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Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 93.575 questões

Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Analista Legislativo |
Q1941292 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

    O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
    O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
    O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares. 
   Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:

•  A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. (1º parágrafo)
•  O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. (2º parágrafo)

No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Analista Legislativo |
Q1941291 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

    O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
    O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
    O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares. 
   Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
No texto, identifica-se expressão em sentido figurado com objetivo de intensificar uma informação no seguinte trecho:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Analista Legislativo |
Q1941290 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

    O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
    O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
    O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares. 
   Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
A frase final do texto – De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano. – permite concluir corretamente que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: AL-SP Prova: VUNESP - 2022 - AL-SP - Analista Legislativo |
Q1941289 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

    O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
    O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
    O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares. 
   Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
As informações do texto deixam evidente que o atual cenário econômico
Alternativas
Q1941261 Português
Leia o texto para responder a questão.

As cidades onde cresce mais o emprego
Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, têm se saído melhor na abertura de vagas de trabalho 


 O crescimento do emprego formal no País no ano passado apresentou uma particularidade. Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, se saíram melhor, em termos porcentuais, do que a maioria das grandes capitais.
   Levando-se em conta as cidades com mais de 200 mil habitantes, as campeãs em criação de vagas (diferença entre contratações e demissões) foram Osasco (SP), com alta de 16% em relação a 2020 e saldo de 24 mil empregos, e Novo Hamburgo (RS), com alta de 12% e saldo de 7,74 mil postos.
    O total de vagas no Brasil registrou crescimento de 7% no ano passado, com a geração de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada.
   As duas líderes tiveram os desempenhos puxados pelo segmento de tecnologia, que deslanchou durante a pandemia com as vendas online, serviços de entrega, call centers e infraestrutura para o home office.
    Dos 20 municípios com maior crescimento listados pelo Caged, cadastro de empregos do Ministério do Trabalho, só quatro são capitais. A mais bem colocada foi Palmas (TO), na 14.ª posição. "Esse movimento mostra que o País continua em trajetória de desconcentração de atividade econômica e de geração de mão de obra", afirma Hélio Zylberstajn, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP). “Isso é bom porque está distribuindo mais o espaço econômico.”
    "Em números absolutos, São Paulo segue no topo, com 336,8 mil vagas abertas, 8,12% a mais do que em 2020, seguido de outras oito capitais: Rio de Janeiro, com crescimento de 4,88%, Belo Horizonte (6,47%), Brasília (7,15%), Curitiba (6,06%), Fortaleza (5,94%), Goiânia (8,01%), Manaus (8,69%) e Salvador (5,69%).”

Incentivos e agilidade são a receita de municípios que mais criaram vagas
  A pandemia e seus impactos orientaram, de certa forma, a abertura de postos de trabalho em 2021. Cidades com elevado índice de empresas de tecnologia e com fabricantes de itens cuja importação ficou mais difícil se saíram relativamente melhores.
   O salto das vendas online, dos serviços de entrega e de call centers para dar suporte a esses serviços ajudou Osasco (SP) a ser a cidade que mais cresceu na geração de empregos (ver quadro). Em 2021, a cidade registrou saldo recorde de 24 mil empregos, informa Gerson Pessoa, secretário de Tecnologia e Desenvolvimento. O resultado é creditado à chegada de grandes grupos de tecnologia que hoje empregam 42 mil pessoas (leia mais na pág. B3).
   Conhecida até poucos anos como capital nacional do calçado, Novo Hamburgo (RS) diversificou suas atividades e hoje tem como maior empregador a SX negócios. A central de atendimento remoto do Santander chegou na segunda metade de 2020 e emprega 4,8 mil pessoas. A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, diz que a cidade vem adotando diversas ações para atrair empresas, como a instalação de um Centro de Inovação Tecnológica. Outra medida é a desburocratização para empreender. "Para abrir uma empresa em 2016 levavam-se 480 dias; hoje, com o desenvolvimento de um software, se faz em três horas", diz.
  O Centro vai atuar, por exemplo, na formação de mão de obras para empresas de tecnologia e também calçadistas que mantêm na cidade seus centros de desenvolvimento. A maior fabricante do ramo, a Beira Rio, contratou 500 funcionários em 2021. O grupo tem uma fábrica na cidade e outras nove no Estado. "Em março vamos inaugurar a 11.ª, em Candelária", informa o presidente da companhia, Roberto Argenta.
  "Precisamos ampliar (a produção) para atender tanto ao mercado interno quanto ao externo, que estão exigindo produtos mais elaborados, com mais detalhes e sobreposição de peças, e esses produtos exigem mais mão de obra. "A nova filial terá 50 trabalhadores diretos, número que deve aumentar para 180 no primeiro ano, além de 1,5 mil terceirizados para costura e montagem dos calçados.
   [...] 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2022/02/epocanegocios-as-cidades-onde-cresce-mais-o-emprego.html
Com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q1941260 Português
Leia o texto para responder a questão.

As cidades onde cresce mais o emprego
Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, têm se saído melhor na abertura de vagas de trabalho 


 O crescimento do emprego formal no País no ano passado apresentou uma particularidade. Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, se saíram melhor, em termos porcentuais, do que a maioria das grandes capitais.
   Levando-se em conta as cidades com mais de 200 mil habitantes, as campeãs em criação de vagas (diferença entre contratações e demissões) foram Osasco (SP), com alta de 16% em relação a 2020 e saldo de 24 mil empregos, e Novo Hamburgo (RS), com alta de 12% e saldo de 7,74 mil postos.
    O total de vagas no Brasil registrou crescimento de 7% no ano passado, com a geração de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada.
   As duas líderes tiveram os desempenhos puxados pelo segmento de tecnologia, que deslanchou durante a pandemia com as vendas online, serviços de entrega, call centers e infraestrutura para o home office.
    Dos 20 municípios com maior crescimento listados pelo Caged, cadastro de empregos do Ministério do Trabalho, só quatro são capitais. A mais bem colocada foi Palmas (TO), na 14.ª posição. "Esse movimento mostra que o País continua em trajetória de desconcentração de atividade econômica e de geração de mão de obra", afirma Hélio Zylberstajn, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP). “Isso é bom porque está distribuindo mais o espaço econômico.”
    "Em números absolutos, São Paulo segue no topo, com 336,8 mil vagas abertas, 8,12% a mais do que em 2020, seguido de outras oito capitais: Rio de Janeiro, com crescimento de 4,88%, Belo Horizonte (6,47%), Brasília (7,15%), Curitiba (6,06%), Fortaleza (5,94%), Goiânia (8,01%), Manaus (8,69%) e Salvador (5,69%).”

Incentivos e agilidade são a receita de municípios que mais criaram vagas
  A pandemia e seus impactos orientaram, de certa forma, a abertura de postos de trabalho em 2021. Cidades com elevado índice de empresas de tecnologia e com fabricantes de itens cuja importação ficou mais difícil se saíram relativamente melhores.
   O salto das vendas online, dos serviços de entrega e de call centers para dar suporte a esses serviços ajudou Osasco (SP) a ser a cidade que mais cresceu na geração de empregos (ver quadro). Em 2021, a cidade registrou saldo recorde de 24 mil empregos, informa Gerson Pessoa, secretário de Tecnologia e Desenvolvimento. O resultado é creditado à chegada de grandes grupos de tecnologia que hoje empregam 42 mil pessoas (leia mais na pág. B3).
   Conhecida até poucos anos como capital nacional do calçado, Novo Hamburgo (RS) diversificou suas atividades e hoje tem como maior empregador a SX negócios. A central de atendimento remoto do Santander chegou na segunda metade de 2020 e emprega 4,8 mil pessoas. A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, diz que a cidade vem adotando diversas ações para atrair empresas, como a instalação de um Centro de Inovação Tecnológica. Outra medida é a desburocratização para empreender. "Para abrir uma empresa em 2016 levavam-se 480 dias; hoje, com o desenvolvimento de um software, se faz em três horas", diz.
  O Centro vai atuar, por exemplo, na formação de mão de obras para empresas de tecnologia e também calçadistas que mantêm na cidade seus centros de desenvolvimento. A maior fabricante do ramo, a Beira Rio, contratou 500 funcionários em 2021. O grupo tem uma fábrica na cidade e outras nove no Estado. "Em março vamos inaugurar a 11.ª, em Candelária", informa o presidente da companhia, Roberto Argenta.
  "Precisamos ampliar (a produção) para atender tanto ao mercado interno quanto ao externo, que estão exigindo produtos mais elaborados, com mais detalhes e sobreposição de peças, e esses produtos exigem mais mão de obra. "A nova filial terá 50 trabalhadores diretos, número que deve aumentar para 180 no primeiro ano, além de 1,5 mil terceirizados para costura e montagem dos calçados.
   [...] 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2022/02/epocanegocios-as-cidades-onde-cresce-mais-o-emprego.html
A fabricante Beira Rio também é mencionada no texto como
Alternativas
Q1941259 Português
Leia o texto para responder a questão.

As cidades onde cresce mais o emprego
Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, têm se saído melhor na abertura de vagas de trabalho 


 O crescimento do emprego formal no País no ano passado apresentou uma particularidade. Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, se saíram melhor, em termos porcentuais, do que a maioria das grandes capitais.
   Levando-se em conta as cidades com mais de 200 mil habitantes, as campeãs em criação de vagas (diferença entre contratações e demissões) foram Osasco (SP), com alta de 16% em relação a 2020 e saldo de 24 mil empregos, e Novo Hamburgo (RS), com alta de 12% e saldo de 7,74 mil postos.
    O total de vagas no Brasil registrou crescimento de 7% no ano passado, com a geração de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada.
   As duas líderes tiveram os desempenhos puxados pelo segmento de tecnologia, que deslanchou durante a pandemia com as vendas online, serviços de entrega, call centers e infraestrutura para o home office.
    Dos 20 municípios com maior crescimento listados pelo Caged, cadastro de empregos do Ministério do Trabalho, só quatro são capitais. A mais bem colocada foi Palmas (TO), na 14.ª posição. "Esse movimento mostra que o País continua em trajetória de desconcentração de atividade econômica e de geração de mão de obra", afirma Hélio Zylberstajn, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP). “Isso é bom porque está distribuindo mais o espaço econômico.”
    "Em números absolutos, São Paulo segue no topo, com 336,8 mil vagas abertas, 8,12% a mais do que em 2020, seguido de outras oito capitais: Rio de Janeiro, com crescimento de 4,88%, Belo Horizonte (6,47%), Brasília (7,15%), Curitiba (6,06%), Fortaleza (5,94%), Goiânia (8,01%), Manaus (8,69%) e Salvador (5,69%).”

Incentivos e agilidade são a receita de municípios que mais criaram vagas
  A pandemia e seus impactos orientaram, de certa forma, a abertura de postos de trabalho em 2021. Cidades com elevado índice de empresas de tecnologia e com fabricantes de itens cuja importação ficou mais difícil se saíram relativamente melhores.
   O salto das vendas online, dos serviços de entrega e de call centers para dar suporte a esses serviços ajudou Osasco (SP) a ser a cidade que mais cresceu na geração de empregos (ver quadro). Em 2021, a cidade registrou saldo recorde de 24 mil empregos, informa Gerson Pessoa, secretário de Tecnologia e Desenvolvimento. O resultado é creditado à chegada de grandes grupos de tecnologia que hoje empregam 42 mil pessoas (leia mais na pág. B3).
   Conhecida até poucos anos como capital nacional do calçado, Novo Hamburgo (RS) diversificou suas atividades e hoje tem como maior empregador a SX negócios. A central de atendimento remoto do Santander chegou na segunda metade de 2020 e emprega 4,8 mil pessoas. A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, diz que a cidade vem adotando diversas ações para atrair empresas, como a instalação de um Centro de Inovação Tecnológica. Outra medida é a desburocratização para empreender. "Para abrir uma empresa em 2016 levavam-se 480 dias; hoje, com o desenvolvimento de um software, se faz em três horas", diz.
  O Centro vai atuar, por exemplo, na formação de mão de obras para empresas de tecnologia e também calçadistas que mantêm na cidade seus centros de desenvolvimento. A maior fabricante do ramo, a Beira Rio, contratou 500 funcionários em 2021. O grupo tem uma fábrica na cidade e outras nove no Estado. "Em março vamos inaugurar a 11.ª, em Candelária", informa o presidente da companhia, Roberto Argenta.
  "Precisamos ampliar (a produção) para atender tanto ao mercado interno quanto ao externo, que estão exigindo produtos mais elaborados, com mais detalhes e sobreposição de peças, e esses produtos exigem mais mão de obra. "A nova filial terá 50 trabalhadores diretos, número que deve aumentar para 180 no primeiro ano, além de 1,5 mil terceirizados para costura e montagem dos calçados.
   [...] 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2022/02/epocanegocios-as-cidades-onde-cresce-mais-o-emprego.html
Para decidir as cidades de médio porte campeãs, foram levados em conta
Alternativas
Q1941258 Português
Leia o texto para responder a questão.

As cidades onde cresce mais o emprego
Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, têm se saído melhor na abertura de vagas de trabalho 


 O crescimento do emprego formal no País no ano passado apresentou uma particularidade. Cidades de médio porte, que começam a investir na atração de empresas de tecnologia, se saíram melhor, em termos porcentuais, do que a maioria das grandes capitais.
   Levando-se em conta as cidades com mais de 200 mil habitantes, as campeãs em criação de vagas (diferença entre contratações e demissões) foram Osasco (SP), com alta de 16% em relação a 2020 e saldo de 24 mil empregos, e Novo Hamburgo (RS), com alta de 12% e saldo de 7,74 mil postos.
    O total de vagas no Brasil registrou crescimento de 7% no ano passado, com a geração de 2,7 milhões de empregos com carteira assinada.
   As duas líderes tiveram os desempenhos puxados pelo segmento de tecnologia, que deslanchou durante a pandemia com as vendas online, serviços de entrega, call centers e infraestrutura para o home office.
    Dos 20 municípios com maior crescimento listados pelo Caged, cadastro de empregos do Ministério do Trabalho, só quatro são capitais. A mais bem colocada foi Palmas (TO), na 14.ª posição. "Esse movimento mostra que o País continua em trajetória de desconcentração de atividade econômica e de geração de mão de obra", afirma Hélio Zylberstajn, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP). “Isso é bom porque está distribuindo mais o espaço econômico.”
    "Em números absolutos, São Paulo segue no topo, com 336,8 mil vagas abertas, 8,12% a mais do que em 2020, seguido de outras oito capitais: Rio de Janeiro, com crescimento de 4,88%, Belo Horizonte (6,47%), Brasília (7,15%), Curitiba (6,06%), Fortaleza (5,94%), Goiânia (8,01%), Manaus (8,69%) e Salvador (5,69%).”

Incentivos e agilidade são a receita de municípios que mais criaram vagas
  A pandemia e seus impactos orientaram, de certa forma, a abertura de postos de trabalho em 2021. Cidades com elevado índice de empresas de tecnologia e com fabricantes de itens cuja importação ficou mais difícil se saíram relativamente melhores.
   O salto das vendas online, dos serviços de entrega e de call centers para dar suporte a esses serviços ajudou Osasco (SP) a ser a cidade que mais cresceu na geração de empregos (ver quadro). Em 2021, a cidade registrou saldo recorde de 24 mil empregos, informa Gerson Pessoa, secretário de Tecnologia e Desenvolvimento. O resultado é creditado à chegada de grandes grupos de tecnologia que hoje empregam 42 mil pessoas (leia mais na pág. B3).
   Conhecida até poucos anos como capital nacional do calçado, Novo Hamburgo (RS) diversificou suas atividades e hoje tem como maior empregador a SX negócios. A central de atendimento remoto do Santander chegou na segunda metade de 2020 e emprega 4,8 mil pessoas. A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, diz que a cidade vem adotando diversas ações para atrair empresas, como a instalação de um Centro de Inovação Tecnológica. Outra medida é a desburocratização para empreender. "Para abrir uma empresa em 2016 levavam-se 480 dias; hoje, com o desenvolvimento de um software, se faz em três horas", diz.
  O Centro vai atuar, por exemplo, na formação de mão de obras para empresas de tecnologia e também calçadistas que mantêm na cidade seus centros de desenvolvimento. A maior fabricante do ramo, a Beira Rio, contratou 500 funcionários em 2021. O grupo tem uma fábrica na cidade e outras nove no Estado. "Em março vamos inaugurar a 11.ª, em Candelária", informa o presidente da companhia, Roberto Argenta.
  "Precisamos ampliar (a produção) para atender tanto ao mercado interno quanto ao externo, que estão exigindo produtos mais elaborados, com mais detalhes e sobreposição de peças, e esses produtos exigem mais mão de obra. "A nova filial terá 50 trabalhadores diretos, número que deve aumentar para 180 no primeiro ano, além de 1,5 mil terceirizados para costura e montagem dos calçados.
   [...] 

Disponível em https://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2022/02/epocanegocios-as-cidades-onde-cresce-mais-o-emprego.html
Analise: “A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, diz que a cidade vem adotando diversas ações para atrair empresas, como a instalação de um Centro de Inovação Tecnológica.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1941148 Português
Texto para a questão.




Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965.
Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).
No primeiro período do primeiro parágrafo do texto,  
Alternativas
Q1941147 Português
Texto para a questão.




Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965.
Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).
O autor do texto atribui à casa características típicas de seres vivos, como no trecho 
Alternativas
Q1941044 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“em que” (linha 21) por onde
Alternativas
Q1941039 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, que consistem em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à coerência das ideias do texto. 

“doenças que não têm um mecanismo fisiopatológico claro” (linhas 5 e 6): doenças cujo o mecanismo fisiopatológico não está claro
Alternativas
Q1941038 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto caso a vírgula empregada após “benéfico” (linha 29) fosse substituída pelo sinal de dois-pontos. 
Alternativas
Q1941034 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

No trecho “e a traumas” (linha 10), a supressão da preposição “a” não comprometeria a correção gramatical nem a coerência do texto. 
Alternativas
Q1941033 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Dadas as relações coesivas do terceiro parágrafo do texto, entende-se que as expressões “transtorno psicológico”, “transtornos mentais” e “distúrbio psíquico” são semanticamente equivalentes. 
Alternativas
Q1941032 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Quanto aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estariam mantidos o sentido original e a correção gramatical do texto caso, na linha 3, o termo “ainda” fosse deslocado, com as vírgulas que o isolam, para imediatamente depois de “ano”.
Alternativas
Q1941031 Português
Texto para o item.




Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Julgue o item, em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas.

Depreende-se da leitura do texto que os fatores psicossociais são as principais causas dos transtornos mentais. 
Alternativas
Q1941030 Português
Texto para o item.




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Julgue o item, em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas.

Conclui-se da leitura do texto que pessoas que desenvolvem um estilo de vida saudável são imunes aos distúrbios psíquicos. 
Alternativas
Q1941028 Português
Texto para o item.




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Julgue o item, em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas. 

Entende-se das ideias expressas no terceiro parágrafo do texto que a ausência de momentos de lazer e o estresse contínuo são fatores que comprometem a qualidade de vida da pessoa. 
Alternativas
Q1941027 Português
Texto para o item.




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Julgue o item, em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas. 

No texto, estruturado em forma dissertativa, mencionam-se prejuízos causados pelo estigma da doença mental e pela psicofobia aos indivíduos com transtornos psíquicos.
Alternativas
Respostas
41121: D
41122: C
41123: E
41124: A
41125: D
41126: C
41127: D
41128: A
41129: D
41130: E
41131: E
41132: E
41133: C
41134: E
41135: C
41136: E
41137: E
41138: E
41139: C
41140: C