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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 129.114 questões

Q4041917 Português

Leia o texto para responder à próxima questão.


Quero tudo novo de novo. Quero não sentir medo. Quero me entregar mais, me jogar mais, amar mais.


Viajar até cansar. Quero sair pelo mundo. Quero fins de semana de praia. Aproveitar os amigos e abraçá-los mais. Quero ver mais filmes e comer mais pipoca, ler mais. Sair mais. Quero um trabalho novo. Quero não me atrasar tanto, nem me preocupar tanto. Quero morar sozinha, quero ter momentos de paz. Quero dançar mais. Comer mais brigadeiro de panela, acordar mais cedo e economizar mais. Sorrir mais, chorar menos e ajudar mais. Pensar mais e pensar menos. Andar mais de bicicleta. Ir mais vezes ao parque. Quero ser feliz, quero sossego, quero outra tatuagem. Quero me olhar mais. Cortar mais os cabelos. Tomar mais sol e mais banho de chuva.


Preciso me concentrar mais, delirar mais.


Não quero esperar mais, quero fazer mais, suar mais, cantar mais e mais. Quero conhecer mais pessoas. Quero olhar para frente e só o necessário para trás. Quero olhar nos olhos do que fez sofrer e sorrir e abraçar, sem mágoa. Quero pedir menos desculpas, sentir menos culpa. Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais.


(Autor desconhecido).

Analise o texto e marque a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4041785 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando o trecho Não acredito que Meta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, logo apos citar a contrária opinião de grupos muito otimistas, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o pressuposto argumentativo exato e a crença estrutural que fundamentam a declaração da autora.
Alternativas
Q4041783 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as partes que seguem:
(1ª parte): No trecho Não absolvo as big techs- Mas nem tudo é culpa delas, o pronome pessoal desse trecho desempenha uma nítída função anafórica, substiturndo e retomando estritamente o antecedente composto pelas corporações de tecnologia do parágrafo. (2ª parte): No fragmento Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, o pronome pessoal sublinhado atua como um forte elemento catafórico, antecipando para o leitor um nome novo que será revelado apenas futuramente no último período.
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041781 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando os trechos retirados da crônica, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Na curta e direta frase Perdi a cabeça, esqueça!, o ponto de exclamação final foi empregado intencionalmente para denotar um forte sentimento de resignação e de extrema calmaria psicologica da cronista diante da propria dependência.
( ) Na contínua sequência Olha no espelho toda hora. Sofre., a clara opção pelo emprego de períodos extremamente curtos separados por ponto f inal conÍere um ritmo ágil, seco e tenso ao texto, simulando a angústia da repetição.
( ) No trecho Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha?, o ponto de interrogação introduz uma intensa pergunta retorica que busca engajar o leitor na reflexão.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4041780 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

No texto, ao afirmar que a jovem conseguiu contornar inteligentemente as proibições maternas, a autora diz que ela _______ o bloqueio. Ao descrever os formidáveis ganhos financeiros das grandes corporações tecnológicas, o texto classifica esses altos valores como lucros ______. Por fim, ao criticar de modo incisivo o planejamento ardiloso das empresas, assegura que os executivos os efeitos negativos e viciantes de seus próprios produtos no público vulnerável.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4041778 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Analise as partes que seguem: A autora exime totalmente as grandes corporaçoes de tecnologia de qualquer culpa, afirmando que a falta de controle e um problema exclusivo da esfera familiar e da fraqueza biologica intrínseca à raça humana (1ª parte). A argumentação sustenta que o tempo excessivo nas redes e o fator objetivo que transforma o uso da tecnologia em um vício destrutivo, comparando o limite do uso das telas a dosagem exata que diferencia um bom remedio curativo de uma droga potencialmente fatal (2ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4041777 Português

Para responder à questão, leia a crônica abaixo.


Quem deve ser condenado por nossos vícios?


        Comemoro e aplaudo a decisão do tribunal americano de responsabilizar a Meta e o Google por danos à saúde mental de uma jovem. Não absolvo as big techs. Mas nem tudo e culpa delas. Kaley começou a usar o Youtube aos 6 anos para assistir a videos sobre brilho labial. Aos 9 driblou o bloqueio ativado pela mãe para entrar no Instagram.


        O uso constante das redes afetou sua autoestima. E a isolou, em vez de estimular o convívio social. Ela postou centenas de fotos e desenvolveu dismorfia corporal, uma doença mental. A menina passa a ter preocupação obsessiva com a aparência. Acredita ser feia. Distorce sua imagem. Olha no espelho toda hora. Sofre. Quantas meninas se parecem com Kaley?


        Essa condenação inedita salvará vidas de crianças e adolescentes ansiosos e deprimidos? A decisão abre um precedente. Otimistas acreditam que as big techs, para evitar multas e indenizações, mudarão o desenho das plataformas, os conteúdos e os algoritmos que liberam dopamina. Não acredito que tv4eta e Google façam autocrítica e privilegiem as crianças, em vez dos lucros estratosféricos.


        Não é tudo culpa das big techs. A sociedade precisa acordar. Pode ter faltado conversa e atenção na casa da Kaley. E isso e compreensível. É muito difícil, para pais que trabalham fora, manter esse controle diário. Melhor nem ter YouTube na TV, porque ate o infantil tem desenhos e games estúpidos, violentos e viciantes. Um horror.


        Mas o vício e proprio do ser humano. Tenho amiga viciada em Coca-Cola. Em caÍe. Chocolate. Em cigarro. Jovens se viciam em vape. Já fui viciada em Rivotril e, depois, Frontal, livrei-me com oleo de cannabis. Há os alcoolatras, mais e menos assumidos. Os workaholícs. As drogas pesadas. E o vício da moda, canetas emagrecedoras. Vícios são tambem nossas escolhas.


        Falta, no caso das redes sociais, a consciência de que podem causar ansiedade, depressão e morte. Falta a Justiça se impor. Faltam os alertas oficiais do Ministério da Saúde, como no cigarro. Redes agem em nós como drogas. Está claro que a rolagem (scroll) infinita, a reprodução automática de vídeos, as notificações e os líkes criam dependência. Uso compulsivo. E tedio.


        Quantas vezes somos sugados pela rolagem de bobagens e paramos de escutar tudo a nossa volta, presos numa bolha? A interação humana tornou-se um desafio. Infinitamente mais com crianças. Sabemos que a competição com as redes e desleal. Filhos e netos escapam para o celular ou o iPad sempre que podem.


        Então. As big techs precisam mesmo ser responsabilizadas por negligência e crueldade com as crianças. São predadoras e gananciosas sim. Os executivos premeditaram. Conheciam os eíeitos negativos de seus produtos. Mas todo empresário cobiça produzir algo que vicie o consumidor. Quanto se Íalou da formula da CocaCola? A primeira versão tinha cocaína. Hoje, açúcar e cafeína.


        O que distingue remedio de droga e a quantidade. Overdose de um bom remedio pode matar. Esse criterio e objetivo: o tempo nas redes, É preciso estar no controle e não ser controlado. So adulto consegue - e nem todos. Outro critério, mais subjetivo, e identificar o conteúdo nocivo, o irrelevante e o construtivo. Gosto muito do meu feed.


        Kaley está com 20 anos e vai ganhar l.JS$ 3 milhôes de indenização - caso o recurso das big techs seja negado pela Justiça. O TikTok e o Snapchat fizeram acordos extrajudiciais. As multas são merreca para a lv'leta e o Google. As mães que perderam filhos apos bullyings virtuais comemoram a condenação. O caminho é pedregoso.


        Uma alegação de Kaley era que ficava no Instagram até pegar no sono. Você faz isso? Conhece alguma criança assim? Eu uso um app de relaxamento e meditação: o Calm. Também é um (bom) vício.


Autora: Ruth de Aquino

Considerando todas as inquestionáveis estratégias persuasivas e os recursos práticos de convencimento empregados ao longo de todo o desenvolvimento formal do texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A intensa citação das severas dependências químicas enfrentadas no passado pela propria autora atua como uma forte estrategia argumentativa para demonstrar, na prática, que a extrema fragilidade perante o vício é uma condição humana indesejável, mas universalmente comum.
( ) A reflexiva narrativa isenta de forma completa e absoluta os familiares de qualquer pontual responsabilidade na criação dos filhos, afirmando de modo dogmático que a educação infantil contemporânea deve ser obrigatoriamente terceirizada de forma integral aos coloridos aplicativos.
( ) A nítida comparação abertamente estabelecida entre o destrutivo cigarro e as engajadoras plataformas virtuais serve para exigir de modo público que as autoridades da área da saúde adotem corretas posturas de alerta oficial e de regulação estatal sobre os virtuais serviços prestados.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4041693 Português
No ensino de Língua Portuguesa, o trabalho com gêneros textuais verbais e não verbais pressupõе о reconhecimento de que as práticas de linguagem se organizam socialmente em formas relativamente estáveis, vinculadas a finalidades comunicativas, interlocutores e contextos de circulação. Nesse sentido, a entrevista e o debate constituem exemplos de gêneros predominantemente______, enquanto a notícia e o bilhete configuram gêneros predominantemente_______.

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
Alternativas
Q4041634 Português
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional


   O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da aréa, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024.
     "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário.
      Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11/% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (latur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local.
      O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional.
       Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis.
       A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portaria que regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.
     Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. 



Com base na análise das ideias e estrategias argumentativas apresentadas no texto, analise as assertivas:

I. A menção às crises recentes contribui para reforçar a ideia de resiliência do setor turístico no Estado.
II. O texto afirma que o Estado ocupou a liderança no crescimento turístico nacional no ano de 2025.
III. O investimento em ações promocionais é apresentado como elemento relevante na estratégia de fortalecimento do turismo.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4041632 Português
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional


   O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da aréa, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024.
     "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário.
      Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11/% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (latur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local.
      O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional.
       Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis.
       A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portaria que regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.
     Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões. 



 A tese central do texto sustenta-se na ideia de que o crescimento do turismo no Rio Grande do Sul:
Alternativas
Q4041536 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Aliteração.
B- Anacoluto.
C- Silepse.
D- Antítese.
E- Eufemismo.
Coluna II.
1- Ocorre quando o autor se afasta da norma gramatical para fazer a concordância com a ideia que as palavras expressam.
2- É a interrupção do encadeamento sintático e seu reinício no meio da frase.
3- É a aproximação de dois pensamentos contrários, (palavras ou frases).
4- É a substituição de uma expressão desagradável, ofensiva, grosseira, por outra mais suave.
5- Repetição de fonemas visando a um efeito expressivo, eufônico, (positivo), ou cacofônico, (negativo). Quando a repetição é de vogais, recebe o nome de assonância. 
Alternativas
Q4041531 Português
Referindo-se à tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Descrição é a modalidade de texto que se relaciona com objetos do mundo real, o objetivo do autor é contar um fato, relatar acontecimentos reais ou imaginários.
( ) Algumas modalidades da narração: romance, crônica, conto, fábula, anedota, lenda, parábola.
( ) No texto narrativo, não se pode deixar de lado a análise do aspecto temporal: os acontecimentos se sucedem na linha cronológica, existindo, portanto, uma relação de anterioridade e posterioridade, que acabam por compor uma história que nos é contada por um narrador.
( ) As ações são relatadas numa narrativa obedecendo à seguinte ordenação: introdução, desenvolvimento e conclusão. 
Alternativas
Q4041527 Português
Leia o texto para responder à próxima questão.

A vida é um rio. (Isaias Costa).

Quero deixar uma pequena reflexão de um filósofo e místico indiano que admiro muito, chamado Osho. Um pequeno texto em que ele fala sobre o fluxo natural na nossa vida, que se assemelha com um rio.
“O êxtase é a nossa verdadeira natureza, não ser extático é simplesmente desnecessário. Ser extático é natural, espontâneo. Não precisa de esforço para ser extático, precisa de grande esforço para ser miserável.
É por isso que você está tão cansado, porque a miséria é realmente um trabalho duro, mantê-la é muito difícil, porque você está fazendo algo contra a natureza. Você está indo corrente acima, isto é o que a miséria é.
E o que é felicidade? Ir com o rio – tanto assim que a distinção entre você e o rio seja simplesmente perdida. Você é o rio. Como pode ser difícil? Para ir com o rio, nenhum nado é necessário, você simplesmente flutua com o rio e o rio leva você para o oceano. O rio já está indo para o oceano.
A vida é um rio. Não o empurre e você não vai ser miserável.
Você está pronto. Este momento de confusão, este momento de caos em sua vida, pode abrir uma nova porta, pode virar uma nova folha. Não espere mais.”
Achei muito interessante quando ele fala sobre a miséria, que é algo contra a natureza. Realmente a miséria é algo contra a natureza. Você pode até me questionar: “Não é bem assim. Uma pessoa que vive na miséria. Que nunca teve oportunidade de crescer na vida. Como é que essa pessoa está fluindo contra a natureza?”. Este é um questionamento válido, porém, muito superficial, sabe por quê? Porque o destino da sua vida é só você que determina. O poder do seu pensamento é que vai determinar se você será alguém grande nessa vida. Uma coisa que acontece demais é que algumas pessoas que vem de origem extremamente humilde conseguem crescer na vida de uma maneira extraordinária. Como elas conseguem isso? Elas conseguem isso porque focam a sua mente e as suas ações somente no sucesso. A palavra miséria não existe nos seus dicionários, porque elas não permitem que exista. Entendem o que estou querendo dizer? Tudo que acontece na nossa vida acontece porque a gente permite que aconteça. Se você coloca na sua mente que é um sucesso, que todas as suas ações terão sucesso, que você é o melhor no que faz. O que vai acontecer? Você estará seguindo o fluxo natural do rio da sua vida, a natureza se encarregará de lhe dar o seu sucesso em tudo.
E as pessoas que “nadam contra a maré”? Estas são as pessoas que se sabotam o tempo todo. Que tem seus rios, mas que insistem em seguir contra a maré. É interessante notar que o gasto de energia dessas pessoas é infinitamente maior do que o das pessoas que seguem o fluxo natural do rio. Agora eu vou falar umas coisas que acho engraçadas e que escuto quase todos os dias. Muitos dizem: “O meu trabalho é pesado. Tenho que ter muita disposição para dar conta dele…”, “Amanhã será mais um longo dia de luta no meu trabalho…”, ou “Que merda! Hoje é segunda-feira!”, “Não vejo a hora de que chegue sexta-feira!” As pessoas que falam assim têm o seu trabalho como um fardo, algo pesado, quando na verdade o trabalho deveria ser um prazer. É triste dizer, mas um número enorme de pessoas tem o seu trabalho como algo pesado. Isso é horrível, porque elas não conseguem ser plenamente felizes. O dia tem 24 h, elas escolhem ter 16 h ou menos de felicidade fora do trabalho e 8 h de infelicidade no trabalho. Já pararam para pensar nisso? Não precisa ser assim. Você não só pode, como deve trabalhar com aquilo que ama. Saiba o que você ama e trabalhe com isso! Se você sente que o que você faz não é o que ama, tome uma atitude! Saia desse emprego atual e vá fazer o que ama! Sei que para muitos é arriscado simplesmente abandonar o trabalho e fazer o que ama. O que fazer nesse caso? Nas horas vagas, as “horas da felicidade”, desenvolva as suas ideias! Escreva! Coloque no papel o que quer, e veja passo a passo o que pode fazer! Diga assim: “O que eu posso fazer hoje para que o que eu quero comece a acontecer de verdade?”, sempre assim, vendo o que é palpável. Realizada esta etapa pergunte: “o próximo passo, quais as ferramentas para continuar?”, busque as ferramentas, até conseguir o que quer, e ser feliz trabalhando com o que ama fazer.
Enfim. Vamos seguir o fluxo natural do rio! E ser felizes em todos os momentos e em todas as circunstâncias. A felicidade é uma busca pessoal e incessante. Busque-a todos os dias, com todas as suas energias…

Fonte: https://www.google.com.br/search?q
Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4041459 Português

O machismo das ausências  







VALEK, Aline.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cultura/o-machismo-das-ausencias/.

Acesso em: 26/01/2026 (adaptado). 


 O título “O machismo das ausências” refere-se à(ao):  
Alternativas
Q4041457 Português

O machismo das ausências  







VALEK, Aline.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cultura/o-machismo-das-ausencias/.

Acesso em: 26/01/2026 (adaptado). 


De acordo com o texto, o machismo na literatura manifesta-se bem antes do mercado editorial, pois as mulheres: 
Alternativas
Q4041426 Português




Disponível em: https://www.humorcomciencia.com/wpcontent/uploads/2024/02/Ancestrais.jpg

O texto intitulado “Ancestrais” apresenta diferentes aparelhos tecnológicos (relógio, calculadora, câmera, rádio, guia, envelope de carta e telefone celular) representados com braços, pernas e expressões faciais, interagindo entre si. Esse recurso visual constitui um exemplo de personificação, estratégia comum em textos multissemióticos para produzir efeitos de sentido.
Considerando a relação entre linguagem verbal e não verbal, assinale a alternativa que melhor explica o efeito da personificação dos aparelhos na construção do sentido do texto.
Alternativas
Q4041425 Português




Disponível em: https://www.humorcomciencia.com/wpcontent/uploads/2024/02/Ancestrais.jpg

Após a leitura do texto, analise as afirmações a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) O efeito de humor do texto decorre da polissemia da palavra “ligação”, que pode significar tanto chamada telefônica quanto relação de vínculo ou origem entre os objetos representados.

( ) O smartphone sugere possuir relação com os demais objetos porque integra, em um único dispositivo, funções anteriormente desempenhadas por eles.

( ) O texto apresenta uma crítica direta à inutilidade completa dos aparelhos antigos, defendendo que eles não têm mais qualquer relevância tecnológica.

( ) A personificação dos objetos tecnológicos contribui para a construção do sentido do texto, ao permitir que eles sejam representados como participantes de uma interação discursiva.


Após análise, conclui-se que a sequência correta é: 
Alternativas
Q4041424 Português





Disponível em:https://blogdoaftm.com.br/wpcontent/uploads/2024/06/5303.jpg Acesso em 06/03/ 2026.

Após a observação das características do texto, assinale a alternativa que identifica corretamente o gênero textual e explica de forma adequada seu funcionamento semânticodiscursivo.
Alternativas
Q4041423 Português





Disponível em:https://blogdoaftm.com.br/wpcontent/uploads/2024/06/5303.jpg Acesso em 06/03/ 2026.

Considere o texto apresentado, analise as características de sua organização discursiva e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4041420 Português
ECA Digital: entenda a nova lei que protege crianças e adolescentes no ambiente online





Você já ouviu falar no ECA Digital? Em agosto de 2025, um vídeo do influenciador Felca viralizou nas redes sociais ao denunciar a crescente adultização de crianças e adolescentes em plataformas digitais. Ele expôs a quantidade de conteúdos em que meninas e meninos eram retratados com comportamentos, roupas e linguagens tipicamente adultos, muitas vezes com incentivo de algoritmos e monetização. A repercussão foi imediata e acendeu um alerta sobre os limites entre a liberdade de expressão e a exploração infantil nas redes.
     O episódio trouxe à tona um problema antigo que ganhou novas formas no ambiente virtual: o uso da imagem de crianças e adolescentes como meio de gerar engajamento e lucro. Entre discussões sobre responsabilidade das plataformas, papel das famílias e necessidade de políticas públicas, cresceu o consenso de que o Estatuto da Criança e do Adolescente, criado em 1990, precisava oferecer respostas aos desafios do mundo digital.
     Foi nesse contexto que nasceu o ECA Digital, uma atualização legislativa que amplia a proteção integral da infância e da adolescência para o ambiente online, acompanhando as transformações tecnológicas e sociais dos últimos anos.
     Sancionada em setembro de 2025, a Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, representa uma ampliação do Estatuto da Criança e do Adolescente para o universo das tecnologias da informação e comunicação. Ela estabelece regras específicas para redes sociais, aplicativos, jogos eletrônicos e plataformas de streaming, definindo obrigações para empresas e reforçando a responsabilidade do Estado e da sociedade na proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
     O objetivo central da nova legislação é assegurar que os direitos fundamentais à dignidade, à privacidade, à segurança e ao desenvolvimento saudável sejam preservados também no mundo online. Assim como o ECA de 1990 trouxe avanços para o mundo físico, o ECA Digital busca garantir que o princípio da prioridade absoluta à infância e à adolescência se estenda para o espaço virtual.


PRINCIPAIS MUDANÇAS CAUSADAS PELO ECA DIGITAL

Verificação de idade e supervisão parental

    Uma das mudanças mais significativas do ECA Digital é a exigência de mecanismos confiáveis de verificação de idade. As plataformas não poderão mais se basear apenas na autodeclaração do usuário para permitir o acesso de menores de idade.
    Além disso, contas de crianças e adolescentes de até 16 anos deverão ser vinculadas a um responsável legal, com ferramentas de controle que permitam limitar tempo de uso, restringir contatos e aprovar compras em aplicativos e jogos. A medida pretende reduzir a exposição precoce e coibir práticas que contribuem para a adultização digital.

Design de segurança e restrições à monetização

    O ECA Digital determina que os serviços voltados ao público infantojuvenil sejam desenvolvidos seguindo os princípios de privacidade desde a concepção e proteção por padrão. Isso significa que a segurança e a privacidade devem estar integradas ao projeto desde o início, e não ser apenas um recurso adicional.
     Outra inovação proveniente do ECA Digital é a proibição da monetização e da publicidade direcionada a crianças e adolescentes com base em perfilamento comportamental. Ficam vedadas práticas como o uso de dados pessoais para manipular emoções, promover conteúdos inadequados ou estimular o consumo exagerado por meio de recompensas digitais e jogos com microtransações.

Transparência e responsabilidade das plataformas

    Empresas com mais de um milhão de usuários menores de 18 anos precisam publicar relatórios periódicos de transparência, apresentando dados sobre denúncias, remoção de conteúdos, medidas de proteção e uso de ferramentas de controle parental.
    As plataformas também devem agir rapidamente na remoção de conteúdos que representem risco, como exploração sexual, assédio, cyberbullying, discurso de ódio ou  incentivo a desafios perigosos. Em casos de descumprimento, poderão ser aplicadas sanções como multas, advertências, suspensão de serviços e até proibição de funcionamento no país.

Abrangência nacional e cooperação internacional

    A lei vale para qualquer serviço digital acessado por crianças e adolescentes no Brasil, mesmo que a empresa esteja sediada em outro país.
    A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi designada como órgão responsável pela fiscalização, atuando em conjunto com outras instituições, como o Ministério Público, o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e a Anatel.

ECA Digital e o papel das famílias, escolas e empresas

    Para as crianças e os adolescentes, o ECA Digital significa um ambiente virtual mais seguro e adequado à sua faixa etária, com menos exposição a conteúdos nocivos e maior controle sobre o uso de suas informações pessoais.
    Para as famílias, a lei oferece instrumentos mais claros de supervisão, fortalecendo o papel dos responsáveis na mediação do uso das telas. Não se trata de restringir o acesso à tecnologia, mas de garantir que ela seja utilizada de forma saudável, educativa e protetiva.
      As escolas também passam a ter um papel mais ativo na educação digital, orientando alunos sobre privacidade, cidadania e respeito no ambiente virtual. Já as organizações da sociedade civil, como a Fundação Abrinq, ganham uma nova frente de atuação para promover campanhas de conscientização e advocacy voltadas à infância conectada.
      Do lado das empresas de tecnologia, a lei impõe ajustes profundos. Será necessário rever políticas de privacidade, sistemas de autenticação, moderação de conteúdo e modelos de negócio baseados em publicidade infantil. A partir do ECA Digital, a lógica de “autorregulação” deixa de ser suficiente, uma vez que as empresas  passam a ter responsabilidades legais e éticas mais transparentes.

Desafios e próximos passos para aplicar o ECA Digital

    Apesar dos avanços, a implementação do ECA Digital apresenta desafios. O primeiro é tecnológico: desenvolver sistemas de verificação de idade que sejam eficazes sem comprometer a privacidade dos usuários. O segundo é institucional: garantir que os órgãos responsáveis tenham estrutura e recursos para fiscalizar e aplicar as sanções previstas.
     Há também um desafio cultural: promover uma mudança de mentalidade em relação à presença das crianças na internet. É preciso equilibrar liberdade, aprendizado e proteção, evitando tanto a exposição excessiva quanto o isolamento digital.
    O sucesso do ECA Digital depende, portanto, da cooperação entre governo, empresas, famílias e sociedade civil. Nenhuma dessas partes, sozinha, conseguirá garantir um ambiente online verdadeiramente seguro para as crianças e os adolescentes.

Disponível em: https://www.fadc.org.br/sites/default/files/inline images/ECA%20Digital%20pilares.pn
Leia o trecho a seguir:
“As escolas também passam a ter um papel mais ativo na educação digital, orientando alunos sobre privacidade, cidadania e respeito no ambiente virtual. já as organizações da sociedade civil, como a fundação abrinq, ganham uma nova frente de atuação para promover campanhas de conscientização e advocacy voltadas à infância conectada.”
Considerando os efeitos de sentido produzidos no texto, assinale a alternativa que apresenta uma pressuposição associada ao uso da palavra “advocacy”.
Alternativas
Respostas
3421: D
3422: B
3423: A
3424: B
3425: B
3426: D
3427: C
3428: A
3429: C
3430: C
3431: C
3432: D
3433: D
3434: B
3435: D
3436: D
3437: E
3438: C
3439: B
3440: A