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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 129.182 questões

Q4029039 Português
A proximidade da morte

        Se a morte é uma sombra constante para qualquer ser vivente desde o nascimento, sua presença torna-se mais marcante com o envelhecimento. São as pessoas mais idosas, portanto, que percebem com mais nitidez a proximidade da morte. 

        Há pessoas que se mantêm ativas com a idade avançada e outras que precisam de cuidados especiais conforme envelhecem, em razão de doenças e problemas de mobilidade. A necessidade desses idosos entra em conflito com a situação real de grande parte das famílias. O ritmo acelerado imposto pelo sistema de produção e serviços desde as últimas décadas do século XX obriga trabalhadores a jornadas intensas fora de casa, o que dificulta o atendimento a idosos e doentes. Além disso, vale mencionar a elevação da expectativa de vida e o consequente aumento da parcela da população idosa com 60 anos ou mais. Segundo dados do Censo, esse grupo representava 15,6% da população brasileira em 2022. 

        Deve-se comentar que, vítimas de um etarismo que os reduz à improdutividade, há idosos que vão viver em asilos ou em hospitais (quando apresentam doenças graves) onde possam usufruir dos avanços da medicina, cada vez mais especializada. Porém, mesmo aqueles que recorrem a técnicas avançadas e a ambientes assépticos que prolongam a vida não escapam à solidão e à impessoalidade do atendimento. Enfermeiros e médicos são eficazes, mas os pacientes idosos frequentemente se encontram afastados da mão amiga e da atenção íntima sem pressa. 

        No entanto, sabe-se que a maioria dos idosos faz parte da população de baixa renda e, por isso, não tem acesso a muitos desses recursos. Acrescente-se o fato de que nas últimas décadas o número de idosos com necessidades especiais cresceu sem o correspondente crescimento de atendimento público. 

        Essa situação não seria uma expressão da morte em vida? Não seria uma espécie de morte simbólica antecedendo a morte fisiológica? Seria o aniquilamento da dignidade humana? O etarismo e a morte social, que colocam o indivíduo à margem e o tornam sem serventia, invisível para a sociedade, podem ser tão nocivos quanto uma doença letal. Além de causarem o desenvolvimento de um mal-estar físico e mental, podem levar à fragilidade e à morte do corpo.

Fonte: Moderna Plus Filosofia. Adaptado.
Ao longo do texto, o autor relaciona o envelhecimento da população às mudanças no modo de vida das famílias nas últimas décadas e apresenta as consequências dessa relação no cuidado com os idosos. Sobre isso, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4028841 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brinquedos

        Quando eu era menino eu brincava muito. Brincar é a coisa mais gostosa. Algumas pessoas grandes têm vergonha de brincar; acham que brincar é coisa de criança. O resultado é que elas ficam sérias, preocupadas, ranzinzas, amargas, implicantes, chatas, impacientes. Perdem a capacidade de rir e ninguém gosta da sua companhia. Quem brinca não fica velho. Pode ficar velho por fora, como eu. Mas por dentro continua criança, como eu.

        Naquele tempo, o jeito de as meninas e os meninos brincarem era muito diferente do jeito de hoje. Hoje, falou brincar, falou comprar brinquedo. E os brinquedos se encontram nas lojas e custam dinheiro. Mas lá na roça onde eu morava não havia nem lojas. E mesmo que houvesse, eu era um menino pobre. Não tinha dinheiro para comprar brinquedos.

        Eu brincava. Brincava sem comprar brinquedos. Não precisava. Eu fazia meus brinquedos. Na verdade, fazer os brinquedos era a parte mais divertida do brincar. (...)

ALVES, Rubem. Brinquedos. Armazém de texto. Disponível em <https://armazemdetexto.blogspot.com/2022/03/cronicabrinquedos-fragmento-rubem.html>
Marque a alternativa que apresenta uma informação correta em relação ao texto “Brinquedos”. 
Alternativas
Q4028840 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brinquedos

        Quando eu era menino eu brincava muito. Brincar é a coisa mais gostosa. Algumas pessoas grandes têm vergonha de brincar; acham que brincar é coisa de criança. O resultado é que elas ficam sérias, preocupadas, ranzinzas, amargas, implicantes, chatas, impacientes. Perdem a capacidade de rir e ninguém gosta da sua companhia. Quem brinca não fica velho. Pode ficar velho por fora, como eu. Mas por dentro continua criança, como eu.

        Naquele tempo, o jeito de as meninas e os meninos brincarem era muito diferente do jeito de hoje. Hoje, falou brincar, falou comprar brinquedo. E os brinquedos se encontram nas lojas e custam dinheiro. Mas lá na roça onde eu morava não havia nem lojas. E mesmo que houvesse, eu era um menino pobre. Não tinha dinheiro para comprar brinquedos.

        Eu brincava. Brincava sem comprar brinquedos. Não precisava. Eu fazia meus brinquedos. Na verdade, fazer os brinquedos era a parte mais divertida do brincar. (...)

ALVES, Rubem. Brinquedos. Armazém de texto. Disponível em <https://armazemdetexto.blogspot.com/2022/03/cronicabrinquedos-fragmento-rubem.html>
O texto “Brinquedos” é uma narração feita: 
Alternativas
Q4028814 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No terceiro parágrafo do texto, o dado de que apenas 11 das 188 NDCs mencionam assentamentos informais ou favelas como questão nacional evidencia, sobretudo:  
Alternativas
Q4028813 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No último parágrafo do texto, a recomendação da Habitat for Humanity International dirige-se aos países com o objetivo de:  
Alternativas
Q4028810 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante:
Alternativas
Q4028786 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Segundo o texto, o que é o Selo Verde?


Alternativas
Q4028785 Português

São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade


A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social.


A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos.


Sustentabilidade como Eixo Central


Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território.


Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão


A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.


Incentivo à Participação Social


A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária.


[…] Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/


Assinale a alternativa correta com base no texto sobre a ampliação das hortas urbanas em São José.


Alternativas
Q4028748 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
No último parágrafo do texto, a recomendação da Habitat for Humanity International dirige-se aos países com o objetivo de:
Alternativas
Q4028745 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante:  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Motorista de Carro |
Q4028615 Português
Tema esquecido: só 11 países incluem moradia em suas metas climáticas


    Desastres climáticos como as enchentes causadas pelo excesso de chuvas no Rio Grande do Sul, em 2024, e, mais recentemente, pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu (PR), foram responsáveis por destruir mais do que indústrias, prédios públicos e produções agrícolas. Parte da população das cidades afetadas também ficou sem ter onde morar.
   Dados da Habitat for Humanity International obtidos a partir de uma análise das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) de 188 países mostram que o tema da moradia ainda não está entre as prioridades dos dirigentes políticos.
     Segundo a Habitat for Humanity Internacional, na grande maioria dos casos, as NDCs incluem pouca ou nenhuma referência à habitação, “apesar de o ambiente construído contribuir significativamente para as emissões de carbono”, aponta o relatório. Além da falta de compromisso com a habitação, apenas 11 das 188 NDCs analisadas mencionam assentamentos informais ou favelas como uma questão nacional – apesar de essas áreas abrigarem mais de 1 bilhão de pessoas.
     A recomendação da Habitat for Humanity International é para que os países tomem medidas em suas próximas atualizações de NDCs para aumentar a resiliência climática e reduzir as emissões por meio da habitação.


Adaptado de: https://exame.com/esg/tema-esquecido-so-11-paisesincluem-moradia-em-suas-metas-climaticas/. 
Considerando as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que os desastres climáticos mencionados evidenciam, como consequência mais sensível e socialmente impactante: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IESES Órgão: IBHASES Prova: IESES - 2026 - IBHASES - Assistente Social |
Q4028501 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Prédios novos terão que cumprir normas para reduzir sua sensação térmica


   Uma resolução publicada pelo governo federal estabelece critérios de construção para que residências, prédios comerciais e públicos tenham mais conforto térmico em meio às mudanças climáticas em curso. A medida também possibilitará a redução do custo de energia elétrica. Atualmente, o setor da construção civil já dispõe de um instrumento de “etiquetagem” voluntária de eficiência energética, assim como os eletrodomésticos. Com a resolução publicada, esse processo se tornará obrigatório para novas construções.

   Essa etiquetagem vai variar de A a C, sendo A o nível mais eficiente do ponto de vista energético e o C, o menos eficiente. A norma determina que o nível C será obrigatório para os prédios residenciais e comerciais do setor privado a partir de 2030. Já para o setor público, os novos edifícios terão que atender aos critérios do nível A, a partir de 2027.

   Segundo o governo federal, ao atender os requisitos do nível “C”, as novas construções proporcionarão mais conforto térmico aos moradores e iluminação natural por mais tempo, o que vai reduzir a necessidade de ar condicionado para resfriar o ambiente e de iluminação artificial. Essas medidas podem ajudar a reduzir o custo da conta de luz.

  Com a resolução, o Ministério de Minas e Energia estima que cerca de 17 milhões de MWh sejam economizados até 2040. Isso daria para suprir o consumo de uma cidade de 1 milhão de habitantes durante 7 anos. Em valores, estima-se uma economia com energia elétrica de até R$ 2,7 bilhões.


Adaptado de:
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomi
a/predios-novos-terao-que-cumprir-normas-para
reduzir-sua-sensacao-termica/.  
No contexto do texto, a expressão “mudanças climáticas em curso”, no primeiro parágrafo, desempenha função argumentativa relevante. Seu emprego contribui para: 
Alternativas
Q4028420 Português

Para responder à questão. Leia a charge abaixo.


                                            q_1 pim.png (503×378)



Autor: Cazo

Analise as partes que seguem: Na charge em analise, os alienígenas observam o nosso globo de longe e sentem um forte cheiro de churrasco, associando esse odor diretamente ao drástico aumento da temperatura na Terra (1º parte). O efeito de sentido provocado por essa inusitada situação constrói uma pesada ironia, deixando perfeitamente subentendido que a humanidade, devido a sua inércia diante das mudanças climáticas, esta literalmente assando e destruindo a si mesma (2º parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4028373 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo


Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.


No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.


Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.


A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.


Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.


Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.


O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Em "...aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.", o termo em destaque, nesse contexto, apresenta sentido mais próximo de:
Alternativas
Q4028372 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo


Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.


No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.


Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.


A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.


Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.


Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.


O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
No título do texto: "A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo", observa-se um recurso expressivo caracterizado pela omissão de elementos que podem ser subentendidos pelo contexto, recurso este conhecido como:
Alternativas
Q4028371 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo


Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.


No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.


Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.


A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.


Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.


Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.


O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Com base nas informações do texto, analise as afirmativas a seguir.

I. O estudo mencionado sugere que pequenas interrupções no comportamento sedentário podem produzir efeitos positivos na saúde.
II. Os participantes da pesquisa eram exclusivamente pessoas idosas e sedentárias.
III. Caminhadas curtas distribuídas ao longo do dia podem contribuir para a redução da glicose pós-prandial.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4028370 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A melhor hora do dia para sair para caminhar: reduz o açúcar e combate o sedentarismo


Muitas pessoas pensam que para levar uma vida saudável é necessário ir à academia ou ter um personal trainer, porém, para se exercitar não é preciso fazer grandes esforços. Caminhar todos os dias pode ser uma alternativa para quem não deseja fazer esforço físico; basta calçar o calçado adequado e sair para dar alguns passos.


No caso de pessoas sedentárias que não sabem por onde iniciar o hábito de se exercitar, uma opção é começar com caminhadas de baixa intensidade, que podem promover a saúde do coração, proteger a pressão arterial e manter níveis adequados de glicose.


Um estudo realizado pela Universidade de Limerick, na Irlanda, avaliou pessoas sedentárias que passam longos períodos sentadas e o que aconteceria com a saúde delas se tivessem períodos de atividade, como caminhadas. Segundo a pesquisa, os participantes eram adultos com mais de 18 anos de idade e passaram por uma avaliação da saúde cardiometabólica.


A diferença na saúde foi analisada entre pessoas que permaneceram sentadas continuamente durante o dia e aquelas que interromperam esse comportamento sedentário com algum tipo de atividade física que não envolve grande esforço.


Os resultados mostraram que aqueles que fizeram pequenas pausas nesse tipo de comportamento sedentário apresentaram uma redução na glicose pós-prandial em comparação com aqueles que permaneceram sentados por períodos prolongados.


Dessa forma, os pesquisadores buscaram fazer com que os participantes da análise realizassem caminhadas curtas de forma intermitente e acumulassem pelo menos meia hora de caminhada durante o dia.


O estudo indicou que, após essas pessoas realizarem caminhadas contínuas, observou-se uma redução de 17% na glicose, ao contrário daquelas que permaneceram sedentárias. Por isso, se alguém procura uma alternativa à rotina diária, pode optar por fazer caminhadas curtas durante o dia, evitando assim ficar na mesma posição o tempo todo.
Considerando as ideias desenvolvidas no texto, assinale a alternativa que apresenta a finalidade do texto.
Alternativas
Q4028313 Português
Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/ Acesso em: 14 mar. 2026. 
No último quadro da tira, a palavra “peso” foi usada no sentido 
Alternativas
Q4028312 Português
Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/ Acesso em: 14 mar. 2026. 
Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 02. 
Alternativas
Q4028308 Português
Texto 01
Fazer nada

A manhã está do jeito que eu gosto. Céu azul, ventinho frio. Logo bem cedinho convidou-me a fazer nada. Dar uma caminhada – não por razões de saúde, mas por puro prazer. Os ipês-rosa floriram antes do tempo – vocês já notaram? E não existe coisa mais linda que uma copa de ipê contra o céu azul. Cessam todos os pensamentos ansiosos e a gente fica possuído por pura gratidão de que a vida seja tão generosa em coisas belas. Ali, debaixo do ipê, não há nada que eu possa fazer. Não há nada que eu deva fazer. Qualquer ação minha seria supérflua. Pois como poderia eu melhorar o que já é perfeito?

Lembro-me das minhas primeiras lições de filosofia, de como eu me ri quando li que, para o Taoísmo, a felicidade suprema é aquilo a que dão o nome de Wu-Wei, fazer nada. Achei que eram doidos. Porque, naqueles tempos, eu era um ser ético que julgava que a ação era a coisa mais importante. Ainda não havia aprendido as lições do Paraíso – que quando se está diante da beleza só nos resta...fazer nada, gozar a felicidade que nos é oferecida.

Queria perguntar aos ipês das razões do seu equívoco. Será que, por acaso, não possuíam uma agenda? Pois, se possuíssem, saberiam que floração de ipê está agendada somente para o mês de julho. Qualquer um que preste atenção nos tempos da natureza sabe disto. Mas antes que fizesse minha pergunta tola ouvi, dentro de mim, a resposta que me dariam. Responderiam citando o místico medieval Ângelus Silésius, que dizia que as flores não têm porquês; florescem porque florescem. Pensei que seria bom se também nós fôssemos como as plantas, que nossas ações fossem um puro transbordar de vitalidade, uma pura explosão de uma beleza que cresceu por dentro e não mais por ser guardada. Sem razões, por puro prazer.

Mas aí olho para a mesa e um livro de capa verde me lembra que não vivo no Paraíso, que não tenho o direito de viver pelo prazer. Há deveres que me esperam. O que todos pedem de mim não é que eu floresça, como os ipês, mas que eu cumpra os meus deveres – muito embora eles me levem para bem longe da minha felicidade. Pois dever é isto: aquela voz que grita mais alto que minhas flores não nascidas – os meus desejos – e me obriga a fazer o que não quero. Pois, se eu quisesse, ela não precisaria gritar. Eu faria por puro prazer. E se grita, para me obrigar à obediência, é porque o que o dever ordena não é aquilo que a alma pede. Daí a sabedoria de dois versos de Fernando Pessoa. Primeiro, aquele em que diz: Ah, a frescura na face de não cumprir um dever! Desavergonhado, irresponsável, corruptor da juventude, deveria ser obrigado a tomar cicuta, como Sócrates! Não é nada disto. Ele só diz a verdade: só podemos ser felizes quando formos como os ipês; quando florescemos porque florescemos; quando ninguém nos ordena o que fazer, e o que fazemos é só um filho do prazer. E o outro verso, aquele em que diz que somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fez de nós. [...]

Fonte: ALVES, Rubem. Fazer nada. Disponível em: https://rubemalvesdois.wordpress.com/. Acesso em: 14 mar. 2026.  
No texto, o “paraíso” está associado à/a

I- liberdade.
II- juventude.
III- ociosidade.
IV- contentamento.
V- discernimento.

Estão CORRETOS apenas os itens 
Alternativas
Respostas
3801: A
3802: A
3803: C
3804: A
3805: C
3806: D
3807: E
3808: C
3809: D
3810: B
3811: D
3812: D
3813: C
3814: A
3815: A
3816: A
3817: E
3818: C
3819: A
3820: B