Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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(Bakhtin, 1992)
Muitas propostas atuais de ensino valem-se dos conceitos de Bakhtin, que concebe a língua como
• Instalações com pouca circulação de ar, sem ar -condicionado e com rede elétrica precária, salas superlotadas, ventiladores quebrados, quadras poliesportivas sem cobertura e falta d’água são incompatíveis com o calor excessivo do presente e do futuro. (1° parágrafo)
• Como escreveu a jornalista Renata Cafardo neste jornal, “o aquecimento global já impacta a educação hoje e agora” e “não há mais como enfrentar a crise de aprendizagem no País ignorando a crise climática”. (1° parágrafo)
Com relação à organização das informações no texto, é correto afirmar que o primeiro trecho é predominantemente
Com base nessa explicação, o termo destacado cujo sentido remete à confirmação de uma ideia é:
Com base em Koch e Elias (2011), esse mesmo tipo de sequenciação ocorre com o emprego do articulador destacado em:
Doc. e você? como é que você descreveria a SUA fala?
InfH. eita... ((ri demonstrando nervosismo)) a minha voz é muito baixa
Doc. sua voz é baixa?
InfH. é
Doc. o que mais?
InfH. tenho uns vícios de linguagem
Doc. vícios de linguagem?
InfH. é
Doc. que vícios?
InfH. éh: ... deixe-me ver ... uma coisa que eu me / me fiscalizo muito é: Concordância ... fiscalizo demais
(Ângela Paiva Dionísio, “Análise da Conversação”. Em: Mussalim & Bentes [orgs.], 2004. Adaptado)
No trecho de entrevista apresentado, o documentador estabelece a interação com o informante predominantemente por meio de
Leia o Texto II para responder à questão.
Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.
Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”
“Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”
(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)