Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3320294 Português
Estudo aponta que abelhas podem detectar câncer com precisão

Em um experimento inovador realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, abelhas foram capazes de detectar instantaneamente o câncer de pulmão e de distinguir os dois tipos da doença. A descoberta pode contribuir para um mecanismo não invasivo de reconhecimento de tumores em estágios iniciais.

O estudo revelou que as pequenas produtoras de mel podem usar suas super antenas sensoriais, que atuam no diagnóstico de diferentes misturas de gases ou cheiros no ar, para discernir o material orgânico de um paciente saudável e de um paciente com câncer.

Como o câncer de pulmão está entre os tipos mais comuns da doença, a aplicação de um biossensor preciso no início do tratamento tem potencial de salvar vidas em larga escala.

Embora o conceito seja simples e o design experimental direto, a execução foi complicada. Os estudiosos obtiveram as abelhas da Universidade Estadual do Arizona e cuidaram delas por mais de quatro semanas.

Para imobilizá-las, eles projetaram um minúsculo arreio para segurar os pescoços, enquanto elas eram expostas às amostras de gás. Sob as antenas da abelha viva, os pesquisadores passaram misturas de gases e compostos orgânicos voláteis (VOCs), projetados em laboratório para representar o hálito de pacientes saudáveis e com câncer.

Pesquisas anteriores mostraram que culturas de células cancerígenas — câncer de mama, câncer de fígado, câncer de próstata, câncer de pulmão e outros — emitem misturas únicas de VOCs ou gases.

Outros seres também demonstraram capacidade olfativa avançada com possibilidades para aplicações empolgantes. Em um estudo publicado em 2023, pesquisadores treinaram formigas para identificar ratos saudáveis e ratos com câncer de mama humano xenotransplantados em aproximadamente 10 minutos.

Cães também podem perceber mudanças na saúde de uma pessoa, como Covid-19 no suor, câncer em amostras de urina ou um melanoma na pele. Além disso, os companheiros de quatro patas, quando treinados, são capazes de sinalizar o início de uma convulsão ou níveis perigosamente baixos de açúcar no sangue, cheirando e identificando corretamente mudanças sutis e significativas na química do hálito de um humano.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/07/estudo-aponta-que-abelhas-p odem-detectar-cancer-com-precisao/ 
De acordo com o texto, qual é a utilidade das super antenas sensoriais das pequenas produtoras de mel?
Alternativas
Q3320255 Português
A relação entre consumo de álcool e o câncer

A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês) acaba de lançar um manual para incentivar a redução e a cessação do consumo de bebidas alcoólicas, como forma de prevenção contra diversos tipos de tumores.

Em 2020, segundo a entidade, mais de 741 mil novos casos de câncer foram atribuídos ao consumo de álcool, o que equivale a 4,1% de todos os registros da doença no mundo.

O manual "Redução ou Cessação do Consumo de Bebidas Alcoólicas" detalha as informações de um artigo publicado no fim do ano passado no The New England Journal of Medicine, com dados epidemiológicos e análises feitas por um grupo de trabalho de 15 especialistas internacionais independentes.

Os pesquisadores avaliaram a eficácia da redução ou cessação do consumo de álcool na diminuição do risco de câncer mais comumente relacionado ao etilismo, como tumores da cavidade oral, faringe, laringe, esôfago, fígado, colorretal e mama.

São abordados temas como os mecanismos que estimulam o desenvolvimento dos tumores no organismo, a ligação entre o tabagismo e o etilismo e as alterações na microbiota, nas respostas inflamatórias e no sistema imune com o consumo de álcool.

Desde 2012 a IARC considera as bebidas alcoólicas como cancerígenas para humanos (Grupo 1) com base em evidências suficientes de causalidade para diferentes tipos de neoplasias, alertando que não há limite seguro para o consumo da substância.

Em consonância com o órgão internacional, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou no fim do ano passado um documento em apoio a intervenções para redução do consumo de bebidas alcoólicas no Brasil. Uma das medidas seria um imposto seletivo cobrado sobre produtos que geram danos à saúde ou ao meio ambiente, além de ações de combate ao consumo de álcool no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS, sancionada em dezembro de 2023.

Segundo dados do próprio INCA, o consumo de álcool vem crescendo nas últimas décadas no país, bem como os gastos de saúde relacionados. Por isso, ao lado do controle do tabagismo, do sobrepeso, da obesidade e do consumo alimentar inadequado, uma atenção especial ao etilismo deve ser considerada nas ações de combate ao câncer no Brasil e no mundo.


https://forbes.com.br/forbessaude/2024/07/fernando-maluf-a-relacao-en tre-consumo-de-alcool-e-o-cancer/
Qual dos seguintes tipos de câncer NÃO é mencionado no texto como estando relacionado ao etilismo?
Alternativas
Q3320053 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
O Rei do Futebol encantou o mundo com suas jogadas inesquecíveis.
Qual é a figura de linguagem empregada na oração lida?
Alternativas
Q3319970 Português
Estudo aponta que abelhas podem detectar câncer com precisão

Em um experimento inovador realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, abelhas foram capazes de detectar instantaneamente o câncer de pulmão e de distinguir os dois tipos da doença. A descoberta pode contribuir para um mecanismo não invasivo de reconhecimento de tumores em estágios iniciais.

O estudo revelou que as pequenas produtoras de mel podem usar suas super antenas sensoriais, que atuam no diagnóstico de diferentes misturas de gases ou cheiros no ar, para discernir o material orgânico de um paciente saudável e de um paciente com câncer.

Como o câncer de pulmão está entre os tipos mais comuns da doença, a aplicação de um biossensor preciso no início do tratamento tem potencial de salvar vidas em larga escala.

Embora o conceito seja simples e o design experimental direto, a execução foi complicada. Os estudiosos obtiveram as abelhas da Universidade Estadual do Arizona e cuidaram delas por mais de quatro semanas.

Para imobilizá-las, eles projetaram um minúsculo arreio para segurar os pescoços, enquanto elas eram expostas às amostras de gás. Sob as antenas da abelha viva, os pesquisadores passaram misturas de gases e compostos orgânicos voláteis (VOCs), projetados em laboratório para representar o hálito de pacientes saudáveis e com câncer.

Pesquisas anteriores mostraram que culturas de células cancerígenas — câncer de mama, câncer de fígado, câncer de próstata, câncer de pulmão e outros — emitem misturas únicas de VOCs ou gases.

Outros seres também demonstraram capacidade olfativa avançada com possibilidades para aplicações empolgantes. Em um estudo publicado em 2023, pesquisadores treinaram formigas para identificar ratos saudáveis e ratos com câncer de mama humano xenotransplantados em aproximadamente 10 minutos.

Cães também podem perceber mudanças na saúde de uma pessoa, como Covid-19 no suor, câncer em amostras de urina ou um melanoma na pele. Além disso, os companheiros de quatro patas, quando treinados, são capazes de sinalizar o início de uma convulsão ou níveis perigosamente baixos de açúcar no sangue, cheirando e identificando corretamente mudanças sutis e significativas na química do hálito de um humano.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/07/estudo-aponta-que-abelhas-p odem-detectar-cancer-com-precisao/
Segundo o texto, o que foi descoberto sobre as culturas de células cancerígenas?
Alternativas
Q3319817 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Língua Portuguesa Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar


Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.


Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.


"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal.


Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.


O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.


Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.


"Baseados em extensas simulações do Sistema Solar externo, incluindo um hipotético planeta com massas semelhantes à da Terra (testei também várias órbitas para o planeta), obtive resultados que poderiam explicar as propriedades orbitais das populações do Cinturão de Kuiper distante. Isso sugere um papel vital desempenhado pelo planeta na formação do Cinturão de Kuiper", explicou Patryk, em entrevista à Unisinos — Universidade do Rio Grande do Sul na qual ele se formou em física e em matemática antes de se mudar para o Japão.


Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.


Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil.

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024

A respeito dos próximos passos na pesquisa apresentada no texto, analise as proposições a seguir e a relação proposta entre elas:


I. Um passo necessário, que será realizado na pesquisa, é a ida a campo para verificação da existência do planeta.

PORQUE

II. São necessárias novas simulações, de modo que sejam aprimorados os resultados da pesquisa.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3319810 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Língua Portuguesa Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar


Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.


Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.


"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal.


Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.


O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.


Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.


"Baseados em extensas simulações do Sistema Solar externo, incluindo um hipotético planeta com massas semelhantes à da Terra (testei também várias órbitas para o planeta), obtive resultados que poderiam explicar as propriedades orbitais das populações do Cinturão de Kuiper distante. Isso sugere um papel vital desempenhado pelo planeta na formação do Cinturão de Kuiper", explicou Patryk, em entrevista à Unisinos — Universidade do Rio Grande do Sul na qual ele se formou em física e em matemática antes de se mudar para o Japão.


Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.


Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil.

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona trechos do texto à sua respectiva construção de sentido:


Primeira coluna: relação de sentido


(1) Finalidade.

(2) Comparação.

(3) Temporalidade.

(4) Alternância.


Segunda coluna: trecho do texto


( ) Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo.


( ) Cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz.


( ) Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper.


( ) O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3319809 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Língua Portuguesa Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar


Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.


Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.


"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal.


Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.


O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.


Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.


"Baseados em extensas simulações do Sistema Solar externo, incluindo um hipotético planeta com massas semelhantes à da Terra (testei também várias órbitas para o planeta), obtive resultados que poderiam explicar as propriedades orbitais das populações do Cinturão de Kuiper distante. Isso sugere um papel vital desempenhado pelo planeta na formação do Cinturão de Kuiper", explicou Patryk, em entrevista à Unisinos — Universidade do Rio Grande do Sul na qual ele se formou em física e em matemática antes de se mudar para o Japão.


Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.


Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil.

Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024

Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o gênero e o tipo textual predominante no texto:
Alternativas
Q3319683 Português

Texto:

Óbito do Autor – Capítulo 1 (Memórias Póstumas de Brás Cubas).


Algum tempo hesitei em se desviar destas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações que me levaram a adotar um método diferente: a eu primeiro não sou propriamente um autor defunto, mas um autor defunto, para quem a campanha foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contornou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco. Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, ricos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! A verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia - peneirava - uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: -- "Vós, que o conhecestes, meus senhores, vocês podem dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos personagens que tem honrado a humanidade. Este ar sombrio, essas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finalizado.”




Fonte: Assis, Machado de. Obra Completa. vol. I.Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994


Qual a diferença entre o “defunto autor” e Moisés, conforme mencionado no texto?


Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3319680 Português

Texto:

Óbito do Autor – Capítulo 1 (Memórias Póstumas de Brás Cubas).


Algum tempo hesitei em se desviar destas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações que me levaram a adotar um método diferente: a eu primeiro não sou propriamente um autor defunto, mas um autor defunto, para quem a campanha foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contornou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco. Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, ricos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! A verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia - peneirava - uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: -- "Vós, que o conhecestes, meus senhores, vocês podem dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos personagens que tem honrado a humanidade. Este ar sombrio, essas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finalizado.”




Fonte: Assis, Machado de. Obra Completa. vol. I.Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994


No texto, tem expresso o vocábulo “rijos”, qual o sinônimo para o termo? Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3319541 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona trechos do texto à sua respectiva construção de sentido:


Primeira coluna: relação de sentido


(1) Finalidade.

(2) Comparação.

(3) Temporalidade.

(4) Alternância.


Segunda coluna: trecho do texto


(__) Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo.

(__) Cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz.

(__) Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper.

(__) O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 

Alternativas
Q3319540 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.

Analise o título do texto, reproduzido a seguir:

Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Assinale a alternativa que poderia substituí-lo sem prejuízo de valor:

Alternativas
Q3319539 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir:


I. Embora Patryk Sofia Lykawka seja apresentado como brasileiro, ele é, na verdade, japonês.

II. Um pesquisador brasileiro e um pesquisador japonês, juntos, descobriram um novo planeta.

III. O planeta hipotético pode ser até três vezes maior do que a Terra.

IV. O suposto planeta, por conta de suas características, desempenharia um importante papel para a formação do Cinturão de Kuiper.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3319538 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.

Considere o seguinte trecho, retirado do texto:

A unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz.

A respeito da palavra em destaque, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A palavra em questão foi formada por meio de um processo de composição por justaposição.

(__) A expressão é empregada como uma medida de tempo.

(__) A expressão é empregada como uma medida de distância.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3319537 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.

A respeito dos próximos passos na pesquisa apresentada no texto, analise as proposições a seguir e a relação proposta entre elas:


I. Um passo necessário, que será realizado na pesquisa, é a ida a campo para verificação da existência do planeta.

PORQUE

II. São necessárias novas simulações, de modo que sejam aprimorados os resultados da pesquisa.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3319536 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.
Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante no texto:
Alternativas
Q3319534 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.

Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal. 

Os pesquisadores estudam o Cinturão de Kuiper, uma área localizada a cerca de 30 unidades astronômicas (a unidade astronômica equivale aproximadamente à distância da Terra ao Sol, cerca de 150 milhões de quilômetros ou 8 minutos-luz) depois de Netuno, que abriga rochas geladas e planetas anões, como Plutão, Quaoar, Orcus e Makemake.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/pesquisador-brasileiro-pode-ter-encontrado-novo-planetano-sistema-solar/ Acesso em: 26 fev., 2024.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o gênero e o tipo textual predominante no texto:
Alternativas
Q3319398 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Releia o fragmento extraído do Texto I e analise as assertivas apresentadas em sequência. 

Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano
Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram  entre egressos de cursos de Medicina
Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria”.

I- Os termos “mulheres” e “médicas” constituem uma cadeia coesiva em torno do tema central do texto.
II- A repetição do termo “elas”, mencionado no fragmento duas vezes, é um recurso linguístico inadequado, haja vista que provoca repetição desnecessária.
III- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada pronominal importante na recuperação de termos já mencionados.
IV- O emprego do termo “elas” constitui uma retomada por hipônimo, ou seja, de um termo geral para um específico, recurso que colabora para a interligação das partes do texto.
V- No fragmento “Na cidade de São Paulo, já são maioria”, há uma elipse do referente, recurso coesivo também importante na construção textual.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q3319396 Português

Leia o Texto I e responda à questão:


Texto I



Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano



Segundo CFM, médicas são 49,92% dos profissionais e ligeira vantagem masculina deve acabar neste ano; desde 2009, elas lideram entre egressos de cursos de Medicina


Elas representam mais de 49% dos profissionais em atuação no Brasil. Na cidade de São Paulo, já são maioria.


O número de mulheres médicas já é quase metade do total de profissionais no Brasil e elas devem superar a quantidade de homens e se tornar maioria na profissão ainda neste ano, conforme a nova edição do estudo Demografia Médica, divulgada hoje pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).


Segundo a pesquisa, que reúne dados atualizados até janeiro deste ano, mulheres representam hoje 49,92% dos profissionais, enquanto os homens são 50,08% do total. Em 1990, só 30% dos médicos no País eram do sexo feminino.


Há localidades do País em que as médicas já são maioria, como na cidade de São Paulo, onde elas representam 51,04% da força de trabalho da profissão, com 39.721 profissionais.


Segundo o CFM, a ligeira vantagem masculina ainda existente no cenário nacional deverá ser superada neste ano porque, desde 2009, as mulheres são maioria entre as egressas das faculdades de Medicina. Entre os profissionais com menos de 40 anos, elas já são maioria (58%). E só considerando os médicos que ingressaram no mercado em 2023, 60% eram do sexo feminino. “A minha turma da faculdade era composta majoritariamente por mulheres. De 40 alunos, só 7 eram homens”, conta a clínica-geral Laura Gomes Flores, que se formou em 2019.


Especialistas e representantes da categoria destacam que a mudança no perfil dos médicos brasileiros traz repercussões também para os pacientes. No estudo divulgado, o CFM ressalta que a evolução na composição de gênero na Medicina “traz consigo novas perspectivas e abordagens para o atendimento à saúde”.


Quanto às áreas de especialização, embora o País esteja atingindo um equilíbrio de gênero no número total de médicos, há especialidades que ainda mantêm amplo predomínio feminino ou masculino.


Estudo de 2023 da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que, em dermatologia, pediatria, endocrinologia e alergia e imunologia, as mulheres chegam a mais de 70% dos especialistas. Já em áreas como urologia, ortopedia e neurocirurgia, os homens representam mais de 90% dos profissionais. As especialidades cirúrgicas, no geral, têm menos de 25% de mulheres entre seus médicos.


Para Lígia Bahia, médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a chamada feminização da Medicina é um fenômeno mundial impulsionado pela maior participação das mulheres no mercado de trabalho como um todo e traz um impacto positivo para o paciente ao elevar o número de profissionais do sexo feminino, que costumam ter mais habilidades relacionais, como a empatia. “Mulheres são dedicadas, costumam privilegiar a solidez e a qualidade do trabalho em detrimento da competição e valores elevados de remuneração. A presença feminina costuma ser acompanhada por compromisso e maior tempo de permanência com os pacientes”, diz a especialista.


Para o CFM, o cenário “desafia as estruturas tradicionais e as normas de gênero na Medicina, abrindo caminho para um ambiente mais inclusivo e diversificado” e “pode servir como um catalisador para abordar questões mais amplas de equidade de gênero no setor de saúde”.



Fonte: CAMBRICOLI, Fabiana. Mulheres devem ser maioria entre médicos no País já a partir deste ano. O Estado de S. Paulo, ano 145, n. 47655, Metrópole, 8 abr. 2024.p. A12. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/o-estado-de-s-paulo/20240408/page/12. Acesso em: 08 abr. 2024, com adaptações.

Assinale a alternativa que funciona como argumento de autoridade na construção argumentativa do Texto I.
Alternativas
Q3319344 Português

Em uma situação de emergência, é vital que o condutor do transporte escolar mantenha a _______ para garantir a segurança de todos os passageiros.

Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto: 

Alternativas
Q3319327 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar

Um estudo que foi publicado no final do ano passado, cujos principais autores são um pesquisador brasileiro e outro japonês, aponta a possibilidade de que haja um novo planeta em nosso Sistema Solar.
Os dois astrônomos, o brasileiro Patryk Sofia Lykawka, que hoje é professor na Universidade Kindai, no Japão, e Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, dizem que o planeta estaria localizado depois de Netuno, em uma região chamada de Cinturão de Kuiper.

"Prevemos a existência de um planeta similar à Terra e alguns outros objetos transnetúnicos (TNO, na sigla em inglês) em órbitas peculiares nos limites do Sistema Solar", escreveram os cientistas no trabalho publicado na revista The Astronomical Journal.

O suposto novo planeta seria de 1,5 a três vezes maior do que a Terra, bem maior que os planetas-anões localizados no Cinturão — mesmo Plutão, que já foi classificado como planeta no passado, tem apenas 18% do tamanho da Terra.

Antes que a existência de um novo planeta seja confirmada, os cientistas precisam encontrá-lo. Para isso, eles seguem estudando os objetos do Cinturão de Kuiper em busca de perturbações em suas órbitas que indiquem a presença de algum outro planeta maior.
 "Baseados em extensas simulações do Sistema Solar externo, incluindo um hipotético planeta com massas semelhantes à da Terra (testei também várias órbitas para o planeta), obtive resultados que poderiam explicar as propriedades orbitais das populações do Cinturão de Kuiper distante. Isso sugere um papel vital desempenhado pelo planeta na formação do Cinturão de Kuiper", explicou Patryk, em entrevista à Unisinos — Universidade do Rio Grande do Sul na qual ele se formou em física e em matemática antes de se mudar para o Japão.

Para prosseguir com a pesquisa, Patryk pretende realizar novas simulações e aprimorar os resultados. "Assim, a massa e a órbita do planeta hipotético poderiam ser ainda mais refinadas", disse ele.

Retirado de: PINOTTI, Fernanda. Pesquisador brasileiro pode ter encontrado novo planeta no Sistema Solar. CNN Brasil. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta o gênero e o tipo textual predominante no texto:
Alternativas
Respostas
28341: E
28342: B
28343: D
28344: D
28345: E
28346: C
28347: C
28348: B
28349: C
28350: C
28351: E
28352: A
28353: A
28354: E
28355: A
28356: C
28357: E
28358: D
28359: A
28360: A