Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q3583627 Português
TEXTO 3

Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
Avida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração
Silenciosamente eu te falo com paixão

Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer

Fonte: SANTOS, Lulu; MOTTA, Nelson. Certas Coisas. Disponível em  https://lyrics.lyricfind.com/. Acesso em 12 de jul de 2025.

Do ponto de vista semântico, a palavra destacada no último verso da letra da canção de Lulu Santos e Nelson Motta:
Alternativas
Q3583626 Português
TEXTO 3

Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
Avida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim

Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração
Silenciosamente eu te falo com paixão

Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer

Fonte: SANTOS, Lulu; MOTTA, Nelson. Certas Coisas. Disponível em  https://lyrics.lyricfind.com/. Acesso em 12 de jul de 2025.

Na primeira estrofe do texto acima, sobre a relação entre as palavras “luz; escuridão”, “dia; noite” e “não; sim” é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3583580 Português
A imagem a seguir é um print de um vídeo do canal do YouTube Beto Ribeiro Canal Oficial. Ela mostra a manchete de uma reportagem do Canal UOL.

Imagem associada para resolução da questão


Fonte: RIBEIRO, Beto. Bebê reborn – Por que tanta briga com a boneca? Mãe de reborn é mãe? Fantasia x Realidade. YouTube, 21 de maio de 2025. 40min16s. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Z0O8MV10NfQ. Acesso em: 24 jun. 2025.

Com relação à manchete “Bebê reborn chega ao Congresso com projetos sobre fura-fila e saúde mental”, considere as seguintes assertivas.

I- A manchete explora o sentido figurado, conotativo, pois um bebê reborn é um objeto. Ele seria incapaz de chegar ao Congresso com reivindicações.

II- A informatividade é importante nessa manchete, pois é necessário saber o que é um bebê reborn e a controvérsia que essas bonecas ultrarrealistas têm gerado na sociedade para atribuir-lhe sentido.

III- Há uma ambiguidade na manchete, que é um mero defeito da construção da linguagem, inviabilizando sua aceitabilidade. Logo, esta ambiguidade não acarreta nenhum efeito de sentido na manchete.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583578 Português





Fonte: GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Disponível em: https://www.instagram.com/p/DKKTSvDOFFH/?img_index=1. Acesso em: 24 jun. 2025. 

A função da linguagem predominante na tira é a:
Alternativas
Q3583573 Português
RIM DE PORCO É REMOVIDO DE MULHER NOS ESTADOS UNIDOS APÓS REJEIÇÃO DO ÓRGÃO

Roni Caryn Rabin
12 abr. 2025, às 11h04


   Cirurgiões removeram o rim de um porco geneticamente modificado de uma mulher do Alabama (Estados Unidos) após ela sofrer rejeição aguda do órgão, disseram na sexta-feira (11) autoridades do NYU Langone Health.

   Towana Looney, 53, viveu com o rim por 130 dias, o que é mais tempo do que qualquer outra pessoa tolerou um órgão de um animal geneticamente modificado. Ela retomou a diálise, disseram autoridades do hospital.

   Robert Montgomery, cirurgião de Looney e diretor do Instituto de Transplantes do NYU Langone, disse que o explante não foi um retrocesso para o campo do xenotransplante – o esforço de usar órgãos de animais para substituir aqueles que falharam em humanos.

   Este é o maior tempo que um desses órgãos durou", disse ele [Robert Montgomery] em uma entrevista, acrescentando que Looney tinha outras condições médicas que poderiam ter complicado seu prognóstico. "Tudo isso leva tempo", disse ele. "Este jogo será vencido por melhorias incrementais, simples e duplas, não tentando acertar um home run".

   Um tratamento adicional de Looney poderia ter salvado o órgão, mas ela e sua equipe médica decidiram que não era adequado, disse Montgomery.

   “A prioridade número um é a segurança; precisávamos ter certeza de que ela ficaria bem”, disse ele. Looney, que voltou para sua casa no Alabama após ir a Nova York para tratamento, disse em um comunicado que estava grata pela oportunidade de participar do procedimento inovador.

   “Pela primeira vez desde 2016, aproveitei o tempo com amigos e família sem ter que me planejar em torno dos tratamentos de diálise”, disse em um comunicado fornecido pelo NYU Langone.

   “Embora o resultado não seja o que ninguém queria, sei que muito foi aprendido com meus 130 dias com um rim de porco, e que isso pode ajudar e inspirar muitos outros em sua jornada para superar a doença renal”, disse ela.

   Autoridades do hospital declararam que a função renal de Looney caiu após ela sofrer rejeição do órgão. Acausa estava sendo investigada, afirmou Montgomery. A resposta ocorreu após uma redução nos medicamentos imunossupressores que ela estava tomando para tratar uma infecção não relacionada, acrescentaram.


Fonte: RABIN, Roni Caryn. Rim de porco é removido de mulher nos Estados Unidos após rejeição do órgão. Folha de São Paulo [on-line], 12 abr. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/04/rim-de-porco-e-removido-de-mulher -nos-estados-unidos-apos-rejeicao-do-or gao.shtml. Acesso em: 24 jun. 2025.
Acerca do texto, analise as assertivas abaixo.
I- O fato de Looney ter rejeitado o rim de porco significa o fracasso da técnica inovadora do xenotransplante. II- O fato de Looney ter comorbidades pode ter contribuído para a rejeição do órgão. III- Afunção renal de Looney piorou após ela ter rejeitado o rim de porco.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583570 Português
“A finalização da atividade [de escrita] não pode se satisfazer com a construção de representações fragmentárias justapostas, cada uma correspondente a uma compreensão parcial eventualmente correta, mas sem articulação com o conjunto que lhes dá unidade e coerência. [...] O problema, portanto, para todos os que se preocupam com aprendizagem e ensino, é tentar compreender esses desvios ou insuficiências da conduta da atividade de leitura, para melhor preveni-los e corrigi-los” (Fayol, 2017, p. 25).

Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita.Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 45). 
Levando em conta o posicionamento de Fayol (2014) sobre a atividade de escrita, analise as seguintes assertivas:
I- A escrita de textos fragmentários, por mais que tenha informações corretas, deve ser considerada insuficiente.
II- O mais importante é que o texto escrito pelo aluno contenha informações corretas, por mais que elas estejam desconexas.
III- A falta de articulação entre as partes do texto acarreta a fragmentação da escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583568 Português
ABNCC amplia o ensino de Língua Portuguesa, ao afirmar que:

“Os conhecimentos sobre os gêneros, sobre os textos, sobre a língua, sobre a norma-padrão, sobre as diferentes linguagens (semioses) devem ser mobilizados em favor do desenvolvimento das capacidades de leitura, produção e tratamento das linguagens, que, por sua vez, devem estar a serviço da ampliação das possibilidades de participação em práticas de diferentes esferas/campos de atividades humanas” (Brasil, 2018, p. 67). Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular:Ensino Fundamental. Brasília: Ministério da Educação, 2018.

Levando em conta esse posicionamento, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3583567 Português
Comentando as contribuições da ciência da linguagem para o ensino de português, Antunes (2009, p. 49, grifos da autora) elucida que “[...] se chegou a dois consensos: o de que usar a linguagem é uma forma de agir socialmente, de interagir com os outros, e o de que essas coisas somente acontecem em textos”. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo à luz das teorias sociointeracionistas:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).

I- O ensino de Língua Portuguesa deve sempre partir do texto.
II- O texto deve ser usado primordialmente como fonte para o ensino de gramática.
III- A concepção interacional da linguagem está relacionada com a importância central que o texto deve assumir na aula de português.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3583566 Português
Antunes (2009, p. 20, grifos da autora) define a língua nos seguintes termos:
“[...] a língua deixa de ser apenas um conjunto de signos [...]; deixa de ser apenas um conjunto de regras ou um conjunto de frases gramaticais, para definir-se como um fenômeno social, como uma prática de atuação interativa, dependendo da cultura de seus usuários, no sentido mais amplo da palavra.
Fonte: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 10).

Considerando este contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- A dimensão da interação deve ser contemplada no ensino de Língua Portuguesa.
PORQUE
II-A língua deve ser concebida apenas como sistema de signos.

A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3582554 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

  O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CG1A1 e ao vocabulário nele empregado.  


Entende-se da leitura do texto que o “processo” mencionado no primeiro período do quarto parágrafo é o processo de mudança dos circuitos cerebrais que possibilitou ao ser humano a capacidade de ler.

Alternativas
Q3582547 Português
Texto CG1A1

No momento em que realizamos uma leitura, ativamos circuitos cerebrais que nós, seres humanos, levamos milhares de anos para desenvolver: os da leitura. Decodificar letras, símbolos e significados transformou o nosso cérebro e nossa sociedade, e criou algo que não existia quando a nossa espécie surgiu.

        De acordo com Maryanne Wolf, cientista cognitiva, professora da Universidade da Califórnia em Los Angeles, “Nós pensamos na linguagem como algo natural, e deduzimos que o domínio da língua escrita é algo natural também. Mas não é, nem um pouco.” Ela completa: “E, quanto mais você lê, mais esse sistema molda o cérebro, de modo cumulativo. Dá a ele todo um conhecimento, toda uma construção de processos que eu chamo de habilidade de leitura profunda.”

        Wolf, no entanto, adverte que a habilidade de leitura profunda está sob risco, por causa dos hábitos digitais modernos, como o de apenas “passar os olhos” em textos online. A pesquisadora explica que um cérebro neurotípico já nasce com os circuitos que permitem que nossos olhos enxerguem e que as nossas cordas vocais produzam os sons da fala. Mas ele não nasce com um circuito projetado para a leitura.

  O processo provavelmente começou por volta do ano 3300 a.C., com o povo sumério, na Mesopotâmia, onde hoje fica o Iraque. Os sumérios criaram o sistema cuneiforme, de cunhar símbolos em argila — embora existam debates entre alguns cientistas de que os precursores da escrita possam ter sido os egípcios, com seus hieróglifos.

        De qualquer modo, decifrar símbolos passou a exigir mais do cérebro do que apenas enxergar. Era preciso associar aquele símbolo a algum objeto, conceito ou emoção, e também a algum som. Wolf explica: “Os símbolos de escrita começaram a surgir mais ou menos 6 mil anos atrás. E exigiram uma mudança no cérebro, em que um símbolo visual passou a representar um conceito e ser expressado por linguagem.” Ela acrescenta, ainda, que os cientistas acreditam que os nossos ancestrais “reciclaram” para a leitura circuitos antes usados para o reconhecimento de objetos.

        Em 1989, um grupo de pesquisadores acompanhou a atividade cerebral de pessoas enquanto elas olhavam uma série de caracteres — alguns deles com significado e outros aleatórios, que não significavam nada em particular. E, quando as pessoas olhavam para os caracteres que tinham significado real — ou seja, eram uma palavra de um idioma —, ativavam-se áreas muito mais amplas da visão e também células específicas que a nossa espécie desenvolveu para processar o sentido de letras, palavras e sons. Uma única palavra é capaz de despertar no cérebro todo um acervo de conceitos relacionados. Como exemplo, Wolf cita um experimento feito anos atrás pelo cientista cognitivo David Swinney. Os participantes do estudo, quando liam a palavra inglesa bug, pensavam não só no significado básico do termo — inseto —, como também em “bugs de informática” e até mesmo no carro Fusca (que em inglês se chama beetle, nome de um inseto).

Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).  

Com base nas ideias do texto CG1A1, julgue o seguinte item. 


De acordo com a pesquisadora mencionada no texto, a habilidade de leitura profunda deixará de existir, pois as pessoas estão desenvolvendo o hábito de se limitar a leituras fragmentadas e rápidas de textos online. 

Alternativas
Q3581170 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Analise a natureza do gênero textual apresentado no Texto I e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3581169 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Todo texto apresenta características relativas ao seu gênero e ao seu tipo textual predominante. Sobre o Texto I, analise as assertivas a seguir.
I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais.
II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação.
III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto.
IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante.
V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3581168 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
No último parágrafo do Texto I: “Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas à desinformação e hostilidade.”, a expressão em destaque funciona como: 
Alternativas
Q3581166 Português
Leia o Texto para responder à questão.

Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda

Jornal o Globo

        Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

        Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

        A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

        O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

        Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

        Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

        “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

        A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

        A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

        Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

        A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

        Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

        Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.

Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml.Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado.
Considerando o que se afirma no último parágrafo do Texto I, conclui-se que:
Alternativas
Q3581132 Português
Leia o texto e assinale a alternativa correta:
Chá de Gengibre
Como preparar: corte 1 rodela de 2 cm de gengibre fresco, ferva por 10 minutos em 300 ml de água. Coe e beba até três vezes ao dia. Pode adicionar limão e mel.
(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/seis-receitas-de-chas-contra-grip e-e-resfriado/. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)
Alternativas
Q3581128 Português
"Você acorda com coriza, a garganta arranhando e aquela dor no corpo que incomoda: é gripe ou resfriado na certa. Com o tempo frio característico do outono e do inverno, o corpo fica mais vulnerável para algumas doenças respiratórias e, uma hora ou outra, elas podem te atingir. Por isso, é comum as pessoas tomarem chás contra gripe, que ajudam a aquecer e também a recuperar a disposição. Apesar de parecer um gesto simples, essa tradição carrega saberes antigos que hoje têm respaldo científico . Muitos dos compostos presentes nas ervas utilizadas para chás contra gripe e resfriado têm ação comprovada sobre o sistema imunológico, inflamações e sintomas respiratórios".

(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/seis-receitas-de-chas-contra-grip e-e-resfriado/. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)
Leia o seguinte trecho:
"Com o tempo frio característico do outono e do inverno, o corpo fica mais vulnerável para algumas doenças respiratórias".
Assinale a alternativa cuja palavra substitui "vulnerável" sem alterar o sentido do texto: 
Alternativas
Q3580919 Português



"CUSCUZ SURPRESA é uma série de tirinhas feitas por @helodangeloarte, de São Paulo, e pelo @danielcesart, de Salvador, sobre as bobagens que conversamos à distância. A série é pra gente se divertir e estar mais pertinho um do outro. Bom apetite".

(Disponível em: https://www.instagram.com/helodangeloarte. Acesso em 21 jul. 2025.)
Analise as assertivas que seguem:

I.No primeiro quadrinho, o termo "Amor" tem a função de vocativo (termo da oração com a função de chamamento) e, por isso, é necessária a vírgula após ele, colocando em evidência a pessoa a quem o personagem chama.

II.Ainda no primeiro quadrinho, o uso das reticências na fala do personagem indica a suspensão da fala, criando um breve mistério e dando, a outra personagem, tempo para ativar sua curiosidade, o que é simbolizado pelo uso da interrogação e da exclamação sobre sua cabeça.

III.No segundo quadrinho, a expressão "EBA!!!" significa alegria diante da surpresa recebida, a qual é vista como um gesto de carinho, afinal, o namorado foi de Salvador, na Bahia, para São Paulo e levou um presente para ela.

IV.No quarto quadrinho, a expressão "ECA!!!" expressa nojo da personagem ao provar o cuscuz, um alimento típico do nordeste e ao qual ela não está acostumada, indicando que ela não gostou do alimento.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3580459 Português
"Você acorda com coriza, a garganta arranhando e aquela dor no corpo que incomoda: é gripe ou resfriado na certa. Com o tempo frio característico do outono e do inverno, o corpo fica mais vulnerável para algumas doenças respiratórias e, uma hora ou outra, elas podem te atingir. Por isso, é comum as pessoas tomarem chás contra gripe, que ajudam a aquecer e também a recuperar a disposição. Apesar de parecer um gesto simples, essa tradição carrega saberes antigos que hoje têm respaldo científico . Muitos dos compostos presentes nas ervas utilizadas para chás contra gripe e resfriado têm ação comprovada sobre o sistema imunológico, inflamações e sintomas respiratórios".


(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/seis-receitas-de-chas-contra-grip e-e-resfriado/. Acesso em 17 jul. 2025. Adaptado.)
No trecho "Apesar de parecer um gesto simples, essa tradição carrega saberes antigos que hoje têm respaldo científico", a expressão essa tradição refere-se a quê? Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3580377 Português
Práticas simples para melhorar a memória

Mesmo de forma seletiva e subjetiva, a memória pode ser cuidada e fortalecida com práticas durante a rotina. 

Anote com intenção: escrever à mão, desenhar ou registrar o que nos atravessa é uma forma simbólica de inscrever a experiência no corpo. Agendas eletrônicas e aplicativos são boas ferramentas, mas não devem substituir a presença; 

•Associe com afeto: técnicas como associação de ideias e repetição funcionam melhor quando estão ligadas ao desejo e à emoção. Repetir por repetir não fixa. Mas repetir com intenção e conexão simbólica, sim; 

•Organize as informações: distinguir o que é relevante do que é secundário ajuda a melhorar a memória e o cérebro a armazenar melhor; 

•Cuide do corpo para cuidar da mente: dormir bem, comer com equilíbrio, se movimentar e fazer pausas sustentam não só o corpo, mas também a psique; 

•Varie e desafie seu cérebro: aprender algo novo, como um idioma ou um instrumento, ou sair da zona de conforto intelectual ativa novos circuitos neurais.


Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-melhorar-a-memoria-em-u m-mundo-cheio-de-pressa/. Acesso em 18 jul. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, analise as assertivas que seguem:
I.No item Anote com intenção , a palavra "presença" se refere ao ato de escrever, desenhar e registrar à mão aquilo que nos toca. Essa presença é possível se as anotações forem feitas à mão e não em agendas eletrônicas e aplicativos.
II.Ao afirmar que "escrever à mão, desenhar ou registrar o que nos atravessa é uma forma simbólica de inscrever a experiência no corpo", o texto sugere que essa escrita, desenho ou registro seja feito no próprio corpo da pessoa, anotando na própria pele. Dessa forma funcionará como um lembrete, ativando a memória por ser visível na pele.
III.Anote , associe , organize , cuide , varie e desafie compõem uma sequência de atividades diárias, receitada por profissional de saúde, a ser seguida rigorosamente pela pessoa que deseja fortalecer sua memória.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
10141: C
10142: B
10143: E
10144: A
10145: C
10146: B
10147: D
10148: A
10149: D
10150: C
10151: E
10152: C
10153: B
10154: B
10155: A
10156: B
10157: C
10158: D
10159: B
10160: E