Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3204516 Português

Leia o Texto para resolver as questão.


Bebês com anemia dormem menos



Bebês que dormem menos do que deveriam podem estar com anemia ferropriva, causada pela falta de ferro. A associação entre a duração do sono e esse distúrbio orgânico provém de um estudo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) com 123 crianças nascidas na maternidade de Rio Largo, município próximo a Maceió. Elas foram acompanhadas durante um ano, com dados sobre sono e parâmetros sanguíneos coletados aos 3, 6 e 12 meses de idade. As análises indicaram que 37% dos bebês dormiam menos de 10 horas, quantidade mínima recomendada para essa faixa de idade, e 85% tinham anemia ferropriva, definida para crianças com até 5 anos como níveis de hemoglobina no sangue menores que 11 gramas por decilitro (g/dL). Entre os bebês que dormiam menos de 10h, 93,3% tinham anemia. Levantamentos nacionais registraram anemia em 10% de crianças menores de 5 meses e 18,9% de 6 a 23 meses. Quase metade (43%) das famílias das crianças acompanhadas pelos pesquisadores da Ufal recebia menos de um salário-mínimo de renda mensal. Caracterizada também pela palidez e movimentos lentos, a anemia, [se] não tratada com a suplementação de ferro, pode prejudicar o crescimento, facilitar o surgimento de doenças crônicas e causar danos cognitivos (Revista Paulista de Pediatria, julho).


BEBÊS com anemia dormem menos. Pesquisa Fapesp, dezembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/bebes-com-anemia-dormem-menos/. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Qual é o sentido veiculado pela palavra destacada entre colchetes nesse texto?
Alternativas
Q3204514 Português

Leia o Texto para resolver as questão.


Bebês com anemia dormem menos



Bebês que dormem menos do que deveriam podem estar com anemia ferropriva, causada pela falta de ferro. A associação entre a duração do sono e esse distúrbio orgânico provém de um estudo da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) com 123 crianças nascidas na maternidade de Rio Largo, município próximo a Maceió. Elas foram acompanhadas durante um ano, com dados sobre sono e parâmetros sanguíneos coletados aos 3, 6 e 12 meses de idade. As análises indicaram que 37% dos bebês dormiam menos de 10 horas, quantidade mínima recomendada para essa faixa de idade, e 85% tinham anemia ferropriva, definida para crianças com até 5 anos como níveis de hemoglobina no sangue menores que 11 gramas por decilitro (g/dL). Entre os bebês que dormiam menos de 10h, 93,3% tinham anemia. Levantamentos nacionais registraram anemia em 10% de crianças menores de 5 meses e 18,9% de 6 a 23 meses. Quase metade (43%) das famílias das crianças acompanhadas pelos pesquisadores da Ufal recebia menos de um salário-mínimo de renda mensal. Caracterizada também pela palidez e movimentos lentos, a anemia, [se] não tratada com a suplementação de ferro, pode prejudicar o crescimento, facilitar o surgimento de doenças crônicas e causar danos cognitivos (Revista Paulista de Pediatria, julho).


BEBÊS com anemia dormem menos. Pesquisa Fapesp, dezembro de 2023. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/bebes-com-anemia-dormem-menos/. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

A função da linguagem que predomina nesse excerto é a
Alternativas
Q3204512 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Em qual dos trechos a seguir, extraídos do texto, é possível identificar o emprego de uma intertextualidade explícita?
Alternativas
Q3204509 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as informações apresentadas no primeiro parágrafo do texto, NÃO é possível pressupor que, no Brasil, em 2023,
Alternativas
Q3204508 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Leia as afirmativas a seguir.

I. Auxilia no desenvolvimento de um pensamento crítico.
II. Possibilita alterações na pirâmide social.
III. Desenvolve a capacidade de manipulação das redes sociais.
IV. Permite o acesso a ideias e a perspectivas diversas.

De acordo com o texto, são ações propiciadas pelos livros e pela leitura as afirmativas indicadas na opção
Alternativas
Q3204507 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as características de forma e de conteúdo do texto apresentado, pode-se afirmar que ele é de caráter
Alternativas
Q3204026 Português



G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.

Disponível em:

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.

No trecho “A criação de vídeos adulterados e realistas ficou muito mais simples com o chamado deepfake.” (linhas 24-25), observa-se, entre as palavras destacadas,
Alternativas
Q3204024 Português



G1. O que é deepfake e como ele é usado para distorcer realidade.

Disponível em:

https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2024/02/28/o-que-edeepfake-e-como-ele-e-usado-para-distorcer-realidade.ghtml. Acesso em: 27 jan. 2025.

No texto, a palavra deepfake
Alternativas
Q3204017 Português
É objetivo do texto
Alternativas
Q3204006 Português

Leia o texto para responder a questão. 




Q30.png (592×208)

Disponível em: .Disponível em: <https://biaburin.medium.com/10-tirinhas-em-que-armandinho-nos-faz-refletir-sobre-quest%C3%B5esimportantes-e-atuais-dd3f4c4e18de>. Acesso em: 18 dez. 2023. 



Sobre a construção do sentido humorístico da tirinha, o aspecto essencial para seu entendimento é: 

Alternativas
Q3203976 Português
Pesquisas indicam que a satisfação com a vida tende a começar alta, mas diminui até atingir um de seus níveis mais baixos na meia-idade. No entanto, com a chegada da velhice, sensações prazerosas como a alegria e o contentamento voltam a subir. É o que concluiu uma pesquisa da Universidade de Warwick, no Reino Unido: apesar do declínio físico – na maioria dos casos - as pessoas sentem-se mais felizes á medida que envelhecem. Internet: Internet:<www.oglobo.com>(com adaptações).
A palavra “velhice” foi empregada no trecho acima com seu sentido próprio, isto é, com o sentido que é apresentado no dicionário. Quando uma palavra, então, é empregada dessa maneira, é correto afirmar que ela foi usada de forma:
Alternativas
Q3203740 Português
Assinale a alternativa que não representa um gênero textual:
Alternativas
Q3203739 Português
(FEPESE 2024) Carta aberta a Rebeca Andrade
         Quando você sobe ao pódio, mais do que medalhas, vejo a representação de um futuro mais igualitário
    Prezada Rebeca,
    O espírito olímpico é a personificação da superação e da união, um ícone da esperança que transcende fronteiras e celebra a capacidade humana de vencer desafios. As Olimpíadas não são apenas uma competição esportiva; elas são como um altar, capazes de definir conceitos para a humanidade. Sua presença em Paris, querida Rebeca, é o testemunho vivo desse espírito transformador. Quero dizer-lhe porquê.
    A icônica imagem — que o futuro sempre celebrará— em que você recebe homenagens de suas colegas ginastas americanas é tão poderosa quanto aquelas das vitórias de Jesse Owens nos Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim. Assim como Owens quebrou barreiras raciais e desafiou o regime opressor de Hitler e da Alemanha nazista, também você está escrevendo uma nova página na história.
    Um pódio da ginástica olímpica composto apenas por mulheres negras seria por si só um feito. Mas o gesto dessas ginastas, vindas do Norte, reverenciando você, uma mulher do Sul, é um símbolo de transformação na humanidade.          Desde o primeiro salto até a aterrissagem perfeita, você não apenas desafiou as leis da física, mas também quebrou barreiras sociais e culturais. Cada movimento seu foi testemunho da força e da resiliência humanas e uma ode à perseverança e ao talento. Seu pódio, engrandecido pela simultânea vênia das americanas, não é só um cumprimento, é símbolo de um ponto de virada histórico.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/josemanueldiogo/2024/08/carta-aberta-a-rebeca-andrade.shtml Folha de S. Paulo, 07/08/2024, José Manuel Diogo

As palavras reverenciando, resiliência e ode (sublinhadas no texto 3), no contexto em que estão empregadas, poderiam ser substituídas, sem alteração de significado, por: 
Alternativas
Q3203705 Português
Leia o texto abaixo.

VOCÊ SABIA QUE...

As estrelas têm cores diferentes de acordo com a temperatura?
As mais quentes são azuis, em seguida, vêm as brancas, as verdes, as amarelas, as laranjas e finalmente as vermelhas, que são as mais frias. Vários pontos luminosos que vemos no céu não são estrelas e sim planetas?
Para diferenciá-los, lembre-se de que as estrelas parecem piscar e os planetas não.
As distâncias no espaço são medidas em anosluz? A medida indica a distância em que um feixe de luz viaja em um ano. [...] As estrelas estão há muitos anos-luz da Terra.
As estrelas de uma constelação apenas parecem próximas umas das outras? Todas estão muito distantes entre si.

VOCÊ sabia que... Recreio, v. 1124, 2023. Disponível em: https://meulink.fit/UMReqXyRvKvMcDu. Acesso em: 28 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00074862_SUP)
Qual expressão indica a velocidade da luz?
Alternativas
Q3203704 Português
Leia o texto abaixo.

VOCÊ SABIA QUE...

As estrelas têm cores diferentes de acordo com a temperatura?
As mais quentes são azuis, em seguida, vêm as brancas, as verdes, as amarelas, as laranjas e finalmente as vermelhas, que são as mais frias. Vários pontos luminosos que vemos no céu não são estrelas e sim planetas?
Para diferenciá-los, lembre-se de que as estrelas parecem piscar e os planetas não.
As distâncias no espaço são medidas em anosluz? A medida indica a distância em que um feixe de luz viaja em um ano. [...] As estrelas estão há muitos anos-luz da Terra.
As estrelas de uma constelação apenas parecem próximas umas das outras? Todas estão muito distantes entre si.

VOCÊ sabia que... Recreio, v. 1124, 2023. Disponível em: https://meulink.fit/UMReqXyRvKvMcDu. Acesso em: 28 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00074862_SUP)
Na frase “Todas estão muito distantes entre si.”, a palavra destacada se refere a:
Alternativas
Q3203703 Português
Leia o texto abaixo.

VOCÊ SABIA QUE...

As estrelas têm cores diferentes de acordo com a temperatura?
As mais quentes são azuis, em seguida, vêm as brancas, as verdes, as amarelas, as laranjas e finalmente as vermelhas, que são as mais frias. Vários pontos luminosos que vemos no céu não são estrelas e sim planetas?
Para diferenciá-los, lembre-se de que as estrelas parecem piscar e os planetas não.
As distâncias no espaço são medidas em anosluz? A medida indica a distância em que um feixe de luz viaja em um ano. [...] As estrelas estão há muitos anos-luz da Terra.
As estrelas de uma constelação apenas parecem próximas umas das outras? Todas estão muito distantes entre si.

VOCÊ sabia que... Recreio, v. 1124, 2023. Disponível em: https://meulink.fit/UMReqXyRvKvMcDu. Acesso em: 28 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00074862_SUP)
(P00074863) Qual o assunto desse texto?
Alternativas
Q3203702 Português
Leia o texto abaixo.

VOCÊ SABIA QUE...

As estrelas têm cores diferentes de acordo com a temperatura?
As mais quentes são azuis, em seguida, vêm as brancas, as verdes, as amarelas, as laranjas e finalmente as vermelhas, que são as mais frias. Vários pontos luminosos que vemos no céu não são estrelas e sim planetas?
Para diferenciá-los, lembre-se de que as estrelas parecem piscar e os planetas não.
As distâncias no espaço são medidas em anosluz? A medida indica a distância em que um feixe de luz viaja em um ano. [...] As estrelas estão há muitos anos-luz da Terra.
As estrelas de uma constelação apenas parecem próximas umas das outras? Todas estão muito distantes entre si.

VOCÊ sabia que... Recreio, v. 1124, 2023. Disponível em: https://meulink.fit/UMReqXyRvKvMcDu. Acesso em: 28 jun. 2024. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00074862_SUP)
(P00074862) De acordo com esse texto, as estrelas mais quentes têm a cor:
Alternativas
Q3203701 Português
Leia o texto abaixo:

O Segredo da Floresta Encantada

Cenário: Uma floresta mágica com árvores gigantes, criaturas encantadas e uma clareira misteriosa.
Personagens:
– Emma: uma menina alegre e curiosa.
– Miguel: o melhor amigo de Emma, um garoto corajoso.
– Rainha das Fadas: a guardiã da Floresta Encantada.
– Fada Ametista: uma fada sábia e misteriosa.
– Gigante Gentil: um gigante bondoso que protege a floresta.
– Animais Encantados: um grupo de animais falantes que ajudam Emma e Miguel.
Cena 1: A Descoberta do Mapa Encantado
(Emma e Miguel estão explorando a floresta quando encontram um mapa antigo.)
Emma: Miguel, olha o que encontramos! Parece um mapa mágico da Floresta Encantada!
Miguel: Isso é incrível, Emma! Vamos seguir o mapa e descobrir os segredos desta floresta!
Cena 2: Encontro com a Rainha das Fadas
(Emma e Miguel seguem as pistas do mapa e encontram a Rainha das Fadas.)
Rainha das Fadas: Sejam bem-vindos, jovens aventureiros! Vocês foram escolhidos para desvendar o segredo que protege nossa floresta.
Emma: O que devemos fazer, Rainha das Fadas?
Rainha das Fadas: Encontrem a Fada Ametista.
Ela tem a chave para desvendar o mistério. [...]

O SEGREDO da Floresta Encantada. Disponível em: https://meulink.fit/kllgFLXkKEWusXd. Acesso em: 17 jul. 2024. Fragmento. (P00077045_SUP)
O melhor amigo de Emma é:
Alternativas
Respostas
14161: A
14162: E
14163: A
14164: B
14165: E
14166: C
14167: B
14168: D
14169: D
14170: C
14171: A
14172: D
14173: A
14174: D
14175: B
14176: B
14177: D
14178: B
14179: B
14180: C