Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3404456 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Texto 01 



Sabemos como é a vida: num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim. Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter. Afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor. Só depende de nós, das nossas escolhas... Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma como eu gostaria, saber que já não sou a mesma pessoa de ontem me faz perceber que valeu a pena.  



Albert Einstein 



Disponível em: https://www.pensador.com/ Acesso em: 15 abr. 2024. Adaptado.

Na estrutura do texto, observa-se o uso de ideias paradoxais. Analise as passagens a seguir, tendo em vista a presença dessas ideias.



I. “Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter.”


II. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação [...].”


III. “[...] cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio [...].”


IV. “Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente.”


V. “Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado.”



Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3404455 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere. 



Texto 01 



Sabemos como é a vida: num dia dá tudo certo e no outro as coisas já não são tão perfeitas assim. Altos e baixos fazem parte da construção do nosso caráter. Afinal, cada momento, cada situação, que enfrentamos em nossas trajetórias é um desafio, uma oportunidade única de aprender, de se tornar uma pessoa melhor. Só depende de nós, das nossas escolhas... Não sei se estou perto ou longe demais, se peguei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma como eu gostaria, saber que já não sou a mesma pessoa de ontem me faz perceber que valeu a pena.  



Albert Einstein 



Disponível em: https://www.pensador.com/ Acesso em: 15 abr. 2024. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vistas as ideias que se podem inferir do texto. 



I. A situações positivas e negativas vivenciadas são oportunidades de aprendizagem.


II. As experiências vividas, mesmo as ruins, contribuem para o crescimento pessoal.


III. A vida proporciona, ao longo do tempo, o acúmulo de lembranças e ensinamentos.


IV. A vida vale a pena ser vivida, pois, mesmo que não seja a ideal, é transformadora.


V. O caminho escolhido pode não ser o correto, mas proporcionam ensinamentos. 



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3404206 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo

O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
Oito horas e meia depois, meu despertador toca e eu acordo me sentindo... cansada.
Com base no texto sobre a fadiga e suas diversas dimensões, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3404137 Português
Leia: "É um texto persuasivo, de linguagem direta. Ele pode ser dividido em verbal, não verbal e misto. Sua estrutura consiste em: título, corpo do texto e convite à ação. Pode ter humor, ironia e criatividade." De acordo com as características apresentadas no enunciado acima, o tipo de texto apresentado é:
Alternativas
Q3404129 Português
Rodovia polêmica


A BR-319 foi construída nos anos 1970, durante a ditadura militar, mas foi abandonada por sucessivas administrações posteriormente.

Ela tem 880 quilômetros e corta a região localizada entre os rios Purus e Madeira.

Cientistas avaliam que a rodovia se localiza em uma das regiões mais ricas em biodiversidade de toda a Amazônia e alertam que a região do seu entorno já vem sendo alvo de pressão por conta do avanço do desmatamento ilegal e do agronegócio.

Atualmente, apenas os trechos próximos a Porto Velho e Manaus são trafegáveis durante a maior parte do ano.

O chamado "trecho do meio", com mais de 400 quilômetros, não é asfaltado e fica intrafegável durante a maior parte do ano devido à temporada de chuvas.

No início de 2023, a obra foi incluída pelo governo Lula na lista de projetos prioritários.

Em 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já havia concedido a licença-prévia da obra de asfaltamento do "trecho do meio".

A licença não autorizou o início das obras, mas é interpretada legalmente como uma espécie de atestado da viabilidade econômica e ambiental da obra.

Apesar disso, os trabalhos de asfaltamento não começaram porque ainda dependem de outras duas licenças: a de instalação e de operação.

O processo ainda está em curso no Ibama. O órgão pediu estudos complementares ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), vinculado ao Ministério dos Transportes.

Em nota enviada à BBC News Brasil, o Ibama afirmou que aguarda o envio das documentações solicitadas e do requerimento da licença de instalação, que, na prática, autorizaria o início das obras.

Procurado, o Ministério dos Transportes mencionou que o relatório do grupo de trabalho concluiu que haveria viabilidade para as obras na rodovia, mas não respondeu sobre o andamento do processo de licenciamento.

Um dos exemplos usados por parlamentares da bancada da região Norte para defender a conclusão da rodovia é o caos no abastecimento de oxigênio no Amazonas durante a pandemia de Covid-19, em 2021.

Na época, em meio a uma onda da doença, hospitais ficaram sem oxigênio hospitalar durante praticamente um dia, o que teria levado à morte de pacientes graves. Sem ligação terrestre com o restante do país, o Estado dependeu do envio de oxigênio hospitalar por avião e barcos.

Outro argumento usado por eles é de que a rodovia poderia gerar desenvolvimento a uma região historicamente menos favorecida por políticas públicas como a região Norte.

A tese de que a rodovia poderia gerar desenvolvimento aparece no relatório do Ministério dos Transportes divulgado na terça-feira.

"Ficou claro durante as atividades do Grupo de Trabalho que a pavimentação da BR-319 é uma demanda dos cidadãos da região, que anseiam por mobilidade terrestre adequada, que conecte Manaus a Porto Velho e ao restante do Brasil. A rodovia pavimentada garantirá o provimento de serviços básicos, necessários ao desenvolvimento social e econômico da região", diz um trecho do relatório ao qual a BBC News Brasil teve acesso.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clkk12xnmj2o fragmento)
Em "Procurado, o Ministério dos Transportes mencionou que o relatório do grupo de trabalho concluiu que haveria viabilidade para as obras na rodovia".
A palavra destacada pode ser substituída sem perder o sentido por:
Alternativas
Q3404036 Português
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento do texto a seguir para responder à questão.

Saia da cadeira! Caminhar por 15 minutos já reduz risco de infarto e AVC

Passar muitas horas do dia sentado é prejudicial à saúde e aumenta o risco de morte, em especial por doenças cardiovasculares (como infarto e AVC). No entanto, movimentar-se por ao menos 15 minutos diariamente parece reduzir os prejuízos que a “cadeira” traz para a saúde.

É o que afirma um grande estudo realizado em Taiwan com quase meio milhão de pessoas e publicado na semana passada no «JAMA Network Open».


VARELLA, Mariana. Disponível em: https://www.uol.com.br/ vivabem/colunas/mariana-varella/2024/01/25/saia-da-cadeiracaminhar-por-15-minutos-ja-reduz-risco-de-infarto-e-avc.htm. Acesso em: 25 jan. 2024. [Fragmento]
Na expressão “Saia da cadeira!”, utilizada no título do texto, verifica-se a função
Alternativas
Q3404027 Português
Toda quarta-feira, os cirurgiões e sua equipe se reuniam no pequeno anfiteatro cirúrgico do University College Hospital. Operavam com base na antiguidade, e raramente eram expedidas ordens para que a mesa […] fosse limpa entre os procedimentos. […] Foi naquela sala modesta, com seu pequeno armário de instrumentos e sua pia solitária, que ele começou a entender como a cirurgia era uma loteria na década de 1850.
As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina. A cidade estava em incessante expansão na época em que Lister trabalhou com Erichsen. Milhares de trabalhadores migravam todo ano para a cidade. Não só essas pessoas viviam na imundície, em decorrência da escassez de moradias acarretada pela urbanização acelerada, como seus empregos eram fisicamente exigentes e perigosos. Todas essas privações tinham consequências para a saúde.

FITZHARRIS, Lindsey. Medicina dos Horrores. Tradução de Vera Ribeiro. Editora Intrínseca, 2019.

Releia este trecho:
“As lesões e aflições com que os cirurgiões lidavam eram tão variadas quanto a própria população londrina”.

Considerando-se as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que esse trecho revela um recurso de
Alternativas
Q3403995 Português

O número de novos registros de armas de fogo para defesa pessoal em 2023 foi o menor desde 2004, segundo a Polícia Federal. O Sistema Nacional de Armas contabilizou 20.822 novos cadastros, 82% a menos que em 2022 (114.044). [...] Em 21 de julho do ano passado, [...] um decreto [...] reduziu a quantidade de armas e munições que poderiam ser acessadas por civis para defesa pessoal. Até a edição do dispositivo, um civil podia comprar até quatro armas sem comprovar efetiva necessidade, além de 200 munições por arma a cada ano. O decreto reduziu a permissão para até duas armas, mediante a comprovação de efetiva necessidade, e 50 munições.



Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cartaexpressa/no1o-ano-de-lula-registro-de-novas-armas-para-defesa-pessoal-e-omenor-desde-2004/?utm_campaign=news_diaria_-_cartacapital_-_ clean_-_0301&utm_medium=email&utm_source=RD+Station. Acesso em: 03 jan. 2024.




De acordo com o texto, o Sistema Nacional de Armas identificou 

Alternativas
Q3403994 Português

“Temos (como desafio nas eleições de 2024) as fake news. Estamos desenvolvendo ferramentas para que haja um processo eleitoral transparente, rigoroso, legítimo e fortalecido” [...]. “Os deputados e candidatos sabem, o rigor é o rigor da lei. Se não cumpre a legislação, tem as penalidades, a gente apura e julga. É só cumprir a legislação, fazer a coisa corretamente, cumprir os requisitos legais e nós não teremos nenhum tipo de desgaste com ninguém”, avisou o desembargador.



Disponível em: https://www.em.com.br/politica/2024/01/6794665- presidente-do-tre-mg-afirma-que-justica-eleitoral-esta-atenta-asfake-news.html. Acesso em: 30 jan. 2024.




O rigor da lei que será aplicado ao processo eleitoral de 2024 indica que as fake news têm o poder de 

Alternativas
Q3403992 Português

Se algum de nós procurasse informações sobre a dengue nos livros ou na internet, muito provavelmente a encontraríamos classificada dentro do grupo conhecido como doenças tropicais e subtropicais. [...] Teríamos encontrado também recentemente notícias sobre a doença fora da América Latina: registros de novos casos autóctones (não importados) nos Estados Unidos, Itália ou França, assim como o surgimento dos primeiros [casos] durante anos na Espanha: nas regiões da Catalunha, Ibiza etc.



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/crgj2de70r5o#:~:text=Mudan%C3%A7as%20 clim%C3%A1ticas%20e%20globaliza%C3%A7%C3%A3o,a%20 prolifera%C3%A7%C3%A3o%20do%20Aedes%20aegypti. Acesso em: 26 dez. 2023.




A ocorrência de casos de dengue em regiões da Europa e dos Estados Unidos da América encontram justificativas

Alternativas
Q3403976 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


A roda da escravidão da felicidade virtual





Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.


Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.


A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.


A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.


A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.


Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.


Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.


Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.



ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto II para responder à questão.


TRECHO DO TEXTO I


“Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.”


TEXTO II




Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://digofreitas.com/hq/outros-63-voce/. Acesso em: 25 jan. 2024. 



Tanto no trecho do texto I quanto no texto II, identifica-se a função conativa ou apelativa da linguagem, especificamente pelo(a) 


Alternativas
Q3403955 Português

Leia o texto a seguir.



O menor animal conhecido é o plâncton. [...] A menor espécie conhecida é o Placozoa, um minúsculo animal marinho que tem uma forma simples e mede apenas cerca de 0,01 centímetros de comprimento.


OLIVEIRA, D. Quais são os menores animais do mundo? Olhar Digital. Disponível em: https://olhardigital.com. br/2023/08/24/olha-isso/quais-sao-os-menores-animais-do-mundo/. Acesso em: 12 fev. 2024 (adaptado).



De acordo com o texto, os animais da espécie Placozoa têm comprimento de 

Alternativas
Q3403949 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto III para responder à questão.



TRECHO DO TEXTO I


“Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.”



TEXTO III



Imagem associada para resolução da questão


Termo em inglês ganhou popularidade após ser utilizado pelo ator Tom Holland e desbancou "situationship", "prompt" e "Swiftie"


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/dicionario-oxford-escolhe-rizz-como-palavra-do-ano-2023/. Acesso em: 20 jan. 2024.


 

Sobre a análise sintática dos termos e a variação linguística, analise as afirmativas a seguir.



I. No texto I, o termo destacado em “... não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.” caracteriza o registro informal.


II. Na frase do texto III “Dicionário Orford escolhe ‘rizz’ como palavra do ano 2023”, o sujeito da oração é “rizz”.


III. Na frase do texto I “Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas [...].”, a expressão destacada é um complemento do verbo “recorrer”.



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q3403946 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

O título do texto I sugere que, em relação ao autor, a palavra “rizz” 
Alternativas
Q3403945 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

As palavras estão empregadas no sentido próprio, literal, na(s) seguinte(s) frase(s) do texto I:



I. “[...] jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz.”


II. “Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano [...].”


III. “[...] mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa.”



Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q3403944 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

Com base somente no último parágrafo do texto I e nos sentidos pretendidos nesse parágrafo, um sinônimo do termo “desvairado” é 
Alternativas
Q3403943 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

Releia o trecho do texto I a seguir.



“Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.”



Exclusivamente nesse parágrafo, o autor, ao empregar o verbo “parecer”, apresenta como estratégia argumentativa uma

Alternativas
Q3403942 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.



TEXTO I


A palavra ‹rizz› não tem ‹rizz›



Quando, esta semana, se soube que a Universidade de Oxford tinha escolhido «rizz» como palavra do ano, lembrei-me que, no mês passado, a Universidade de Cambridge tinha escolhido “hallucinate”.


De acordo com as notícias, ‘rizz’ representa uma forma abreviada da palavra carisma. Ao que parece, é o modo como uma determinada geração define a inquestionável capacidade de atrair ou seduzir alguém.


Se uma pessoa se torna particularmente sedutora, essa pessoa tem rizz. Mas hallucinate refere-se ao momento em que um dispositivo de inteligência artificial produz informação falsa. Dele se diz então que alucinou.


É possível que rizz seja produto de uma alucinação. Talvez Oxford tenha pedido ao ChatGPT que escolhesse a palavra do ano e ele tenha alucinado. De acordo com a Wikipédia, a palavra rizz foi cunhada por Kai Cenat, youtuber e streamer do Twitch, em maio de 2021. E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse que, ao contrário do que os jornais dizem, rizz não é uma abreviatura de carisma.


É apenas um conjunto de sons que ele inventou em 2021. Ora, não sei que meios frequenta quem, em Oxford, escolhe a palavra do ano, mas eu nunca ouvi ninguém a articulá-la. E devo confessar, sob pena de condenarem o meu reacionarismo linguístico, que jamais usei nem tenho intenção de alguma vez vir a usar a palavra rizz. 


Curiosamente, a palavra que indica a habilidade de seduzir não me seduz. Concebo a ideia de recorrer a palavras inventadas em 2021 pra referir coisas inventadas em 2021 que ainda não tinham termo que as designasse, mas não vejo a utilidade de usar vocábulos inventados por youtubers pra designar o que sempre existiu.


Os responsáveis pelo dicionário de Oxford parecem aquele tio que, sendo já uma pessoa de meia-idade, mantém a vontade de ser jovem e, por isso, dedica-se a reproduzir o linguajar dos jovens.


Não funciona, não só porque o tio já não é jovem, mas também porque o linguajar dos jovens, ironicamente, envelhece muito depressa. As palavras usadas pelos jovens hoje ficam velhas ou morrem já amanhã.


Sei disso porque agora já ninguém usa as palavras com que eu me exprimia quando era jovem – nem eu. Em resumo, não há nada que tenha menos rizz do que alguém que está desvairado, desesperadamente a tentar ter rizz.



PEREIRA, Ricardo Araújo. A palavra ‘rizz’ não tem ‘rizz’. Folha de S.Paulo, Ilustrada, 17 dez. 2023, p. C8 (adaptado).

Na frase do texto I “E este mesmo prestigiado lexicógrafo disse...”, é correto inferir que o termo em destaque, no contexto em que foi empregado, refere-se a um 
Alternativas
Q3403912 Português

Complete as lacunas do texto a seguir.



No ditado popular “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.”, os termos destacados são ___________, pois um tem significado _____________ em relação ao outro.



A sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas do texto é:

Alternativas
Q3403908 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



O Leão e o Javali 



Estava muito, muito quente, quando um leão e um javali chegaram juntos a um poço. Estavam com muita sede e começaram a discutir para ver quem beberia primeiro. Nenhum cedia a vez ao outro. Já iam atracar-se, quando o leão olhou para cima e viu vários urubus voando.


– Olhe lá! – disse o leão. – Aqueles urubus estão com fome e esperam para ver qual de nós dois será derrotado…


– Então é melhor fazermos as pazes – respondeu o javali. – Prefiro ser seu amigo a ser comida de urubus.



Disponível em: https://n9.cl/83vte.

Acesso em: 20 jan. 2024 (adaptado).


Em relação ao texto “O Leão e o Javali”, analise a afirmativa a seguir.



Quanto ao gênero, “O Leão e o Javali” é ______________, pois seus personagens são animais e cujo final traz ______________.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência que completa correta e respectivamente as lacunas dessa afirmativa. 

Alternativas
Respostas
18821: A
18822: E
18823: C
18824: C
18825: A
18826: D
18827: C
18828: D
18829: A
18830: A
18831: B
18832: C
18833: C
18834: A
18835: A
18836: C
18837: D
18838: C
18839: C
18840: A