Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 96.088 questões

Q2003041 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

É CORRETO afirmar que temos palavras sinônimas em:
Alternativas
Q2003037 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

Assinalar a alternativa que contém um antônimo da palavra “embargar”:
Alternativas
Q2003035 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

Na frase “É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por

Alternativas
Q2003034 Português
O que significa dizer que um lençol tem 200 ou 400 fios?


      O número é a quantidade de fios presentes em uma polegada quadrada de tecido. Quanto mais fios por quadradinho, mais macia, nobre – e cara – vai ser a roupa de cama.
   O lençol nada mais é do que um ________de fios. Eles são dispostos perpendicularmente na forma de um xadrez – os horizontais são os fios de urdume, e os verticais são os fios de trama. A indústria têxtil adota a polegada quadrada como padrão – são os inches adotados nos Estados Unidos. Em centímetros, ela representa uma área de 2,54 cm de largura por 2,54 cm de altura.
       Um jogo de cama de 200 fios terá 100 fios de urdume e 100 fios de trama dentro desse quadradinho, totalizando os 200 fios. O mesmo vale para os tecidos de 400, 600 e até 1000 fios (um jogo de cama desse último tipo, diga-se de passagem, custa no mínimo um real por fio – de R$ 1.000 para cima).
         Mas se um lençol tem 600 fios por quadradinho, o tecido não deveria ser mais grosso que um de 200 fios? Aí é que você se engana. Para “caber” em um quadradinho, os fios do lençol de 600 precisam ser muito mais finos do que os fios do lençol de 200. É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama e deixa o cochilo muito mais gostoso.
super.abril.com.br/blog/oraculo/o-que-significa...- adaptado.

Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Os fios do lençol de 600 são muito mais grossos do que os fios do lençol de 200. II. O padrão adotado pela indústria de tecidos é a polegada quadrada.
Alternativas
Q2002993 Português

Leia a crônica a seguir e responda:


As piscinas


     Passei uma infância cercada de plantas, bichos e amigos. Nada nos faltava. Até mesmo uma pedreira rodeada por eucaliptos fazia parte de minha meninice. Criada no meio de homens, aprendi a andar de carrinho de rolimã, descer de uma roldana presa a uma corda, que ia de uma árvore a outra, pegar sapo no brejo e coisas do tipo. Tudo era perfeito. A única coisa de que eu, meus três irmãos, primos e amigos sentíamos falta era um local para nos refrescar nos dias de calor, e, desde pequenos, ouvíamos a promessa de nosso pai em nos presentear com uma piscina.      A primeira “piscina” que ele nos deu foi um velho tanque de cimento, ex-qualquer coisa, que, além de fundíssimo e perigosíssimo, vivia sujo. Acabou virando horta.      A segunda “piscina” foi um tanque quadrado de mais ou menos 80 cm de profundidade, também de cimento. Tinha até escorregador. Mas, no final, acabou virando a casa da Florípedes, nossa cobra-cipó. Depois, antes de ser destruída, transformou-se no local ideal para minha criação de sapos e rãs.      Nunca fui chegada a cobras, mas a Florípedes era diferente: verde, mansa e sem veneno, andava enrolada no braço de meus irmãos pra cima e pra baixo. Até que um dia apareceu em nossa casa um filhote de cobracoral. Não sei por que cargas d’água, no lugar de darmos um sumiço na bichinha, a colocamos no tanque junto a Florípedes. Tragédia!      Em questão de minutos, Florípedes começou a comer a outra, sob nosso olhar atônito e total impotência. Petrificada, confesso que nenhuma cena me chocou mais do que essa, e nunca mais quis saber de nossa cobracipó.      Nosso sonho só foi se concretizar no final da década de 70, quando finalmente pudemos estrear nossa primeira piscina de verdade, motivo de muitas alegrias, mas também de tristezas, como no dia em que deparamos com nosso pastor-alemão boiando em suas águas.      Certa vez, minha mãe, olhando da varanda, percebeu um estranho movimento no gramado. Intrigada, chamou meu pai, que também nos chamou. Tal foi nosso susto ao ver oito vacas, surgidas Deus sabe de onde, espalhadas no jardim comendo lírios e petúnias, e, como se o insólito da cena não bastasse, outra se “refrescava” dentro da piscina. Tirá-la de lá foi uma luta, sendo necessária a ajuda do Corpo de Bombeiros.      À noite, uma tia nos telefonou querendo saber da vaca: “Mas como você soube disso?”, perguntou minha mãe. E ela: “Pela rádio Itatiaia!”      Gostaria que minhas filhas tivessem tido a oportunidade de viver aquilo que vivi: banhos de lama e mangueira, tanques de cimento, buracos pavimentados, caixas-d’água e outros tantos que chamávamos de piscina. Cada qual com sua história... seu destino... usufruídos até o último momento.      Nadávamos de dia e também à noite, muitas vezes de madrugada, escondidos de nossos pais. Nadávamos na chuva, no frio e no calor, desfrutando cada instante daquele momento de prazer.      Hoje, ao ver os jovens e as crianças pendurados o dia inteiro nos computadores e celulares, me assusto. Para eles, “navegar” na internet tornou-se bem mais atraente que nadar. Enfim, outros tempos, novos desejos.
(MEDIOLI, L. As piscinas. O Tempo, 10 out. 2020. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/laura-medioli/as-piscinas-1.2397076. Acesso em: 23 out. 2020).
Segundo o texto:
Alternativas
Q2002789 Português
Leia a notícia a seguir. 
TERRA PODE ESTAR NO "CAMPO DE VISÃO" DE DIVERSOS EXOPLANETAS, SUGERE ESTUDO Investigando estrelas parecidas com o Sol, uma dupla de cientistas norte-americanos encontrou diversos planetas com linha de visão direta para o nosso planeta 
Redação Galileu 23 Out 2020 - 07h00 Atualizado em 23 Out 2020 - 07h00
     Alguns planetas que estão fora do Sistema Solar, os chamados exoplanetas, têm uma linha de visão direta para observar a Terra, propõe uma dupla de pesquisadores dos Estados Unidos: Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Joshua Pepper, da Universidade Lehigh. A descoberta é a conclusão de uma pesquisa que identificou 1.004 estrelas semelhantes ao Sol que podem conter exoplanetas como o nosso em suas zonas habitáveis.     O estudo, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters, explica que todos os astros estão a cerca de 300 anos-luz da Terra e que devem ser capazes de detectar vestígios químicos de vida por aqui.      "Vamos reverter o ponto de vista para o de outras estrelas e perguntar de que ponto de vista outros observadores poderiam visualizar a Terra como um planeta transitando”, disse Kaltenegger, em comunicado. "Se os observadores estivessem procurando, eles seriam capazes de ver sinais de uma biosfera na atmosfera do nosso Pálido Ponto Azul."      Mas quais sistemas estelares podem, de fato, nos encontrar? A chave para essa questão é a eclíptica da Terra, isto é, o plano em que nosso planeta orbita o Sol. A eclíptica é onde os exoplanetas com vista para cá estariam localizados, pois viabilizariam a observação da Terra.     “Se encontrarmos um planeta com uma biosfera vibrante, ficaríamos curiosos para saber se alguém está ou não olhando para nós também”, afirmou Kaltenegger. “Se estamos procurando por vida inteligente no Universo, podem nos encontrar e podem querer entrar em contato. Acabamos de criar o mapa estelar de onde devemos observar primeiro.”
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/10/terra-pode-estar-no-campo-de-visao-de-diversos-exoplanetas-sugereestudo.html. Acesso em: 30 out. 2020.
Segundo a notícia apresentada, é possível de se afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q2002787 Português
Leia o texto a seguir, observando o contexto do item lexical grifado.
   “O Prof. Dumbledore mandou todos os alunos da Grifinória voltarem ao Salão Principal, onde foram se reunir a eles, dez minutos depois, os alunos da Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina, todos parecendo extremamente atordoados.     – Os professores e eu precisamos fazer uma busca meticulosa no castelo – disse o diretor aos alunos quando os professores McConagall e Flitwick fecharam as portas do salão que davam para o saguão. – Receio que, para sua própria segurança, vocês terão que passar a noite aqui. Quero que os monitores montem guarda nas saídas para o saguão e vou encarregar o monitor e a monitora-chefes de cuidarem disso. Eles devem me informar imediatamente qualquer perturbação que haja – acrescentou Dumbledore dirigindo-se a Percy, que assumiu um olhar de enorme orgulho e importância. – Mande um dos fantasmas me avisar.”
(ROWLING, J. K. Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. p. 135.)
Dentre as opções a seguir, assinale aquela que apresenta uma palavra que pode substituir o vocábulo em destaque no texto sem prejuízo de sentido ao contexto da narrativa. 
Alternativas
Q2002783 Português

Leia o texto com atenção o texto a seguir e responda.


Vertente


Tanta gente esperando o resultado. Sentia-se bem ali, entre tantos. Foi até o rio. Enquanto não ouvisse o megafone com a novidade, poderia ficar junto com os mais calmos, pés na orla. "Tanta gente", ouvia todos repetindo, menos ele, que preferia pensar baixinho, seguindo como se sentisse umas cócegas no pensamento, embora só aceitasse essa surdina cálida no meio de outras vozes, como ali. Quando anunciaram o nome, engoliu o merecimento. Aproximou-se então – devagar. Sempre cultivara a convicção de que seria o escolhido por uma razão que justamente agora começava a lhe fugir. Via que não era mais o mesmo que aprendera a reconhecer. Sentiu a virilha molhada. Notou que toda a sua massa se diluía pelos poros. O corpo, ah, se desdobrava em córrego... 


(NOLL, J. G. Mínimos, Múltiplos, Comuns. São Paulo: Francis, 2003.)


Conforme se apresentam suas características, pode-se dizer que esse texto é predominantemente:

Alternativas
Q2002153 Português

    A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.

    Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.

     O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.


Ailton Krenak

(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)

Em sua argumentação, o autor expressa posicionamento contrário à ideia de:
Alternativas
Q2001617 Português
A vocação dos novos computadores é funcionar com todo o aparato técnico fornecido pela informática, só que numa relação tão visual e emocionante quanto um jogo de videogame. Já existem máquinas que cruzam essa fronteira, produzindo imagens em três dimensões nas quais o usuário tem a sensação de penetrar. Imagine um visor que pode ser preso na frente dos olhos, como uma máscara de mergulho. Acoplado a um computador, esse visor cria imagens baseadas num programa e dá à pessoa a ilusão de que está no ambiente projetado na tela. Há mais. Usando uma luva cheia de sensores, todos ligados ao mesmo computador, o operador do equipamento pode “tocar” objetos que só existem na tela aberta diante de seus olhos. É possível, por exemplo, operar os comandos de um caça-bombardeiro com a mão enluvada e ver na tela os instrumentos sendo manobrados enquanto o avião se move com toda a aparência de uma situação real. Quem vê a brincadeira de fora vai enxergar apenas uma pessoa com os olhos cobertos por uma máscara levantando uma mão enluvada e nada mais.
Veja, 21 out. 1992.
No trecho “...o operador do equipamento pode “tocar” objetos que só existem na tela aberta diante de seus olhos”, as aspas usadas no trecho destacado, foram usadas para expressar:
Alternativas
Q2001616 Português
A vocação dos novos computadores é funcionar com todo o aparato técnico fornecido pela informática, só que numa relação tão visual e emocionante quanto um jogo de videogame. Já existem máquinas que cruzam essa fronteira, produzindo imagens em três dimensões nas quais o usuário tem a sensação de penetrar. Imagine um visor que pode ser preso na frente dos olhos, como uma máscara de mergulho. Acoplado a um computador, esse visor cria imagens baseadas num programa e dá à pessoa a ilusão de que está no ambiente projetado na tela. Há mais. Usando uma luva cheia de sensores, todos ligados ao mesmo computador, o operador do equipamento pode “tocar” objetos que só existem na tela aberta diante de seus olhos. É possível, por exemplo, operar os comandos de um caça-bombardeiro com a mão enluvada e ver na tela os instrumentos sendo manobrados enquanto o avião se move com toda a aparência de uma situação real. Quem vê a brincadeira de fora vai enxergar apenas uma pessoa com os olhos cobertos por uma máscara levantando uma mão enluvada e nada mais.
Veja, 21 out. 1992.
Analise o final do texto em que o seguinte trecho está inserido e assinale a alternativa correta: “Quem vê a brincadeira de fora vai enxergar apenas uma pessoa com os olhos cobertos por uma máscara levantando uma mão enluvada e nada mais”.
A palavra “brincadeira”, refere-se a:
Alternativas
Q2001614 Português
A vocação dos novos computadores é funcionar com todo o aparato técnico fornecido pela informática, só que numa relação tão visual e emocionante quanto um jogo de videogame. Já existem máquinas que cruzam essa fronteira, produzindo imagens em três dimensões nas quais o usuário tem a sensação de penetrar. Imagine um visor que pode ser preso na frente dos olhos, como uma máscara de mergulho. Acoplado a um computador, esse visor cria imagens baseadas num programa e dá à pessoa a ilusão de que está no ambiente projetado na tela. Há mais. Usando uma luva cheia de sensores, todos ligados ao mesmo computador, o operador do equipamento pode “tocar” objetos que só existem na tela aberta diante de seus olhos. É possível, por exemplo, operar os comandos de um caça-bombardeiro com a mão enluvada e ver na tela os instrumentos sendo manobrados enquanto o avião se move com toda a aparência de uma situação real. Quem vê a brincadeira de fora vai enxergar apenas uma pessoa com os olhos cobertos por uma máscara levantando uma mão enluvada e nada mais.
Veja, 21 out. 1992.
No trecho “Já existem máquinas que cruzam essa fronteira...”. A expressão sublinhada está no sentido:
Alternativas
Q2001613 Português
A vocação dos novos computadores é funcionar com todo o aparato técnico fornecido pela informática, só que numa relação tão visual e emocionante quanto um jogo de videogame. Já existem máquinas que cruzam essa fronteira, produzindo imagens em três dimensões nas quais o usuário tem a sensação de penetrar. Imagine um visor que pode ser preso na frente dos olhos, como uma máscara de mergulho. Acoplado a um computador, esse visor cria imagens baseadas num programa e dá à pessoa a ilusão de que está no ambiente projetado na tela. Há mais. Usando uma luva cheia de sensores, todos ligados ao mesmo computador, o operador do equipamento pode “tocar” objetos que só existem na tela aberta diante de seus olhos. É possível, por exemplo, operar os comandos de um caça-bombardeiro com a mão enluvada e ver na tela os instrumentos sendo manobrados enquanto o avião se move com toda a aparência de uma situação real. Quem vê a brincadeira de fora vai enxergar apenas uma pessoa com os olhos cobertos por uma máscara levantando uma mão enluvada e nada mais.
Veja, 21 out. 1992.
De acordo com a leitura acima, assinale a alternativa que mais sintetiza a mensagem principal do texto:
Alternativas
Q2000663 Português

CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA

Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás


Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.


O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.


O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.


Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.


Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile. 


Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)


O texto "Cientistas chilenos encontram fóssil de um pterossauro no Atacama" tem como principal objetivo informar o receptor da mensagem sobre um assunto específico, ou seja, informar o interlocutor por meio de uma linguagem clara e objetiva, portanto a função da linguagem que prevalece é a:
Alternativas
Q2000660 Português

CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA

Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás


Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.


O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.


O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.


Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.


Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile. 


Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)


Analise os comentários gramaticais apresentados a seguir e assinale o que está ERRADO.
Alternativas
Q1999138 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Do texto, “com mil mesuras” configura-se como
Alternativas
Q1999132 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Do texto, “nobreza solarenga” é aquela que 
Alternativas
Q1999130 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Marque a opção CORRETA que apresenta o mesmo sentido do verbo “capengar” na 1ª estrofe do texto.
Alternativas
Q1999128 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
. ...“de nobre estirpe secular” significa que a nobreza do rei 
Alternativas
Q1999127 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
A mensagem do texto é
Alternativas
Respostas
45901: D
45902: D
45903: A
45904: C
45905: D
45906: B
45907: C
45908: A
45909: C
45910: D
45911: A
45912: B
45913: D
45914: E
45915: B
45916: C
45917: D
45918: A
45919: C
45920: B