Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3307995 Português



Disponível em<https://br.pinterest.com/pin/283375001547819857/>. Acesso em 19/08/2024.

A estrutura e o conteúdo do texto permitem concluir que estamos diante de uma tirinha ou história em quadrinhos, predominantemente:
Alternativas
Q3307993 Português




Fonte: https://www.instagram.com/p/C_ahUq_Raew/ 

Analise as assertivas a seguir sobre sinônimos da palavra "planejar" utilizada no trecho "Nós podemos planejar uma viagem!":

I. A palavra organizar pode ser considerada um sinônimo de planejar no contexto da oração.
II. Esquematizar pode substituir planejar sem alterar o sentido da oração.
III. Improvisar é um sinônimo direto de planejar, pois ambos se referem a ações não antecipadas.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3307955 Português
A estrutura e o conteúdo do texto permitem concluir que estamos diante de uma tirinha ou história em quadrinhos, predominantemente: 
Alternativas
Q3307953 Português
Analise as assertivas a seguir sobre sinônimos da palavra "planejar" utilizada no trecho "Nós podemos planejar uma viagem!":

I. A palavra organizar pode ser considerada um sinônimo de planejar no contexto da oração.
II. Esquematizar pode substituir planejar sem alterar o sentido da oração.
III. Improvisar é um sinônimo direto de planejar, pois ambos se referem a ações não antecipadas.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3307784 Português

Segundo o Prof. Dr. Marcos Bagno (UnB):


“O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como “um conjunto de variedades” e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades. A variação linguística se manifesta desde o nível mais elevado e coletivo – quando comparamos, por exemplo, o português falado em dois países diferentes (Brasil e Angola) – até o nível mais baixo e individual, quando observamos o modo de falar de uma única pessoa, a tal ponto que é possível dizer que o número de “línguas” num país é o mesmo de habitantes de seu território. Entre esses dois níveis extremos, a variação é observada em diversos outros níveis: grandes regiões, estados, regiões dentro dos estados, classes sociais, faixas etárias, níveis de renda, graus de escolarização, profissões, acesso às tecnologias de informação, usos escritos e usos falados.”


(Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbete s/variacaolinguistica#:~:text=Autor%3A%20Marcos%20Bagno%2 C&text=O%20termo%20varia%C3%A7%C3%A3o%20se %20aplica,que%20n%C3%A3o%20corresponde%20aos %20fatos)



Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/letras/var iacoes-linguisticas)


Nas charges acima temos alguns casos de variações linguísticas em contextos sociais distintos. A respeito das variações linguísticas presentes nas charges, classifique as sentenças abaixo em V para verdadeiras e F para as falsas:



( ) Toda variação linguística foge às regras da gramática normativa.


( ) A primeira charge trata de uma variação linguística regional, ou seja, são regionalismos e todas as formas estão corretas gramaticalmente.


( ) Na segunda charge o elemento cômico se dá por meio de uma variação linguística, a partir de um malentendido que se dá pela polissemia que a palavra “firme” passa a admitir de acordo com o contexto de fala e a realidade sócio-cultural dos personagens.


( ) A terceira charge retrata o preconceito linguístico em uma entrevista de emprego.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3307783 Português

A tipologia textual é a forma pela qual o texto é apresentado ao leitor, apresentando características determinantes em sua estrutura por meio de traços linguísticos. Os tipos textuais são classificados em: narrativo, descritivo, dissertativo, expositivo, injuntivo.


Já o gênero textual desempenha funções sociais específicas, que são vivenciadas pelos usuários da língua como, por exemplo: um resumo, um conto, uma bula de remédio, uma receita de bolo, uma crônica, uma carta, um relatório, um artigo, um poema, entre outras possibilidades.


Visto isso, sobre os gêneros e tipos textuais, classifique as sentenças abaixo em V para verdadeiras e F para as falsas:



( ) O tipo textual conhecido por injuntivo apresenta como finalidade a instrução do interlocutor, por meio de verbos no imperativo que o orientam.


( ) O que determina um texto dissertativo argumentativo é a defesa de uma opinião. Nele as ideias do texto são desenvolvidas por meio de estratégias argumentativas que têm, como finalidade, convencer o leitor.


( ) A reportagem é um gênero textual que se adequa bem a estrutura do tipo textual expositivo, visto que tem a finalidade de apresentar informações sobre um objeto ou fato específico. Outros gêneros textuais que também pertencem ao tipo expositivo são: o seminário, o resumo, o artigo científico, o fichamento, entre outros.


( ) O tipo textual narrativo pode ser ficcional ou não e tem como principal característica estrutural o fato de contar uma história dentro de um tempo e espaço determinados, no qual os personagens dessa história transitam.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 

Alternativas
Q3307779 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO


Mudança


Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra.

A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala. Arrastaram-se para lá, devagar, Sinha Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.

– Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai. Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo. (Vidas Secas, excerto). 

"Vidas Secas" é um conhecido romance escrito por Graciliano Ramos, conhecido por sua linguagem concisa e direta, que reflete a aridez do sertão e a vida difícil dos personagens. O livro, originalmente publicado em 1938, é considerado uma obra-prima da literatura brasileira e uma crítica contundente à injustiça social e à miséria no país.


Ao fazermos a leitura do capitulo que abre a obra, é inevitável que sejamos imediatamente transportados para o cenário opressivo da seca e de precariedade que cercava os personagens. A respeito dessa problemática social, é possível deduzir que:

Alternativas
Q3307774 Português

LEIA O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO


SONETO DE FIDELIDADE


De tudo, ao meu amor serei atento

antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento.


E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

(MORAIS. Vinicius de. Antologia Poética. São Paulo:

Grupo Artístico e Cultural, 1986).


Vinicius de Morais é reconhecido por representar com maestria a retomada, na fase modernista da literatura brasileira, da estrutura mais clássica da poesia na forma de soneto, ficando sintetizado seu estilo no poema acima reproduzido. O poeta adota na escrita o uso significativo de figuras de linguagem, que contribuem para a expressividade e profundidade emocional do poema. 

Os termos que apresentam relação de antinomia no poema encontram definição VERDADEIRA em:
Alternativas
Q3307773 Português

LEIA O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO


SONETO DE FIDELIDADE


De tudo, ao meu amor serei atento

antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento.


E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

(MORAIS. Vinicius de. Antologia Poética. São Paulo:

Grupo Artístico e Cultural, 1986).


Vinicius de Morais é reconhecido por representar com maestria a retomada, na fase modernista da literatura brasileira, da estrutura mais clássica da poesia na forma de soneto, ficando sintetizado seu estilo no poema acima reproduzido. O poeta adota na escrita o uso significativo de figuras de linguagem, que contribuem para a expressividade e profundidade emocional do poema. 

(Figuras de Linguagem) – A partir da leitura do soneto e da contextualização acima, quais figuras de linguagem são predominantes no poema?
Alternativas
Q3307628 Português
Assinale a alternativa com o emprego de uma hipérbole:
Alternativas
Q3307624 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a poluição do ar está ligada ao câncer de pulmão


A poluição do ar representa um grande risco ambiental para a saúde. Apesar disso, quase toda a população mundial (99%) respira um tipo de ar que ultrapassa os limites de qualidade recomendados, como alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As consequências de respirar ar poluído são perigosas. "Um terço das mortes por acidente vascular cerebral, câncer de pulmão e doenças cardíacas ocorrem devido a esse problema. Trata-se de um efeito equivalente ao de fumar tabaco e "é muito mais grave do que, por exemplo, os efeitos de comer muito sal", afirma a organização internacional.

Da mesma forma, estimativas de 2016 advertem que a poluição do ar nas cidades e áreas rurais em todo o mundo causa 4,2 milhões de mortes prematuras a cada ano devido à exposição ao material particulado de 2,5 mícrons (equivalente a milionésima parte de um metro) ou menos de diâmetro (PM2,5 ).

Um grupo de especialistas convocados em 2013 pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC, sua sigla em inglês), entidade especializada em câncer da OMS, afirmou que há evidências suficientes de que a exposição à poluição do ar causa câncer de pulmão. Eles também observaram que aumenta o risco de câncer de bexiga.

De acordo com a IARC, o risco de câncer de pulmão aumenta com uma maior exposição ao material particulado e à poluição do ar.

Segundo informações da OMS, as partículas com diâmetro de 10 mícrons ou menos (PM10) podem penetrar e ficar armazenadas nos pulmões. Já as partículas de 2,5 mícrons (PM 2,5) são ainda mais prejudiciais, pois podem penetrar na caixa pulmonar e entrar na corrente sanguínea.

Quando essas partículas entram no corpo, aumenta o risco da pessoa desenvolver doenças cardíacas e respiratórias, como câncer de pulmão.

Além disso, "o ozônio é um dos principais fatores que causam asma, e o dióxido de nitrogênio e o dióxido de enxofre também podem provocar a mesma doença, sintomas bronquiais, inflamação pulmonar e insuficiência pulmonar", informa a agência da OMS.

"Quanto mais baixos os níveis de poluição do ar, melhor será a saúde cardiovascular e respiratória da população, tanto a longo como a curto prazo", afirma a OMS.

Para lidar com essa crise de saúde, a entidade incentiva os países a adotarem as diretrizes da organização Mundial da Saúde sobre a qualidade do ar. 


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2022/11/com o-a-poluicao-do-ar-esta-ligada-ao-cancer-de-pulmao 
De acordo com o texto, qual é o alerta da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação à poluição do ar?
Alternativas
Q3307621 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como a poluição do ar está ligada ao câncer de pulmão


A poluição do ar representa um grande risco ambiental para a saúde. Apesar disso, quase toda a população mundial (99%) respira um tipo de ar que ultrapassa os limites de qualidade recomendados, como alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As consequências de respirar ar poluído são perigosas. "Um terço das mortes por acidente vascular cerebral, câncer de pulmão e doenças cardíacas ocorrem devido a esse problema. Trata-se de um efeito equivalente ao de fumar tabaco e "é muito mais grave do que, por exemplo, os efeitos de comer muito sal", afirma a organização internacional.

Da mesma forma, estimativas de 2016 advertem que a poluição do ar nas cidades e áreas rurais em todo o mundo causa 4,2 milhões de mortes prematuras a cada ano devido à exposição ao material particulado de 2,5 mícrons (equivalente a milionésima parte de um metro) ou menos de diâmetro (PM2,5 ).

Um grupo de especialistas convocados em 2013 pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC, sua sigla em inglês), entidade especializada em câncer da OMS, afirmou que há evidências suficientes de que a exposição à poluição do ar causa câncer de pulmão. Eles também observaram que aumenta o risco de câncer de bexiga.

De acordo com a IARC, o risco de câncer de pulmão aumenta com uma maior exposição ao material particulado e à poluição do ar.

Segundo informações da OMS, as partículas com diâmetro de 10 mícrons ou menos (PM10) podem penetrar e ficar armazenadas nos pulmões. Já as partículas de 2,5 mícrons (PM 2,5) são ainda mais prejudiciais, pois podem penetrar na caixa pulmonar e entrar na corrente sanguínea.

Quando essas partículas entram no corpo, aumenta o risco da pessoa desenvolver doenças cardíacas e respiratórias, como câncer de pulmão.

Além disso, "o ozônio é um dos principais fatores que causam asma, e o dióxido de nitrogênio e o dióxido de enxofre também podem provocar a mesma doença, sintomas bronquiais, inflamação pulmonar e insuficiência pulmonar", informa a agência da OMS.

"Quanto mais baixos os níveis de poluição do ar, melhor será a saúde cardiovascular e respiratória da população, tanto a longo como a curto prazo", afirma a OMS.

Para lidar com essa crise de saúde, a entidade incentiva os países a adotarem as diretrizes da organização Mundial da Saúde sobre a qualidade do ar. 


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2022/11/com o-a-poluicao-do-ar-esta-ligada-ao-cancer-de-pulmao 
De acordo com o texto, qual foi a conclusão do grupo de especialistas convocados pela Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC) em 2013?
Alternativas
Q3307573 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Celular causa câncer no cérebro?


Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio mostrou que os telefones celulares não estão relacionados ao câncer no cérebro.


A análise, encomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista científica Environment International.


Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os celulares poderiam causar câncer no cérebro.

A possibilidade de que os celulares possam causar câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares — e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla — são uma parte importante das nossas vidas cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a segurança da exposição às ondas de rádio destes dispositivos.

Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu forte — não há associação entre as ondas de rádio dos celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma mais ampla.

Apesar do consenso, foram publicados estudos de pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de fazer mal.

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a exposição a ondas de rádio como um possível carcinógeno para seres humanos. O significado desta classificação foi amplamente mal interpretado — e levou a um aumento na preocupação.

A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E sua classificação das ondas de rádio como um possível carcinógeno foi baseada, em grande parte, em evidências limitadas de estudos observacionais com seres humanos. Também conhecidos como estudos epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e como elas podem ser causadas em populações humanas.

Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem ser, com frequência, tendenciosos.

A classificação da IARC se baseou em estudos observacionais anteriores, em que pessoas com câncer no cérebro relataram que usavam o celular mais do que realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido como Interphone.

Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais em seres humanos é baseada em um conjunto de dados muito maior em comparação com o que a IARC analisou em 2011.

Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes. Isso significa que agora podemos ter mais confiança de que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares ou tecnologias sem fio não está associada a um risco maior de câncer no cérebro.

A nova análise faz parte de uma série de revisões sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados à exposição a ondas de rádio.

Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias sem fio não são um risco à saúde humana.

É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63, publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito comum em resultados de pesquisa de revisões sistemáticas.

Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na cabeça ou pescoço.

Também não foi encontrada associação com o câncer se a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais (uso prolongado). A frequência de uso — com base no número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone — tampouco fazia diferença.

É importante ressaltar que estas descobertas estão alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que, embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado enormemente nas últimas décadas, não houve aumento na incidência de câncer no cérebro.

Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível, abaixo destes limites de segurança, e não há evidências de que a exposição a elas tenha impacto na saúde humana.

Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem. A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências. Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir que a exposição às ondas de rádio provenientes destas tecnologias permaneça segura.

O desafio que temos agora é assegurar que esta nova pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a desinformação persistentes sobre telefones celulares e câncer no cérebro.

Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde decorrente da exposição relacionada aos telefones celulares — e isso é uma coisa boa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o
Qual é a conclusão geral sobre a segurança dos celulares em relação à saúde humana, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3307570 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Celular causa câncer no cérebro?


Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio mostrou que os telefones celulares não estão relacionados ao câncer no cérebro.


A análise, encomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista científica Environment International.


Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os celulares poderiam causar câncer no cérebro.

A possibilidade de que os celulares possam causar câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares — e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla — são uma parte importante das nossas vidas cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a segurança da exposição às ondas de rádio destes dispositivos.

Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu forte — não há associação entre as ondas de rádio dos celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma mais ampla.

Apesar do consenso, foram publicados estudos de pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de fazer mal.

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a exposição a ondas de rádio como um possível carcinógeno para seres humanos. O significado desta classificação foi amplamente mal interpretado — e levou a um aumento na preocupação.

A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E sua classificação das ondas de rádio como um possível carcinógeno foi baseada, em grande parte, em evidências limitadas de estudos observacionais com seres humanos. Também conhecidos como estudos epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e como elas podem ser causadas em populações humanas.

Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem ser, com frequência, tendenciosos.

A classificação da IARC se baseou em estudos observacionais anteriores, em que pessoas com câncer no cérebro relataram que usavam o celular mais do que realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido como Interphone.

Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais em seres humanos é baseada em um conjunto de dados muito maior em comparação com o que a IARC analisou em 2011.

Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes. Isso significa que agora podemos ter mais confiança de que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares ou tecnologias sem fio não está associada a um risco maior de câncer no cérebro.

A nova análise faz parte de uma série de revisões sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados à exposição a ondas de rádio.

Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias sem fio não são um risco à saúde humana.

É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63, publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito comum em resultados de pesquisa de revisões sistemáticas.

Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na cabeça ou pescoço.

Também não foi encontrada associação com o câncer se a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais (uso prolongado). A frequência de uso — com base no número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone — tampouco fazia diferença.

É importante ressaltar que estas descobertas estão alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que, embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado enormemente nas últimas décadas, não houve aumento na incidência de câncer no cérebro.

Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível, abaixo destes limites de segurança, e não há evidências de que a exposição a elas tenha impacto na saúde humana.

Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem. A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências. Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir que a exposição às ondas de rádio provenientes destas tecnologias permaneça segura.

O desafio que temos agora é assegurar que esta nova pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a desinformação persistentes sobre telefones celulares e câncer no cérebro.

Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde decorrente da exposição relacionada aos telefones celulares — e isso é uma coisa boa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o
O que o texto indica sobre a relação entre o aumento do uso de tecnologias sem fio e a incidência de câncer no cérebro?
Alternativas
Q3306435 Português




(Maurício de Sousa. As melhores tiras do Chico Bento. Editora Panini Books: São Paulo, 2008. Adaptado)

O antônimo da palavra "verde", que caberia na lacuna do último quadrinho, é:
Alternativas
Q3306431 Português
A natação talvez seja o melhor exercício que existe: a ciência explica o porquê


Embora a maioria das pessoas aprecie as vantagens para a saúde decorrentes da corrida, do ciclismo ou do levantamento de pesos, menos pessoas estão por dentro dos benefícios da natação, que incluem a tonificação e o fortalecimento muscular, a redução da inflamação e o aumento da saúde cardíaca, pulmonar e mental. Como se vê, impulsionar a massa corporal pela água ativa vários sistemas em todo o corpo e faz com que a natureza de baixo impacto e altos resultados do esporte seja inigualável. Só nos Estados Unidos são mais de 300 milhões de visitas recreativas à natação por ano, o que faz com que a natação seja a quarta atividade recreativa mais popular do país, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

"A natação proporciona uma série de benefícios específicos, como melhora do condicionamento cardiovascular e respiratório, melhora da força e resistência muscular, melhora da massa magra, menor risco de lesões traumáticas, como as que ocorrem durante atividades de alto impacto, e melhora da saúde mental e do bem-estar", diz Mitch Lomax, pneumologista e fisiologista do exercício da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido.

O esporte tem a vantagem adicional de estar disponível para pessoas de todas as idades e entre aqueles com limitações físicas - indivíduos para os quais atividades como corrida ou ciclismo podem ser mais desafiadoras. "A natação é uma atividade que pode ser praticada em todo o espectro de idade e habilidade que existe em outros esportes", diz Lori Sherlock, professora de fisiologia do exercício e coordenadora de terapia aquática na West Virginia University School of Medicine.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/08/a-natacao-talvez-seja-o-melhor-exercicio-que-existe-a-ciencia-explica-o-porque (adaptado).
Sobre as informações do texto, analise as assertivas a seguir:

I. A natação é um esporte indicado apenas para pessoas sem limitações físicas. II. Nos Estados Unidos, a natação é a quarta atividade recreativa mais popular. III. A natação oferece benefícios como melhora do condicionamento cardiovascular e respiratório.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3306430 Português
A natação talvez seja o melhor exercício que existe: a ciência explica o porquê


Embora a maioria das pessoas aprecie as vantagens para a saúde decorrentes da corrida, do ciclismo ou do levantamento de pesos, menos pessoas estão por dentro dos benefícios da natação, que incluem a tonificação e o fortalecimento muscular, a redução da inflamação e o aumento da saúde cardíaca, pulmonar e mental. Como se vê, impulsionar a massa corporal pela água ativa vários sistemas em todo o corpo e faz com que a natureza de baixo impacto e altos resultados do esporte seja inigualável. Só nos Estados Unidos são mais de 300 milhões de visitas recreativas à natação por ano, o que faz com que a natação seja a quarta atividade recreativa mais popular do país, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças do país.

"A natação proporciona uma série de benefícios específicos, como melhora do condicionamento cardiovascular e respiratório, melhora da força e resistência muscular, melhora da massa magra, menor risco de lesões traumáticas, como as que ocorrem durante atividades de alto impacto, e melhora da saúde mental e do bem-estar", diz Mitch Lomax, pneumologista e fisiologista do exercício da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido.

O esporte tem a vantagem adicional de estar disponível para pessoas de todas as idades e entre aqueles com limitações físicas - indivíduos para os quais atividades como corrida ou ciclismo podem ser mais desafiadoras. "A natação é uma atividade que pode ser praticada em todo o espectro de idade e habilidade que existe em outros esportes", diz Lori Sherlock, professora de fisiologia do exercício e coordenadora de terapia aquática na West Virginia University School of Medicine.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/08/a-natacao-talvez-seja-o-melhor-exercicio-que-existe-a-ciencia-explica-o-porque (adaptado).
Segundo Mitch Lomax, a natação oferece uma série de benefícios. Entre os listados abaixo, qual NÃO foi mencionado no texto?
Alternativas
Q3306406 Português
Os enunciados a seguir apresentam ações que os professores de língua portuguesa devem realizar em sala de aula para obter um bom resultado na produção de textos, EXCETO:
Alternativas
Q3306403 Português

As afirmativas seguintes referem-se às diferenças entre textos literários e não literários.



I. Texto literário emprego da linguagem multidisciplinar e cheia de conotações.


II. Texto literário a linguagem empregada é de conteúdo pessoal, cheia de emoções e valores do emissor e há o emprego da subjetividade.


III. Texto não literário utiliza a linguagem impessoal, objetiva em linha reta.


IV. Texto literário é a representação da realidade tangível.



Estão corretas: 

Alternativas
Q3306398 Português

"Dez passageiros não embarcaram no avião da Voepass que caiu em Vinhedo."


"O fio de óleo que muitas pessoas acrescentam à massa pode fazer com que ela perca a aderência ao molho, tornando-a mais pesada e oleosa."


A figura de linguagem identificada acima é:

Alternativas
Respostas
28561: A
28562: A
28563: A
28564: A
28565: A
28566: A
28567: A
28568: C
28569: D
28570: A
28571: C
28572: A
28573: C
28574: X
28575: C
28576: A
28577: C
28578: A
28579: C
28580: C