Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Por que crianças não quebram mais o braço?
Por Pedro Guerra

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-
nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para
esta prova).
( ) É possível inserir a palavra “há” antes de “décadas” sem causar incorreção ao trecho “[...] que não faziam parte da infância décadas atrás” (l. 11-12).
( ) Em “testemunhos em branco de aventuras ...... calculadas, árvores subidas depressa demais, quedas de bicicleta, disputas no campinho, e por aí vai” (l. 03-04), é possível substituir a expressão “e por aí vai” por “etc.” sem alterar o sentido do trecho.
( ) Em “teremos muito mais trabalho do que envolver um braço em gesso” (l. 29-30), a expressão “envolver um braço em gesso” poderia ser substituída por “engessar um membro superior” sem causar outras alterações ou incorreções ao trecho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Texto 01 para a questão:
"O mundo é formado por um conjunto de lugares e de redes. O que é rede para uns é lugar para outros. O que é lugar para uns é rede para outros. Mas o que é lugar para todos é o espaço da vida, o espaço do cotidiano, o espaço da reprodução da vida. A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação. Ela é uma globalização como fábula, pois nos faz crer em um mundo que não existe, e como perversidade, pois o mundo que ela constrói é o mundo da desigualdade, da pobreza, da fome, do desemprego, da violência."
Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Texto 02 para a questão:
"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particulares, de que a família seria o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A verdade é que eles pertencem a ordens diferentes. Só pela transposição de um abismo é que se pode passar de um para outro. No fundo, o que o Estado representa é a negação da família, e não a sua continuação."
Fonte: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995
Considerando a análise do discurso de ambos os textos, é correto afirmar que os autores:
Texto 02 para a questão:
"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particulares, de que a família seria o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A verdade é que eles pertencem a ordens diferentes. Só pela transposição de um abismo é que se pode passar de um para outro. No fundo, o que o Estado representa é a negação da família, e não a sua continuação."
Fonte: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995
Texto 02 para a questão:
"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particulares, de que a família seria o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A verdade é que eles pertencem a ordens diferentes. Só pela transposição de um abismo é que se pode passar de um para outro. No fundo, o que o Estado representa é a negação da família, e não a sua continuação."
Fonte: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995
Texto 02 para a questão:
"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particulares, de que a família seria o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A verdade é que eles pertencem a ordens diferentes. Só pela transposição de um abismo é que se pode passar de um para outro. No fundo, o que o Estado representa é a negação da família, e não a sua continuação."
Fonte: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995
Texto 02 para a questão:
"O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particulares, de que a família seria o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. A verdade é que eles pertencem a ordens diferentes. Só pela transposição de um abismo é que se pode passar de um para outro. No fundo, o que o Estado representa é a negação da família, e não a sua continuação."
Fonte: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. 26. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1995
Texto 01 para a questão:
"O mundo é formado por um conjunto de lugares e de redes. O que é rede para uns é lugar para outros. O que é lugar para uns é rede para outros. Mas o que é lugar para todos é o espaço da vida, o espaço do cotidiano, o espaço da reprodução da vida. A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação. Ela é uma globalização como fábula, pois nos faz crer em um mundo que não existe, e como perversidade, pois o mundo que ela constrói é o mundo da desigualdade, da pobreza, da fome, do desemprego, da violência."
Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Texto 01 para a questão:
"O mundo é formado por um conjunto de lugares e de redes. O que é rede para uns é lugar para outros. O que é lugar para uns é rede para outros. Mas o que é lugar para todos é o espaço da vida, o espaço do cotidiano, o espaço da reprodução da vida. A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação. Ela é uma globalização como fábula, pois nos faz crer em um mundo que não existe, e como perversidade, pois o mundo que ela constrói é o mundo da desigualdade, da pobreza, da fome, do desemprego, da violência."
Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
Considere o trecho: "A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação." (Texto 01).
Semanticamente, a repetição do substantivo "tirania" reforça a ideia de:
Texto 01 para a questão:
"O mundo é formado por um conjunto de lugares e de redes. O que é rede para uns é lugar para outros. O que é lugar para uns é rede para outros. Mas o que é lugar para todos é o espaço da vida, o espaço do cotidiano, o espaço da reprodução da vida. A globalização atual, no entanto, é perversa, porque ela se funda na tirania do dinheiro e na tirania da informação. Ela é uma globalização como fábula, pois nos faz crer em um mundo que não existe, e como perversidade, pois o mundo que ela constrói é o mundo da desigualdade, da pobreza, da fome, do desemprego, da violência."
Fonte: SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 2000.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nova plataforma PNLD Digital amplia acesso inclusivo aos livros da educação básica
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), lança, nesta quarta-feira (03/06), o PNLD Digital, plataforma que marca um avanço na transformação digital da educação pública brasileira. A ferramenta funciona como leitor interativo dos livros do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e foi desenvolvida para democratizar o acesso às obras didáticas, pedagógicas e literárias da educação básica pública.
Com foco em acessibilidade, inclusão e inovação, o PNLD Digital garante que estudantes cegos e estudantes com deficiência visual tenham acesso completo aos conteúdos dos livros distribuídos pelo programa. A plataforma utiliza padrões modernos de acessibilidade e disponibiliza recursos como audiodescrição, narração de conteúdos, mapas e infográficos clicáveis, vídeos com legendas, além de compatibilidade com leitores de tela.
A iniciativa está fundamentada no Decreto nº 9.099/2017, que assegura mecanismos para a promoção da acessibilidade, do armazenamento e do acesso a conteúdos digitais dos livros e materiais didáticos para estudantes e professores da educação básica pública.
Atualmente, o acervo do PNLD Digital já reúne milhares de obras acessíveis, entre elas 982 títulos do PNLD 2023 dos anos iniciais do ensino fundamental, 724 obras do PNLD 2024 dos anos finais do ensino fundamental, 368 obras do PNLD 2026 do ensino médio e obras literárias.
O PNLD Digital foi desenvolvido para ampliar as oportunidades de aprendizagem e garantir maior equidade no acesso aos materiais didáticos em todo o país. A plataforma permite acesso online e offline às obras, oferecendo mais flexibilidade para estudantes e professores, inclusive em contextos com infraestrutura limitada de internet.
A ferramenta também proporciona uma experiência personalizada ao usuário, com integração via GOV.BR e acesso à biblioteca individual com os acervos digitais dos livros recebidos pelas escolas. Os usuários poderão baixar obras para leitura, organizar seus materiais em estantes virtuais e acessar conteúdos em formato HTML.
Outro diferencial da plataforma é o suporte com agente de inteligência artificial para esclarecimento de dúvidas e apoio na utilização do sistema, além de tutoriais com guias instrucionais sobre o leitor digital.
Entre os principais avanços do PNLD Digital estão a padronização da distribuição digital das obras, a proteção dos direitos autorais das editoras, a redução de custos e prazos na distribuição complementar ao livro impresso e o fortalecimento da gestão do programa, com indicadores de uso que poderão apoiar políticas públicas e ações de formação docente.
A plataforma foi desenvolvida pela Coordenação-Geral dos Programas do Livro da Diretoria de Ações Educacionais do FNDE (CGPLI/DIRAE), em parceria com a Diretoria de Tecnologia do FNDE (DIRTI), a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), vinculado ao Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país.
Desde 2023, o Governo Federal ampliou os investimentos no programa para atender diferentes etapas e modalidades da educação básica. Somente entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 6,5 bilhões para aquisição de livros e materiais didáticos, beneficiando milhões de estudantes e professores da rede pública brasileira.
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202606/nova-plataforma-pnld-digital-amplia-acesso-inclusivo-aos-livros-da-educacao-basica-adaptado
"Outro diferencial da plataforma é o suporte com agente de inteligência artificial para esclarecimento de dúvidas e apoio na utilização do sistema, além de tutoriais com guias instrucionais sobre o leitor digital."
Analise a separação silábica das palavras extraídas do texto.
I.Diferencial: di-fe-ren-cial
II.Guias: gui.as
III.Instrucionais: ins-tru-ci-o-na-is
IV.Esclarecimento: es-cla-re-ci-men-to
Assinale a alternativa que apresenta a separação correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nova plataforma PNLD Digital amplia acesso inclusivo aos livros da educação básica
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), lança, nesta quarta-feira (03/06), o PNLD Digital, plataforma que marca um avanço na transformação digital da educação pública brasileira. A ferramenta funciona como leitor interativo dos livros do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e foi desenvolvida para democratizar o acesso às obras didáticas, pedagógicas e literárias da educação básica pública.
Com foco em acessibilidade, inclusão e inovação, o PNLD Digital garante que estudantes cegos e estudantes com deficiência visual tenham acesso completo aos conteúdos dos livros distribuídos pelo programa. A plataforma utiliza padrões modernos de acessibilidade e disponibiliza recursos como audiodescrição, narração de conteúdos, mapas e infográficos clicáveis, vídeos com legendas, além de compatibilidade com leitores de tela.
A iniciativa está fundamentada no Decreto nº 9.099/2017, que assegura mecanismos para a promoção da acessibilidade, do armazenamento e do acesso a conteúdos digitais dos livros e materiais didáticos para estudantes e professores da educação básica pública.
Atualmente, o acervo do PNLD Digital já reúne milhares de obras acessíveis, entre elas 982 títulos do PNLD 2023 dos anos iniciais do ensino fundamental, 724 obras do PNLD 2024 dos anos finais do ensino fundamental, 368 obras do PNLD 2026 do ensino médio e obras literárias.
O PNLD Digital foi desenvolvido para ampliar as oportunidades de aprendizagem e garantir maior equidade no acesso aos materiais didáticos em todo o país. A plataforma permite acesso online e offline às obras, oferecendo mais flexibilidade para estudantes e professores, inclusive em contextos com infraestrutura limitada de internet.
A ferramenta também proporciona uma experiência personalizada ao usuário, com integração via GOV.BR e acesso à biblioteca individual com os acervos digitais dos livros recebidos pelas escolas. Os usuários poderão baixar obras para leitura, organizar seus materiais em estantes virtuais e acessar conteúdos em formato HTML.
Outro diferencial da plataforma é o suporte com agente de inteligência artificial para esclarecimento de dúvidas e apoio na utilização do sistema, além de tutoriais com guias instrucionais sobre o leitor digital.
Entre os principais avanços do PNLD Digital estão a padronização da distribuição digital das obras, a proteção dos direitos autorais das editoras, a redução de custos e prazos na distribuição complementar ao livro impresso e o fortalecimento da gestão do programa, com indicadores de uso que poderão apoiar políticas públicas e ações de formação docente.
A plataforma foi desenvolvida pela Coordenação-Geral dos Programas do Livro da Diretoria de Ações Educacionais do FNDE (CGPLI/DIRAE), em parceria com a Diretoria de Tecnologia do FNDE (DIRTI), a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), vinculado ao Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país.
Desde 2023, o Governo Federal ampliou os investimentos no programa para atender diferentes etapas e modalidades da educação básica. Somente entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 6,5 bilhões para aquisição de livros e materiais didáticos, beneficiando milhões de estudantes e professores da rede pública brasileira.
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202606/nova-plataforma-pnld-digital-amplia-acesso-inclusivo-aos-livros-da-educacao-basica-adaptado
Analise as afirmativas a seguir:
I.A forma verbal 'foram destinados' está corretamente flexionada no plural, pois concorda com o sujeito 'aquisição de livros e materiais didáticos'.
PORQUE
II.Em construções com o verbo na voz passiva, a concordância verbal deve ser feita com o sujeito paciente da oração, que, nesse caso, é composto por dois núcleos.
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Nova plataforma PNLD Digital amplia acesso inclusivo aos livros da educação básica
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), lança, nesta quarta-feira (03/06), o PNLD Digital, plataforma que marca um avanço na transformação digital da educação pública brasileira. A ferramenta funciona como leitor interativo dos livros do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e foi desenvolvida para democratizar o acesso às obras didáticas, pedagógicas e literárias da educação básica pública.
Com foco em acessibilidade, inclusão e inovação, o PNLD Digital garante que estudantes cegos e estudantes com deficiência visual tenham acesso completo aos conteúdos dos livros distribuídos pelo programa. A plataforma utiliza padrões modernos de acessibilidade e disponibiliza recursos como audiodescrição, narração de conteúdos, mapas e infográficos clicáveis, vídeos com legendas, além de compatibilidade com leitores de tela.
A iniciativa está fundamentada no Decreto nº 9.099/2017, que assegura mecanismos para a promoção da acessibilidade, do armazenamento e do acesso a conteúdos digitais dos livros e materiais didáticos para estudantes e professores da educação básica pública.
Atualmente, o acervo do PNLD Digital já reúne milhares de obras acessíveis, entre elas 982 títulos do PNLD 2023 dos anos iniciais do ensino fundamental, 724 obras do PNLD 2024 dos anos finais do ensino fundamental, 368 obras do PNLD 2026 do ensino médio e obras literárias.
O PNLD Digital foi desenvolvido para ampliar as oportunidades de aprendizagem e garantir maior equidade no acesso aos materiais didáticos em todo o país. A plataforma permite acesso online e offline às obras, oferecendo mais flexibilidade para estudantes e professores, inclusive em contextos com infraestrutura limitada de internet.
A ferramenta também proporciona uma experiência personalizada ao usuário, com integração via GOV.BR e acesso à biblioteca individual com os acervos digitais dos livros recebidos pelas escolas. Os usuários poderão baixar obras para leitura, organizar seus materiais em estantes virtuais e acessar conteúdos em formato HTML.
Outro diferencial da plataforma é o suporte com agente de inteligência artificial para esclarecimento de dúvidas e apoio na utilização do sistema, além de tutoriais com guias instrucionais sobre o leitor digital.
Entre os principais avanços do PNLD Digital estão a padronização da distribuição digital das obras, a proteção dos direitos autorais das editoras, a redução de custos e prazos na distribuição complementar ao livro impresso e o fortalecimento da gestão do programa, com indicadores de uso que poderão apoiar políticas públicas e ações de formação docente.
A plataforma foi desenvolvida pela Coordenação-Geral dos Programas do Livro da Diretoria de Ações Educacionais do FNDE (CGPLI/DIRAE), em parceria com a Diretoria de Tecnologia do FNDE (DIRTI), a Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), vinculado ao Instituto de Computação da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Criado em 1937, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático é a política pública educacional mais antiga do Brasil. O programa é responsável por avaliar e distribuir gratuitamente livros didáticos, pedagógicos e literários para escolas públicas de todo o país.
Desde 2023, o Governo Federal ampliou os investimentos no programa para atender diferentes etapas e modalidades da educação básica. Somente entre 2023 e 2025, foram destinados R$ 6,5 bilhões para aquisição de livros e materiais didáticos, beneficiando milhões de estudantes e professores da rede pública brasileira.
https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202606/nova-plataforma-pnld-digital-amplia-acesso-inclusivo-aos-livros-da-educacao-basica-adaptado
Considerando o contexto em que foi empregada, assinale a alternativa que apresenta o sentido correto da expressão 'Outro diferencial'.
Indivíduos em contextos de vulnerabilidade tendem a buscar atendimento de forma tardia, muitas vezes em momentos de agravamento do quadro clínico, evidenciando a limitada resolutividade da atenção primária e aumentando a demanda por serviços de média e alta complexidade.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. (2026)
De modo complementar, a escolaridade desempenha papel fundamental na determinação dos desfechos em saúde. Baixos níveis educacionais associam-se à menor adesão às práticas preventivas e à dificuldade de compreensão das orientações em saúde.
Fonte: LOURENÇO, A. E. et al. Desigualdades sociais e seus impactos na saúde. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 12, n. 2, 1–19, 2026
Fonte: CARVALHO, Rosita Edler. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2000 (modificado).
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Fevereiro Laranja
Machado de Assis, com sua sensibilidade descritiva aguçada, mestre da observação psicológica, romântico e parnasiano- -realista, querendo satisfazer uma curiosidade a respeito da influência do sangue no ser humano, fez uma incursão na área do xenotransplante, inexistente à época, é claro. Pela experiência narrada, Stroibus e Pítias, dois amigos filósofos e cientistas, descobriram que se a pessoa ingerir o sangue do rato irá tornar-se ratoneiro, da coruja, sábia, da aranha, arquiteta, da cegonha, da andorinha, viajante, da rola, fidelidade conjugal, do pavão, vaidosa. Tomaram o sangue de rato. Foram presos na corte de Ptolomeu e condenados à morte por seguidos furtos de raras obras literárias da biblioteca de Alexandria.
É certo que a ficção científica nunca foi o campo preferido do Bruxo do Cosme Velho, mas faz ver que o homem sempre se interessou por aventuras biológicas relacionadas com o sangue. Tamanha verdade que a própria ciência médica entabulou os procedimentos envolvendo transplantes sanguíneos com inquestionáveis sucessos para a saúde humana. E assim é possível caracterizar o homem como proprietário de um imenso latifúndio, chamado corpo humano e, ao mesmo tempo em que representa um patrimônio individualizado, carrega a semente universal, que irá proporcionar a continuidade da humanidade.
A criatividade humana, agindo em benefício de sua própria causa, identificou doenças rotineiras e as inseriu em um mês do ano, tingindo-o com uma cor inconfundível. Assim surgiram, dentre outros, Outubro Rosa e Novembro Azul, sempre para orientar e conscientizar o cidadão a respeito de doenças que, se forem diagnosticadas a tempo, muitas não terão progressão.
“Fevereiro Laranja”, desta forma, é o símbolo que representa a chamada de atenção a respeito da leucemia, doença com acelerado crescimento da produção desordenada de glóbulos brancos e que afeta as células sanguíneas saudáveis, assim como, com especial relevo, para a doação de medula óssea.
A doação de órgãos e tecidos no Brasil é feita inter vivos, modalidade em que qualquer pessoa capaz poderá consentir e, na impossibilidade, seu representante legal, desde que se trate de órgãos duplos (rins, por exemplo) ou partes renováveis do corpo humano, para fins terapêuticos ou para transplantes em cônjuge, parentes consanguíneos até o quarto grau, ou qualquer outra pessoa, mediante autorização judicial, dispensada esta em relação à medula óssea. Sempre e sempre a título gratuito, em razão do disposto no art. 199, § 4º, da Constituição Federal e da Lei nº 9.434/1997, em seu art. 1º. Percebe-se, pelo relato legislativo, que a pessoa não divide com o Estado a legitimidade de doar sua medula óssea e pode fazê-lo a quem lhe aprouver, prevalecendo sua autonomia.
Na realidade, a doação deveria ser ato de comunhão, de alteridade, levando-se em consideração que a natureza humana tem como um dos seus sustentáculos, o altruísmo. O sangue que circula no corpo ou se aloja na medula óssea de uma pessoa, tem compatibilidade para se transferir para outro corpo e restaurar uma vida atingida por doenças que afetam as células, como as leucemias. É, por um lado, uma doação representando um gesto de extrema solidariedade, com rápida reconstituição do material doado e, por outro, a única chance de vida para o doente receptor.
Respeitadas as condições exigidas, qualquer um pode ser doador. Basta procurar pelo hemocentro mais próximo e manifestar o interesse. É, sem dúvida, um ato de extremada solidariedade, revelador de um sentimento humanitário digno de todo respeito e admiração, demonstrando que a natureza humana proporciona o bem-estar àquele que é saudável e acode o vulnerável com os recursos do corpo humano alheio.
(Por: Eudes Quintino de Oliveira Júnior. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/coluna/leitura-legal/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Fevereiro Laranja
Machado de Assis, com sua sensibilidade descritiva aguçada, mestre da observação psicológica, romântico e parnasiano- -realista, querendo satisfazer uma curiosidade a respeito da influência do sangue no ser humano, fez uma incursão na área do xenotransplante, inexistente à época, é claro. Pela experiência narrada, Stroibus e Pítias, dois amigos filósofos e cientistas, descobriram que se a pessoa ingerir o sangue do rato irá tornar-se ratoneiro, da coruja, sábia, da aranha, arquiteta, da cegonha, da andorinha, viajante, da rola, fidelidade conjugal, do pavão, vaidosa. Tomaram o sangue de rato. Foram presos na corte de Ptolomeu e condenados à morte por seguidos furtos de raras obras literárias da biblioteca de Alexandria.
É certo que a ficção científica nunca foi o campo preferido do Bruxo do Cosme Velho, mas faz ver que o homem sempre se interessou por aventuras biológicas relacionadas com o sangue. Tamanha verdade que a própria ciência médica entabulou os procedimentos envolvendo transplantes sanguíneos com inquestionáveis sucessos para a saúde humana. E assim é possível caracterizar o homem como proprietário de um imenso latifúndio, chamado corpo humano e, ao mesmo tempo em que representa um patrimônio individualizado, carrega a semente universal, que irá proporcionar a continuidade da humanidade.
A criatividade humana, agindo em benefício de sua própria causa, identificou doenças rotineiras e as inseriu em um mês do ano, tingindo-o com uma cor inconfundível. Assim surgiram, dentre outros, Outubro Rosa e Novembro Azul, sempre para orientar e conscientizar o cidadão a respeito de doenças que, se forem diagnosticadas a tempo, muitas não terão progressão.
“Fevereiro Laranja”, desta forma, é o símbolo que representa a chamada de atenção a respeito da leucemia, doença com acelerado crescimento da produção desordenada de glóbulos brancos e que afeta as células sanguíneas saudáveis, assim como, com especial relevo, para a doação de medula óssea.
A doação de órgãos e tecidos no Brasil é feita inter vivos, modalidade em que qualquer pessoa capaz poderá consentir e, na impossibilidade, seu representante legal, desde que se trate de órgãos duplos (rins, por exemplo) ou partes renováveis do corpo humano, para fins terapêuticos ou para transplantes em cônjuge, parentes consanguíneos até o quarto grau, ou qualquer outra pessoa, mediante autorização judicial, dispensada esta em relação à medula óssea. Sempre e sempre a título gratuito, em razão do disposto no art. 199, § 4º, da Constituição Federal e da Lei nº 9.434/1997, em seu art. 1º. Percebe-se, pelo relato legislativo, que a pessoa não divide com o Estado a legitimidade de doar sua medula óssea e pode fazê-lo a quem lhe aprouver, prevalecendo sua autonomia.
Na realidade, a doação deveria ser ato de comunhão, de alteridade, levando-se em consideração que a natureza humana tem como um dos seus sustentáculos, o altruísmo. O sangue que circula no corpo ou se aloja na medula óssea de uma pessoa, tem compatibilidade para se transferir para outro corpo e restaurar uma vida atingida por doenças que afetam as células, como as leucemias. É, por um lado, uma doação representando um gesto de extrema solidariedade, com rápida reconstituição do material doado e, por outro, a única chance de vida para o doente receptor.
Respeitadas as condições exigidas, qualquer um pode ser doador. Basta procurar pelo hemocentro mais próximo e manifestar o interesse. É, sem dúvida, um ato de extremada solidariedade, revelador de um sentimento humanitário digno de todo respeito e admiração, demonstrando que a natureza humana proporciona o bem-estar àquele que é saudável e acode o vulnerável com os recursos do corpo humano alheio.
(Por: Eudes Quintino de Oliveira Júnior. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/coluna/leitura-legal/. Acesso em: maio de 2026. Adaptado.)
Doenças psicossomáticas: entenda como emoções se manifestam no corpo
Diante de ameaças reais, as reações psicossomáticas (termo que se refere a sintomas físicos causados ou agravados por fatores emocionais) são normais. O problema é quando acontecem de forma repetida ou prolongada, podendo desencadear condições crônicas. Mas por que o que se passa na nossa mente pode afetar o físico?