Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto para responder à próxima questão.
Soneto a tua volta. (J.G. de Araújo Jorge).
Voltaste, meu amor... enfim voltaste!
Como fez frio aqui sem teu carinho....
A flor de outrora refloresce na haste
que pendia sem vida em meu caminho.
Obrigado... Eu vivia tão sozinho...
Que infinita alegria, e que contraste!
Volta a antiga embriaguez porque voltaste
e é doce o amor, porque é mais velho o vinho!
Voltaste... E dou-te logo este poema
simples e humilde repetindo um tema
da alma humana esgotada e envelhecida...
Mil poetas outras voltas celebraram,
mas, que importa? – se tantas já voltaram
só tu voltaste para a minha vida...
Leia o texto para responder à próxima questão.
Soneto a tua volta. (J.G. de Araújo Jorge).
Voltaste, meu amor... enfim voltaste!
Como fez frio aqui sem teu carinho....
A flor de outrora refloresce na haste
que pendia sem vida em meu caminho.
Obrigado... Eu vivia tão sozinho...
Que infinita alegria, e que contraste!
Volta a antiga embriaguez porque voltaste
e é doce o amor, porque é mais velho o vinho!
Voltaste... E dou-te logo este poema
simples e humilde repetindo um tema
da alma humana esgotada e envelhecida...
Mil poetas outras voltas celebraram,
mas, que importa? – se tantas já voltaram
só tu voltaste para a minha vida...
Texto CB1A1
Podemos atribuir a origem do dinheiro às transações que eram feitas há milhares de anos com cereais, gramas de prata, objetos de argila, conchas do mar ou grãos de cacau, até serem criadas as moedas metálicas cunhadas oficialmente pelos reis do antigo Iraque. Mas quando as cédulas de papel apareceram oficialmente?
Durante muito tempo, a unidade monetária básica na China foram as moedas de cobre ou bronze com um orifício quadrado no centro, que permitia pendurá-las em um fio para formar uma corrente.
No entanto, à medida que as viagens e o comércio se expandiam, também aumentava a demanda por moedas para realizar transações. Houve uma época em que o cobre se tornou escasso, e os governantes perceberam que era essencial manter o controle das divisas.
Como não queriam que suas valiosas moedas escapassem para terras estrangeiras, eles estabeleceram uma regra: apenas moedas feitas de ferro poderiam ser usadas, só que as moedas de ferro eram tão pesadas que nem as mulas nem as carroças com bois resistiam a tanta carga quando era preciso fazer grandes transações. Imagine que, por um punhado de prata, dessem a você um saco gigante de moedas de ferro, do tamanho do corpo de uma pessoa.
Teriam sido os comerciantes as pessoas que começaram a experimentar instrumentos financeiros de papel para evitar o transporte de grandes quantidades de moedas. Foi durante a dinastia Song, por volta do ano 1.000 da nossa era, na província chinesa de Sichuan, que o império emitiu oficialmente o primeiro papel-moeda do mundo, o jiaozi, feito a partir da casca da amoreira.
Desde então, os comerciantes deixaram de usar suas próprias notas promissórias, e os governantes assumiram o controle do sistema, tornando o jiaozi uma nota oficial.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Texto CB1A1
Podemos atribuir a origem do dinheiro às transações que eram feitas há milhares de anos com cereais, gramas de prata, objetos de argila, conchas do mar ou grãos de cacau, até serem criadas as moedas metálicas cunhadas oficialmente pelos reis do antigo Iraque. Mas quando as cédulas de papel apareceram oficialmente?
Durante muito tempo, a unidade monetária básica na China foram as moedas de cobre ou bronze com um orifício quadrado no centro, que permitia pendurá-las em um fio para formar uma corrente.
No entanto, à medida que as viagens e o comércio se expandiam, também aumentava a demanda por moedas para realizar transações. Houve uma época em que o cobre se tornou escasso, e os governantes perceberam que era essencial manter o controle das divisas.
Como não queriam que suas valiosas moedas escapassem para terras estrangeiras, eles estabeleceram uma regra: apenas moedas feitas de ferro poderiam ser usadas, só que as moedas de ferro eram tão pesadas que nem as mulas nem as carroças com bois resistiam a tanta carga quando era preciso fazer grandes transações. Imagine que, por um punhado de prata, dessem a você um saco gigante de moedas de ferro, do tamanho do corpo de uma pessoa.
Teriam sido os comerciantes as pessoas que começaram a experimentar instrumentos financeiros de papel para evitar o transporte de grandes quantidades de moedas. Foi durante a dinastia Song, por volta do ano 1.000 da nossa era, na província chinesa de Sichuan, que o império emitiu oficialmente o primeiro papel-moeda do mundo, o jiaozi, feito a partir da casca da amoreira.
Desde então, os comerciantes deixaram de usar suas próprias notas promissórias, e os governantes assumiram o controle do sistema, tornando o jiaozi uma nota oficial.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Texto CB1A1
Podemos atribuir a origem do dinheiro às transações que eram feitas há milhares de anos com cereais, gramas de prata, objetos de argila, conchas do mar ou grãos de cacau, até serem criadas as moedas metálicas cunhadas oficialmente pelos reis do antigo Iraque. Mas quando as cédulas de papel apareceram oficialmente?
Durante muito tempo, a unidade monetária básica na China foram as moedas de cobre ou bronze com um orifício quadrado no centro, que permitia pendurá-las em um fio para formar uma corrente.
No entanto, à medida que as viagens e o comércio se expandiam, também aumentava a demanda por moedas para realizar transações. Houve uma época em que o cobre se tornou escasso, e os governantes perceberam que era essencial manter o controle das divisas.
Como não queriam que suas valiosas moedas escapassem para terras estrangeiras, eles estabeleceram uma regra: apenas moedas feitas de ferro poderiam ser usadas, só que as moedas de ferro eram tão pesadas que nem as mulas nem as carroças com bois resistiam a tanta carga quando era preciso fazer grandes transações. Imagine que, por um punhado de prata, dessem a você um saco gigante de moedas de ferro, do tamanho do corpo de uma pessoa.
Teriam sido os comerciantes as pessoas que começaram a experimentar instrumentos financeiros de papel para evitar o transporte de grandes quantidades de moedas. Foi durante a dinastia Song, por volta do ano 1.000 da nossa era, na província chinesa de Sichuan, que o império emitiu oficialmente o primeiro papel-moeda do mundo, o jiaozi, feito a partir da casca da amoreira.
Desde então, os comerciantes deixaram de usar suas próprias notas promissórias, e os governantes assumiram o controle do sistema, tornando o jiaozi uma nota oficial.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Texto CB1A1
Podemos atribuir a origem do dinheiro às transações que eram feitas há milhares de anos com cereais, gramas de prata, objetos de argila, conchas do mar ou grãos de cacau, até serem criadas as moedas metálicas cunhadas oficialmente pelos reis do antigo Iraque. Mas quando as cédulas de papel apareceram oficialmente?
Durante muito tempo, a unidade monetária básica na China foram as moedas de cobre ou bronze com um orifício quadrado no centro, que permitia pendurá-las em um fio para formar uma corrente.
No entanto, à medida que as viagens e o comércio se expandiam, também aumentava a demanda por moedas para realizar transações. Houve uma época em que o cobre se tornou escasso, e os governantes perceberam que era essencial manter o controle das divisas.
Como não queriam que suas valiosas moedas escapassem para terras estrangeiras, eles estabeleceram uma regra: apenas moedas feitas de ferro poderiam ser usadas, só que as moedas de ferro eram tão pesadas que nem as mulas nem as carroças com bois resistiam a tanta carga quando era preciso fazer grandes transações. Imagine que, por um punhado de prata, dessem a você um saco gigante de moedas de ferro, do tamanho do corpo de uma pessoa.
Teriam sido os comerciantes as pessoas que começaram a experimentar instrumentos financeiros de papel para evitar o transporte de grandes quantidades de moedas. Foi durante a dinastia Song, por volta do ano 1.000 da nossa era, na província chinesa de Sichuan, que o império emitiu oficialmente o primeiro papel-moeda do mundo, o jiaozi, feito a partir da casca da amoreira.
Desde então, os comerciantes deixaram de usar suas próprias notas promissórias, e os governantes assumiram o controle do sistema, tornando o jiaozi uma nota oficial.
Internet: <www.bbc.com> (com adaptações).
Após a leitura da crônica no TEXTO III, responda à questão.
TEXTO III
Um milagre
(Graciliano Ramos)
R28829. Anúncio miúdo publicado num jornal: “A Nossa Senhora, a quem recorri em momentos de aflição na madrugada de 11 de maio, agradeço de joelhos a graça alcançada.” Uma assinatura de mulher. Em seguida vinha o 29766, em que se ofereciam os lotes de um terreno, em prestações módicas. Esse não me causou nenhuma impressão, mas o 28829 sensibilizou-me.
A princípio achei estranho que alguém manifestasse gratidão à divindade num anúncio, que talvez Nossa Senhora nem tenha lido, mas logo me convenci de que não tinha razão. Com certeza essa alma, justamente inquieta numa noite de apuros, teria andado melhor se houvesse produzido uma Salve-Rainha, por exemplo. Infelizmente nem todos os devotos são capazes de produzir Salve Rainhas.
Afinal essas coisas só têm valor quando se publicam. A senhora a que me refiro podia ter ido à igreja e enviado ao céu uma composição redigida por outra pessoa. Isto, porém, não a satisfaria. Trata-se duma necessidade urgente de expor um sentimento forte, sentimento que, em conformidade com o intelecto do seu portador, assume a forma de oração artística ou de anúncio. Há aí uma criatura que não se submete a fórmulas e precisa meios originais de expressão. Meios bem modestos, com efeito, mas essa alma sacudida pelo espalhafato de 11 de maio reconhece a sua insuficiência e não se atreve a comunicar-se com a Virgem: fala a viventes ordinários, isto é, aos leitores dos anúncios miúdos, e confessa a eles o seu agradecimento a Nossa Senhora, que lhe concedeu um favor em hora de aperto.
Imagino o que a mulher padeceu. A metralhadora cantava na rua, o guarda da esquina tinha sido assassinado, ouviam-se gritos, apitos, correrias, buzinar de automóveis, e os vidros da janela avermelhavam-se com um clarão de incêndio. A infeliz acordou sobressaltada, tropeçou nos lençóis e bateu com a testa numa quina da mesa da cabeceira. Enrolando-se precipitadamente num roupão, foi fechar a janela, mas o ferrolho emperrou. Afuzilaria lá fora continuava intensa, as chamas do incêndio avivavam-se. A pobre ficou um instante mexendo no ferrolho, atarantada. Compreendeu vagamente o perigo e ouviu uma bala inexistente zunir-lhe perto da orelha.
Arrastando-se, quase desmaiada, foi refugiar-se no banheiro. E aí pensou no marido (ou no filho), que se achava fora de casa, na Urca ou em lugar pior. Desejou com desespero que não acontecesse uma desgraça à família. Encostou-se à pia, esmorecida, medrosa da escuridão, tencionando vagamente formular um pedido e comprimir o botão do comutador. Incapaz de pedir qualquer coisa, arriou, caiu ajoelhada e escorou-se à banheira. Depois lembrou-se de Nossa Senhora. Passou ali uma parte da noite, tremendo. Como os rumores externos diminuíssem, ergueu-se, voltou para o quarto, estabeleceu alguma ordem nas ideias confusas, endereçou à Virgem uma súplica bastante embrulhada. Não dormiu, e de manhã viu no espelho uma cara envelhecida e amarela. O filho (ou marido) entrou em casa inteiro, e não foi incomodado pela polícia.
A alma torturada roncou um suspiro de alívio, molhou o jornal com lágrimas e começou a perceber que tinha aparecido ali uma espécie de milagre. Pequeno, é certo, bem inferior aos antigos, mas enfim digno de figurar entre os anúncios do jornal que ali estava amarrotado e molhado.
Realmente muitas pessoas que dormiam e não pensaram, portanto, em Nossa Senhora deixaram de morrer na madrugada horrível de 11 de maio. Essas não receberam nenhuma graça: com certeza escaparam por outros motivos.
(Fonte: As cem melhores crônicas brasileiras/ Joaquim Ferreira dos Santos, organização e introdução. - Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.)
Considerando a descrição realizada no 4º parágrafo do Texto III, bem como o trecho reproduzido na sequência, que finaliza o texto, deduz-se que:
“Realmente muitas pessoas que dormiam e não pensaram, portanto, em Nossa Senhora deixaram de morrer na madrugada horrível de 11 de maio. Essas não receberam nenhuma graça: com certeza escaparam por outros motivos”.
I- O texto traz uma crítica à personagem, dada a ingenuidade de pensar em milagre, pois estes não existem.
II- No momento de desespero, movida pela fé, a personagem faz um apelo e é atendida; e, atribuindo o estado de calmaria a uma concessão divina, agradece à Nossa Senhora.
III- Há um aviso às pessoas que não acreditam em milagres de que podem vir a ser punidas e morrerem, caso se exponham a situações de perigo, como a descrita no texto.
IV- Faz-se um alerta sobre a exposição à violência e, indiretamente, à falta de ações para proteger a sociedade, a ponto de as pessoas terem como alento a fé.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leio o Texto I abaixo, que compõe a crônica “Pequenas notas”, para responder à questão.
TEXTO I
“Tenho a alma cheia de campo, depois de atravessar estas distâncias que levam ao Agro Romano. Os camponeses tomam um punhado de terra, desmancham-na entre os dedos, tomam-lhe o cheiro, sorriem... Nós só vemos aquele pequeno torrão escuro, que se desagrega; eles, não: eles estão vendo semeaduras, colheitas, o vento folgazão, a chuva maternal, o Sol poderoso, mulheres, crianças, a casa levantada, a mesa posta... Os olhos dos camponeses são feitos de paisagens prósperas. Estas são criaturas que não podem ser separadas da terra. Aterra é o seu corpo, é sua alma. Ramos, raízes, flores, tudo isso está em seus braços, em seus cabelos, em seu rosto. Amenina que arregaça para o Sol a boca vermelha é irmã das papoulas e anêmonas; e parece que a apanhará, agora mesmo, entre as ervas e as pedras, e a leva para enfeitar a casa, como em dia de festa”.
(Meireles, Cecília. Coleção Melhores crônicas, São Paulo: Global, 2003)
Avalie a relação entre os trechos transcritos da crônica e a interpretação fornecida para cada um deles.
I- “Tenho a alma cheia de campo, depois de atravessar estas distâncias que levam ao Agro Romano” (Linha 1) e “Estas são criaturas que não podem ser separadas da terra. Aterra é o seu corpo, é sua alma”. (Linhas 4 e 5) (Essas passagens evidenciam o encantamento e a admiração do narrador em relação aos camponeses, pela maneira como eles concebem a natureza, considerada parte deles, sua essência).
II- “Os olhos dos camponeses são feitos de paisagens prósperas” (Linha 4) (Nesse trecho, revela-se uma metáfora, depreendida da associação entre “prosperidade” e “abundância”, revelando que os camponeses têm zelo pela terra, por ambicionarem grandes lucros a partir da extração de tudo que a terra lhes oferece).
III- “A menina que arregaça para o Sol a boca vermelha é irmã das papoulas e anêmonas (Linhas 5 e 6); e parece que a apanhará, agora mesmo, entre as ervas e as pedras, e a leva para enfeitar a casa, como em dia de festa”. (Linhas 6 e 7) (Esse trecho confirma a harmonia ou fusão entre o homem e a terra, pois essa imagem que vai se construindo progressivamente chega ao ápice quando se associa o vermelho da boca da menina ao das flores).
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto a seguir.
O trabalho de leitura do texto, da interpretação, do entendimento requer o discernimento metodológico. E interpretar é, em grande parte, usar a capacidade intelectual de superação do esqueleto do conhecimento objetivamente estabelecido respectivamente. O momento decisivo da leitura pressupõe o exercício intelectual de perceber, compreender e julgar, contudo, o juízo, não é julgamento puro e simples, mas avaliação, reconhecimento e definição de valor.
CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 7.ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1993, v.1, p. 31. [Adaptado].
Antonio Candido evidencia, em sua prática reflexiva acerca da formação da literatura brasileira, a legitimidade de se abordar a literatura a partir de um ponto de vista histórico, sem renunciar à consideração estética. Além disso, o autor menciona que a literatura não é apenas uma coleção de textos isolados, para tanto, explicitando sua concepção de literatura, que é compreendida como sendo
Leia o texto a seguir.
Segundo Perini (1997), é necessário destacar os principais problemas no ensino de gramática: objetivos mal colocados, metodologia inadequada e falta de organização lógica da matéria. Se, com relação a este último ponto, o professor não pode fazer muito, já que a tarefa de atualizar e organizar a gramática caberia a linguistas e gramáticos, no que se refere aos dois primeiros, será ele essencial para a adoção de uma abordagem mais adequada.

Antes de qualquer análise específica sobre a prática docente em sala de aula, é fundamental reconhecer que toda metodologia de ensino está vinculada a uma escolha política, a qual envolve uma teoria sobre a compreensão e interpretação da realidade, bem como os métodos empregados no ambiente escolar. No que toca ao ensino de gramática, pode-se conjecturar que o problema não é o seu ensino, mas sua concepção e o método de trabalho. Sendo assim, o ensino gramatical produtivo é aquele cujo objetivo em si é
Leia o texto a seguir.
No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá onde a
criança diz: Eu escuto a voz dos passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não funciona
para cor, mas para som.
Então, se a criança muda a função de um verbo, ele
delira.
E pois.
Em poesia que é a voz do poeta, que é a voz de fazer
nascimentos –
O verbo tem que pegar delírio.
BARROS, Manoel de. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Record, 1993.
Um texto não é um sistema fechado, como se concebia anteriormente. Um texto é carregado de influências várias, de múltiplas citações. Ao analisar o texto à luz das concepções modernas da estruturação discursiva/textual, é possível depreender que sua constituição composicional parte de um já-dito, portanto, o sentido do texto pode ser explicado a partir dos mecanismos da
Leia o texto a seguir.
De um modo poético, podíamos dizer que a língua, como todas as formas de comportamento do ser humano, palpita, cresce, torna-se flexível e colorida, expande-se, enfim, vive. E isso só acontece porque usamos a língua para comunicar com os outros e conosco mesmos. [...] E como todo ser humano muda durante a vida – embora nem sempre sinta essa mudança –, também a língua que nos acompanha muda e se adapta às novas necessidades, mantendo, no entanto, a sua identidade.
MATEUS, Maria Helena Mira; CARDEIRA, Esperança. Norma e Variação. Lisboa: Caminho, 2007, p. 43.
Na mudança linguística, segundo o texto, a variação linguística
Leia o Texto para responder a questão.
A escola parece ainda não ter conseguido se adaptar às exigências do mundo moderno, no que se refere ao tratamento dado à literatura. Esta ainda é trabalhada, de modo geral, como objeto autônomo, distante das interferências criativas dos alunos-leitores, visto que são priorizadas análises tradicionais que desmotivam a leitura por prazer e enfatizam a leitura como uma forma de obrigação, sempre atrelada aos exercícios escolares.
MARTINS, Ivanda. A literatura no ensino médio. In.: BUNZEN, Clecio; MENDONÇA, Márcia. Português no ensino médio e formação de professor. São Paulo: Parábola Editorial, 2006, p. 101.
Leia o texto a seguir.
Estudar a língua é, então, tentar detectar os compromissos que se criam por meio da fala e as condições que devem ser preenchidas por um falante para falar de certa forma em determinada situação concreta de interação.
GERALDI, João Wanderley. Concepções de linguagem e ensino de português. In.: GERALDI, João Wanderley (org.). O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2011, p. 35.
Sabendo que é por meio da linguagem que as nossas atividades são realizadas no mundo social, em situações concretas, a concepção de linguagem que subjaz ao texto e que se encontra manifestada nos documentos parametrizados, com foco para o ensino de português, tem a linguagem concebida como
Leia o texto a seguir.
Embora o crescimento de área urbanizada tenha sido baixo, a análise dos dados demográficos por município da microrregião do Vão do Paranã, aponta aumento e concentração da população em áreas rurais, como o caso de Flores de Goiás, que dentro do recorte temporal de censos demográficos, apresenta ampliação da população em 67,80%, com manutenção desse crescimento nas projeções até 2019.
FARIA, K. M. S.; SILVA, E. V. Dinâmica das paisagens antropogênicas na microrregião do Vão do Paranã (GO). Revista Geográfica Acadêmica, [S. l.], v. 14, n. 2, p. 141–152, 2020, p. 147. [Adaptado].
Os dados mencionados no texto demonstram qual característica populacional de Flores de Goiás?
Leia o texto a seguir.
A inauguração de uma Estação Meteorológica no Vão do Paranã, no Nordeste de Goiás, promete modernizar a vida de famílias de agricultores locais. Durante a inauguração da Estação Meteorológica, localizada no terreno da Escola Rural Municipal Rosário de Souza Ferreira, alunos do jardim de infância da instituição participaram de uma aula interativa sobre o equipamento. “Muitos ficaram curiosos para saber o que era aquela engenhoca no nosso terreno, é bom a garotada entender logo cedo a importância da agricultura no seu dia a dia e conhecer as tecnologias que nos ajudam a interpretar o céu”, comenta a professora Claudeci Ferreira.
Disponível em: <https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202404/estacaometeorologica-moderniza-producao-de-agricultores-em-flores-de-goias>.
Acesso em: 12 jan. 2025. [Adaptado].
Quando a professora fala em “interpretar o céu” ela está falando de qual característica da nova tecnologia?
Leia o Texto 4 para responder à questão.
Texto 4
As ações públicas buscam fomentar a agricultura irrigada, promovendo o desenvolvimento socioeconômico e inclusão produtiva, com foco nas regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano. “O Nordeste Goiano é uma região prioritária de desenvolvimento. Além de uma natureza exuberante, o Vão do Paranã tem milhares de famílias que ainda não se beneficiam de todo o potencial que a região oferece para a agricultura. O projeto de Fruticultura do Vão do Paranã representa uma oportunidade única para promover uma agricultura familiar verdadeiramente forte, tecnológica, com geração de valor agregado e integrada aos principais mercados de produtores, centros de distribuição, varejistas e feiras do Estado”, explica o secretário estadual da agricultura Pedro Leonardo Rezende. “Investir no projeto é uma via de mão dupla: além de levar desenvolvimento à região, proporciona alimento de qualidade através da inclusão produtiva”, complementa.
Disponível em: <https://sistemafaeg.com.br/noticias/a-fruticultura-desempenhapapel-estrategico-na-economia-de-goias>. Acesso em: 09 jan. 2025.
[Adaptado].