Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1716364 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
Ainda a partir da leitura do texto I podemos afirmar que é um argumento que defende a criminalização da atividade de coaching:
Alternativas
Q1716363 Português
Criminalização ou regulamentação do coaching está em
discussão no Senado 

     Tramita no Senado uma sugestão de projeto, de iniciativa popular, para criminalizar a atividade do coach. Também foi apresentada ao Portal e-Cidadania outra ideia que vai na direção contrária: para reconhecer e regulamentar a profissão. As duas propostas são um reflexo da polêmica que provoca um debate acirrado na sociedade sobre esse tipo de trabalho, já exercido por cerca de 70 mil pessoas no Brasil, de acordo com a International Coach Federation (ICF), a maior associação global desses profissionais.  
     Originária do idioma inglês, a palavra coach significa treinador. No mercado de trabalho, ele é o instrutor capacitado para ajudar pessoas a atingirem mais rapidamente as suas metas na vida pessoal e profissional. O coach também é contratado por empresas na busca de resultados em curto prazo. Nos Estados Unidos, onde a atividade surgiu há algumas décadas, a carreira já movimenta US$ 2,3 bilhões ao ano. 
     No entanto, nem todos encaram a atividade da mesma maneira. Para muita gente, o coaching deveria ser considerado crime por explorar a boa-fé das pessoas, pois o coach não teria habilitação necessária para atuar; enganando ao fazer as vezes de terapeuta, guru ou “milagreiro”. 
     No sentido oposto, também há quem reconheça a qualidade e os bons resultados dessa atividade. Do Rio Grande do Sul, veio a ideia de regulamentação da profissão apresentada por Ronald Dennis Pantin Filho II. 
     Na justificativa da proposta, o autor argumenta que coaches e mentores atuam desde que o ser humano existe, mas que somente nos últimos 40 anos essas profissões ganharam destaque no Brasil, ajudando milhares de pessoas a se desenvolverem.
     Por enquanto, a ideia tem pouco mais de 3.340 apoios no Portal e-Cidadania do Senado e, por isso, ainda não pode ser transformada em ideia legislativa. O prazo para alcançar 20 mil votos favoráveis acaba em setembro. 

Disponível em
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/23/criminalizacao-ou-
regulamentacao-do-coaching-esta-em-discussao-no-senado. Acesso em
16.mar.2020.
Uma questão polêmica gera confronto entre diferentes pontos de vista sobre um mesmo tema. Assim sendo, em que trecho a regulamentação da função de coach é refutada?
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Q1715618 Português
Trágico acidente de leitura. (Mário Quintana).

Tão comodamente que eu estava lendo, como quem viaja num raio de lua, num tapete mágico, num trenó, num sonho. Nem lia: deslizava. Quando de súbito a terrível palavra apareceu, apareceu e ficou plantada ali diante de mim, focando-me: ABSCÔNDITO. Que momento passei!... O momento de imobilidade e apreensão de quando o fotógrafo se posta atrás da máquina, envolvidos os dois no mesmo pano preto, como um duplo monstro misterioso e corcunda... O terrível silêncio do condenado ante o pelotão de fuzilamento, quando os soldados dormem na portaria e o capitão vai gritar: Fogo!
De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
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Q1715585 Português
Quanto a código, língua e linguagem, assinale a alternativa verdadeira:
I- Há milhares de anos, o ser humano tenta registrar pensamentos, sentimentos e aspectos da vida. Inicialmente, por meio de imagens, a humanidade, ao longo da história, criou outras linguagens (gráfica, numérica, ideogramas, letras), permitindo maior comunicação, ou seja, criou códigos.
II- Para que possamos nos comunicar com alguém, é preciso que os códigos utilizados, sejam compartilhados pelos indivíduos, que participam dos atos de comunicação. Podemos citar, como exemplo, o código de trânsito, que permite ao motorista e aos pedestres, estabelecerem uma comunicação.
III- A língua também é um código, pois é um conhecimento partilhado, que permite a comunicação entre os indivíduos de um grupo social. Cada língua se organiza de acordo com hábitos e tradições de determinado grupo, refletindo sua cultura.
IV- Podemos dividir as formas de comunicação em dois grupos, segundo o código que utilizamos: linguagem verbal e linguagem não verbal.
V- Na linguagem não verbal, o ser humano utiliza palavras para se comunicar. A palavra, também chamada signo linguístico, pode ser observada em situações de comunicação falada ou escrita. Na linguagem verbal, o ser humano se comunica por meio de gestos, expressões fisionômicas, imagens, sons, ícones, cores, sinais etc.
Alternativas
Q1715487 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

O poeta faz menção a dois grandes autores da literatura mundial, um poeta português e um romancista e contista brasileiro, junto aos versos:
Alternativas
Q1715486 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

O poeta ainda expressa seu gosto pela transitoriedade e perenidade, que está expresso junto ao:
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Q1715485 Português

TEXTO V 


LÍNGUA

Gosto de sentir a minha língua roçar

A língua de Luís de Camões.

Gosto de ser e de estar

E quero me dedicar

A criar confusões de prosódia

E um profusão de paródias

Que encurtem dores

E furtem cores como camaleões.

Gosto do Pessoa na pessoa

Da rosa no Rosa,

E sei que a poesia está para a prosa

Assim como o amor está para a amizade.

E quem há de negar que esta lhe é superior?

E deixa os portugais morrerem à míngua,

“Minha pátria é minha língua”

- Fala Mangueira

Flor do Lácio Sambódromo

Lusamérica latim em pó

O que quer

o que pode

Esta língua?

Caetano Veloso. Velô, 1984.


A música de Caetano, um verdadeiro poema, versa sobre língua portuguesa, chamada de a última flor do Lácio, região, ainda do Império Romano, em que se falam as línguas provindas do latim. A questão toma o poema como unidade de análise.

No poema de Caetano, o termo língua é usado em dois sentidos diferentes, identifique nas alternativas que seguem, esses sentidos
Alternativas
Q1715482 Português
O léxico de uma língua apresenta diversidades de campos semânticos que vão se constituindo a partir de pressões comunicativas durante as situações de interação. O campo semântico dos verbos dicendi (latim), que tem o significado de “dizer”, encerram a ideia geral de elocução. E, mesmo dentro desse campo semântico, ainda é possível perceber outros matizes de sentido, como aqueles associados a murmurar, perguntar, pronunciar em voz alta, nomear, explicar ou dizer simplesmente. Selecione a alternativa abaixo que expresse esses sentidos mencionados: 
Alternativas
Q1715481 Português
Do ponto de vista pedagógico, muitos são os gêneros textuais mobilizados pelos professores a fim de inserirem seus alunos em práticas de letramento, a exemplo de contos, bulas de remédio, receitas culinárias, manuais, listas de compras, tirinhas entre outras. Esses gêneros que circulam em variadas esferas sociais possuem igualmente distintos temas, formas composicionais e conteúdos, de modo que também colocam diferentes propósitos comunicativos:
Alternativas
Q1715477 Português
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://descomplica.com.br/artigo/4-imagens-que-vao-te-ajudar-a-nunca-mais-confundir-as-variacoes-linguisticas/4kq/

A tirinha acima mostra um tipo de variação linguística que se dá do ponto de vista geográfico, como bem ilustra o título “O GAÚCHO E O MINEIRO”. Como toda tirinha, há humor. Para interpretar esse humor, a que o gaúcho e o mineiro entendem por macho em face da interação estabelecida? 
Alternativas
Q1715476 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um fenômeno bastante recorrente na fala do cotidiano, já atestados em estudos de variação linguística, diz respeito ao apagamento de segmentos sonoros, que equivale à supressão de uma consoante, vogal ou mesmo de uma sílaba inteira. Ocorrem ora no início da palavra (enamorar/namorar; arrancar/rancar; está/tá; José/Zé), ora no meio da palavra (manteiga/mantega; xícara/xicra/ óculos/oclos), e ora no final da palavra (fotografia/foto; televisão/tevê; bicicleta/bici), chamados respectivamente aférese, síncope e apócope. Na oitava linha, há dois apagamentos - olhe além da sua porta, pra vê se você suporta.
Alternativas
Q1715475 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Outro uso do cotidiano está relacionado ao verbo ter com o sentido de existir. Há um exemplar dessa possibilidade nas quinta e sexta linhas respectivamente – [...] no fundo ainda tem jeito [...] e Tem jeito pra se ajeitar [...]. Ressalta que na literatura de Cordel, os usos do cotidiano fazem parte da identidade do gênero, representa a arte, sobretudo do nordeste brasileiro. O professor, portanto, deve estar atento a situações mais formais, sobretudo na escrita, em que o esperado sejam registros:
Alternativas
Q1715474 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um desses usos encontra-se na quarta linha – enchi ele – e diz respeito à colocação pronominal e anáforas que, fora do contexto literário, ou seja, em situações que exigem maior formalidade, requer adequações. Vejamos:
Alternativas
Q1715473 Português

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

A coerência textual pode ser assegurada por diversos mecanismos, entre os quais estão os semânticos e pragmáticos. As primeiras cinco linhas do TEXTO III apresentam um agrupamento de vocábulos que constituem, do ponto de vista denotado, uma rede semântica associada a trabalhos com costura, indústria da confecção, gerando concretamente produtos. Contudo, há deslocamentos de sentidos desses mesmos vocábulos, mantendo ainda a ideia de tecer, do feitio, enfim, de construir algo, só que não mais um produto da confecção, mas sim um estado da alma dos sujeitos. Esses sentidos construídos passam a ser conotados, dando sustentabilidade à coerência textual entre título e texto. Os vocábulos associados que passam a ser conotados são:
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Q1715469 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Ainda com relação ao cenário descrito junto ao TEXTO I, considere as regras para uso de conjunções da língua portuguesa, escolhendo a seguir qual dos enunciados faz uso da conjunção adequada e usual na língua portuguesa para expressar o inesperado:
Alternativas
Q1715468 Português
TEXTO I 

Imagine um cenário em que você esteja às voltas com uma emergência e precise saber as horas.
Tão logo que encontre uma pessoa, você a indaga: Tem horas? Imediatamente a pessoa responde sim e segue andando. 
Considerando o cenário descrito junto ao TEXTO I, e em consonância com a cultura do nosso cotidiano e as boas práticas de convivência e solicitude, o que você esperaria que ocorresse:
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Q1713758 Português
Relacione as colunas referentes às figuras de linguagem e marque a alternativa correta.
COLUNA I. A- Polissíndeto. B- Prosopopeia. C- Aliteração. D- Sinestesia. E- Hipérbole. F- Antítese. G- Onomatopeia.
COLUNA II. (1) Usada para expressar de forma exagerada um fato, uma ideia, ou um sentimento, com o objetivo de dar mais ênfase ao que se quer dizer. (2) Consiste no aproveitamento de palavras, cuja pronúncia imita o som, ou a voz natural, dos seres. (3) É uma figura de linguagem, em que se usa com intencionalidade, a repetição de conectivo. (4) Consiste em mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido. (5) É atribuir características, ações e sentimentos humanos a seres inanimados, ou a animais. (6) Quando um fonema consonantal (igual, ou parecido) se repete em um enunciado. (7) Consiste na aproximação de palavras, ou expressões, de sentido oposto.
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Q1713754 Português
Quanto às vozes das personagens nas narrativas, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1713753 Português
Relacione as colunas, sobre a significação das palavras e assinale a alternativa correta.
COLUNA I. A- Sinônimos. B- Antônimos. C- Homônimos. D- Parônimos. E- Polissemia. F- Conotação. G- Denotação.
COLUNA II. (1) Comprei um anel de ouro. (2) Descrição e discrição. (3) Contraveneno e antídoto. (4) Pena (pluma) e pena (dó). (5) Aço (substantivo) e asso (verbo). (6) Meu vizinho nadava em ouro. (7) Bendizer e maldizer.
Alternativas
Q1713752 Português
Em se tratando de interação, nas situações de comunicação, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:
( ) Cada vez que interagimos com alguém, nos envolvemos em uma situação de comunicação. ( ) As pessoas envolvidas numa situação de comunicação são chamadas de interlocutores. ( ) O interlocutor que está falando é chamado locutário e o que está ouvindo, é o locutor. ( ) Dependendo da situação de comunicação, a linguagem usada pode ser mais formal, ou informal.
Alternativas
Respostas
49921: D
49922: C
49923: D
49924: B
49925: A
49926: C
49927: D
49928: D
49929: C
49930: D
49931: A
49932: B
49933: B
49934: A
49935: C
49936: B
49937: B
49938: D
49939: C
49940: A