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Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 93.559 questões

Q2411132 Português

Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.


Uma borboleta bate asas na China...

_

...e a situação fica como a teoria do caos gosta: imprevisível

_

Estaria um inimigo invisível e incontrolável perto de retirar o “mandato do céu” de Xi Jinping? Nas entranhas da web, apesar de todos os mecanismos de censura, isso já não é um tabu. O mandato celestial é o milenar conjunto de crenças e tradições filosóficas que sustentava a legitimidade do imperador. Tipo uma pesquisa de opinião: o governante justo podia perder a proteção divina se pisasse na bola. E lá se ia junto o trono do dragão.

O efeito coronavírus, como o bater das asas da borboleta que provoca um tufão do outro lado do mundo, segundo a teoria do caos, está derrubando muitas ideias preconcebidas. Uma das mais arraigadas é que o infinito mar humano da maior população mundial aceita passivamente tudo o que emana de uma liderança que parece inabalável, contanto que o contrato social de melhoria coletiva do padrão de vida seja mantido. Para a eventualidade de não aceitar, a “ditadura perfeita” tem o maior arsenal de controle social de todos os tempos. Inteligência artificial, reconhecimento facial, comando total sobre os megadados. Nos casos específicos, os drones que sobrevoam casas de confinados pela epidemia e avisam que não podem sair, precisam usar máscaras e respeitar as regras. Falhando tudo isso, aparecem policiais que dão umas varadas nos recalcitrantes.

As cenas que rodam a internet são extraordinariamente parecidas, exceto pelos recursos da alta tecnologia, com as da Campanha contra as Quatro Pragas. O imperador era Mao Tsé-tung, a China de 1958 era um desastre de saúde pública e os objetivos eram elevados: eliminar as pragas que espalhavam doenças infecciosas ou comiam os grãos de arroz que mal davam para encher uma pequena tigela, alimentação-padrão da grande maioria na época. O resultado foi orgulhosamente contabilizado: eliminaram-se 1 bilhão de pardais, 1,5 bilhão de ratos, 100 milhões de quilos de moscas e 11 milhões de quilos de pernilongos. Os pardais morriam por exaustão, obrigados a voar, sem parar, por massas incansáveis que batiam panelas e agitavam varas de bambu. Deu em desastre. Outros insetos proliferaram, sem seus predadores naturais. Combinada com o Grande Salto Adiante, o tosco e alucinante plano de coletivização e industrialização do campo, a Campanha contra as Quatro Pragas provocou fome em escala inimaginável. Agricultores eram obrigados, sob tortura, a trabalhar até a morte. Se demorassem, eram enterrados vivos.

A China de hoje é paradisiaca comparada a esse passado nem tão distante. Xi Jinping comanda a arrancada para o posto de superpotência dominante e faz tudo para parecer um “bom imperador”. A demora em reconhecer a gravidade da epidemia já está sendo punida no nível regional. Ele tem a situação sob controle, talvez sua palavra predileta? Impossível responder. A peste negra, que consumiu um terço da população da Europa no século XIV, começou na China, onde são endêmicos os ratos e outros roedores portadores da pulga que transmite a bactéria Yersinia pestis. A epidemia pode ter devorado quase metade da população de 120 milhões de chineses da época, precipitando a queda da dinastia Yuan, fruto do domínio mongol na China. Uma bactéria que derruba impérios é uma metáfora perfeita para a teoria do caos. Quem melhor do que Xi Jinping, o imperador que aposta tudo na estabilidade, para saber disso?

_

(GRYZINSKI, Vilma. Revista Veja. 19.02.2020. p.75)

Sobre o primeiro parágrafo do texto, é inadequado afirmar:

Alternativas
Q2411005 Português

Os vícios de linguagem são desvios da norma-padrão da língua portuguesa que provocam problemas ou ruídos no processo comunicativo. Leia as orações abaixo e assinale a alternativa CORRETA:


I.Os filmes do Tarantino são muito trash, apesar de vintage. As pessoas fingem que gostam porque é cool.

II.Zilma ouve somente música gospel.

III.Eu acabei de chegar na sua casa.

IV.Walter ordenou que as crianças entrassem para dentro de casa.

Alternativas
Q2411003 Português

O trecho a seguir da música "Cidade Maravilhosa" de André Filho, faz uso de uma figura de linguagem presente na língua portuguesa. Assinale a alternativa CORRETA:


Cidade maravilhosa

Cheia de encantos mil

Cidade maravilhosa

Coração do meu Brasil


<https://musicabrasilis.org.br/compositores/andre-filho >Acesso em 24.10.2021.

Alternativas
Q2410549 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 14.


VERDADES


Certa vez, um sultão de coração frio, sonhou que havia perdido todos os dentes.

Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

"Que desgraça senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa!"

Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.

Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.

O outro sábio chegou e disse:

"Senhor, uma grande felicidade vos está reservada: o sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes"!

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega! No entanto, ele levou as chicotadas, e você, moedas de ouro!"

Respondeu, então, o sábio:

"Lembre-se sempre, amigo, de que tudo depende da maneira de dizer as coisas".

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.

Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, pois as palavras têm força, têm poder.

Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!


http://www.linguagemdireta.com.br/verdades/ - Adaptado

No texto, aparecem os vocábulos "paz" e "guerra", que, sendo antônimos, contribuem para o desfecho paradoxal expresso no período "Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra."


Quanto às relações semânticas dos pares de palavras abaixo, qual das alternativas apresenta um ERRO?

Alternativas
Q2410546 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 14.


VERDADES


Certa vez, um sultão de coração frio, sonhou que havia perdido todos os dentes.

Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

"Que desgraça senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa!"

Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.

Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.

O outro sábio chegou e disse:

"Senhor, uma grande felicidade vos está reservada: o sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes"!

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega! No entanto, ele levou as chicotadas, e você, moedas de ouro!"

Respondeu, então, o sábio:

"Lembre-se sempre, amigo, de que tudo depende da maneira de dizer as coisas".

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.

Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, pois as palavras têm força, têm poder.

Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!


http://www.linguagemdireta.com.br/verdades/ - Adaptado

No trecho "A FISIONOMIA DO SULTÃO se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio", o sintagma nominal em destaque, no contexto em que está empregado, mantendo o mesmo sentido, só NÃO pode ser substituído por:

Alternativas
Q2410544 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 14.


VERDADES


Certa vez, um sultão de coração frio, sonhou que havia perdido todos os dentes.

Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

"Que desgraça senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa!"

Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.

Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.

O outro sábio chegou e disse:

"Senhor, uma grande felicidade vos está reservada: o sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes"!

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega! No entanto, ele levou as chicotadas, e você, moedas de ouro!"

Respondeu, então, o sábio:

"Lembre-se sempre, amigo, de que tudo depende da maneira de dizer as coisas".

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.

Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, pois as palavras têm força, têm poder.

Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!


http://www.linguagemdireta.com.br/verdades/ - Adaptado

O termo destacado que está empregado em seu sentido figurado, conotativo, ocorre em:

Alternativas
Q2410541 Português

TEXTO 01


O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 14.


VERDADES


Certa vez, um sultão de coração frio, sonhou que havia perdido todos os dentes.

Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

"Que desgraça senhor!", exclamou o sábio. "Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"

"Mas que insolente!", gritou o sultão. "Como se atreve a dizer tal coisa!"

Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.

Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.

O outro sábio chegou e disse:

"Senhor, uma grande felicidade vos está reservada: o sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes"!

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega! No entanto, ele levou as chicotadas, e você, moedas de ouro!"

Respondeu, então, o sábio:

"Lembre-se sempre, amigo, de que tudo depende da maneira de dizer as coisas".

Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.

Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, pois as palavras têm força, têm poder.

Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra.

A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.

Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!


http://www.linguagemdireta.com.br/verdades/ - Adaptado

Tipo textual é um conceito que se refere às estruturas linguísticas dos textos, ou seja, define a predominância de expressões e estruturas sintáticas presentes, os elementos que caracterizam e permanecem em cada tipo, além de indicar o objetivo comunicativo de cada um.


Nesse sentido, o texto é predominantemente:

Alternativas
Q2410503 Português

Entendemos o ato não apenas inócuo, mas também deletério.



Entendemos da frase acima, que o ato foi:

Alternativas
Q2410502 Português

Analise a tirinha a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



Na tirinha, o menino Calvin utiliza no último quadrinho uma figura de linguagem. Qual é ela?

Alternativas
Q2410499 Português

Leia a canção a seguir:


O Bem do Mar


O pescador tem dois amor

Um bem na terra, um bem no mar

O pescador tem dois amor

Um bem na terra, um bem no mar


O bem de terra é aquela que fica

Na beira da praia quando a gente sai

O bem de terra é aquela que chora

Mas faz que não chora quando a gente sai

O bem do mar é o mar, é o mar

Que carrega com a gente, pra gente pescar

O bem do mar é o mar, é o mar

Que carrega com a gente, pra gente pescar


(Letra de canção extraída de https://www.youtube.com/watch?v=4FxU8IqwfKs)



As duas próximas questões (12 e 13) tem por base a canção de dorival caymmy, acima:

Podemos afirmar que a canção acima é:

Alternativas
Q2410376 Português

Analise o título da reportagem a seguir:


(Reportagem)


Empreendedorismo: saiba como e porquê investir no mercado de Certificação Digital


(Fonte adaptada: https://cryptoid.com.br> Acesso em 08 de setembro de 2021)

Sobre a palavra “porquê” empregada acima, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2409941 Português

Podemos afirmar sobre a charge abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


FONTE IMAGEM: Folha de S. Paulo.

Alternativas
Q2409878 Português

Com base na significação das palavras, entende-se por “transacionado” algo que:

Alternativas
Q2255433 Português
O texto a seguir é referência para a questão:

Além do abrigo

        O melhor lugar para a criança, por óbvio, é em uma família , na qual receba cuidados, afeto e estímulos. Assim o indica, inclusive, a Constituição, ao afirmar o direito à convivência familiar e comunitária.
        Há muito a ciência comprova que os menores precisam de mais do que simplesmente ter suas necessidades básicas, como alimentação e higiene, atendidas.
        A falta de vínculo pessoal, brincadeiras e conversas têm impacto no desenvolvimento do cérebro infantil, podendo gerar atrasos cognitivos e emocionais permanentes.
       Quando, por alguma razão, crianças são separadas da família biológica, a evidência científica aponta que a melhor opção é que sejam acolhidas por outras famílias temporariamente - e não que fiquem em abrigos, como acontece com 96% dos mais de 35 mil menores brasileiros sob tutela do Estado.
        Além da Constituição, outra lei nacional estabelece que encaminhar as crianças a núcleos familiares se mostra preferível: o Estatuto da Criança e do Adolescente, desde uma alteração feita em 2009.
        No entanto, o Brasil ainda não criou um sistema para que essas famílias acolhedoras estejam prontas - treinadas e certificadas - a receber os meninos e meninas que delas necessitem, como acontece em países como EUA, Espanha, Austrália, Reino Unido e Irlanda.
        Há sinais de que o tema começa a gerar interesse e de que integrantes do sistema judicial responsável pelas crianças passaram a ver os lares como uma opção mais vantajosa que os abrigos.
        Na cidade de São Paulo, a prefeitura recentemente assinou convênios com três organizações que recrutam e preparam famílias para realizar o acolhimento. Os municípios de Cascavel (PR) e Campinas (SP) já são considerados referências nesse tipo de trabalho.
        São bons sinais, mas cumpre fazer muito mais para tirar as crianças dos estabelecimentos impessoais. É evidente que os lares temporários não constituem solução para tudo : problemas como maus-tratos podem acontecer também neles, daí a necessidade de avaliação e supervisão constantes.
        O objetivo deve ser reunir o menor com sua família biológica ou, na impossibilidade de que isso ocorra, que haja adoção definitiva.

Disponível em <htfps:l/www1 .folha.uol.com. brlopiniao/2020/02/alem-<ioabrigo.shtml>. Acesso em 26 fev. 2020. 
"Assim o indica, inclusive, a Constituição, ao afirmar o direito à convivência familiar e comunitária" (1°§). O elemento de coesão destacado tem valor:
Alternativas
Q2255432 Português
O texto a seguir é referência para a questão:

Além do abrigo

        O melhor lugar para a criança, por óbvio, é em uma família , na qual receba cuidados, afeto e estímulos. Assim o indica, inclusive, a Constituição, ao afirmar o direito à convivência familiar e comunitária.
        Há muito a ciência comprova que os menores precisam de mais do que simplesmente ter suas necessidades básicas, como alimentação e higiene, atendidas.
        A falta de vínculo pessoal, brincadeiras e conversas têm impacto no desenvolvimento do cérebro infantil, podendo gerar atrasos cognitivos e emocionais permanentes.
       Quando, por alguma razão, crianças são separadas da família biológica, a evidência científica aponta que a melhor opção é que sejam acolhidas por outras famílias temporariamente - e não que fiquem em abrigos, como acontece com 96% dos mais de 35 mil menores brasileiros sob tutela do Estado.
        Além da Constituição, outra lei nacional estabelece que encaminhar as crianças a núcleos familiares se mostra preferível: o Estatuto da Criança e do Adolescente, desde uma alteração feita em 2009.
        No entanto, o Brasil ainda não criou um sistema para que essas famílias acolhedoras estejam prontas - treinadas e certificadas - a receber os meninos e meninas que delas necessitem, como acontece em países como EUA, Espanha, Austrália, Reino Unido e Irlanda.
        Há sinais de que o tema começa a gerar interesse e de que integrantes do sistema judicial responsável pelas crianças passaram a ver os lares como uma opção mais vantajosa que os abrigos.
        Na cidade de São Paulo, a prefeitura recentemente assinou convênios com três organizações que recrutam e preparam famílias para realizar o acolhimento. Os municípios de Cascavel (PR) e Campinas (SP) já são considerados referências nesse tipo de trabalho.
        São bons sinais, mas cumpre fazer muito mais para tirar as crianças dos estabelecimentos impessoais. É evidente que os lares temporários não constituem solução para tudo : problemas como maus-tratos podem acontecer também neles, daí a necessidade de avaliação e supervisão constantes.
        O objetivo deve ser reunir o menor com sua família biológica ou, na impossibilidade de que isso ocorra, que haja adoção definitiva.

Disponível em <htfps:l/www1 .folha.uol.com. brlopiniao/2020/02/alem-<ioabrigo.shtml>. Acesso em 26 fev. 2020. 
É CORRETO afirmar que o texto se organiza:
Alternativas
Q2243296 Português

Leia a tira para responder à questão.

Imagem associada para resolução da questão

(André Dahmer. Quadrinhos dos anos 10. São Paulo:

Quadrinhos na Cia., 2016)


No contexto da tira, sobressai0se a ideia de que

Alternativas
Q2243219 Português
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem denominada de anacoluto:
Alternativas
Q2243216 Português

Leia o poema “A Bailarina”, de João Cabral de Melo Neto:


Imagem associada para resolução da questão


Sobre o poema, fazem-se as seguintes afirmativas:


I. Nos versos 2 e 12, os termos “borracha” e “pássaro” significam, respectivamente, o material de que a bailarina é feita e a sua capacidade de dançar.


II. Sua função da linguagem é a poética e, por isso, se realiza com bastantes conotações.


III. Uma leitura possível para o termo “bailarina” é que ela representa a própria poesia.


IV. Na última estrofe (versos 13 a 16), o poeta expressa a sua incapacidade de se expressar em linguagem poética.


V. O poeta descreve um sonho que teve, deixando-o incapaz de dormir mesmo depois de três horas acordado.


Assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q2243212 Português
Leia o texto a seguir, constante (e adaptado) do livro A Ilha do conhecimento, de Marcelo Gleiser (Rio de Janeiro: Record, 2019, p. 165-166). Após a leitura, responda a questão, elaborada a partir do que se contém no texto.

         Quando se trata de ideias estranhas, físicos devem ser bem céticos. Quantas ideias já não foram propostas e aceitas pela maioria da comunidade antes de serem sumariamente rejeitadas pelo acúmulo de evidências? O éter eletromagnético, o flogisto, o calórico, o planeta Vulcan, proposto pelo astrônomo francês Urbain Le Verrier para explicar anomalias na órbita de Mercúrio... a lista é longa. Podemos culpar essa proliferação aos excessos da imaginação humana, inflada pelo apego insistente a uma ideia. Mas como poderia ser diferente? Afinal, se você não acreditar em sua ideia, outros acreditarão menos ainda. É melhor ter alguma explicação, mesmo que errada, do que nenhuma. Contanto que seja testável.
        Queremos saber, precisamos saber, e fazemos o possível para construir um argumento aparentemente racional que explique um fenômeno novo. Justificamos a nova hipótese com argumentos plausíveis a fim de convencer nossos colegas. Essa atitude é essencial para o avanço do conhecimento: explicações erradas nos aproximam daquelas certas. Se você não lida bem com o fracasso, é melhor evitar a carreira científica. A ilha do conhecimento não cresce de forma previsível, linear. Às vezes, é forçada a recuar, expondo lacunas no conhecimento que acreditávamos ter preenchido. Mesmo que a imaginação seja uma ferramenta essencial desse processo de invenção e descoberta, não pode trabalhar sozinha: toda hipótese científica precisa ser testável. Se vinte físicos teóricos fossem trancados em uma sala, sem acesso a observações, e ordenados a inventar o universo, chegariam a um muito diferente do nosso.
        O multiverso é uma ameaça séria a esse método operacional de propor hipóteses e testá-las através de observações. Se outros universos existem além do nosso horizonte cósmico, não poderemos jamais receber um sinal deles ou lhes enviar um sinal. Se existem, são completamente inacessíveis aos nossos instrumentos. Nunca poderemos vê-los e muito menos visitá-los. Se seres inteligentes vivem em um universo paralelo ao nosso, também não poderão nos visitar. Portanto, em um senso restrito, a existência do multiverso não pode ser diretamente confirmada.
        Por outro lado, poucos físicos modernos defenderiam a velha posição positivista, expressa dramaticamente pelo físico e filósofo austríaco Ernst Mach, em 1900, quando afirmou que átomos não existem, pois não podem ser vistos. Existem modos de auferirmos a existência de algo, mesmo se não podemos vê-lo, tocálo ou ouvi-lo. Astrofísicos fazem isso quando usam o movimento de estrelas ao redor de um “ponto” no espaço para deduzir a existência de um buraco negro gigantesco no centro de nossa galáxia. Da mesma forma, ninguém “vê” um elétron – apenas os traços que elétrons deixam em vários tipos de detectores e aparelhos.
Sobre o texto em sua totalidade e sobre aspectos linguísticos nele existentes, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2243211 Português
Leia o texto a seguir, constante (e adaptado) do livro A Ilha do conhecimento, de Marcelo Gleiser (Rio de Janeiro: Record, 2019, p. 165-166). Após a leitura, responda a questão, elaborada a partir do que se contém no texto.

         Quando se trata de ideias estranhas, físicos devem ser bem céticos. Quantas ideias já não foram propostas e aceitas pela maioria da comunidade antes de serem sumariamente rejeitadas pelo acúmulo de evidências? O éter eletromagnético, o flogisto, o calórico, o planeta Vulcan, proposto pelo astrônomo francês Urbain Le Verrier para explicar anomalias na órbita de Mercúrio... a lista é longa. Podemos culpar essa proliferação aos excessos da imaginação humana, inflada pelo apego insistente a uma ideia. Mas como poderia ser diferente? Afinal, se você não acreditar em sua ideia, outros acreditarão menos ainda. É melhor ter alguma explicação, mesmo que errada, do que nenhuma. Contanto que seja testável.
        Queremos saber, precisamos saber, e fazemos o possível para construir um argumento aparentemente racional que explique um fenômeno novo. Justificamos a nova hipótese com argumentos plausíveis a fim de convencer nossos colegas. Essa atitude é essencial para o avanço do conhecimento: explicações erradas nos aproximam daquelas certas. Se você não lida bem com o fracasso, é melhor evitar a carreira científica. A ilha do conhecimento não cresce de forma previsível, linear. Às vezes, é forçada a recuar, expondo lacunas no conhecimento que acreditávamos ter preenchido. Mesmo que a imaginação seja uma ferramenta essencial desse processo de invenção e descoberta, não pode trabalhar sozinha: toda hipótese científica precisa ser testável. Se vinte físicos teóricos fossem trancados em uma sala, sem acesso a observações, e ordenados a inventar o universo, chegariam a um muito diferente do nosso.
        O multiverso é uma ameaça séria a esse método operacional de propor hipóteses e testá-las através de observações. Se outros universos existem além do nosso horizonte cósmico, não poderemos jamais receber um sinal deles ou lhes enviar um sinal. Se existem, são completamente inacessíveis aos nossos instrumentos. Nunca poderemos vê-los e muito menos visitá-los. Se seres inteligentes vivem em um universo paralelo ao nosso, também não poderão nos visitar. Portanto, em um senso restrito, a existência do multiverso não pode ser diretamente confirmada.
        Por outro lado, poucos físicos modernos defenderiam a velha posição positivista, expressa dramaticamente pelo físico e filósofo austríaco Ernst Mach, em 1900, quando afirmou que átomos não existem, pois não podem ser vistos. Existem modos de auferirmos a existência de algo, mesmo se não podemos vê-lo, tocálo ou ouvi-lo. Astrofísicos fazem isso quando usam o movimento de estrelas ao redor de um “ponto” no espaço para deduzir a existência de um buraco negro gigantesco no centro de nossa galáxia. Da mesma forma, ninguém “vê” um elétron – apenas os traços que elétrons deixam em vários tipos de detectores e aparelhos.
No texto existem, de modo expresso ou implícito, as seguintes ideias:
I. A possibilidade da existência do multiverso (universos paralelos) pode vir a comprometer o método experimental usado pela ciência.
II. O desenvolvimento científico não cresce de modo contínuo e regular; pelo contrário, sofre recuos, devido a testes de comprovação das hipóteses.
III. A existência de cientistas vaidosos, com a pretensão evidente de sobressair, tem afetado o desenvolvimento das pesquisas científicas.
IV. No último parágrafo, o autor acena com a possibilidade de que um dia possamos ter certeza da existência de universos paralelos ao nosso.
V. A ciência, ao longo de seu desenvolvimento, tem cometido mais erros do que acertos, apesar de ser prestigiada.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Respostas
43321: C
43322: D
43323: D
43324: B
43325: A
43326: B
43327: B
43328: C
43329: B
43330: B
43331: B
43332: B
43333: B
43334: D
43335: A
43336: E
43337: C
43338: D
43339: D
43340: A