Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2183188 Português
Um dos problemas continuamente apontados em textos escritos é o da repetição de termos idênticos; em todas as frases abaixo, esse problema foi combatido por meio de substituições.
A opção em que a substituição foi realizada por meio de um processo diferente dos demais, é: 
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Q2183186 Português
“Por que você escreve? A essa pergunta Balzac respondeu: para ser rico e célebre. Outros responderão certamente: porque é um ato necessário a meu equilíbrio psíquico, eu escreveria mesmo que eu não fosse publicado. Essas são as duas respostas extremas. Eu direi quanto a mim: para ser lido. Eu me considero como um artesão em sua oficina, aperfeiçoando esse objeto manufaturado destinado a ser vendido, um livro. Um livro é uma criação, que comporta um primeiro e um segundo grau. No primeiro, eu invento uma história e personagens. No segundo, o leitor se apoia no que inventei e persegue minha criação para torná-la sua. E como toda criação traz alegria, há para mim uma dupla felicidade: a de criar e a de suscitar uma criação entre meus leitores. Eu acendo um fogo que me dá calor e luz, mas eu o expando e observo milhões de pequenas luzes tremulando sobre toda a terra, feitas nos espíritos e corações por minhas obras” (Michel Tournier, Libération, 1985).
Sobre a significação desse pequeno texto, é correto afirmar que:
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183137 Português
Segundo Marcuschi (2002, p. 25), “em geral, a expressão ‘tipo de texto’, muito usada nos livros didáticos e no nosso dia a dia, é equivocadamente empregada e não designa um tipo, mas um gênero de texto”.
MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (org.). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002.
Acerca da caracterização de gênero e de tipo textual, assinale a alternativa correta. 
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183136 Português
Em sua epistemologia dialógica, a análise linguística se firma no plano teórico-metodológico a partir do tripé pragmático das atividades linguísticas, epilinguísticas e metalinguísticas.
GERALDI, J. W. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
As atividades:
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183135 Português
Leia o que dizem Marcuschi e Dionísio sobre o trabalho com a oralidade: “Em si não haveria necessidade de justificar o trabalho com a oralidade em sala de aula, pois parece natural que isso deva ocorrer. O espantoso é que se tenha demorado tanto para chegar a esse reconhecimento. O que deveria ser explicado é o escândalo da ausência, e não a estranheza da presença do trabalho com a oralidade na sala de aula, ao lado do trabalho com a escrita.”
MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. Princípios gerais para o tratamento das relações entre a fala e a escrita. In: MARCUSCHI, L. A.; DIONÍSIO, A. P. (org.). Fala e escrita. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 8.
Com relação ao trabalho com gêneros orais em sala de aula, é correto afirmar que:
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português/Inglês |
Q2183134 Português
Com base no tema variação linguística, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português |
Q2183080 Português
Como apontado por Fávero (1983) com base nos estudos de Halliday e Hasan (1976), “a coesão textual, isto é, as concatenações frásicas lineares, depende de cinco categorias de procedimento: referência, substituição, elipse, conjunção e léxico”. A referência diz respeito aos itens da língua que se relacionam a outros elementos necessários à sua interpretação.
FÁVERO, L. Coesão e coerência textual. 2.ed. São Paulo: Ática, 1983.
Está correto o exemplo vinculado à categoria indicada entre parênteses o que vemos em:
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português |
Q2183078 Português
A Prática de Análise Linguística/Semiótica como eixo do ensino de Língua Portuguesa na Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2018):
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC): educação é a base. Brasília, DF: MEC/Consed/Undime, 2018. 
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português |
Q2183077 Português
Marcuschi (2008, p. 58) considera que “um problema do ensino é o tratamento inadequado, para não dizer desastroso, que o texto vem recebendo, não obstante as muitas alternativas e experimentações que estão sendo hoje tentadas. Com efeito, introduziu-se o texto como motivação para o ensino sem mudar as formas de acesso, as categorias de trabalho e as propostas analíticas”.
MARCUSCHI, L. A. Produção textual. Análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
Assinale a alternativa que apresenta uma característica do ensino INADEQUADO de produção textual. 
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português |
Q2183075 Português
Dentro do estudo da coerência, encontram-se as estruturas cognitivas. Para Koch e Travaglia (1999):
“O processo de armazenamento na memória não ocorre de forma isolada, sua organização e representação na mente são realizadas através de unidades completas de conhecimentos estereotipados, denominados conceitos e modelos cognitivos globais. […]”
KOCH, I.V. & TRAVAGLIA, L.C. Texto e coerência. São Paulo: Cortez, 1999.
Um dos modelos cognitivos citados pelos autores é conhecido por frames. Frames: 
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Ano: 2023 Banca: UFPR Órgão: IF-PR Prova: UFPR - 2023 - IF-PR - Letras Português |
Q2183072 Português
Leia os dois trechos a seguir sobre leitura:
“[…] a maioria dos estudantes aprende efetivamente muito pouco em relação às habilidades requeridas para sua integração satisfatória no mundo contemporâneo e [...] a verdadeira democratização da leitura ainda não acontece”.
LEIRIA, E. L. A escolarização da leitura no Brasil: uma visão histórica. Linguagens & Cidadania, v. 14, jan./dez., 2012, p. 11.
“Alguns estudiosos mostram que os níveis de leitura dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível satisfatório, e as intervenções, se há, para mudar esses índices, não produzem efeito”.
KLEIMAN, A. B. Leitura: ensino e pesquisa. 3. ed. Campinas: Pontes, 2008, p. 17-18.
Ambas as autoras constatam o fracasso do ensino da leitura no Brasil. Para mudar esse cenário, foi sugerida a Perspectiva Interacionista de Leitura (KLEIMAN, 2008), segundo a qual:
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Q2182661 Português
Assinale a alternativa que indica quantas outras alterações deveriam ser obrigatoriamente realizadas, a fim de que se mantivesse a correção do período, caso substituíssemos a palavra “amiga” (l. 12) por sua forma no plural.
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Q2182657 Português
Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “ortodoxos” (l. 20) sem causar alteração ao sentido original do texto. 
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Q2182346 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Violência e culpa Natalia

Pasternak




Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

A tese do texto é:
Alternativas
Q2182344 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Violência e culpa Natalia

Pasternak




Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

No que diz respeito à pontuação do texto, a vírgula pode ser corretamente suprimida, mantendo-se os demais sinais de pontuação, depois de:
Alternativas
Q2182343 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Violência e culpa Natalia

Pasternak




Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

Os termos “ainda assim” e “mas”, destacados no texto, estabelecem respectivamente relações de:
Alternativas
Q2182342 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Violência e culpa Natalia

Pasternak




Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2023/03/violencia-e-culpa.ghtml. Adaptado.

No que diz respeito aos elementos coesivos do texto, assinale a alternativa correta. 
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Q2182249 Português
A rota dos falsários

    O primeiro derrame de dinheiro falso no Brasil, em grande escala, teve como ponto central de distribuição o Rio Grande do Sul. Isso aconteceu em meados do século XIX. No dia 10 de agosto de 1843, o Ministro da Fazenda Joaquim Francisco Viana determinou, em ofício reservado, ao presidente do Rio Grande do Sul, Barão de Caxias, que estabelecesse séria vigilância sobre as cargas e os passageiros dos navios procedentes de Portugal.
    Segundo informações seguras, lá estavam fabricando dinheiro falso brasileiro em volumes assustadores. E esse dinheiro estava sendo trazido para o Brasil pelos navios que atracavam no porto de Rio Grande, evitando assim os rigores da alfândega do Rio de Janeiro.
    Diante da delicada situação, as autoridades rio-grandenses trataram de montar um rigoroso esquema de vigilância. Apesar dos esforços e da dedicação dos agentes fiscais, nada se descobria nas cargas nem nos passageiros. Por ordem oficial, os volumes eram abertos a bordo dos navios, antes mesmo de serem descarregados. E os passageiros, por sua vez, eram também revistados a bordo, minuciosamente.
    Enquanto isso, o dinheiro falso continuava chegando ao Rio Grande do Sul e daí se espalhando para o resto do Brasil. Até então os fiscais concentravam as revistas somente nas cargas sólidas, mas quando resolveram revistar também as cargas líquidas tiveram uma tremenda surpresa. O dinheiro falso estava chegando ao porto de Rio Grande dentro de barris de vinho, acondicionado em latas vedadas com resina e bem fixadas no fundo dos barris, para evitar que fossem percebidas quando os barris eram sacudidos.
    Apesar de ter sido descoberta a trapaça, os nomes dos trapaceiros foram mantidos em sigilo, possivelmente para preservar a imagem de alguns figurões da época. Aliás, um procedimento ainda em voga nos dias de hoje.

(Eloy Terra, 550 anos: crônicas pitorescas da história do Brasil. Adaptado)
As palavras destacadas nas frases – “ofício reservado” e “informações seguras” – têm antônimos adequados ao contexto, respectivamente, em:
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Q2182246 Português
A rota dos falsários

    O primeiro derrame de dinheiro falso no Brasil, em grande escala, teve como ponto central de distribuição o Rio Grande do Sul. Isso aconteceu em meados do século XIX. No dia 10 de agosto de 1843, o Ministro da Fazenda Joaquim Francisco Viana determinou, em ofício reservado, ao presidente do Rio Grande do Sul, Barão de Caxias, que estabelecesse séria vigilância sobre as cargas e os passageiros dos navios procedentes de Portugal.
    Segundo informações seguras, lá estavam fabricando dinheiro falso brasileiro em volumes assustadores. E esse dinheiro estava sendo trazido para o Brasil pelos navios que atracavam no porto de Rio Grande, evitando assim os rigores da alfândega do Rio de Janeiro.
    Diante da delicada situação, as autoridades rio-grandenses trataram de montar um rigoroso esquema de vigilância. Apesar dos esforços e da dedicação dos agentes fiscais, nada se descobria nas cargas nem nos passageiros. Por ordem oficial, os volumes eram abertos a bordo dos navios, antes mesmo de serem descarregados. E os passageiros, por sua vez, eram também revistados a bordo, minuciosamente.
    Enquanto isso, o dinheiro falso continuava chegando ao Rio Grande do Sul e daí se espalhando para o resto do Brasil. Até então os fiscais concentravam as revistas somente nas cargas sólidas, mas quando resolveram revistar também as cargas líquidas tiveram uma tremenda surpresa. O dinheiro falso estava chegando ao porto de Rio Grande dentro de barris de vinho, acondicionado em latas vedadas com resina e bem fixadas no fundo dos barris, para evitar que fossem percebidas quando os barris eram sacudidos.
    Apesar de ter sido descoberta a trapaça, os nomes dos trapaceiros foram mantidos em sigilo, possivelmente para preservar a imagem de alguns figurões da época. Aliás, um procedimento ainda em voga nos dias de hoje.

(Eloy Terra, 550 anos: crônicas pitorescas da história do Brasil. Adaptado)
Na passagem – ... os nomes dos trapaceiros foram mantidos em sigilo, possivelmente para preservar a imagem de alguns figurões da época. – as expressões “em sigilo” e “possivelmente” expressam, correta e respectivamente, as noções de
Alternativas
Q2182244 Português
A rota dos falsários

    O primeiro derrame de dinheiro falso no Brasil, em grande escala, teve como ponto central de distribuição o Rio Grande do Sul. Isso aconteceu em meados do século XIX. No dia 10 de agosto de 1843, o Ministro da Fazenda Joaquim Francisco Viana determinou, em ofício reservado, ao presidente do Rio Grande do Sul, Barão de Caxias, que estabelecesse séria vigilância sobre as cargas e os passageiros dos navios procedentes de Portugal.
    Segundo informações seguras, lá estavam fabricando dinheiro falso brasileiro em volumes assustadores. E esse dinheiro estava sendo trazido para o Brasil pelos navios que atracavam no porto de Rio Grande, evitando assim os rigores da alfândega do Rio de Janeiro.
    Diante da delicada situação, as autoridades rio-grandenses trataram de montar um rigoroso esquema de vigilância. Apesar dos esforços e da dedicação dos agentes fiscais, nada se descobria nas cargas nem nos passageiros. Por ordem oficial, os volumes eram abertos a bordo dos navios, antes mesmo de serem descarregados. E os passageiros, por sua vez, eram também revistados a bordo, minuciosamente.
    Enquanto isso, o dinheiro falso continuava chegando ao Rio Grande do Sul e daí se espalhando para o resto do Brasil. Até então os fiscais concentravam as revistas somente nas cargas sólidas, mas quando resolveram revistar também as cargas líquidas tiveram uma tremenda surpresa. O dinheiro falso estava chegando ao porto de Rio Grande dentro de barris de vinho, acondicionado em latas vedadas com resina e bem fixadas no fundo dos barris, para evitar que fossem percebidas quando os barris eram sacudidos.
    Apesar de ter sido descoberta a trapaça, os nomes dos trapaceiros foram mantidos em sigilo, possivelmente para preservar a imagem de alguns figurões da época. Aliás, um procedimento ainda em voga nos dias de hoje.

(Eloy Terra, 550 anos: crônicas pitorescas da história do Brasil. Adaptado)
As frases “volumes assustadores” e “rigores da alfândega”, destacadas no segundo parágrafo do texto, significam, correta e respectivamente,
Alternativas
Respostas
44481: D
44482: C
44483: E
44484: B
44485: D
44486: B
44487: D
44488: A
44489: C
44490: A
44491: C
44492: C
44493: C
44494: E
44495: A
44496: D
44497: A
44498: B
44499: B
44500: C