançou níveis sem precedentes nos últimos 15 anos. Cerca de 170 trilhões de pedaços de plástico e microplásticos estariam presentes na superfície dos oceanos, de acordo com um estudo que alerta para esse novo recorde preocupante.

Os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira (08/03/2023) na revista americana PLOS One, preveem até uma aceleração do fenômeno se nada for feito para impedir essa tendência e pedem ao mundo que conclua o tratado internacional, previsto para 2024, que supostamente salvará o planeta desse lixo.

O peso total dessa poluição representa 2,3 milhões de toneladas, estima o estudo. Os resultados são baseados em amostras de plástico coletadas em mais de 11 mil estações de observação em todo o mundo, ao longo de 40 anos, de 1979 a 2019.

Os pesquisadores não encontraram nenhuma tendência clara até 1990 e depois flutuações entre 1990 e 2005. Mas, depois dessa data, "vemos um aumento muito rápido, devido ao grande crescimento na produção [de plástico] e um número limitado de políticas de controle de eliminação na natureza", explicou Lisa Erdle, uma das autoras da pesquisa.

No meio dos oceanos, essa poluição é formada principalmente por equipamentos de pesca e boias, enquanto roupas, pneus de carros e plásticos de uso único costumam ser mais encontrados perto da costa. A presença desses dejetos ameaça os animais, que ficam presos nos pedaços maiores ou ingerem microplásticos, que circulam na cadeia alimentar até chegar aos humanos.

Se a tendência se confirmar, o uso de plásticos nos países do G20 deve quase dobrar até 2050 em relação a 2019, para 451 milhões de toneladas por ano, de acordo com um relatório internacional recente. Depois da guerra, em 1950, eram apenas 2 milhões de toneladas produzidas no planeta.

Os resíduos certamente diminuíram entre 1990 e 2005, em parte devido a políticas eficazes, como a convenção Marpol, de 1988, para acabar com as descargas por navios. Mas a reciclagem, mesmo nos países mais ricos, não tem sido suficiente para conter o problema.

No ano passado, 175 países concordaram em acabar com essa poluição desenvolvendo um tratado, amparado pela ONU, até o final de 2024. A próxima sessão de negociação está marcada para maio, em Paris. Para os autores, esse tratado deve ser ambicioso o suficiente para reduzir a produção e o uso de plástico, mas também gerenciar melhor sua eliminação.

"A coleta de plástico no meio ambiente tem apenas um efeito limitado, por isso as soluções devem se concentrar em limitar as liberações de plástico", indica o estudo.

Retirado e adaptado de: cossnnoos-oeeaos-atingee-neess-emm-prcee dentes-em-15--anos. por-plasticos-nos-oceanos-atinge-niveis-sem-precedentes-em-15-anos.
Acesso em: 13 mar. 2023.
Considere os seguintes trechos extraídos do texto "Poluição por plásticos nos oceanos atinge níveis sem precedentes em 15 anos" e responda:
"Os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira (08/03/2023) na revista americana PLOS One, preveem até uma aceleração do fenômeno se nada for feito para impedir essa tendência [...]"
"Mas, depois dessa data , "vemos um aumento muito rápido [...]"

As expressões "essa tendência" e "dessa data" se referem, respectivamente, a: 
Alternativas
Q2130151 Português
Comer comida queimada faz mal à saúde?


Em 2002, cientistas da Universidade de Estocolmo, na Suécia, descobriram que é aconselhável raspar os pedaços queimados da sua torrada.

Eles descobriram que uma substância chamada acrilamida forma-se quando aquecemos certos alimentos - incluindo batatas, pão, biscoitos, cereais e café - a mais de 120°C e o açúcar dos alimentos reage com o aminoácido asparagina. Este processo é conhecido como a reação de Maillard, que faz com que o alimento adquira a coloração marrom e gere aquele sabor característico de "coisa queimada".

A acrilamida também aumenta o risco de câncer em seres humanos, especialmente em crianças, segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. De acordo com os cientistas, a acrilamida é neurotóxica para nossa espécie, o que significa que ela afeta o sistema nervoso. A causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas uma das teorias é que esta substância ataca proteínas estruturais nas células nervosas e inibe sistemas anti-inflamatórios que protegem essas células contra lesões.

Já se demonstrou que seus efeitos tóxicos são cumulativos, ou seja, consumir pequenas quantidades de acrilamida por um longo período de tempo aumenta o risco de que ela prejudique órgãos com o passar do tempo.

Mais especificamente, estudos com animais mostraram que a exposição a longo prazo à acrilamida na alimentação aumenta o risco de doenças neurodegenerativas, como a demência. E ela também está associada a distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças, segundo Federica Laguzzi, professora de epidemiologia nutricional e cardiovascular do Instituto de Medicina Ambiental Karolinska, na Suécia.

A acrilamida atravessa todos os tecidos, incluindo a placenta, pois tem baixo peso molecular e é solúvel em água", explica Laguzzi. A professora encontrou relação entre a maior ingestão de acrilamida por mulheres grávidas e menor peso, circunferência da cabeça e comprimento dos bebês na hora do parto.

Estudos de laboratório com ratos também encontraram resultados entre a ingestão de acrilamida e câncer nas glândulas mamárias, na glândula tireoide, nos testículos e no útero, o que comprova um processo hormonal. Mas isso não significa, necessariamente, que os riscos sejam idênticos em seres humanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckmd30dn5j2o. Adaptado.
 E ela também está associada a distúrbios 'do' 'neurodesenvolvimento' em crianças.
As palavras em destaque foram estruturadas, respectivamente, pelas formações: 
Alternativas
Q2130147 Português
Comer comida queimada faz mal à saúde?


Em 2002, cientistas da Universidade de Estocolmo, na Suécia, descobriram que é aconselhável raspar os pedaços queimados da sua torrada.

Eles descobriram que uma substância chamada acrilamida forma-se quando aquecemos certos alimentos - incluindo batatas, pão, biscoitos, cereais e café - a mais de 120°C e o açúcar dos alimentos reage com o aminoácido asparagina. Este processo é conhecido como a reação de Maillard, que faz com que o alimento adquira a coloração marrom e gere aquele sabor característico de "coisa queimada".

A acrilamida também aumenta o risco de câncer em seres humanos, especialmente em crianças, segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. De acordo com os cientistas, a acrilamida é neurotóxica para nossa espécie, o que significa que ela afeta o sistema nervoso. A causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas uma das teorias é que esta substância ataca proteínas estruturais nas células nervosas e inibe sistemas anti-inflamatórios que protegem essas células contra lesões.

Já se demonstrou que seus efeitos tóxicos são cumulativos, ou seja, consumir pequenas quantidades de acrilamida por um longo período de tempo aumenta o risco de que ela prejudique órgãos com o passar do tempo.

Mais especificamente, estudos com animais mostraram que a exposição a longo prazo à acrilamida na alimentação aumenta o risco de doenças neurodegenerativas, como a demência. E ela também está associada a distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças, segundo Federica Laguzzi, professora de epidemiologia nutricional e cardiovascular do Instituto de Medicina Ambiental Karolinska, na Suécia.

A acrilamida atravessa todos os tecidos, incluindo a placenta, pois tem baixo peso molecular e é solúvel em água", explica Laguzzi. A professora encontrou relação entre a maior ingestão de acrilamida por mulheres grávidas e menor peso, circunferência da cabeça e comprimento dos bebês na hora do parto.

Estudos de laboratório com ratos também encontraram resultados entre a ingestão de acrilamida e câncer nas glândulas mamárias, na glândula tireoide, nos testículos e no útero, o que comprova um processo hormonal. Mas isso não significa, necessariamente, que os riscos sejam idênticos em seres humanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckmd30dn5j2o. Adaptado.
Você costuma raspar os pedaços queimados da sua torrada? Pesquisas recentes indicam que é uma boa ideia.
De acordo com o texto base:
Alternativas
Respostas
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