Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Na frase “É isso que dá o toque aveludado à roupa de cama (...)”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
I. Os fios do lençol de 600 são muito mais grossos do que os fios do lençol de 200. II. O padrão adotado pela indústria de tecidos é a polegada quadrada.
Leia a crônica a seguir e responda:
As piscinas
(MEDIOLI, L. As piscinas. O Tempo, 10 out. 2020. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/laura-medioli/as-piscinas-1.2397076. Acesso em: 23 out. 2020).
Segundo o texto:
TERRA PODE ESTAR NO "CAMPO DE VISÃO" DE DIVERSOS EXOPLANETAS, SUGERE ESTUDO Investigando estrelas parecidas com o Sol, uma dupla de cientistas norte-americanos encontrou diversos planetas com linha de visão direta para o nosso planeta
Redação Galileu 23 Out 2020 - 07h00 Atualizado em 23 Out 2020 - 07h00
Alguns planetas que estão fora do Sistema Solar, os chamados exoplanetas, têm uma linha de visão direta para observar a Terra, propõe uma dupla de pesquisadores dos Estados Unidos: Lisa Kaltenegger, da Universidade Cornell, e Joshua Pepper, da Universidade Lehigh. A descoberta é a conclusão de uma pesquisa que identificou 1.004 estrelas semelhantes ao Sol que podem conter exoplanetas como o nosso em suas zonas habitáveis. O estudo, publicado na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society: Letters, explica que todos os astros estão a cerca de 300 anos-luz da Terra e que devem ser capazes de detectar vestígios químicos de vida por aqui. "Vamos reverter o ponto de vista para o de outras estrelas e perguntar de que ponto de vista outros observadores poderiam visualizar a Terra como um planeta transitando”, disse Kaltenegger, em comunicado. "Se os observadores estivessem procurando, eles seriam capazes de ver sinais de uma biosfera na atmosfera do nosso Pálido Ponto Azul." Mas quais sistemas estelares podem, de fato, nos encontrar? A chave para essa questão é a eclíptica da Terra, isto é, o plano em que nosso planeta orbita o Sol. A eclíptica é onde os exoplanetas com vista para cá estariam localizados, pois viabilizariam a observação da Terra. “Se encontrarmos um planeta com uma biosfera vibrante, ficaríamos curiosos para saber se alguém está ou não olhando para nós também”, afirmou Kaltenegger. “Se estamos procurando por vida inteligente no Universo, podem nos encontrar e podem querer entrar em contato. Acabamos de criar o mapa estelar de onde devemos observar primeiro.”
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/10/terra-pode-estar-no-campo-de-visao-de-diversos-exoplanetas-sugereestudo.html. Acesso em: 30 out. 2020.
Segundo a notícia apresentada, é possível de se afirmar, EXCETO:
“O Prof. Dumbledore mandou todos os alunos da Grifinória voltarem ao Salão Principal, onde foram se reunir a eles, dez minutos depois, os alunos da Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina, todos parecendo extremamente atordoados. – Os professores e eu precisamos fazer uma busca meticulosa no castelo – disse o diretor aos alunos quando os professores McConagall e Flitwick fecharam as portas do salão que davam para o saguão. – Receio que, para sua própria segurança, vocês terão que passar a noite aqui. Quero que os monitores montem guarda nas saídas para o saguão e vou encarregar o monitor e a monitora-chefes de cuidarem disso. Eles devem me informar imediatamente qualquer perturbação que haja – acrescentou Dumbledore dirigindo-se a Percy, que assumiu um olhar de enorme orgulho e importância. – Mande um dos fantasmas me avisar.”
(ROWLING, J. K. Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. p. 135.)
Dentre as opções a seguir, assinale aquela que apresenta uma palavra que pode substituir o vocábulo em destaque no texto sem prejuízo de sentido ao contexto da narrativa.
Leia o texto com atenção o texto a seguir e responda.
Vertente
Tanta gente esperando o resultado. Sentia-se bem ali, entre tantos. Foi até o rio. Enquanto não ouvisse o megafone com a novidade, poderia ficar junto com os mais calmos, pés na orla. "Tanta gente", ouvia todos repetindo, menos ele, que preferia pensar baixinho, seguindo como se sentisse umas cócegas no pensamento, embora só aceitasse essa surdina cálida no meio de outras vozes, como ali. Quando anunciaram o nome, engoliu o merecimento. Aproximou-se então – devagar. Sempre cultivara a convicção de que seria o escolhido por uma razão que justamente agora começava a lhe fugir. Via que não era mais o mesmo que aprendera a reconhecer. Sentiu a virilha molhada. Notou que toda a sua massa se diluía pelos poros. O corpo, ah, se desdobrava em córrego...
(NOLL, J. G. Mínimos, Múltiplos, Comuns. São Paulo: Francis, 2003.)
Conforme se apresentam suas características, pode-se dizer que esse texto é predominantemente:
A ideia de nós, os humanos, nos descolarmos da terra, vivendo numa abstração civilizatória, é absurda. Ela suprime a diversidade, nega a pluralidade das formas de vida, de existência e de hábitos. Oferece o mesmo cardápio, o mesmo figurino e, se possível, a mesma língua para todo mundo.
Para a Unesco, 2019 foi o ano internacional das línguas indígenas. Todos nós sabemos que a cada ano ou a cada semestre uma dessas línguas maternas, um desses idiomas originais de pequenos grupos que estão na periferia da humanidade, é deletada. Sobram algumas, de preferência aquelas que interessam às corporações para administrar a coisa toda, o desenvolvimento sustentável.
O que é feito de nossos rios, nossas florestas, nossas paisagens? Nós ficamos tão perturbados com o desarranjo regional que vivemos, ficamos tão fora do sério com a falta de perspectiva política que não conseguimos nos erguer e respirar, ver o que importa mesmo para as pessoas, os coletivos e as comunidades nas suas ecologias. Para citar o Boaventura de Sousa Santos, a ecologia dos saberes deveria também integrar nossa experiência cotidiana, inspirar nossas escolhas sobre o lugar em que queremos viver, nossa experiência como comunidade. Precisamos ser críticos a essa ideia plasmada de humanidade homogênea na qual há muito tempo o consumo tomou o lugar daquilo que antes era cidadania.
Ailton Krenak
(Extraído e adaptado de Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2019)
A palavra “brincadeira”, refere-se a:
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)