Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3650015 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Quanto à classificação de despesas, qual a sequência a seguir está CORRETA?
Alternativas
Q3650014 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Diante de dívidas já existentes, qual conduta geral é coerente, considerando as orientações com a do texto?
Alternativas
Q3650013 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Antes de parcelar uma compra, que análise deve anteceder a decisão de comprar, segundo o texto?
Alternativas
Q3650012 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual sequência de ações está estritamente alinhada ao processo descrito no texto?
Alternativas
Q3650011 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Na expressão: não é só “fazer conta”, o texto enfatiza que planejar finanças exige
Alternativas
Q3650010 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual ideia central sintetiza a orientação do texto?
Alternativas
Q3649788 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, um sinônimo para a palavra destacada na frase.
Alternativas
Q3649787 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.”
A repetição da expressão destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica que o autor:
Alternativas
Q3649786 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Os últimos parágrafos do texto “Dois amigos e um chato”, que formam o seu desfecho, indicam que: 
Alternativas
Q3649785 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/
Em relação ao texto “Dois amigos e um chato”, é correto afirmar que ele é predominantemente:
Alternativas
Q3649520 Português
Na frase: “Chuva de descontos: corra para aproveitar!”, predominam quais características?
Alternativas
Q3649519 Português
Marque a opção em que o primeiro par de palavras apresenta sinônimos e o segundo par, antônimos?
Alternativas
Q3649511 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Por que deixar sacos expostos à chuva é apontado como problema no texto?
Alternativas
Q3649510 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Em condomínios, qual prática deve ser coibida?
Alternativas
Q3649508 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Qual relação de causa e efeito o texto estabelece entre separação e custo logístico?
Alternativas
Q3649507 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Conforme o texto, qual conjunto de ações corresponde a “preparar o material para a reciclagem”?
Alternativas
Q3649506 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
A frase “Não se trata apenas de ‘jogar no saco certo’, mas de preparar o material” pode ser parafraseada, sem mudar o sentido, como se apresenta na afirmação:
Alternativas
Q3649505 Português
Leia o texto e responda à questão.


Coleta seletiva: do cesto à reciclagem.


   A coleta seletiva começa dentro de casa, quando separamos materiais recicláveis do lixo orgânico. Ao fazer essa distinção, facilitamos o trabalho de catadores, cooperativas e serviços municipais, que dependem de resíduos mais limpos e organizados para que o processo ganhe eficiência. Não se trata apenas de “jogar no saco certo”, mas de preparar o material para a reciclagem: retirar restos de comida, enxaguar levemente embalagens e achatar garrafas e caixas para reduzir volume.

  Papéis, plásticos, vidros e metais seguem fluxos diferentes após a coleta. Quanto melhor separados estiverem, maior a chance de aproveitamento e menor o custo do transporte. Uma lata de alumínio, por exemplo, pode voltar rapidamente ao mercado depois de reprocessada, economizando energia em comparação à produção a partir da matéria-prima. Embalagens mistas exigem atenção: quando há camadas de materiais diferentes coladas, a reciclagem pode ser inviável; nesses casos, vale consultar orientações locais para o descarte correto.

   Nos condomínios, a coleta seletiva funciona melhor quando há sinalização clara e horários definidos. Quadros informativos com fotos de itens aceitos e não aceitos ajudam moradores a evitar erros comuns, como descartar vidro quebrado sem proteção adequada ou misturar resíduos perigosos com recicláveis. Em muitas cidades, cooperativas recebem materiais diretamente; conhecer o calendário municipal evita deixar sacos expostos à chuva, que atrapalha a triagem e contamina o conteúdo.

  Fazer a nossa parte tem impacto ambiental e social. A reciclagem reduz a pressão sobre aterros, diminui a extração de recursos naturais e fortalece a renda de quem atua na cadeia dos recicláveis. Com organização e constância, cada domicílio vira um pequeno ponto de coleta, capaz de somar resultados expressivos no volume total da cidade. Separar, limpar, acondicionar e respeitar o calendário são passos simples que constroem uma rotina sustentável e cidadã.


Fonte: https://antigo.mma.gov.br/cidades-sustentaveis/residuos-solidos/catadoresde-materiais-reciclaveis/reciclagem-e-reaproveitamento.html? - Adaptado
Ao fazer sua argumentação o autor do texto, deseja
Alternativas
Q3649406 Português
A transformação do texto original de uma obra, para ajustá-lo a categorias determinadas de leitores, ou apresentá-lo sob outro gênero literário, representa uma:
Alternativas
Q3649258 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Em qual afirmativa, mantendo a propriedade lexical e o sentido, encontramos reformulação de “empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda”.
Alternativas
Respostas
10781: B
10782: E
10783: D
10784: A
10785: B
10786: C
10787: B
10788: C
10789: B
10790: E
10791: D
10792: E
10793: B
10794: A
10795: C
10796: D
10797: A
10798: C
10799: A
10800: A