Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.758 questões

Q2639215 Português

Cuidados com a hidratação no inverno


Por Redação Hcor


  1. As baixas temperaturas provocam alterações no organismo, que diminuem a sensação de
  2. sede e fazem com que muitas pessoas acabem reduzindo o consumo diário de líquido. “No verão,
  3. por exemplo, suamos frequentemente e sentimos mais sede. Por isso, é natural que tenhamos
  4. uma preocupação maior com __ hidratação, porém, o que pouca gente sabe é que o risco de
  5. desidratação também existe no inverno. Além de nos fazer suar menos, __ baixas temperaturas
  6. causam mudanças no organismo que diminuem a sensação de sede. Isso faz com que muitas
  7. pessoas acabem diminuindo a ingestão diária de líquido, o que pode ser prejudicial __ saúde”,
  8. revela Diego Barros, fisiologista do esporte do HCor (Hospital do Coração). A falta de sede que
  9. sentimos no inverno se dá principalmente por causa das mudanças sofridas por um hormônio
  10. conhecido como ADH, ou antidiurético. Nos dias frios, essa molécula de...encadeia reações que
  11. fazem com que a circulação sanguínea fique concentrada nos vasos centrais para preservar o
  12. calor do corpo. Esse processo traz uma sensação interna de que estamos suficientemente
  13. hidratados. Consequentemente, nosso organismo leva mais tempo para se dar conta de que
  14. precisa de líquido. “Jamais podemos nos esquecer de que, no frio, precisamos de tanta água
  15. quanto no calor. Ter essa consciência é ainda mais importante no caso de quem pratica atividades
  16. físicas regulares, o que sempre demanda uma reposição ainda maior de líquido. Por isso, é
  17. impre...indível conhecer os sintomas da desidratação nessa época do ano para que possamos
  18. evitar o problema e manter a saúde em dia”, recomenda Diego.
  19. Para que possamos identificar quando o corpo precisa de hidratação no inverno, Barros
  20. aponta alguns sinais que vão muito além da simples sensação de sede. Entre eles estão: febre
  21. repentina, dor de cabeça, boca seca, prisão de ventre, irritabilidade, problemas de pele, como
  22. ressecamento, dermatite, além de urina mais escura e espessa. “Quadros de desidratação são
  23. bastante perigosos porque enfraquecem o sistema imunológico e favorecem o surgimento ou o
  24. agravamento de diferentes tipos de doenças. Tanto que, no inverno, observamos que há um
  25. aumento na in...idência de infecções urinárias e problemas renais, por exemplo”, revela.
  26. Para manter a hidratação necessária, o principal cuidado é não deixar de beber, pelo menos,
  27. dois litros de água por dia. “Quem pratica exercícios deve procurar beber rigorosamente a mesma
  28. quantidade de líquido que costuma ingerir no verão, mesmo suando menos.


(Disponível em: https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/fisiologista-do-esporte-hcor-alerta-para-os-cuidados-com-hidratacao-no-inverno/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que poderia substituir, sem prejudicar o sentido do texto, a palavra “preservar” (l. 11).

Alternativas
Q2639208 Português

Cuidados com a hidratação no inverno


Por Redação Hcor


  1. As baixas temperaturas provocam alterações no organismo, que diminuem a sensação de
  2. sede e fazem com que muitas pessoas acabem reduzindo o consumo diário de líquido. “No verão,
  3. por exemplo, suamos frequentemente e sentimos mais sede. Por isso, é natural que tenhamos
  4. uma preocupação maior com __ hidratação, porém, o que pouca gente sabe é que o risco de
  5. desidratação também existe no inverno. Além de nos fazer suar menos, __ baixas temperaturas
  6. causam mudanças no organismo que diminuem a sensação de sede. Isso faz com que muitas
  7. pessoas acabem diminuindo a ingestão diária de líquido, o que pode ser prejudicial __ saúde”,
  8. revela Diego Barros, fisiologista do esporte do HCor (Hospital do Coração). A falta de sede que
  9. sentimos no inverno se dá principalmente por causa das mudanças sofridas por um hormônio
  10. conhecido como ADH, ou antidiurético. Nos dias frios, essa molécula de...encadeia reações que
  11. fazem com que a circulação sanguínea fique concentrada nos vasos centrais para preservar o
  12. calor do corpo. Esse processo traz uma sensação interna de que estamos suficientemente
  13. hidratados. Consequentemente, nosso organismo leva mais tempo para se dar conta de que
  14. precisa de líquido. “Jamais podemos nos esquecer de que, no frio, precisamos de tanta água
  15. quanto no calor. Ter essa consciência é ainda mais importante no caso de quem pratica atividades
  16. físicas regulares, o que sempre demanda uma reposição ainda maior de líquido. Por isso, é
  17. impre...indível conhecer os sintomas da desidratação nessa época do ano para que possamos
  18. evitar o problema e manter a saúde em dia”, recomenda Diego.
  19. Para que possamos identificar quando o corpo precisa de hidratação no inverno, Barros
  20. aponta alguns sinais que vão muito além da simples sensação de sede. Entre eles estão: febre
  21. repentina, dor de cabeça, boca seca, prisão de ventre, irritabilidade, problemas de pele, como
  22. ressecamento, dermatite, além de urina mais escura e espessa. “Quadros de desidratação são
  23. bastante perigosos porque enfraquecem o sistema imunológico e favorecem o surgimento ou o
  24. agravamento de diferentes tipos de doenças. Tanto que, no inverno, observamos que há um
  25. aumento na in...idência de infecções urinárias e problemas renais, por exemplo”, revela.
  26. Para manter a hidratação necessária, o principal cuidado é não deixar de beber, pelo menos,
  27. dois litros de água por dia. “Quem pratica exercícios deve procurar beber rigorosamente a mesma
  28. quantidade de líquido que costuma ingerir no verão, mesmo suando menos.


(Disponível em: https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/fisiologista-do-esporte-hcor-alerta-para-os-cuidados-com-hidratacao-no-inverno/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo sobre o texto:


I. Conforme Diego Barros, fisiologista do esporte mencionado no texto, a sensação de sede é o único sinal a ser considerado para detectar que o corpo precisa de hidratação.

II. Ao praticar exercícios físicos no inverno e transpirar pouco, o consumo de água pode ser menor.

III. As alterações provocadas no organismo por conta das baixas temperaturas fazem com que a sensação de sede seja reduzida.

IV. Diversas doenças podem ser agravadas por conta da desidratação do organismo, pois o sistema imunológico fica enfraquecido.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2639198 Português

Texto: Os dois "multis” dos multiletramentos

O termo mutiletramentos refere-se atualmente a dois aspectos principais da construção de significado. O primeiro é a diversidade social, ou a variabilidade de convenções de significado em diferentes situações culturais, sociais ou de domínio específico. Textos variam enormemente dependendo do contexto social — experiência de vida, assunto, domínio disciplinar, ramo de trabalho, conhecimentos especializados, ambiente cultural ou identidade de gênero, só para citar algumas diferenças importantes. Essas diferenças estão se tornando cada vez mais significativas nos modos como interagimos em nossa vida cotidiana, isto é, nos modos como construímos significados e deles participamos, Segundo o NLG (Grupo da Nova Londres, surgido em 1996 com o manifesto "A pedagogia dos multiletramentos" e que conta com pesquisadores como Gunther Kress, William Cope, Jim Gee, Mari Kalantzis e Norman Fairclough), é preciso lidar com as diferenças linguísticas e culturais, que se tornaram centrais para a pragmática de nossas vidas profissionais, cívicas e privadas. Assim, o NLG defende um ensino voltado para projetos que considerem as diferenças multiculturais existentes, dando visibilidade às dimensões profissional, pessoal e de participação cívica.

O segundo aspecto da construção de significado destacado pela ideia de multiletramento é a multimodalidade. Essa é uma questão particularmente significativa hoje, em parte como resultado dos novos meios de informação e comunicação. Os significados são construídos cada vez mais multimodalmente, devido à crescente multiplicidade e integração de modos de construção do significado, em que o textual está integrado ao visual, ao áudio, ao espacial, ao comportamental etc. Isso é particularmente importante na mídia de massa, na multimídia e na hipermídia eletrônica.


Fonte: Kalantzis, M; Cope, W; Pinheiro, P. Letramentos. Campinas, SP. Editora da Unicamp, 2020.

Com base no texto Os dois "multis" dos multiletramentos, bem como nos conhecimentos acerca das reflexões sobre alfabetização, letramento e multiletramentos, analise as informações a seguir:


I. O título faz referência a dois 'multis', sobre o primeiro, é correto afirmar que se propõe a abordar a variabilidade de construção de significado em diferentes contextos culturais, sociais ou específicos, ou seja, não é mais suficiente para o ensino de alfabetização centrar-se apenas nas regras dos formulários normalizados da língua nacional. A representação do significado cada vez mais requer que os alunos se tornem capazes de negociar diferenças nos padrões de significado de um contexto para o outro, sendo essas diferenças consequência de vários fatores, incluindo cultura, gênero e experiência de vida.

Il. O outro 'multi' surge como característica das novas formas de informação e comunicação, dado que o significado é feito de maneira cada vez mais multimodal, na qual modos linguísticos possuem interface de significado com padrões de significados orais, visuais, de áudio, gestuais, táteis e espaciais. A multimodalidade pode ser entendida como o uso de mais de um modo em um texto ou um evento de construção de significado. Apesar de ser muito mais significativa na era das novas mídias digitais, a multimodalidade não é um fenômeno novo.

III. Um ensino voltado para projetos que considerem as diferenças multiculturais existentes, como foi citado no texto, é mais bem compreendido como um conjunto de práticas sociais, inferidas por meio de textos escritos. Assim, podemos falar de práticas de letramento padronizadas por instituições sociais destituídas de relações de poder, não sendo nenhuma delas mais dominante que outras. Pode-se, então, afirmar que práticas de letramento são formas culturalmente gerais de língua escrita que as pessoas dispõem em suas vidas ou, de forma mais simples, são o que as pessoas fazem com a escrita.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2639167 Português

Texto 02 - Aula de Português

A linguagem

na ponta da língua

tão fácil de falar

e de entender.

A linguagem

na superfície estrelada de letras,

sabe lá o que quer dizer?

Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,

e vai desmatando

o amazonas de minha ignorância.

Figuras de gramática, esquipáticas,

atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,

em que pedia para ir lá fora,

em que levava e dava pontapé,

a língua, breve língua entrecortada

do namoro com a priminha.

O português são dois; o outro, mistério.

Autor: Carlos Drummond de Andrade. Acessado em 07 de mai. 2023 em:< https://folhadepoesia.blogspot.com/2014/07/aula-de-portugues.html>

Com base no Texto 2 "Aula de Português?", analise as afirmativas a seguir:

I. Do verso: "Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me”, pode-se inferir que o neologismo do autor, formado pelas palavras 'esquisita' + 'antipática”, para representar seu desapreço pelas 'figuras de gramática".

II. Do verso: "A linguagem na ponta da língua tão fácil de falar e de entender.", pode-se inferir que o poeta estaria se referindo à modalidade oral, instantânea, espontânea e com menor monitoramento no instante em que é produzida.

III. Do verso: "A linguagem na superfície estrelada das letras, sabe lá o que quer dizer.”, pode-se inferir que o poeta esteja se referindo à modalidade escrita, com tendência a um maior monitoramento no instante em que é produzida.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2639166 Português

Texto 02 - Aula de Português

A linguagem

na ponta da língua

tão fácil de falar

e de entender.

A linguagem

na superfície estrelada de letras,

sabe lá o que quer dizer?

Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,

e vai desmatando

o amazonas de minha ignorância.

Figuras de gramática, esquipáticas,

atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,

em que pedia para ir lá fora,

em que levava e dava pontapé,

a língua, breve língua entrecortada

do namoro com a priminha.

O português são dois; o outro, mistério.

Autor: Carlos Drummond de Andrade. Acessado em 07 de mai. 2023 em:< https://folhadepoesia.blogspot.com/2014/07/aula-de-portugues.html>

Com base no Texto 2 "Aula de Português?", analise as afirmativas a seguir:


I. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é predominantemente conotativa, por apresentar poucos trechos denotativos.

II. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é majoritariamente denotativa, por apresentar apenas alguns trechos conotativos.

III. Considerando a totalidade do texto, é correto afirmar que a linguagem utilizada é exclusivamente conotativa, por se tratar de um poema no qual tudo é metafórico.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2639164 Português

Texto 1 — “ Quem é o 'bom professor"?

Em 2007, ministrei um curso de formação continuada a professores na Associação de Apoio ao Menor e Assistência Educacional (AAMAE), de minha cidade natal.

Em dado momento, a dinâmica do curso levou-nos a indagar sobre a figura do bom professor. Nesse passo, utilizando o livro Representações e reflexões sobre o bom professor, de Mary Rangel (7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004), li, na página 10, a seguinte representação: “O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a aula com o aluno." Mantive comigo o teor dessa frase, mas ofereci às participantes o mote "O bom professor é aquele que não dá aula....”, sugerindo que elas completassem a frase.

Meu intuito foi o de captar como aquele grupo de profissionais da educação concebem-se a si mesmas, em particular suas concepções teórico-metodológicas sobre o exercício efetivo da docência em sala de aula, momento importantíssimo na condução do processo ensino-aprendizagem.

Após terem feito suas frases, as mesmas foram socializadas e debatidas por todos, o que contribuiu, e muito, para a nossa reflexão e para o incremento de nossa ação junto àqueles a quem atuamos.

No encerramento da atividade, solicitei autorização das autoras das frases para publicá-las, razão pela qual, a seguir, coloco-as tais quais me foram passadas. São ricas de sentido e dão margem a um pensar sobre como pensamos que deve ser a aula de um professor e de uma professora que podem ser considerados 'bons”.

"O bom professor é aquele que não dá aula sem prepará-la" (Andréia)

"O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a sua aula de acordo com os conhecimentos que recebe de seus educandos" (Eunice).

"O bom professor é aquele que não dá aula só para passar o conhecimento, mas pelo amor à educação” (Fatinha).

"O bom professor é aquele que não dá aula, e, sim, aquele que produz a aula de acordo com a realidade de seus alunos” (Janaína).

"O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que procura dar o melhor de si aos seus alunos para prepará-los para a vida, ou seja, para o mundo" (Keila Cristiano).

"O bom professor é aquele que faz uma sondagem (diagnóstico) dos alunos e, depois, planeja através dos relatos para desempenhar um produtivo trabalho" (Leonilda).

"O bom professor é aquele que não dá aula, mas, sim, aquele que trabalha como um intermediário entre o conhecimento e o educando, pois ele não só ensina, mas aprende" (Vera).

Uma riqueza de representações críticas, não? Creio que a prática dessas profissionais também vai na mesma direção da qualidade a que se referem em suas falas, pois essas profissionais formaram um grupo de estudo entusiasmado, em quem o brilho nos olhos dizia que faziam e sofriam a educação pelo compromisso social que ela implica e pela possibilidade que ela oferece de fazer com que meninos e meninas, homens e mulheres se humanizem por meio da escolarização.

Ao querido grupo de professoras, meu muito obrigado pela generosidade dos pensamentos compartilhados e sucesso nessa árdua tarefa que é a de educar para um mundo melhor do que aquele que encontramos quando viemos à existência.

Por Wilson Correia Adaptado. Acesso em 7 mai. 2023 em:< https://brasilescola.uol.com.br/educacao/quem-bom-professor.htm>

Com base no Texto 1 "Quem é o 'bom professor'?", analise as informações a seguir:

I. No primeiro parágrafo, a citação indireta foi inserida para se referir ipsis litteris à afirmação do enunciador citado.

Il. A palavra 'bons', no quinto parágrafo, recebeu a aspa simples para destacar um termo que já se encontrava dentro de um trecho destacado por aspas duplas.

III. A interrogação, no início do penúltimo parágrafo, foi usada como pergunta retórica, recurso linguístico pelo qual o autor questiona o leitor para instigá-lo a refletir.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2639163 Português

Texto 1 — “ Quem é o 'bom professor"?

Em 2007, ministrei um curso de formação continuada a professores na Associação de Apoio ao Menor e Assistência Educacional (AAMAE), de minha cidade natal.

Em dado momento, a dinâmica do curso levou-nos a indagar sobre a figura do bom professor. Nesse passo, utilizando o livro Representações e reflexões sobre o bom professor, de Mary Rangel (7. ed. Petrópolis: Vozes, 2004), li, na página 10, a seguinte representação: “O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a aula com o aluno." Mantive comigo o teor dessa frase, mas ofereci às participantes o mote "O bom professor é aquele que não dá aula....”, sugerindo que elas completassem a frase.

Meu intuito foi o de captar como aquele grupo de profissionais da educação concebem-se a si mesmas, em particular suas concepções teórico-metodológicas sobre o exercício efetivo da docência em sala de aula, momento importantíssimo na condução do processo ensino-aprendizagem.

Após terem feito suas frases, as mesmas foram socializadas e debatidas por todos, o que contribuiu, e muito, para a nossa reflexão e para o incremento de nossa ação junto àqueles a quem atuamos.

No encerramento da atividade, solicitei autorização das autoras das frases para publicá-las, razão pela qual, a seguir, coloco-as tais quais me foram passadas. São ricas de sentido e dão margem a um pensar sobre como pensamos que deve ser a aula de um professor e de uma professora que podem ser considerados 'bons”.

"O bom professor é aquele que não dá aula sem prepará-la" (Andréia)

"O bom professor é aquele que não dá aula. Ele constrói a sua aula de acordo com os conhecimentos que recebe de seus educandos" (Eunice).

"O bom professor é aquele que não dá aula só para passar o conhecimento, mas pelo amor à educação” (Fatinha).

"O bom professor é aquele que não dá aula, e, sim, aquele que produz a aula de acordo com a realidade de seus alunos” (Janaína).

"O bom professor é aquele que não dá aula, mas aquele que procura dar o melhor de si aos seus alunos para prepará-los para a vida, ou seja, para o mundo" (Keila Cristiano).

"O bom professor é aquele que faz uma sondagem (diagnóstico) dos alunos e, depois, planeja através dos relatos para desempenhar um produtivo trabalho" (Leonilda).

"O bom professor é aquele que não dá aula, mas, sim, aquele que trabalha como um intermediário entre o conhecimento e o educando, pois ele não só ensina, mas aprende" (Vera).

Uma riqueza de representações críticas, não? Creio que a prática dessas profissionais também vai na mesma direção da qualidade a que se referem em suas falas, pois essas profissionais formaram um grupo de estudo entusiasmado, em quem o brilho nos olhos dizia que faziam e sofriam a educação pelo compromisso social que ela implica e pela possibilidade que ela oferece de fazer com que meninos e meninas, homens e mulheres se humanizem por meio da escolarização.

Ao querido grupo de professoras, meu muito obrigado pela generosidade dos pensamentos compartilhados e sucesso nessa árdua tarefa que é a de educar para um mundo melhor do que aquele que encontramos quando viemos à existência.

Por Wilson Correia Adaptado. Acesso em 7 mai. 2023 em:< https://brasilescola.uol.com.br/educacao/quem-bom-professor.htm>

Com base no Texto 1 "Quem é o 'bom professor'?" analise as afirmativas a seguir:

I. O texto é uma crônica pela qual o autor menciona um acontecimento relevante ocorrido em sua atividade profissional para propor uma reflexão sobre ser 'bom professor”.

lI. O texto é um conto curto cujo autor nomeia os personagens principais que realizam as ações para a resolução de uma situação-problema do enredo relatado.

III. O texto é um artigo de opinião que defende a tese da importância com fortes argumentos de que todo aquele que se propõe a ser um profissional seja o melhor.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2638955 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Considere as relações coesivas presentes no Texto 2. Em seguida, analise as afirmações. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A palavra "isso", no primeiro quadrinho, se refere a "ser doador de medula óssea".

(__)A palavra "essa", no último quadrinho, se refere a "ser doador de medula óssea".

(__)A expressão "sendo tão fácil de ajudar" faz alusão à ideia de doar medula óssea.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q2638951 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Analise o seguinte enunciado, retirado do Texto 1:


Deixe o medo de lado e seja solidário.


Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante nesse enunciado:

Alternativas
Q2638949 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero textual do Texto 1:

Alternativas
Q2638945 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero textual do Texto 2:

Alternativas
Q2638943 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

A respeito do Texto 1 e do Texto 2, analise as afirmações a seguir:


I.Os dois textos se aproximam por conta de sua temática.

II.Tanto o Texto 1 quanto o Texto 2 fazem uso da linguagem verbal e da linguagem não verbal.

III.Para compreender o Texto 2, é preciso ter lido o Texto 1.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2638942 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

Analise os sentidos dos vocábulos no seguinte trecho do Texto 1:


Doar sangue dói? Um pouquinho! Mas tem tanta coisa no dia a dia que dói mais e não salva vidas.


Sobre esse trecho, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2638940 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Texto 1:



Disponível em: e-vvralzzacmmm--raseclasscca-doraccaneegr/anha-de-doacao-de-sangue-viraliza-com-frase-classica-do-raca-negra/ Acesso em: 12 maio, 2023.


Texto 2:



Fonte: Alexandre Beck. Disponível em: /666033338673344956?type=33 rasarmandinho/photos/a.488361671209144/660336867344956/?type=3 Acesso em: 12 maio, 2023.

A partir da leitura atenta do Texto 1, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)O principal objetivo do texto é mostrar que doar sangue não é um ato muito doloroso.

(__)Para convencer o leitor a doar sangue, o Texto 1 utiliza de certo humor.

(__)A escolha da música da banda Raça Negra se deu, porque se trata de uma música muito popular, principalmente na Internet.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2638883 Português

Aprenda a chamar a polícia

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro de escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.

(Fonte: Luis Fernando Verissimo - adaptado.)

Considerando-se o uso de “mal” e “mau”, analisar os itens abaixo:

I. O mal pode estar presente ali.

II. Obviamente era mau agouro.

III. Judite ficava mau só de pensar em camarões.

IV. Ele mau sabia que ela chegaria a qualquer minuto.

Estão CORRETOS:

Alternativas
Q2638881 Português

Aprenda a chamar a polícia

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro de escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.

(Fonte: Luis Fernando Verissimo - adaptado.)

Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:

Ele não veio? ______?

Alternativas
Q2638878 Português

Aprenda a chamar a polícia

Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois, liguei de novo e disse com a voz calma:

— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro de escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:

— Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.

(Fonte: Luis Fernando Verissimo - adaptado.)

Assinalar a alternativa em que a palavra homônima sublinhada está empregada INCORRETAMENTE:

Alternativas
Q2638842 Português

Sexismo linguístico


Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.

No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.

Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.

Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.


(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)

A primeira vez que o cantor veio ao Brasil, foi para participar de um grande festival de música. Desde então, visita AMIÚDE o país.


Destaque o termo que contém um sinônimo da palavra destacada:

Alternativas
Q2638839 Português

Sexismo linguístico


Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.

No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.

Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.

Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.


(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)

De acordo com os conhecimentos gramaticais da Língua Portuguesa e, utilizando a argumentação que é defendida pelo texto acima, um grupo composto por cinco mulheres e um homem deve ser referido, gramaticalmente, como:

Alternativas
Q2638838 Português

Sexismo linguístico


Antes de entender o movimento por uma linguagem neutra ou inclusiva, é preciso argumentar por que a linguagem do dia-a-dia não pode ser chamada de inclusiva. Segundo a professora Raquel Freitag, existe uma concepção de que a língua é sexista. “Uma língua não existe senão em uma sociedade. Se a sociedade é sexista, como o é a nossa, a língua apenas reflete esse sexismo”, explica. Nesse sentido também discursa Guilherme Ribeiro Colaço Mäder em seu artigo “Masculino genérico e sexismo gramatical”.

No português, assim como na grande maioria das línguas do mundo, o masculino é considerado o gênero não marcado, aquele utilizado como genérico para se referir a um grupo de várias identidades. Em oposição, o gênero feminino é considerado marcado, ou seja, só remete a pessoas que se identificam com o pronome feminino. Porém, como é avaliado no artigo, a própria convenção do masculino genérico é um reflexo do machismo na sociedade e, por isso, caracteriza um “falso” neutro.

Apesar disso, é comum o uso do feminino genérico em determinadas situações, principalmente de maneira pejorativa. Enquanto “médicos”, no masculino, é usado genericamente, “enfermeiras”, no feminino, tem sentido genérico. Isso também acontece com as palavras “executivo” e “secretária”, por exemplo. O comum, nessas situações, é que profissões consideradas mais importantes são referidas no masculino, enquanto outras, desvalorizadas, são expressas no feminino, reforçando estereótipos.

Na manchete do artigo publicado na Istoé, Enfermeiras e médicos, os ‘heróis’ da batalha contra o novo coronavírus, apesar do masculino ser usado como genérico para as palavras “médicos” e “heróis”, o termo feminino “enfermeiras” foge à regra e também é utilizado como genérico.


(Autora: Sarah Rabelo. Disponível em https://blogfca.pucminas.br/colab/linguagemneutra/)

Pela leitura do texto, podemos afirmar corretamente que SEXISMO é:

Alternativas
Respostas
44781: D
44782: B
44783: D
44784: B
44785: C
44786: C
44787: C
44788: E
44789: A
44790: B
44791: C
44792: E
44793: E
44794: B
44795: A
44796: D
44797: A
44798: D
44799: A
44800: B