Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3327182 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considere a seguinte passagem transcrita do texto.


Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio. Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra”.


Acerca da coerência e da coesão textuais, é correto afirmar:

Alternativas
Q3327179 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considerando-se as características e a construção do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q3327177 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

 Leia o trecho do texto e a tirinha a seguir.


“Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras”.


Imagem associada para resolução da questão


 Disponível em: http://www.arionaurocartuns.com.br/2020/05/tira-garimpo-dinheiro.html.


Os dicionários definem o termo “garimpar” como “ato de exercer o ofício de garimpeiro”. Porém, nos dois textos apresentados, essa mesma palavra apresenta outras significações porque ela está empregada em contextos diferentes.


Esse fato linguístico recebe o nome de

Alternativas
Q3327176 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considerando-se os elementos que compõem o trecho “E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.”, a função da linguagem predominante é a
Alternativas
Q3327116 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Assinale a alternativa correta quanto ao tipo textual predominante no texto:
Alternativas
Q3327115 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3326748 Português

    Sucesso absoluto no Brasil, especialmente na combinação de “arroz com feijão”, o feijão foi historicamente negligenciado na culinária norte-americana, mas pode estar tendo um retorno bem-vindo graças à última tendência de preparação de refeições. Os norte-americanos são famosos por não comerem feijão, afastando-se dessa fonte de alimento saudável.


    Do grão-de-bico ao edamame, os grãos são ricos em proteínas de origem vegetal e uma maneira fácil de adicionar mais alimentos saudáveis a uma refeição, com cerca de 15 gramas de proteína por xícara. O feijão também contém vitaminas e minerais importantes, como vitaminas do complexo B, folato, ferro, magnésio e potássio. Devido ao seu alto teor de fibras (12 a 15 gramas em uma porção de salada) e carboidratos de digestão lenta, o feijão reduz o colesterol ruim LDL e tem um efeito cardioprotetor. Os carboidratos contidos nos feijões são considerados de baixo índice glicêmico, portanto, elevam os níveis de açúcar no sangue muito lentamente. Se você tem pré-diabetes ou diabetes, eles podem ajudá-lo a controlar o açúcar no sangue.


    Além de seus benefícios nutricionais, as saladas com feijão também são uma opção sustentável do ponto de vista ambiental. Em comparação com outras fontes de proteína, muitos feijões crescem usando significativamente menos água, terra e petróleo. Os feijões fixam nitrogênio, contribuindo para a saúde do solo, o que promove mais biodiversidade.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.

O texto apresenta determinadas características relativas ao seu gênero e tipo textuais. São elas:


I. É descritivo, dispondo de informações de forma objetiva, sem juízo de valor.

II. É extremamente subjetivo, pois desenvolve impressões pessoais do autor.

III. Utiliza fatos científicos para descrever os benefícios do feijão.


Está CORRETO o que se firma: 

Alternativas
Q3326729 Português

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.


O _______________ com a ética é fundamental para que o serviço público seja um instrumento de desenvolvimento social, _____________ que os direitos e interesses da população sejam protegidos com responsabilidade e integridade. 

Alternativas
Q3326696 Português

    Sucesso absoluto no Brasil, especialmente na combinação de “arroz com feijão”, o feijão foi historicamente negligenciado na culinária norte-americana, mas pode estar tendo um retorno bem-vindo graças à última tendência de preparação de refeições. Os norte-americanos são famosos por não comerem feijão, afastando-se dessa fonte de alimento saudável.


    Do grão-de-bico ao edamame, os grãos são ricos em proteínas de origem vegetal e uma maneira fácil de adicionar mais alimentos saudáveis a uma refeição, com cerca de 15 gramas de proteína por xícara. O feijão também contém vitaminas e minerais importantes, como vitaminas do complexo B, folato, ferro, magnésio e potássio. Devido ao seu alto teor de fibras (12 a 15 gramas em uma porção de salada) e carboidratos de digestão lenta, o feijão reduz o colesterol ruim LDL e tem um efeito cardioprotetor. Os carboidratos contidos nos feijões são considerados de baixo índice glicêmico, portanto, elevam os níveis de açúcar no sangue muito lentamente. Se você tem pré-diabetes ou diabetes, eles podem ajudá-lo a controlar o açúcar no sangue.


    Além de seus benefícios nutricionais, as saladas com feijão também são uma opção sustentável do ponto de vista ambiental. Em comparação com outras fontes de proteína, muitos feijões crescem usando significativamente menos água, terra e petróleo. Os feijões fixam nitrogênio, contribuindo para a saúde do solo, o que promove mais biodiversidade.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.


De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3326419 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
As crônicas, gênero textual utilizado por Martha Medeiros, têm determinadas características que as definem como tal. Considerando essas características, muito presentes no texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3326418 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
A expressão “coisíssima nenhuma” é utilizada no texto por Martha Medeiros para:
Alternativas
Q3326416 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
Considerando as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3326310 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Asdfg çlkjh!

A moça do outro lado da mesa na agência bancária está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador. Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras, sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos, senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea. Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas, talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso e sou obrigado a corrigir.

Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário. Aquela era a profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a simples missão que tinha de executar: datilografar um texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando‑lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o

Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.

Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica à escrita manual, e estando presente em repartições de todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola, não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes. Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito e possível bomba no fim do ano.

Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990, deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo digitar. Asdfg!

CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo, Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
Em relação ao conteúdo do texto escrito por Ruy Castro, é correto afirmar que, segundo o contexto, o seu título
Alternativas
Q3326309 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Asdfg çlkjh!

A moça do outro lado da mesa na agência bancária está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador. Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras, sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos, senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea. Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas, talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso e sou obrigado a corrigir.

Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário. Aquela era a profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a simples missão que tinha de executar: datilografar um texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando‑lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o

Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.

Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica à escrita manual, e estando presente em repartições de todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola, não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes. Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito e possível bomba no fim do ano.

Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990, deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo digitar. Asdfg!

CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo, Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
Releia o excerto do texto II e o anúncio a seguir.

“Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário.” 

Captura_de tela 2025-04-29 221425.png (584×478)
Disponível em: https://www.elo7.com.br/maquina-de-escrever-retro-arquivo-digital/dp/1227E2C.

 Analise as informações a seguir sobre os tipos de registros e de linguagens e assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) A linguagem popular e informal, com o registro de marcas linguísticas comuns à fala cotidiana, só está presente no trecho do texto II.
(    ) A função emotiva da linguagem pode ser identificada no texto II pelo emprego da primeira pessoa no relato feito pelo cronista.
(    ) A combinação entre linguagem verbal e informações visuais, no anúncio, resulta em um comentário jocoso sobre a máquina de escrever.
(    ) Os elementos verbais e não verbais, presentes no anúncio, são interdependentes, pois a retirada de algum deles resultaria em perda de sentido do anúncio.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3326305 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

TEXTO II

Asdfg çlkjh!

A moça do outro lado da mesa na agência bancária está me abrindo uma conta. À sua frente, o computador. Sem pestanejar, digita uma a uma todas as palavras, sem olhar, enquanto me pergunta sobre aplicativos, senhas, tokens e outros mistérios da vida contemporânea. Os dedos, cheios de anéis e com longas unhas, talvez artificiais, teclam a uma velocidade que, nas antigas escolas de datilografia, certamente renderia prêmios ao aluno. Não vacila, não erra uma letra. Eu apenas observo e me espanto porque, com o dobro de anos de teclado do que ela de vida, às vezes o dedo escorrega, bato em falso e sou obrigado a corrigir.

Nos idos do século 20, sempre que alguma chatice me obrigava a ir a uma repartição pública, eu me via micado no balcão enquanto um funcionário catava milho na máquina de escrever para preencher um formulário. Aquela era a profissão do sujeito, e ele não estava preparado para a simples missão que tinha de executar: datilografar um texto. A ninguém ocorria agilizar o serviço pagando‑lhe um curso de datilografia, do qual, em poucas semanas, até com o teclado coberto, ele executaria a jato o

Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh
Asdfg çlkjh asdfg çlkjh asdfg çlkjh.

Sendo a máquina de escrever a única alternativa mecânica à escrita manual, e estando presente em repartições de todos os tipos, eu me perguntava por que, desde a escola, não se ministravam cursos de datilografia aos estudantes. Seria uma disciplina como as outras, com provas parciais e finais, notas vermelhas para quem não aprendesse direito e possível bomba no fim do ano.

Bem, isso nunca foi feito. E, a partir dos anos 1990, deixou de precisar. Assim que se viram diante do teclado do computador – o mesmo que o das velhas Remingtons e Olivettis –, as pessoas começaram a nascer já sabendo digitar. Asdfg!

CASTRO, Ruy. Asdfg çlkjh! Folha de São Paulo, Opinião, 03 jun. 2024, p. A 2. (adaptado).
Considerando‑se as características do texto, é incorreto afirmar que o autor
Alternativas
Q3326300 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

O “impossível” voo das abelhas

Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que a abelha não sabe disto.

Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente impressionante. Inicialmente, acreditava‑se que as abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado quando se descobriu que suas asas não são rígidas como as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito se movem de forma muito mais complexa – em ciclos de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências que lhes permite manter‑se no ar, desafiando a aerodinâmica estacionária.

O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como o voo da abelha desafia as expectativas científicas, o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas próprias expectativas sobre o que somos capazes de enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade da existência com mais clareza. Essa conscientização, contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário, ela deve nos capacitar a encarar os desafios com resiliência e sabedoria.

Na maturidade, os desafios enfrentados muitas vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira, perdas financeiras, separações, problemas de saúde ou até mesmo a busca por um propósito novo de vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas. Esses desafios podem parecer tão intransponíveis quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também precisamos encontrar dentro de nós a força necessária para superar as adversidades que a vida nos impõe, confiantes na vitória.

Superar os desafios não significa negar a complexidade da vida, mas sim reconhecê‑la e enfrentá‑la com determinação e perseverança. Assim como a abelha continua a voar sem saber das limitações impostas pelas leis da física convencional, também vive‑se plenamente, mesmo diante dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo para superar os desafios reside em nossa capacidade de adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir em frente.

Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista, pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência, conseguimos concretizar. Assim como as abelhas, que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam ser capazes de fazê‑lo, podemos superar nossas próprias limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o ideal para continuarmos avançando, tomando‑as como exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente compreender os fatos.


CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
Em relação aos aspectos semânticos e estilísticos identificados no texto, é correto afirmar que,
Alternativas
Q3326298 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

O “impossível” voo das abelhas

Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que a abelha não sabe disto.

Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente impressionante. Inicialmente, acreditava‑se que as abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado quando se descobriu que suas asas não são rígidas como as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito se movem de forma muito mais complexa – em ciclos de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências que lhes permite manter‑se no ar, desafiando a aerodinâmica estacionária.

O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como o voo da abelha desafia as expectativas científicas, o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas próprias expectativas sobre o que somos capazes de enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade da existência com mais clareza. Essa conscientização, contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário, ela deve nos capacitar a encarar os desafios com resiliência e sabedoria.

Na maturidade, os desafios enfrentados muitas vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira, perdas financeiras, separações, problemas de saúde ou até mesmo a busca por um propósito novo de vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas. Esses desafios podem parecer tão intransponíveis quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também precisamos encontrar dentro de nós a força necessária para superar as adversidades que a vida nos impõe, confiantes na vitória.

Superar os desafios não significa negar a complexidade da vida, mas sim reconhecê‑la e enfrentá‑la com determinação e perseverança. Assim como a abelha continua a voar sem saber das limitações impostas pelas leis da física convencional, também vive‑se plenamente, mesmo diante dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo para superar os desafios reside em nossa capacidade de adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir em frente.

Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista, pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência, conseguimos concretizar. Assim como as abelhas, que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam ser capazes de fazê‑lo, podemos superar nossas próprias limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o ideal para continuarmos avançando, tomando‑as como exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente compreender os fatos.


CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que, especialmente no terceiro parágrafo, a autora defende um ponto de vista envolvendo uma
Alternativas
Q3326297 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

O “impossível” voo das abelhas

Li certa vez que, na Nasa, há um poster com uma imagem de uma abelha e os seguintes dizeres: Aerodinamicamente o corpo de uma abelha não pode voar, mas o bom é que a abelha não sabe disto.

Do ponto de vista científico, o voo da abelha é realmente impressionante. Inicialmente, acreditava‑se que as abelhas não poderiam voar, com base nos princípios da aerodinâmica convencional, que se aplicam a aeronaves de asas rígidas. No entanto, o mistério foi desvendado quando se descobriu que suas asas não são rígidas como as de um avião. Em vez disso, as abelhas trabalham muito se movem de forma muito mais complexa – em ciclos de flexão e de torção – gerando pequenas turbulências que lhes permite manter‑se no ar, desafiando a aerodinâmica estacionária.

O verdadeiro valor dessa história, porém, está na lição que podemos aplicar às nossas vidas. Assim como o voo da abelha desafia as expectativas científicas, o amadurecimento humano muitas vezes desafia nossas próprias expectativas sobre o que somos capazes de enfrentar. Ao longo da vida, acumulamos experiências e conhecimentos que nos fazem enxergar a complexidade da existência com mais clareza. Essa conscientização, contudo, não deveria nos desencorajar. Pelo contrário, ela deve nos capacitar a encarar os desafios com resiliência e sabedoria.

Na maturidade, os desafios enfrentados muitas vezes parecem insuperáveis. Mudanças de carreira, perdas financeiras, separações, problemas de saúde ou até mesmo a busca por um propósito novo de vida são obstáculos frequentes para muitas pessoas. Esses desafios podem parecer tão intransponíveis quanto o voo de uma abelha deveria ser, segundo as leis tradicionais da física. No entanto, assim como a ciência desvendou o segredo do voo das abelhas, nós também precisamos encontrar dentro de nós a força necessária para superar as adversidades que a vida nos impõe, confiantes na vitória.

Superar os desafios não significa negar a complexidade da vida, mas sim reconhecê‑la e enfrentá‑la com determinação e perseverança. Assim como a abelha continua a voar sem saber das limitações impostas pelas leis da física convencional, também vive‑se plenamente, mesmo diante dos obstáculos que a maturidade nos impõe. O segredo para superar os desafios reside em nossa capacidade de adaptação. Assim como as asas das abelhas se ajustam ao ambiente, também devemos aprender a nos ajustar às circunstâncias, usando os recursos disponíveis para seguir em frente.

Muitas vezes, realizamos coisas que, à primeira vista, pareciam impossíveis, mas que, com coragem e resiliência, conseguimos concretizar. Assim como as abelhas, que voam sem saber que, teoricamente, não deveriam ser capazes de fazê‑lo, podemos superar nossas próprias limitações. Nos colocarmos no lugar das abelhas é o ideal para continuarmos avançando, tomando‑as como exemplo, pois, muitas vezes, os limites que acreditamos existir são apenas frutos de nossa limitação em realmente compreender os fatos.


CARDOSO, Juraciara Vieira. O “impossível” voo das abelhas.
Estado de Minas, Bem viver, 25 set. 2024 (adaptado).
Quanto à interpretação das mensagens deixadas pela autora no seu texto, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

(    ) A lição que o voo das abelhas nos ensina é simples, mas extremamente poderosa: não devemos nos deixar limitar pelas dificuldades aparentes.
(    ) A vida é cheia de obstáculos que nos paralisam; por isso, o segredo para superá‑los reside em nossa capacidade de resignação diante dos fatos.
(    ) O desenvolvimento de uma atitude proativa e a confiança em nossa capacidade de superação são fundamentais para enfrentarmos os desafios com sucesso.
(    ) O voo da uma abelha, ao desafiar as leis da física, remete à ideia de que somos seres limitados; portanto, diante das restrições cotidianas, precisamos aceitar sem questionar.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3326100 Português
Leia o texto a seguir:


Homem paga R$ 30 por prato em brechó e descobre que item vale quase R$ 30 mil


Peça encontrada em loja no estado de Illinois, nos Estados Unidos, é uma rara porcelana chinesa


    Um homem, identifi cado como John Carcerano, comprou um prato por US$ 4,99 (R$ 28,99 na cotação atual) em um brechó no estado de Illinois, nos Estados Unidos. O que ele não sabia é que a peça era uma rara porcelana chinesa avaliada em US$ 5.000 (R$ 29.050 na cotação atual).


    "Comprei uma rara placa heráldica chinesa do século XVIII para exportação em uma loja Goodwill por US$ 4,99; ela vale US$ 5.000", disse John. A compra ocorreu em outubro de 2024.

    Ele conta que a aquisição quase não aconteceu. "O prato estava embaixo de um prato moderno e três outras pessoas estavam cavando no carrinho comigo", lembra. "Quando todos se afastaram do carrinho, inclusive eu depois que passamos por ele, no canto do olho notei que o prato estava embaixo de um moderno."

     John administra uma empresa de limpeza de carpetes e compra e vende antiguidades há 35 anos, mas passou a gastar mais tempo em brechós após uma doença que teve em 2023. "Às vezes, passo algumas horas esperando os carrinhos saírem. Acho que é melhor pegá-los quando saem pela primeira vez porque, quando chegam às prateleiras, a maioria das coisas boas já acabou", disse. 

    A pesquisa do valor do prato foi feita a partir do Google Lens, e John afirma que apenas duas peças iguais foram vendidas nos últimos 50 anos.

     "Às vezes, é preciso cavar um pouco, mas eu fi z uma pesquisa no Google Lens e encontrei um que tinha sido vendido exatamente como ele por US$ 4.400 e eu sabia em cinco minutos que tinha algo valioso. Apenas dois desses foram vendidos nos últimos 50 anos de história de leilões." 

    Posteriormente, o item também foi analisado por especialistas, que atestaram seu valor. Em um dos e-mails trocados por John, um especialista da Sotheby's afi rmou que a "bandeja retangular chanfrada heráldica chinesa de exportação" é do período Qianlong da dinastia Qing, datada por volta de 1755, mede 35,5 cm de comprimento, além de ser "decorada com o brasão de Mendes da Costa" e ter um valor estimado entre US$ 4.000 (R$ 23.240 na cotação atual) e US$ 6.000 (R$ 34.860 na cotação atual).

    O prato será vendido no leilão da Sotheby's em Nova York, em junho.


Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2025/02/6997643-homem-paga-rs30-por-prato-em-brecho-e-descobre-que-item-vale-quase-rs-30-mil.html. Acesso em 04/02/2025
“Comprei uma rara placa heráldica chinesa do século XVIII” (2º parágrafo). A palavra em destaque está associada à ideia de:
Alternativas
Q3326099 Português
Leia o texto a seguir:


Homem paga R$ 30 por prato em brechó e descobre que item vale quase R$ 30 mil


Peça encontrada em loja no estado de Illinois, nos Estados Unidos, é uma rara porcelana chinesa


    Um homem, identifi cado como John Carcerano, comprou um prato por US$ 4,99 (R$ 28,99 na cotação atual) em um brechó no estado de Illinois, nos Estados Unidos. O que ele não sabia é que a peça era uma rara porcelana chinesa avaliada em US$ 5.000 (R$ 29.050 na cotação atual).


    "Comprei uma rara placa heráldica chinesa do século XVIII para exportação em uma loja Goodwill por US$ 4,99; ela vale US$ 5.000", disse John. A compra ocorreu em outubro de 2024.

    Ele conta que a aquisição quase não aconteceu. "O prato estava embaixo de um prato moderno e três outras pessoas estavam cavando no carrinho comigo", lembra. "Quando todos se afastaram do carrinho, inclusive eu depois que passamos por ele, no canto do olho notei que o prato estava embaixo de um moderno."

     John administra uma empresa de limpeza de carpetes e compra e vende antiguidades há 35 anos, mas passou a gastar mais tempo em brechós após uma doença que teve em 2023. "Às vezes, passo algumas horas esperando os carrinhos saírem. Acho que é melhor pegá-los quando saem pela primeira vez porque, quando chegam às prateleiras, a maioria das coisas boas já acabou", disse. 

    A pesquisa do valor do prato foi feita a partir do Google Lens, e John afirma que apenas duas peças iguais foram vendidas nos últimos 50 anos.

     "Às vezes, é preciso cavar um pouco, mas eu fi z uma pesquisa no Google Lens e encontrei um que tinha sido vendido exatamente como ele por US$ 4.400 e eu sabia em cinco minutos que tinha algo valioso. Apenas dois desses foram vendidos nos últimos 50 anos de história de leilões." 

    Posteriormente, o item também foi analisado por especialistas, que atestaram seu valor. Em um dos e-mails trocados por John, um especialista da Sotheby's afi rmou que a "bandeja retangular chanfrada heráldica chinesa de exportação" é do período Qianlong da dinastia Qing, datada por volta de 1755, mede 35,5 cm de comprimento, além de ser "decorada com o brasão de Mendes da Costa" e ter um valor estimado entre US$ 4.000 (R$ 23.240 na cotação atual) e US$ 6.000 (R$ 34.860 na cotação atual).

    O prato será vendido no leilão da Sotheby's em Nova York, em junho.


Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2025/02/6997643-homem-paga-rs30-por-prato-em-brecho-e-descobre-que-item-vale-quase-rs-30-mil.html. Acesso em 04/02/2025
O texto anterior apresenta uma situação atípica ou inusitada, que é:
Alternativas
Respostas
14161: D
14162: C
14163: D
14164: B
14165: D
14166: C
14167: D
14168: C
14169: E
14170: E
14171: A
14172: D
14173: C
14174: B
14175: B
14176: D
14177: A
14178: B
14179: A
14180: B