Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2581455 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.


Máscara em mosaico e outros tesouros são encontrados em tumba de rei maia


O auge da civilização maia ocorreu entre 250 d.C. e 900 d.C. Apesar da grande importância histórica, existem poucos resquícios desse período devido ao saqueamento de sítios arqueológicos. Mas, recentemente, um trabalho da Universidade Tulane, nos EUA, conseguiu recuperar raros tesouros da época.

Liderado pelo arqueólogo Francisco Estrada- Belli, o time de pesquisadores fez investigações no sítio de Chochkitam, localizado na Guatemala, em uma região próxima das fronteiras dos atuais países México e Belize. Em 2022, a equipe encontrou a tumba de um rei maia, datada em 1.700 anos.

A descoberta foi possível graças à tecnologia LIDAR, que utilizou um avião para direcionar raios laser para o chão e, assim, fazer um mapeamento da área. “É como tirar raio-X do solo da floresta”, explica Estrada-Belli, em nota. “Isso revolucionou o nosso campo. Agora podemos ver aonde estamos indo, em vez de simplesmente fazer uma expedição na floresta esperando achar alguma coisa”, diz.

A tumba contém oferendas funerárias consideradas extraordinárias. Há uma máscara de jade em mosaico, raras conchas de ostra e escritos em ossos humanos. Estima-se que as relíquias sejam de 350 d.€. A expectativa é que elas contribuam para a compreensão de elementos da cultura maia, como a religião e a linhagem real. As conchas, por exemplo, eram utilizadas pela realeza como joias e moedas, além de servirem para oferendas religiosas e de sacrifício. Os escritos em ossos humanos, por sua vez, foram feitos em pedaços de fêmur. Um deles retrata um homem que seria um rei — até então desconhecido — segurando uma máscara de jade similar à encontrada na tumba. Os pesquisadores suspeitam que os hieróglifos vistos no material possam identificar o pai e o avô do líder, conectando-o a outros estados maias, como Tikal e Teotihuacan.

“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.”


Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/02/mascara-em-mosaico-e-outros-tesouros-sao-encontrados-em-tumba-de-rei-maia.ghtml

De acordo com o texto, todas as afirmações a seguir são verdadeiras, exceto:

Alternativas
Q2581280 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 8.

Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear

Imagine um telefone celular cuja bateria dure anos e não precise ser plugado na tomada para recarregar. Ou um drone capaz de voar indefinidamente sobre a Amazônia, registrando focos de desmatamento e de mineração ilegal. Situações como essas poderão se tornar realidade, em algum tempo, com o início da produção comercial de novos sistemas de armazenamento de energia que usam material radioativo para gerar eletricidade ininterruptamente, por dezenas ou centenas de anos.

Uma das inovações foi revelada no começo do ano pela startup chinesa Betavolt. A empresa desenvolveu uma bateria nuclear que poderá gerar energia por 50 anos sem necessidade de recarga. O dispositivo mede 15 milímetros (mm) de comprimento, por 15 mm de largura e 5 mm de espessura e opera a partir da conversão da energia liberada pelo decaimento de isótopos radioativos de níquel (Ni-63). Com 100 microwatts (µW) de potência e 3 volts (V) de tensão elétrica, o módulo é um projeto-piloto. A Betavolt planeja colocar no mercado em 2025 uma versão mais potente da bateria, com 1 watt (W). Ela tem função modular e, de acordo com a startup, poderá ser empregada em série para energizar drones ou celulares.

O Brasil tem estudos na área. Uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), uma unidade técnico-científica da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), com sede em São Paulo, apresentou no fim de 2023 o primeiro protótipo de uma bateria nuclear termelétrica feito no país. O princípio de funcionamento do dispositivo, também conhecido como gerador termelétrico radioisotópico (RTG), é diferente do sistema da Betavolt: uma corrente elétrica é produzida a partir da conversão do calor gerado pela desintegração de um isótopo de amerício (Am-241). No módulo chinês, partículas beta (elétrons) transformam-se em corrente elétrica por meio de um sistema conversor específico.

O processo de decaimento ou desintegração radioativa ocorre quando o núcleo instável de um elemento químico se transforma no núcleo de outro elemento, que tem menos energia. O processo libera radiação eletromagnética e pode emitir partículas. Esse fenômeno é caracterizado pela meia-vida, que é o tempo necessário para que metade dos átomos do isótopo radioativo presente em uma amostra se desintegre.

"Durante nosso desenvolvimento, tivemos que dimensionar um módulo gerador termelétrico, responsável por converter a energia térmica em elétrica", explica o engenheiro químico e doutor em tecnologia nuclear Carlos Alberto Zeituni. Ele é o gerente do Centro de Tecnologia das Radiações (Ceter) do Ipen, uma das unidades envolvidas no projeto − a outra é o Centro de Engenharia Nuclear (Ceeng).

A principal vantagem das baterias nucleares é a possibilidade de fornecer carga durante um longo período de tempo. "Uma bateria química convencional dura cinco anos, enquanto uma de lítio chega a 10 anos. As nucleares podem ter duração de 50, 100 anos ou mais, dependendo do material radioativo utilizado. A nossa, estimamos que vá durar mais de 200 anos", diz Zeituni.

O Ipen não mediu a potência do módulo, cuja tensão elétrica é de apenas 20 milivolts (mV). O próximo passo, segundo o centro, é construir uma versão com 100 miliwatts (mW) de potência, capaz de controlar uma estação meteorológica remota − a tensão dependerá do termelétrico empregado. A pesquisa, iniciada há dois anos, vem sendo financiada por uma empresa nacional interessada em comercializar a tecnologia. Por contrato, seu nome não pode ser revelado.

Para criar o módulo, os pesquisadores do Ipen utilizaram 11 fontes de amerício que eram originalmente empregadas em equipamentos de medição de espessura de chapas. Para eliminar o risco de vazamento do material radioativo, as fontes foram empilhadas e encapsuladas em um tubo de alumínio.

"O parâmetro inicial de todo o projeto nuclear tem que ser a segurança. A bateria só será comercializada quando houver garantia de que o risco de vazamento é nulo. Por isso, vamos usar um duplo ou triplo encapsulamento do material radioativo e realizaremos testes de impacto e de quebra", esclarece o engenheiro mecânico Eduardo Lustosa Cabral, pesquisador do Ceeng que participa do projeto.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Centro de pesquisa brasileiro desenvolve protótipo de bateria nuclear. Revista Pesquisa FAPESP.


Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/centro-de-pesquisa-brasileiro-desenvo lve-prototipo-de-bateria-nuclear/ Acesso em: 01 abr., 2024.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:

I.Embora sejam uma grande promessa, as baterias nucleares causam preocupação a respeito de sua segurança.

II.A pesquisa que vem sendo desenvolvida no Brasil mostra resultados ainda não tão promissores quanto aquela desenvolvida na China.

III.O modelo brasileiro se baseia no decaimento de um isótopo de amerício.

IV.O modelo de bateria desenvolvido pela China deve durar em torno de 200 anos.

É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2581197 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.


Como tamanho e formato do crânio influenciam na longevidade de um cão


Cachorros são uma das espécies animais mais diversas do ponto de vista do fenótipo (ou seja, das características morfológicas, físicas e até comportamentais). Um dos aspectos que pode variar conforme a raça é a longevidade.

Pensando nisso, pesquisadores analisaram dados de milhares de cachorros do Reino Unido, com o objetivo de identificar as raças que geralmente estão associadas a um menor tempo de vida. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports, na última quinta-feira (1º).

Para realizar esse estudo, os pesquisadores utilizaram dados de mais de 580 mil cães do Reino Unido, de 150 raças. As informações dizem respeito a raça, sexo, data de nascimento e data da morte (em cerca de 280 mil casos, os cachorros já haviam morrido).

Os animais foram classificados em raças puras ou mistas, seguindo as diretrizes da organização inglesa Kennel Club. Eles foram divididos de acordo com o tamanho (pequeno, médio ou grande) e o formato do crânio: braquicefálicos (com focinho achatado), mesocefálicos (com focinho médio) ou dolicocefálicos (com focinho longo).

Os cálculos feitos pelos pesquisadores indicam que cachorros dolicocefálicos pequenos têm expectativa de vida mais alta no Reino Unido: 13,3 anos, em média, para machos e fêmeas. É o caso, por exemplo, de Dachshund miniatura, Pastor-de-shetland e Whippet. Já os braquicefálicos de tamanho médio (como o buldogue inglês) têm menor expectativa de vida: 9,1 anos para machos e 9,6 anos para fêmeas. O artigo ainda destaca a média para outras raças comuns: Labrador (13,1 anos), Jack Russell Terrier (13,3 anos) e Cavalier King Charles Spaniel (11,8 anos). Além disso, no estudo, raças puras apresentaram expectativa de vida maior que as mistas: 12,7 anos para as puras e 12 anos para as mistas. Também foi observada uma diferença entre fêmeas (12,7 anos) e machos (12,4 anos).

Conduzir trabalhos científicos focados em cachorros é uma forma importante de aprimorar as discussões sobre a saúde e o bem-estar desses animais. No entanto, vale ressaltar que esses resultados são válidos no contexto do Reino Unido, como constatam os autores da pesquisa, em nota. Considerando que as raças de cachorros apresentam uma série de diferenças — quanto a morfologia, comportamento e longevidade, por exemplo —, é necessário que também sejam feitas outras pesquisas com amostras mais variadas.


Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/como-tamanho-e-formato-do-cranio-influenciam-na-longevidade-de-um-con.ghtml

A partir dos dados expostos no texto, é possível afirmar todas as colocações apontadas a seguir para o contexto do Reino Unido, com exceção de:

Alternativas
Q2581118 Português

Novos medicamentos contra a obesidade estão chegando. Será que eles podem mudar o cenário atual?


Por Tara Haelle


01 A recente aprovação nos Estados Unidos de outro medicamento contra a obesidade, o

02 Zepbound, amplia as opções de remédios para controle de peso, mas ele vem com os mesmos

03 desafios de custo e acesso que afetam outros medicamentos para perda de peso de sua classe.

04 Os medicamentos para controle de peso dessa classe são agonistas ou mímicos dos

05 hormônios intestinais naturais que afetam o metabolismo do corpo e os sinais de fome no

06 cérebro. No entanto, os medicamentos atualmente aprovados, versões sintéticas desses

07 hormônios, são moléculas grandes, cuja fabricação é cara e demorada, o que significa preços

08 altos para os consumidores e escassez crescente de medicamentos.

09 Além disso, a maioria desses medicamentos são injeções, em vez de pílulas orais, e

10 geralmente exigem refrigeração para armazenamento. Com mais de quatro em cada dez

11 norte-americanos – e quase 2 bilhões de pessoas em todo o mundo – afetados pela obesidade,

12 a promessa desses novos medicamentos para tratar .... doença crônica que mais cresce no

13 mundo tem se chocado com a realidade de seus problemas de custo e acesso.

14 Além da fabricação complexa, o pequeno número de medicamentos para obesidade no

15 mercado significou menos concorrência, aumentando os preços para os consumidores. Isso é um

16 problema, pois muitos planos de saúde privados ainda não cobrem medicamentos para

17 obesidade. Embora os pesquisadores estejam desenvolvendo versões orais desses

18 medicamentos – incluindo versões mais baratas e mais rápidas de fabricar e distribuir –, elas

19 ainda não estão prontas para serem analisadas pelo FDA (U.S. Food and Drug Administration),

20 e os remédios orais existentes não são tão eficazes quanto as injeções.

21 “O grande problema é o fato de que, no momento, não apenas os medicamentos são

22 caros, mas também é difícil levar as injeções aos locais onde as pessoas podem precisar delas”,

23 explica Ali Zentner, médico de controle de peso e diretor médico da Revolution Medical Clinic em

24 Vancouver, no Canadá. “E nos Estados Unidos, por exemplo, a equidade depende da sua renda

25 e do seu seguro saúde, não importa realmente onde você está”.

26 No entanto, cerca de meia dúzia de candidatos dessa mesma classe de medicamentos

27 estão passando por testes clínicos e, como vários deles estão no caminho certo para serem

28 submetidos à FDA nos próximos anos, os especialistas esperam que eles finalmente comecem a

29 expandir o acesso para que o mundo possa começar a progredir no combate .... epidemia de

30 obesidade.

31 Um medicamento em desenvolvimento que vem chamando a atenção é o Orforglipron, um

32 medicamento semelhante aos agonistas já aprovados, mas que é uma molécula menor, o que

33 torna sua produção mais fácil e barata. Também é um comprimido oral, e não uma injeção, que

34 não é tão sensível .... temperatura de armazenamento quanto os medicamentos injetáveis.

35 Embora esteja apenas entrando na fase 3 dos estudos, a eficácia observada com o Orforglipron

36 em um estudo de fase 2 sugere que uma opção mais acessível não está fora de alcance.

37 Os remédios existentes estão “em uma forma que podemos usar facilmente, mas não

38 podemos fazer um injetável com tanta facilidade”, diz Sean Wharton, professor adjunto da

39 Universidade McMaster, no Canadá, e diretor médico da Wharton Medical Clinic, que está

40 liderando a pesquisa sobre o Orforglipron. “Ter algo que você precisa tomar toda semana para

41 os bilhões de pessoas em todo o planeta que vivem com obesidade significa que você precisa de

42 um produto que possa chegar lá, que possa ser produzido em massa e depois distribuído de

43 forma adequada”.


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/03/novos-medicamentos-contra-a-obesidade-estao-chegando-sera-que-eles-podem-mudar-o-cenario-atual – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O Orforglipron é um medicamento em desenvolvimento que apresenta uma produção mais fácil e barata do que os demais medicamentos citados no texto.

( ) O Orforglipron é uma injeção que requer cuidados com a temperatura de armazenamento, diferentemente dos medicamentos orais.

( ) Sean Wharton, professor adjunto da Universidade McMaster, lidera a pesquisa sobre o Orforglipron e afirma que é mais fácil produzir um injetável do que um comprimido oral.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2580631 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Os raros 'dragões azuis' que invadem praias nos EUA

O oceano é repleto de criaturas misteriosas. Muitas delas raramente são observadas pelos seres humanos.

Se você pesquisar na internet "dragões azuis", ou lesmas-do-mar azuis, encontrará uma espécie de animal cujo nome científico é Glaucus atlanticus. Trata-se de uma espécie deslumbrante e urticante que tem sido encontrada recentemente nas praias do Texas, prejudicando os planos de férias de muitas pessoas.

Segundo a ONG One Earth, a queimadura do dragão azul causa náusea, dor, vômito, dermatite alérgica aguda e hiperpigmentação pós-inflamatória.

"Eles são muito maus nadadores e vão aonde o vento e as correntes os levarem", explica Campbell, fundador da Sociedade de Conservação MarineBio.

Os dragões azuis têm uma aparência fascinante, mas são perigosos. Por isso, seus avistamentos alertaram organizações texanas a emitir sinais de atenção para os banhistas incautos.

O fundador da Sociedade destacou que os ventos da primavera no hemisfério norte causaram o aparecimento de certas espécies, como a caravela-portuguesa, o botão-azul, uma criatura parecida com a água-viva, e os dragões azuis, raramente observados no litoral.

Campbell explica que esses animais se alimentam dos tentáculos das caravelas-portuguesas e deles retiram suas células urticantes. Eles as armazenam nos seus apêndices para usar mais tarde e as liberam quando se sentem ameaçados.

"É isso o que os torna tão perigosos, pois eles liberam todas as células urticantes de uma vez", explica ele. "Isso é três vezes mais intenso do que a caravela-portuguesa"

Campbell já sentiu essa dor pessoalmente. "Eu pisei em um deles em uma praia na Austrália quando era criança e meu pai exibe até hoje as cicatrizes nas mãos por me ajudar", ele conta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7204yzy4zwo.adaptado.

Os dragões azuis não são bons nadadores, mas seu mecanismo de defesa é poderoso, e se movimentam no mar levados pelas correntes oceânicas.

De acordo com o texto base, os dragões azuis representam uma ameaça para os banhistas principalmente porque

Alternativas
Q2580592 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

A peste bubônica e o sistema imunológico humano

Observada com o microscópio, a bactéria Yersinia pestis não parece ter nada de especial. Seu formato está mais ou menos dentro dos padrões das bactérias − uma espécie de bastão curto com extremidades arredondadas. Ela também é relativamente imóvel.

Mas essa bactéria é a responsável por uma doença que chegou a varrer um terço da população da Europa e causou milhões de mortes em todo o mundo.

A simples menção da peste bubônica provoca medo e fascinação até hoje. Atualmente, a doença é incrivelmente rara nos Estados Unidos e na Europa − em grande parte, graças às mudanças de estilo de vida que evitam sua transmissão das pulgas infectadas para os seres humanos com tanta facilidade.

O caso mais recente é de um homem no Estado americano que contraiu peste bubônica do seu gato de estimação. Esta notícia não é uma surpresa muito grande para o geneticista evolutivo Paul Norman.

"Existem pequenos bolsões da peste nos Estados Unidos", segundo ele. Ela ainda circula em animais selvagens, como esquilos e cães da pradaria.

A doença é mais comum em certas partes do mundo, como Madagascar. O Brasil não registra casos de peste em seres humanos desde 2005, segundo o site do Ministério da Saúde.

Embora seja relativamente rara em comparação ao passado, a peste bubônica deixou sua marca na espécie humana, sendo encontrada no genoma das pessoas nos dias de hoje.

A Yersinia pestis infectou a espécie humana por milhares de anos. Evidências da bactéria foram encontradas no DNA de esqueletos datados de quatro mil anos atrás.

No início dos anos 1300, uma linhagem da bactéria explodiu na Europa, causando a chamada Peste Negra.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nmvjdkngpo.adaptado.

Causada pela bactéria Yersinia pestis, a peste bubônica é tratada atualmente com mais facilidade com os antibióticos modernos.

Considerando o texto fornecido, qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580549 Português

Como fazer o rótulo de um alimento?

Ter equilíbrio entre cor e espaço em branco.

Conter o mínimo necessário de texto.

Adotar estilos de fontes que sejam claros e sigam o padrão da marca.

Ser do tamanho adequado para o produto.

Ter um formato simples, como um círculo ou quadrado.

Estar bem posicionado no produto.


(https://www.alimentosonline.com.br/index.php?action= vqfrNqZNVXbpyq8rPMKcaM21qYwLVA&artigo_id= 1886.adaptado.)


Considerando as orientações fornecidas, qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580548 Português

Aviso Importante:


Por favor, lembre-se de manter a porta fechada enquanto o ar condicionado estiver ligado.


Razões para manter a porta fechada:


1.Eficiência energética: Manter a porta fechada ajuda a reter o ar frio dentro do ambiente, permitindo que o ar condicionado funcione de forma mais eficiente, reduzindo assim o consumo de energia.

2.Conforto térmico: Fechar a porta garante que o ambiente permaneça fresco e agradável, criando um ambiente mais confortável para todos os presentes.

3.Manutenção do equipamento: O funcionamento constante do ar condicionado com a porta aberta pode sobrecarregar o sistema, levando a problemas de desempenho e aumentando a necessidade de manutenção.


Portanto, pedimos a colaboração de todos para garantir que a porta permaneça fechada enquanto o ar condicionado estiver em operação. Agradecemos pela compreensão e cooperação (autoria própria).


Considerando o texto fornecido, qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580547 Português

Analise a placa abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


(httpshttps://misturebas.com.br/2021/07/01/placa-desinalizacao-com-palavra-errada-viraliza-nasredes-sociais/.adaptado.)


Considerando o texto fornecido na placa, qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580546 Português

A dieta atlântica 'inclui' mais peixe e mariscos que a dieta mediterrânea.


As palavras, de forma geral na Língua Portuguesa, possuem diversos significados, dependendo de seu conceito em uma frase.


Na frase, o melhor significado que traduz o conceito do verbo destacado, é:

Alternativas
Q2580545 Português

Leia as frases de propagandas de padaria.


Sem pão de padaria, não tem bom dia.

Queijo com pão, faz homem são.

Um bom dia começa dentro de uma padaria.

Padaria tem cheiro de felicidade.

Alguém falou academia? Eu ouvi padaria!


(https://www.emporiotambo.com.br/blog/ frases-para-padaria.adaptado.)


O texto apresenta uma série de afirmações relacionadas à padaria e seus produtos. Qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580540 Português

Paracetamol - Comprimidos 500mg


Composição:


Cada comprimido contém 500mg de paracetamol.


Indicações:


O Paracetamol é indicado para o alívio da dor de intensidade leve a moderada, como dor de cabeça, dor de dente, dores musculares, cólicas menstruais, febre e sintomas de gripes e resfriados.


Contraindicações:


Este medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade conhecida ao paracetamol ou a qualquer outro componente da fórmula.


Não deve ser administrado em casos de doença hepática grave.


Advertências e Precauções:


Este medicamento pode causar danos ao fígado quando usado em doses acima das recomendadas. Evite o consumo concomitante de outras medicações que contenham paracetamol e informe o seu médico sobre todos os medicamentos que estiver utilizando. Não exceda a dose recomendada. O uso prolongado deste medicamento pode aumentar o risco de danos ao fígado. Em caso de febre alta, dor de cabeça intensa, vômitos persistentes ou outros sintomas graves, consulte um médico imediatamente.


Não tome este medicamento com bebidas alcoólicas.


(https://consultaremedios.com.br/bulas.adaptado.)


Considerando o texto fornecido, qual das seguintes alternativas é verdadeira?

Alternativas
Q2580503 Português

O Leão e o Rato:


Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.

MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.


Esopo Fonte:(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)

Analise o trecho:


“Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.”


Indique o vocábulo que poderia substituir a palavra em destaque na frase, sem alterar seu sentido:

Alternativas
Q2580501 Português

O Leão e o Rato:


Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.

MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.


Esopo Fonte:(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)

Analise as afirmativas e assinale a opção correta:


( ) O ratinho ajudou o leão, para que o favor fosse retribuído.

( ) Somente um ratinho acordou o leão.

( ) O leão desistiu de esmagar o ratinho e deixou que fosse embora.

( ) O ratinho não ajudou o leão, deixando-o preso.

Alternativas
Q2580384 Português

As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.


A fisiologia do corpo desempregado


Veny Santos


Ao receber a notícia, colocou as mãos diante dos olhos, não tão próximas ao rosto, e esperou. Aos poucos, cobriu-se o corpo com a dormência da aurora no amanhecer de um dia já perdido. Estavam ambas petrificadas. As mãos, por anos encarregadas de trabalhar, agora eram observadas como se função não mais tivessem. Perderam o emprego. Anatomicamente as mesmas. Fisiologicamente desconhecidas.

Quando passa muitos dos anos vividos em um trabalho, dedicando-se não apenas à sobrevivência mas também ao ofício que confere sentido às habilidades adquiridas, o corpo pode se confundir com o cargo. O conjunto de partes que monta o ser passa a estabelecer uma relação funcionalista com o cotidiano e seus vínculos empregatícios. Opera-se uma máquina, uma tecnologia, uma série de processos administrativos, um comércio, no intuito de sentir que ainda se está funcionando. Que ainda há alguma função. Que presta para algo —ou alguém— o funcionário.

O desemprego vem, então, como a descaracterização do personagem trabalhador, aquele necessário de ser encenado todos os dias para que seja possível cultivar uma real vida fora da esfera profissional. Tal ruptura, para além das suas supostas bases técnicas e pragmáticas, como justificativas clichês para se dispensar alguém sem justa causa, quebra também o corpo, não só em partes, mas nas funções que cada uma delas parece ter para existir. Quebra-o por inteiro e o faz desconhecer a si enquanto capaz de manter o sustento no dia seguinte. Um corpo desconhecido. É o fim da sensação de utilidade e a causa de seu medo quase paralisante. Uma justa causa para tamanho temor, compreendemos.

Começou ele pelas mãos, mas a tudo sentiu tremer. Os olhos tentavam enxergar saídas de emergência para a situação financeira. A boca seca não dizia, os ouvidos zuniam e voz nenhuma vinha para lhe confortar —o que ecoava em sua mente era a pergunta repetitiva, mania anunciada na mesma velocidade que o desligamento: "Como vou contar para a família e pagar as contas?". Peito mais subia que descia, e no descompasso do respiro, nenhum alívio. Crise disso, crise daquilo, ansiedade e angústia já não mais se distinguiam uma da outra. Acharam um ponto de convergência: a paúra. As pernas inquietas a balançar não sabiam para onde ir, por onde começar a procurar outro carreiro para recolocar o corpo nas trilhas de suas funções que garantiam o sustento.

De que servia a língua agora? E os argumentos? De que servia sua realidade concreta, uma vez que era no abismo da abstração onde se findava o mais sólido dos fatos: sem dinheiro não se dura e duro não se vive. Ainda assim, é com a carne do pescoço rija que ele mira o nada e desenha no horizonte a imaginária linha reta que ilude ao promoter alguma direção e estabilidade. O zunido diminui. Passa a ganhar um ritmo lento, primeiro opressivo, depois desolador, triste. A cor escurecida de sua pele parece ser a única a não ter perdido a função junto com a demissão. Ao encobri-lo, cantou um blues.

A depender das posições no tabuleiro do serviço, há quem jogue —por prazer ou horror— com os peões para não comprometer reis e rainhas. Pelas bordas, esmagam feito as torres, condenam como os bispos ou simplesmente saltam de oportunidade em oportunidade montados nos alazões a pisotear o que lhes obriga a fazer curva. Os peões, como se sabe, não jogam, de fato. Os peões são jogados.

Em 2023, o Instituto Cactus lançou o iCASM (Índice Instituto Cactus — Atlas de Saúde Mental) no intuito de levantar dados sobre os diferentes aspectos da vida social que impactam na psique da população brasileira. Destacou-se um alerta sobre a condição das pessoas desempregadas. Estão elas entre as mais abaladas psicologicamente e, com isso, pode-se supor, suscetíveis às psicopatologias que crescem a cada ano no país.

As mãos, ainda diante dos olhos, seguram-se. No toque, parecem lembrar para que servem. Recobram a função. As mãos servem para carregar o recomeço.


Disponível em: < https://www1.folha.uol.com.br/>. Acesso em: 08 mar. 2024

No quarto parágrafo, o autor faz uso da citação

Alternativas
Q2580309 Português

Texto 2


COMBATE À DENGUE


42% dos criadouros do mosquito da dengue estão em depósitos de água para consumo humano


Levantamento foi realizado pelo Ministério da Saúde, que chama a atenção para a eliminação de criadouros do Aedes aegypti


(https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/maio/42-dos-criadouros-do-mosquito-da-dengue-estao-em-depositos-de-agua-para-consumo-humano Acesso em 20/03/2024)

No trecho ‘Limpe bem as calhas da casa’, o termo grifado está substituído, de acordo com as regras do emprego do pronome, na alternativa

Alternativas
Q2580303 Português

Texto 1



(https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2024/brasil-unido-contra-a-dengue. Acesso em 20/03/2024)

Analise o enunciado “Vamos juntos eliminar os criadouros do mosquito” e indique a alternativa inadequada.

Alternativas
Q2580297 Português

Texto 1



(https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2024/brasil-unido-contra-a-dengue. Acesso em 20/03/2024)

No trecho “Mantenha a caixa-d’água bem fechada”, o vocábulo sublinhado, no contexto apresentado, estabelece um sentido de:

Alternativas
Q2580296 Português

Texto 1



(https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-da-saude/2024/brasil-unido-contra-a-dengue. Acesso em 20/03/2024)

O texto publicitário busca:

Alternativas
Q2580244 Português

As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.


O que as mulheres querem


Por Natalia Pasternak


Maternidade e carreira são temas de discussão em diversas áreas. Diferentes estudos científicos, analisando como as diferenças de gênero influenciam a vida acadêmica, chegaram a conclusões similares: ter filhos impacta muito mais a carreira científica das mulheres do que dos homens.

Estudos comparando homens com e sem filhos, e mulheres com e sem filhos, mostram que, para os homens, a decisão de ser pai passa quase despercebida em termos de impacto na carreira, enquanto, para as mulheres, traz um excesso de novas obrigações e complicações, incluindo a misoginia implícita que favorece mulheres sem filhos, porque o senso-comum acredita que o comprometimento da cientista com a ciência, uma vez que vira mãe, fica “dividido”.

Pesquisas feitas na pandemia mostraram que a sobrecarga de tarefas domésticas no período de isolamento, e com as crianças em casa, afetou muito mais a produtividade cientifica de mulheres. Há uma pressão social muito maior sobre as mulheres para que sejam responsáveis pela criança e pela casa. Some-se a isso o fato de que, em grande parte das carreiras científicas, os horários de trabalho não são nada convencionais. Trabalhar mais do que 48 horas semanais, e aos fins de semana, é rotina.

Na fantasia meritocrática, o fardo dos filhos deve ser estoicamente suportado por quem escolhe tê-los. Na realidade patriarcal, o fardo recai preferencialmente sobre a mulher. Quando realidade e fantasia se encontram, temos a carreira prejudicada pela maternidade convertida em “fato da vida”: ninguém mandou a mulher gostar mais de bebê do que de ciência.

Já os homens (no estado atual da tecnologia ainda indispensáveis para a reprodução da espécie) têm o privilégio de gostar tanto de bebês quanto de ciência, e não sofrer nada com isso. Não é “fato da vida”. É problema social que pode – e deve – ser resolvido com políticas públicas adequadas. Garantir que as oportunidades de ingresso e progressão de carreira sejam igualitárias deve levar em conta a questão da maternidade, e de como esta escolha “atrapalha”. Afinal, é a existência dos filhos que atrapalha? Ou a falta de estrutura e políticas adequadas?

A fala recente do presidente do CNPq Ricardo Galvão, queixando-se do movimento Parent in Science, que pede ações afirmativas e melhores condições de trabalho e progressão na carreira para mulheres cientistas, e o vazamento, também recente, de um parecer da mesma instituição que imputava a falta de experiência internacional de uma pesquisadora às suas duas gestações, chamaram atenção para o confortável aconchego com que a fantasia meritocrática e a realidade machista convivem ainda na academia brasileira.

Deveríamos pôr esse senso-comum informado por preconceitos de lado e concentrar a atenção em resolver o que realmente “atrapalha”. Falta de creche atrapalha. Falta de sala de amamentação em congresso atrapalha. Falta de licença compartilhada para ambos os genitores atrapalha. Falta de horas adequadas de trabalho para famílias com crianças pequenas atrapalha. Falta de treinamento para entender vieses cognitivos e machismo estrutural atrapalha – e rende pareceres carregados de machismo.

Para que a maternidade pare de “atrapalhar” a carreira das mulheres cientistas, precisamos garantir que estas questões sejam discutidas, e políticas públicas adequadas sejam implementadas. As mulheres não querem confete nem “privilégios”. Querem oportunidades, estrutura e avaliações adequadas à realidade. Querem ter o direito de balancear carreira e família sem que recaia sobre elas toda a responsabilidade de ambas. As mulheres concordam que maternidade “atrapalha”. Mas sabem que a culpa não é dos filhos. É da misoginia.


Disponível em: <https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/post/2024/02/o-que-as-mulheres-querem.ghtml>. Acesso em: 18 de mar. de 2024. [Adaptado]

Durante o texto, a palavra “misoginia” é utilizada duas vezes. Em ambos os casos, misoginia significa

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