Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3588476 Português
Leia a charge a seguir para responder a questão.


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(A Charge acima foi extraída do seguinte sítio da internet: https://www.jornalnh.com.br/cotidiano/entretenimento/2021/12/31/v eja-a-retrospectiva-de-2021-nas-charges-de-sinovaldo-e-gabrielrenner.html) 
A partir da leitura da charge acima, é possível entender que o assunto principal é:
Alternativas
Q3588472 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A Sogra no Hospital

    Certo mês, na hora do café, o marido chega em casa depois de voltar da visita à sua sogra no hospital. Ao chegar, sua esposa pergunta:
    - Como está a mamãe?
    O marido responde:
    - Sua mãe está muito bem. Saudável e forte como um cavalo e ainda viverá por muitos e muitos anos. Inclusive, semana que vem, ela receberá alta e virá morar conosco por muito tempo.
    A mulher, surpresa, pergunta:
    - Mas como assim? Ontem mesmo a equipe médica disse que ela estava em estado terminal e que teria apenas poucos dias de vida.
    O marido responde:
    - Eu não sei como ela estáva ontêm, querida, mas hoje, quando perguntei ao médico sobre o estado da minha sogra, ele disse que deveríamos nos preparar para o pior...

(Fonte adaptada: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13621).
É um sinônimo de “saudável”:
Alternativas
Q3588470 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A Sogra no Hospital

    Certo mês, na hora do café, o marido chega em casa depois de voltar da visita à sua sogra no hospital. Ao chegar, sua esposa pergunta:
    - Como está a mamãe?
    O marido responde:
    - Sua mãe está muito bem. Saudável e forte como um cavalo e ainda viverá por muitos e muitos anos. Inclusive, semana que vem, ela receberá alta e virá morar conosco por muito tempo.
    A mulher, surpresa, pergunta:
    - Mas como assim? Ontem mesmo a equipe médica disse que ela estava em estado terminal e que teria apenas poucos dias de vida.
    O marido responde:
    - Eu não sei como ela estáva ontêm, querida, mas hoje, quando perguntei ao médico sobre o estado da minha sogra, ele disse que deveríamos nos preparar para o pior...

(Fonte adaptada: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13621).
A partir da leitura da narrativa acima, entende-se que: 
Alternativas
Q3588469 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


A Sogra no Hospital

    Certo mês, na hora do café, o marido chega em casa depois de voltar da visita à sua sogra no hospital. Ao chegar, sua esposa pergunta:
    - Como está a mamãe?
    O marido responde:
    - Sua mãe está muito bem. Saudável e forte como um cavalo e ainda viverá por muitos e muitos anos. Inclusive, semana que vem, ela receberá alta e virá morar conosco por muito tempo.
    A mulher, surpresa, pergunta:
    - Mas como assim? Ontem mesmo a equipe médica disse que ela estava em estado terminal e que teria apenas poucos dias de vida.
    O marido responde:
    - Eu não sei como ela estáva ontêm, querida, mas hoje, quando perguntei ao médico sobre o estado da minha sogra, ele disse que deveríamos nos preparar para o pior...

(Fonte adaptada: https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=13621).
É um antônimo de “terminal”:
Alternativas
Q3588187 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
A relação referido e referente não existe em:
Alternativas
Q3588186 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
A qualidade sugerida pela crônica como positiva à vida é: 
Alternativas
Q3588183 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
"A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza", no excerto, não contém:
Alternativas
Q3588178 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
Qual provérbio sustenta a afirmação: "É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, (...)"?
Alternativas
Q3588175 Português
"A felicidade desperta mais inveja que a riqueza"


Não sei dizer do que mais gostei no livro O arroz de Palma, de Francisco Azevedo. O livro é delicado e simples, seus personagens são repletos de defeitos e virtudes, com abundância daquilo que existe de mais humano em nós.

Tia Palma e Antônio, os personagens centrais, parecem nossos chegados, e tia Palma não peca pelo excesso de palpitações. Um dia, a pitoresca senhorinha vai passear na casa de Antônio. Chegando lá, se depara com um arroz - que tem uma história linda - exposto dentro de um pote de cristal no restaurante do sobrinho. Sábia, pega o rapaz pelo braço e aconselha baixinho: "O arroz é a tua felicidade. {...}. Não deves fazer alarde dela. A felicidade, meu filho, desperta mais inveja que a riqueza".

Tia Palma tinha razão. Expor a felicidade é vaidade.

Não basta ser feliz, ter afetos à sua volta, comida à mesa, teto, paz? É preciso expor para validar?

Com o tempo a gente aprende: a alegria incomoda. E desperta desejos. Sempre terá alguém querendo experimentar um pouquinho do seu arroz, esse que você tanto valoriza.

Não é pecado ser feliz.

Não há nada de errado em irradiar alegria.

O perigo é usar isso para alimentar o ego.

Felicidade e ego não combinam, e é aí que muita gente se dá mal.

Felicidade é bênção.

O arroz é bênção. Mas quando você se engana colocando-o num pedestal, e se infla por possuí-lo ele deixa de ser dádiva. Passa a ser instrumento de sua vaidade e atiça a cobiça.

Não é preciso ser publicitário do próprio bem-estar. Não é preciso estardalhaço para mostrar ao mundo nossa vitória - contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio.

Ninguém é 100% feliz ou tem a vida perfeita como num comercial de margarina.

É fácil vestir um personagem e mostrar a perfeição, mas aprendi que quem tem certeza de que é possuidor de riquezas não fica mostrando por aí. Não precisa postar no facebook nem viver de aparências.

Se você não deseja inveja à sua volta, me permita um conselho: cuide de seus canteiros com humildade. Exercite o encantamento do agricultor que se maravilha com o desabrochar da roseira, mas não tenta esconder os espinhos nem as pragas.

Toquinho em "À sombra de um Jatobá", canta lindamente: "Poucas coisas valem a pena, o importante é ter prazer {...} longe do amor de quem nos finge amar".

Preste atenção à sua volta, você não precisa de bajuladores de um milhão de amigos que reafirmem quem você é. O importante é ter poucos e bons afetos, aquela turminha que sabe do seu sabor, de suas lutas diárias e vitórias merecidas.

Gosto de gente sem agrotóxicos. Que não tem vergonha de sua casca imperfeita e se perdoa pelas pragas. Que não tem medo de mostrar suas fragilidades do mesmo modo que se vangloria de suas virtudes.

Gente que não se infla para parecer maior do que é.

Gente que se humaniza e se aproxima de mim. Que não faz alarde de sua felicidade, mas valoriza o que vale a pena - como a sombra de um jatobá.


SIMÕES, Fabíola. A soma de todos os afetos. São Paulo: Faro Editorial, 2022. 
O valor semântico do termo anafórico em: "(...) contra a solidão contra a baixa autoestima, contra o tédio." é de:
Alternativas
Q3587728 Português

Leia o plano de aula sobre Produção de Texto, abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

 https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/2ano/lingua-portuguesa/produzindo-coletivamente-um-texto-de-instrucoesde-montagem/4321


Quais as habilidades que podem ser trabalhadas por meio dele?

Alternativas
Q3587597 Português
Observe os itens abaixo, analise-os a fim de identificar a única alternativa correta.
I. O texto é uma charge por ser atemporal e conter uma crítica social. Já o cartum é temporal.
II. Na primeira fala, a palavra “caipira” refere-se ao interlocutor, sendo classificado como vocativo.
III. As formas verbais se encontram empregadas corretamente de acordo com o correlacionamento necessário entre modos e tempos.
IV. Expressões indicativas de tempo e de lugar se encontram presentes na segunda fala.

Estão corretas apenas:
Alternativas
Q3587596 Português
Analise o texto quanto à interpretação, á morfossintaxe e às variedades linguísticas, assinalando em seguida a única alternativa correta. 
Alternativas
Q3587594 Português
Sobre o texto 5, existe uma única alternativa correta, identifique-a.
Alternativas
Q3587593 Português
“Os temas contemporâneos transversais são tópicos que estão presentes em diversas áreas do conhecimento e que são relevantes para a compreensão do mundo atual. Eles permitem que os alunos estabeleçam relações entre os conteúdos das diversas disciplinas e compreendam como elas se interrelacionam. Os temas transversais são fundamentais para o desenvolvimento do pensamento crítico e da cidadania, pois estimulam o diálogo entre os diversos campos do saber. São também uma forma de garantir que os alunos sejam expostos a diferentes perspectivas sobre um mesmo assunto, o que os prepara para enfrentar a complexidade do mundo atual.”
Sobre o parágrafo em destaque, será correto afirmar que:
Alternativas
Q3587591 Português
A alfabetização e o letramento constituem os primeiro passos necessários, para que um ser humano adquira conhecimentos a fim de crescer social, econômica, ética e moralmente. Não poderá haver letramento sem alfabetização. As primeiras séries do aprendizado são as mais importantes para dar base à formação intelectual, moral, e espiritual do indivíduo.
Leia atentamente o comando, as assertivas e, em seguida, identifique a única alternativa correta.
I. A leitura de um texto, com ligeira dificuldade, soletrando, no entanto assina o nome nos diversos documentos, já constitui letramento.
II. Alfabetização é o processo inicial da leitura, relaciona-se com o entendimento, com a interpretação do texto, isto é, com a prática da língua nas diversas atividades.
III. Entendimento, compreensão, interpretação de um texto e a prática da língua em diversas atividades, isto é letramento.
IV. Desenvolvimento de outras atividades além de habilidades alfabéticas e ortográficas para decodificar a língua, identifica letramento.

Apenas estão certas as assertivas:
Alternativas
Q3587590 Português
Texto 3

(...)
“Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos. Visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa. Além de destacar que a tecnologia e os seus diferentes usos devem estar contemplados nos currículos escolares, independentemente do nível escolar. (...) “https://site.educacional.com.br/rriculares.

Texto 4

“Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana (…) A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso”. Bakhtin (1997, p. 290) O gênero está ligado a uma origem cultural, com aspectos sociais relacionados ao espaço e ao tempo. Cada gênero é apropriado à sua especificidade, com sua finalidade discursiva, correspondendo ao seu determinado estilo. Segundo Bakhtin, esses gêneros podem ser divididos em dois grupos: Primários e secundários. Os primários se definem nas situações comunicativas cotidianas, espontâneas e informais. Os secundários aparecem em situações comunicativas mais complexas, como os enunciados técnicos, as teses científicas, etc. Bakhtin (1997, p. 293 https://educamundo.com.br
(...) 
A comunicação, desenvolvida nos estabelecimentos de ensino, irá influir grandemente no mercado de trabalho, uma vez que os jovens carregarão, em si, aquilo que lhes foi transmitido. Esses saberes, que independem, muitas vezes, do uso da tecnologia, conduzem o educando a um crescimento pessoal que o conduzirá para a equipe de trabalho, vivenciando o companheirismo, a ajuda mútua. Porém, isso só poderá ocorrer se ele tiver recebido uma orientação ética e moralmente firmes, daí haver necessidade de a família trabalhar juntamente com a escola para o desenvolvimento integral da criança e do adolescente.
Em observação aos textos e o comando da questão, assinale a única alternativa sem falha.
Alternativas
Q3587589 Português
Texto 3

(...)
“Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos. Visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa. Além de destacar que a tecnologia e os seus diferentes usos devem estar contemplados nos currículos escolares, independentemente do nível escolar. (...) “https://site.educacional.com.br/rriculares.

Texto 4

“Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana (…) A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso”. Bakhtin (1997, p. 290) O gênero está ligado a uma origem cultural, com aspectos sociais relacionados ao espaço e ao tempo. Cada gênero é apropriado à sua especificidade, com sua finalidade discursiva, correspondendo ao seu determinado estilo. Segundo Bakhtin, esses gêneros podem ser divididos em dois grupos: Primários e secundários. Os primários se definem nas situações comunicativas cotidianas, espontâneas e informais. Os secundários aparecem em situações comunicativas mais complexas, como os enunciados técnicos, as teses científicas, etc. Bakhtin (1997, p. 293 https://educamundo.com.br
(...) 
Sobre o uso da tecnologia no ensino da Língua Portuguesa e da Literatura e, sabendo-se da importância de tais ferramentas na comunicação, identifique a única alternativa correta. 
Alternativas
Q3587588 Português
Texto 3

(...)
“Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos. Visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa. Além de destacar que a tecnologia e os seus diferentes usos devem estar contemplados nos currículos escolares, independentemente do nível escolar. (...) “https://site.educacional.com.br/rriculares.

Texto 4

“Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana (…) A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso”. Bakhtin (1997, p. 290) O gênero está ligado a uma origem cultural, com aspectos sociais relacionados ao espaço e ao tempo. Cada gênero é apropriado à sua especificidade, com sua finalidade discursiva, correspondendo ao seu determinado estilo. Segundo Bakhtin, esses gêneros podem ser divididos em dois grupos: Primários e secundários. Os primários se definem nas situações comunicativas cotidianas, espontâneas e informais. Os secundários aparecem em situações comunicativas mais complexas, como os enunciados técnicos, as teses científicas, etc. Bakhtin (1997, p. 293 https://educamundo.com.br
(...) 
Na Língua Portuguesa, a comunicação é realizada mediante a palavra escrita ou falada, gestos, sinais, sons e, na atualidade, pela linguagem digital. Vem daí a necessidade de uma transformação na maneira da transmissão de novos saberes aos educandos, com novas metodologias.
Analisando os textos, e aliando seu conhecimento prévio, leia as assertivas abaixo, marcando a única alternativa correta.
I.Tipos textuais e gêneros textuais possuem características idênticas.
II.Gêneros textuais discursivos são empregados tanto na linguagem falada como escrita.
III.Tipos textuais são caracterizados pela forma e gêneros textuais, pelo conteúdo.
IV.Os gêneros textuais são flexíveis e variam constantemente.

Estão corretas apenas as assertivas:
Alternativas
Q3587586 Português
Texto 2

Deixa-me seguir para o mar

Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como
evocar-se um fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...

Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...

Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar, as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...

toda a tristeza dos rios é não poderem parar!
nem olhava o relógio seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mario Quintana (1906-1994)
Observando o título do poema, analise-o a fim de poder responder corretamente á alternativa.
I.A imensidão do oceano sugere o desejo de liberdade.
II.O período é composto, formado por duas orações.
III.O período é simples, uma vez que os dois verbos formam apenas uma locução.
IV.O verbo no infinitivo forma uma oração com valor de objeto direto.
Encontram-se corretas apenas as alternativas:
Alternativas
Q3587585 Português
Texto 2

Deixa-me seguir para o mar

Tenta esquecer-me... Ser lembrado é como
evocar-se um fantasma... Deixa-me ser
o que sou, o que sempre fui, um rio que vai fluindo...

Em vão, em minhas margens cantarão as horas,
me recamarei de estrelas como um manto real,
me bordarei de nuvens e de asas,
às vezes virão em mim as crianças banhar-se...

Um espelho não guarda as coisas refletidas!
E o meu destino é seguir... é seguir para o Mar, as imagens perdendo no caminho...
Deixa-me fluir, passar, cantar...

toda a tristeza dos rios é não poderem parar!
nem olhava o relógio seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

Mario Quintana (1906-1994)
O poeta exprime em seus versos:
Alternativas
Respostas
43421: B
43422: A
43423: D
43424: C
43425: D
43426: A
43427: B
43428: A
43429: D
43430: C
43431: E
43432: B
43433: C
43434: C
43435: E
43436: D
43437: C
43438: D
43439: A
43440: E