Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2144483 Português

TEXTO I 


Aquela menina às margens do Igarapé


O bracinho da menina acena no seu corpinho em pé, na porta da casa de madeira nas margens do Igarapé. Respondo, respondemos com vários ternos acenos, do barco que avança dentro da massa de compacto calor amazônico. 


De tantas cenas com pássaros, árvores e casas de caboclo, a imagem dessa menina imprimiu-se logo em mim. Fotograficamente. Peço à minha mulher um papelzinho e anoto o que poderia ser o início de um poema. Procuro-o agora e percebo que o perdi como a tantos outros inúteis textos. Contudo, o bracinho da menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


Acena para mim e eu respondo. Um Brasil acena para outro Brasil, que passa. Estou conhecendo uma das muitas ilhas amazônicas, defronte de Belém do Pará, depois de ter feito uma conferência na inauguração do Centro Cultural Tancredo Neves sobre a questão da identidade nacional. Isto foi ontem. Agora estou no meio deste rio, que de tão largo parece mar, e continuo me perguntando “que país é este?”. E o bracinho da menina acena para mim. Como os moradores desta ilha, ela tem olhos claros e cabelos lisos: é uma caboclinha, mistura de portugueses e índios.


E ainda ontem na conferência eu citava Simon Bolívar: “Não somos nem índios nem europeus, somos qualquer coisa intermediária entre os senhores legítimos deste país e os usurpadores espanhóis. Em resumo, sendo americanos de nascença e beneficiando-nos dos direitos originais da Europa, não nos devemos opor aos direitos dos índios e ficar no nosso país para resistir aos invasores estrangeiros. Nossa situação é, portanto, ao mesmo tempo extraordinária e terrivelmente complicada”. 


O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.


Desembarcamos para conhecer a ilha. E vamos vendo, pegando, apalpando cajueiros, seringueiras já exploradas e imensos castanheiros. Um punhado de meninos de 5 a 10 anos, talvez irmãos, primos daquela menininha que me acenava, nos acompanha como um bando de macaquinhos felizes. Aguardam sob os pés de açaí a ordem do guia para uma demonstração de destreza: subir nos troncos rapidamente usando, amarrada aos pés, uma tira vegetal de apoio e impulso.


Desses meninos, quantos ficam por aqui? O guia mostra adiante uma casa rosa de madeira. Pertence a um morador que foi um desses meninos, cresceu, saiu da ilha, virou advogado em Belém e, no entanto, preserva a casa para fins de semana. Isto me lembra Oswald de Andrade: “o lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportando e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos”. Mas aquele ali é diferente. Manteve suas raízes. Talvez tenha resolvido o dilema entre a selva e a escola. A escola, aliás, está ali: mais adiante. Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário juntos. Só um está na quarta série. A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.


De repente, uma clareira. Houve um pequeno incêndio. E o chão é só areia. Diz o guia: É assim que ficará a Amazônia com o desmatamento. Esta é a terra típica daqui, arenosa. Penso no livro de Loyola, “Não Verás País Nenhum” e na “Amazônia Saqueada”, de Edmar Morel. Lembro a afirmação do ecólogo Paulo Fraga denunciando que as setecentas serrarias que devastaram o Espírito Santo deslocaram-se para a Amazônia. 


Foram cinco horas de viagem. Vou voltando para Belém de barco, vou comer um pato ao tucupi, tomar um sorvete de cupuaçu e graviola. Mas por onde quer que eu vá agora, um bracinho de menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


SANT’ANNA, Affonso Romano de. Porta de colégio e outras

crônicas. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

Na crônica, o narrador faz referência a uma escola local e afirma: 


“A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.” 


Nessa passagem, o uso dos adjetivos “velha” e “americana” contribuem para uma crítica em relação à(ao) 

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Q2144479 Português

TEXTO I 


Aquela menina às margens do Igarapé


O bracinho da menina acena no seu corpinho em pé, na porta da casa de madeira nas margens do Igarapé. Respondo, respondemos com vários ternos acenos, do barco que avança dentro da massa de compacto calor amazônico. 


De tantas cenas com pássaros, árvores e casas de caboclo, a imagem dessa menina imprimiu-se logo em mim. Fotograficamente. Peço à minha mulher um papelzinho e anoto o que poderia ser o início de um poema. Procuro-o agora e percebo que o perdi como a tantos outros inúteis textos. Contudo, o bracinho da menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


Acena para mim e eu respondo. Um Brasil acena para outro Brasil, que passa. Estou conhecendo uma das muitas ilhas amazônicas, defronte de Belém do Pará, depois de ter feito uma conferência na inauguração do Centro Cultural Tancredo Neves sobre a questão da identidade nacional. Isto foi ontem. Agora estou no meio deste rio, que de tão largo parece mar, e continuo me perguntando “que país é este?”. E o bracinho da menina acena para mim. Como os moradores desta ilha, ela tem olhos claros e cabelos lisos: é uma caboclinha, mistura de portugueses e índios.


E ainda ontem na conferência eu citava Simon Bolívar: “Não somos nem índios nem europeus, somos qualquer coisa intermediária entre os senhores legítimos deste país e os usurpadores espanhóis. Em resumo, sendo americanos de nascença e beneficiando-nos dos direitos originais da Europa, não nos devemos opor aos direitos dos índios e ficar no nosso país para resistir aos invasores estrangeiros. Nossa situação é, portanto, ao mesmo tempo extraordinária e terrivelmente complicada”. 


O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.


Desembarcamos para conhecer a ilha. E vamos vendo, pegando, apalpando cajueiros, seringueiras já exploradas e imensos castanheiros. Um punhado de meninos de 5 a 10 anos, talvez irmãos, primos daquela menininha que me acenava, nos acompanha como um bando de macaquinhos felizes. Aguardam sob os pés de açaí a ordem do guia para uma demonstração de destreza: subir nos troncos rapidamente usando, amarrada aos pés, uma tira vegetal de apoio e impulso.


Desses meninos, quantos ficam por aqui? O guia mostra adiante uma casa rosa de madeira. Pertence a um morador que foi um desses meninos, cresceu, saiu da ilha, virou advogado em Belém e, no entanto, preserva a casa para fins de semana. Isto me lembra Oswald de Andrade: “o lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportando e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos”. Mas aquele ali é diferente. Manteve suas raízes. Talvez tenha resolvido o dilema entre a selva e a escola. A escola, aliás, está ali: mais adiante. Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário juntos. Só um está na quarta série. A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.


De repente, uma clareira. Houve um pequeno incêndio. E o chão é só areia. Diz o guia: É assim que ficará a Amazônia com o desmatamento. Esta é a terra típica daqui, arenosa. Penso no livro de Loyola, “Não Verás País Nenhum” e na “Amazônia Saqueada”, de Edmar Morel. Lembro a afirmação do ecólogo Paulo Fraga denunciando que as setecentas serrarias que devastaram o Espírito Santo deslocaram-se para a Amazônia. 


Foram cinco horas de viagem. Vou voltando para Belém de barco, vou comer um pato ao tucupi, tomar um sorvete de cupuaçu e graviola. Mas por onde quer que eu vá agora, um bracinho de menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


SANT’ANNA, Affonso Romano de. Porta de colégio e outras

crônicas. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

Affonso Romano de Sant’Anna parte de uma vivência pessoal para a construção de sua crônica.
Considerando os fatos narrados pelo cronista e as observações que ele faz ao longo do texto, pode-se afirmar que o objetivo central de “Aquela menina às margens do Igarapé” é 
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Q2144478 Português

TEXTO I 


Aquela menina às margens do Igarapé


O bracinho da menina acena no seu corpinho em pé, na porta da casa de madeira nas margens do Igarapé. Respondo, respondemos com vários ternos acenos, do barco que avança dentro da massa de compacto calor amazônico. 


De tantas cenas com pássaros, árvores e casas de caboclo, a imagem dessa menina imprimiu-se logo em mim. Fotograficamente. Peço à minha mulher um papelzinho e anoto o que poderia ser o início de um poema. Procuro-o agora e percebo que o perdi como a tantos outros inúteis textos. Contudo, o bracinho da menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


Acena para mim e eu respondo. Um Brasil acena para outro Brasil, que passa. Estou conhecendo uma das muitas ilhas amazônicas, defronte de Belém do Pará, depois de ter feito uma conferência na inauguração do Centro Cultural Tancredo Neves sobre a questão da identidade nacional. Isto foi ontem. Agora estou no meio deste rio, que de tão largo parece mar, e continuo me perguntando “que país é este?”. E o bracinho da menina acena para mim. Como os moradores desta ilha, ela tem olhos claros e cabelos lisos: é uma caboclinha, mistura de portugueses e índios.


E ainda ontem na conferência eu citava Simon Bolívar: “Não somos nem índios nem europeus, somos qualquer coisa intermediária entre os senhores legítimos deste país e os usurpadores espanhóis. Em resumo, sendo americanos de nascença e beneficiando-nos dos direitos originais da Europa, não nos devemos opor aos direitos dos índios e ficar no nosso país para resistir aos invasores estrangeiros. Nossa situação é, portanto, ao mesmo tempo extraordinária e terrivelmente complicada”. 


O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.


Desembarcamos para conhecer a ilha. E vamos vendo, pegando, apalpando cajueiros, seringueiras já exploradas e imensos castanheiros. Um punhado de meninos de 5 a 10 anos, talvez irmãos, primos daquela menininha que me acenava, nos acompanha como um bando de macaquinhos felizes. Aguardam sob os pés de açaí a ordem do guia para uma demonstração de destreza: subir nos troncos rapidamente usando, amarrada aos pés, uma tira vegetal de apoio e impulso.


Desses meninos, quantos ficam por aqui? O guia mostra adiante uma casa rosa de madeira. Pertence a um morador que foi um desses meninos, cresceu, saiu da ilha, virou advogado em Belém e, no entanto, preserva a casa para fins de semana. Isto me lembra Oswald de Andrade: “o lado doutor. Fatalidade do primeiro branco aportando e dominando politicamente as selvas selvagens. O bacharel. Não podemos deixar de ser doutos. Doutores. País de dores anônimas, de doutores anônimos”. Mas aquele ali é diferente. Manteve suas raízes. Talvez tenha resolvido o dilema entre a selva e a escola. A escola, aliás, está ali: mais adiante. Mais de cinquenta garotos fazem as quatro séries do primário juntos. Só um está na quarta série. A velha professora batalhou ali mais de cinquenta anos. Uma caixinha na parede pede colaboração dos turistas. A escola tem o nome de uma mulher americana, lembrando a doação e a visita.


De repente, uma clareira. Houve um pequeno incêndio. E o chão é só areia. Diz o guia: É assim que ficará a Amazônia com o desmatamento. Esta é a terra típica daqui, arenosa. Penso no livro de Loyola, “Não Verás País Nenhum” e na “Amazônia Saqueada”, de Edmar Morel. Lembro a afirmação do ecólogo Paulo Fraga denunciando que as setecentas serrarias que devastaram o Espírito Santo deslocaram-se para a Amazônia. 


Foram cinco horas de viagem. Vou voltando para Belém de barco, vou comer um pato ao tucupi, tomar um sorvete de cupuaçu e graviola. Mas por onde quer que eu vá agora, um bracinho de menina acena, em pé, na porta da casa de madeira nas margens do igarapé. 


SANT’ANNA, Affonso Romano de. Porta de colégio e outras

crônicas. 7 ed. São Paulo: Ática, 2002.

Releia o quinto parágrafo da crônica de Affonso Romano de Sant’Anna.
“O barco avança. Passa por outras casas, pássaros, árvores e muitas coisas que anotei no papelzinho que perdi. Sou um país que perde seus papéis e está perplexo entre a cidade e o igarapé. De repente no alto, cruzando de uma margem a outra, como numa rua de Ipanema, uma corda com estandarte de plástico da Copa/86. A emoção do futebol flutua nos mínimos canais da Amazônia.”
Nesse trecho do texto é possível constatar que 
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Q2144307 Português
Leia o poema a seguir.
Todas as vidas Cora Coralina Vive dentro de mim uma cabocla velha de mau-olhado, acocorada ao pé do borralho, olhando para o fogo. Benze quebranto. Bota feitiço... Ogum. Orixá. Macumba, terreiro. Ogã, pai de santo...
Vive dentro de mim a lavadeira do Rio Vermelho. Seu cheiro gostoso d'água e sabão. Rodilha de pano. Trouxa de roupa, pedra de anil. Sua coroa verde de são-caetano.
Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola. Quitute benfeito. Panela de barro. Taipa de lenha. Cozinha antiga toda pretinha. Bem cacheada de picumã. Pedra pontuda. Cumbuco de coco. Pisando alho-sal.
Vive dentro de mim a mulher do povo. Bem proletária. Bem linguaruda, desabusada, sem preconceitos, de casca-grossa, de chinelinha, e filharada.
Vive dentro de mim a mulher roceira. - Enxerto da terra, meio casmurra. Trabalhadeira. Madrugadeira. Analfabeta. De pé no chão. Bem parideira. Bem criadeira. Seus doze filhos Seus vinte netos.
Vive dentro de mim a mulher da vida. Minha irmãzinha... Fingindo alegre seu triste fado.
Todas as vidas dentro de mim: Na minha vida - a vida mera das obscuras.
Fonte: CORALINA, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. São Paulo: Global Editora, 1983. 

Infere-se, pela leitura do poema, que esse sujeito discursivo feminino representa um “eu-poético” que traz dentro de si


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Q2144306 Português
Leia o texto a seguir.
[...] A implantação do sistema de cotas no Ensino Superior gerou uma grande polêmica no meio acadêmico. De um lado, os defensores da política afirmavam que ela garantia igualdade de acesso ao ensino, devido à discrepância do ensino básico público para o privado e um contexto histórico-cultural que desfavorecia o pobre e o negro na sociedade, além de proporcionar representatividade dessa classe no meio acadêmico, servindo de espelho para as gerações mais jovens. De outro, aqueles contrários ao sistema de cotas afirmavam que o mesmo desmerecia o empenho e o mérito dos estudantes que disputavam o vestibular e que, por terem uma nota de corte menor, os alunos cotistas não conseguiriam acompanhar os demais alunos e iriam reduzir o nível de qualidade dos cursos. [...]
SCOVINO, Fernanda. Sistema de cotas no Brasil: deu certo? Disponível em:<https://www.politize.com.br/sistema-de-cotas-no-brasil/> . Acesso em: 4 set. 2022. (Adaptado).

O segundo e terceiros parágrafos do excerto são construídos por meio de
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Q2144305 Português
Leia a tira a seguir. Imagem associada para resolução da questão
Fonte: QUINO. Toda a Mafalda: da primeira à última. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1993.

No terceiro quadrinho, todas as expressões utilizadas pela mãe são  
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Q2144302 Português
Leia os textos e o quadro a seguir.
A primeira política de cotas implantada no Ensino Superior no Brasil ocorreu em 2003, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Do total de vagas para o vestibular de 2004, 20% eram destinadas para alunos da rede pública, 20% para negros e 5% para deficientes físicos. Os candidatos às cotas só poderiam concorrer por uma das modalidades, tendo que comprovar carência financeira, com uma renda máxima de R$ 300,00 líquidos per capita (ou seja, por pessoa na família), reajustada anualmente. (...).
SCOVINO, Fernanda. Sistema de cotas no Brasil: deu certo? Disponível em:<https://www.politize.com.br/sistema-de-cotas-no-brasil/> . Acesso em: 4 set. 2022. (Adaptado).

Os dados apurados na UERJ pelos pesquisadores Teresa Olinda Caminha Bezerra e Claudio Roberto Marques Gurgel em artigo publicado em 2012 na Revista Pensamento e Realidade intitulado “A política pública de cotas em universidades, enquanto instrumento de inclusão social” avaliam os alunos ingressantes de 2005 e 2006 nos cursos de Administração, Medicina, Direito, Odontologia, Engenharia Química e Pedagogia e apresentam-se da seguinte maneira: Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: <https://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/view/12650/9213>. Acesso em: 19 set. 2022. (Adaptado).


A partir da leitura dos textos e do quadro, com foco no resultado obtido ao final de cada curso, observa-se que
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Q2144301 Português
Leia os textos a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
CÉSAR, Milton. ‘Telefone sem fio’. Disponível em: <midiamax.uol.com.br/politica/charge/2022/telefonesemfio>. Acesso em: 4 set. 2022.

[...] Consequências das fake news O compartilhamento de informações fraudulentas tem grandes consequências, apesar de parecer inofensivo. No Brasil, em 2014, a disseminação de uma fake news provocou uma verdadeira tragédia. Outro caso famoso de disseminação de fakenews é o do movimento antivacinação. Indivíduos contrários ao uso de vacinas espalharam conteúdos falsos, alegando que as composições químicas das vacinas eram prejudiciais à população. As informações afirmavam que os medicamentos contra febre amarela, poliomielite, sarampo, microcefalia e gripe poderiam ser um risco para a saúde, provocando as respectivas doenças nas pessoas, quando vacinadas.
Disponível em: <https://www.tjpr.jus.br/noticias-2-vice/-/asset_publisher/sTrhoYRKnlQe/content/o-perigo-das-fakenews/14797?inheritRedirect=false>. Acesso em: 4 set. 2022. (Adaptado).

Os textos apresentam temáticas que envolvem as consequências trágicas do compartilhamento de notícias falsas. Comparando os dois textos, observa-se que as situações comunicativas são
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Q2144300 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

A espécie

O macaco-aranha-de-cara-branca se alimenta de frutos, insetos, néctar, brotos, folhas, casca de árvore, flores e cupins. Na reprodução, os indivíduos desse gênero possuem maturação sexual tardia e reproduzem-se vagarosamente, nascendo um filhote a cada dois ou três anos. A gestação demora aproximadamente sete meses, nascendo um filhote, com 340 gramas.

Adulto, ele mede de 34 a 50 cm de comprimento e pesa entre 5 a 6 kg, tem membros compridos e estrutura esguia. Com preênsil medindo entre 61 a 77 cm, o macaco-aranha o utiliza para locomoção e forrageamento. A pelagem é macia e negra, mas o focinho e o redor dos olhos possuem pele nua cor-de-rosa ou vermelho-clara.

Possuem várias vocalizações, que utilizam quando encontram comida e para manter o grupo unido. O macaco-aranha-de-testa-branca forma grandes grupos sociais (mais de 30 indivíduos), que ocupam preferencialmente os níveis superiores do dossel e nas árvores emergentes. São caçados para alimento e também para se transformarem em xerimbabo (animal de estimação) pelos índios. [...]

Disponível em:<https://g1.globo.com/mt/matogrosso/noticia/2022/09/04/macaco-aranha-de-cara-branca-que-vive-noparque-cristalino-em-mt-esta-ameacado-de-extincao.ghtm> l. Acesso em: 4 set. 2022
Algumas possíveis causas que ameaçam o macaco-aranhade-cara-branca são:
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Q2144299 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

A espécie

O macaco-aranha-de-cara-branca se alimenta de frutos, insetos, néctar, brotos, folhas, casca de árvore, flores e cupins. Na reprodução, os indivíduos desse gênero possuem maturação sexual tardia e reproduzem-se vagarosamente, nascendo um filhote a cada dois ou três anos. A gestação demora aproximadamente sete meses, nascendo um filhote, com 340 gramas.

Adulto, ele mede de 34 a 50 cm de comprimento e pesa entre 5 a 6 kg, tem membros compridos e estrutura esguia. Com preênsil medindo entre 61 a 77 cm, o macaco-aranha o utiliza para locomoção e forrageamento. A pelagem é macia e negra, mas o focinho e o redor dos olhos possuem pele nua cor-de-rosa ou vermelho-clara.

Possuem várias vocalizações, que utilizam quando encontram comida e para manter o grupo unido. O macaco-aranha-de-testa-branca forma grandes grupos sociais (mais de 30 indivíduos), que ocupam preferencialmente os níveis superiores do dossel e nas árvores emergentes. São caçados para alimento e também para se transformarem em xerimbabo (animal de estimação) pelos índios. [...]

Disponível em:<https://g1.globo.com/mt/matogrosso/noticia/2022/09/04/macaco-aranha-de-cara-branca-que-vive-noparque-cristalino-em-mt-esta-ameacado-de-extincao.ghtm> l. Acesso em: 4 set. 2022
A palavra “xerimbabo”, indicada pelo autor do texto como “animal de estimação”, denota variação linguística local que ele destaca como pertencente ao grupo indígena de Cuiabá. Essa variedade linguística é
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Q2143877 Português
Sabrina Sato samba com catadora de latinha que
viralizou na Sapucaí

Durante um ensaio, esta semana, a apresentadora Sabrina Sato dividiu o posto de rainha da bateria da Vila Isabel com Adriana Salles, a catadora de latinha que viralizou ao sambar sozinha na Sapucaí. 

Moradora do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, Adriana foi até a quadra da Vila Isabel para conhecer a apresentadora e ficou encantada com a musa.

As duas sambaram juntas e a atriz ainda deu aquele abraço supercaloroso na catadora de latinha. O vídeo do momento foi tão emocionante que viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (13/04).

Convite para desfilar

Após viralizar e ganhar o coração de todos os brasileiros, Adriana foi convidada pela Império da Tijuca para desfilar pela escola neste Carnaval.

Além da fantasia, ela ainda terá ajuda para estudar e conseguir um emprego formal – que sacada incrível da escola! 

O vídeo que deu origem a tudo

Mãe de três filhos, Adriana contou que estava no sambódromo naquele dia trabalhando, se empolgou com o samba e começou a dançar, livremente.

“Eu fico nas ruas. No dia do ensaio, eu estava no Sambódromo catando latinhas. Estava sambando e vi o desfile lá atrás. Então, invadi o Sambódromo e comecei a sambar na frente”, lembrou.

Depois disso, a escola a procurou e mudou a história da Adriana.

“Eu tive a surpresa, eles me procuraram e vou sambar pela primeira vez. Nunca desfilei, só quando era criança. Vou com muita vergonha, mas eu vou chegar lá e nós vamos ganhar”, revelou. 

Disponível em: https://bityli.com/pQOOCQ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho.


“Vou com muita vergonha, mas eu vou chegar lá e nós vamos ganhar” 


Mantendo o sentido original do trecho, a palavra destacada pode ser substituída por

Alternativas
Q2143875 Português
Sabrina Sato samba com catadora de latinha que
viralizou na Sapucaí

Durante um ensaio, esta semana, a apresentadora Sabrina Sato dividiu o posto de rainha da bateria da Vila Isabel com Adriana Salles, a catadora de latinha que viralizou ao sambar sozinha na Sapucaí. 

Moradora do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, Adriana foi até a quadra da Vila Isabel para conhecer a apresentadora e ficou encantada com a musa.

As duas sambaram juntas e a atriz ainda deu aquele abraço supercaloroso na catadora de latinha. O vídeo do momento foi tão emocionante que viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (13/04).

Convite para desfilar

Após viralizar e ganhar o coração de todos os brasileiros, Adriana foi convidada pela Império da Tijuca para desfilar pela escola neste Carnaval.

Além da fantasia, ela ainda terá ajuda para estudar e conseguir um emprego formal – que sacada incrível da escola! 

O vídeo que deu origem a tudo

Mãe de três filhos, Adriana contou que estava no sambódromo naquele dia trabalhando, se empolgou com o samba e começou a dançar, livremente.

“Eu fico nas ruas. No dia do ensaio, eu estava no Sambódromo catando latinhas. Estava sambando e vi o desfile lá atrás. Então, invadi o Sambódromo e comecei a sambar na frente”, lembrou.

Depois disso, a escola a procurou e mudou a história da Adriana.

“Eu tive a surpresa, eles me procuraram e vou sambar pela primeira vez. Nunca desfilei, só quando era criança. Vou com muita vergonha, mas eu vou chegar lá e nós vamos ganhar”, revelou. 

Disponível em: https://bityli.com/pQOOCQ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Assinale a alternativa que expõe uma opinião do autor do texto.
Alternativas
Q2143874 Português
Sabrina Sato samba com catadora de latinha que
viralizou na Sapucaí

Durante um ensaio, esta semana, a apresentadora Sabrina Sato dividiu o posto de rainha da bateria da Vila Isabel com Adriana Salles, a catadora de latinha que viralizou ao sambar sozinha na Sapucaí. 

Moradora do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, Adriana foi até a quadra da Vila Isabel para conhecer a apresentadora e ficou encantada com a musa.

As duas sambaram juntas e a atriz ainda deu aquele abraço supercaloroso na catadora de latinha. O vídeo do momento foi tão emocionante que viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (13/04).

Convite para desfilar

Após viralizar e ganhar o coração de todos os brasileiros, Adriana foi convidada pela Império da Tijuca para desfilar pela escola neste Carnaval.

Além da fantasia, ela ainda terá ajuda para estudar e conseguir um emprego formal – que sacada incrível da escola! 

O vídeo que deu origem a tudo

Mãe de três filhos, Adriana contou que estava no sambódromo naquele dia trabalhando, se empolgou com o samba e começou a dançar, livremente.

“Eu fico nas ruas. No dia do ensaio, eu estava no Sambódromo catando latinhas. Estava sambando e vi o desfile lá atrás. Então, invadi o Sambódromo e comecei a sambar na frente”, lembrou.

Depois disso, a escola a procurou e mudou a história da Adriana.

“Eu tive a surpresa, eles me procuraram e vou sambar pela primeira vez. Nunca desfilei, só quando era criança. Vou com muita vergonha, mas eu vou chegar lá e nós vamos ganhar”, revelou. 

Disponível em: https://bityli.com/pQOOCQ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Esse texto tem como objetivo
Alternativas
Q2143873 Português
Sabrina Sato samba com catadora de latinha que
viralizou na Sapucaí

Durante um ensaio, esta semana, a apresentadora Sabrina Sato dividiu o posto de rainha da bateria da Vila Isabel com Adriana Salles, a catadora de latinha que viralizou ao sambar sozinha na Sapucaí. 

Moradora do Morro da Providência, no Rio de Janeiro, Adriana foi até a quadra da Vila Isabel para conhecer a apresentadora e ficou encantada com a musa.

As duas sambaram juntas e a atriz ainda deu aquele abraço supercaloroso na catadora de latinha. O vídeo do momento foi tão emocionante que viralizou nas redes sociais nesta quarta-feira (13/04).

Convite para desfilar

Após viralizar e ganhar o coração de todos os brasileiros, Adriana foi convidada pela Império da Tijuca para desfilar pela escola neste Carnaval.

Além da fantasia, ela ainda terá ajuda para estudar e conseguir um emprego formal – que sacada incrível da escola! 

O vídeo que deu origem a tudo

Mãe de três filhos, Adriana contou que estava no sambódromo naquele dia trabalhando, se empolgou com o samba e começou a dançar, livremente.

“Eu fico nas ruas. No dia do ensaio, eu estava no Sambódromo catando latinhas. Estava sambando e vi o desfile lá atrás. Então, invadi o Sambódromo e comecei a sambar na frente”, lembrou.

Depois disso, a escola a procurou e mudou a história da Adriana.

“Eu tive a surpresa, eles me procuraram e vou sambar pela primeira vez. Nunca desfilei, só quando era criança. Vou com muita vergonha, mas eu vou chegar lá e nós vamos ganhar”, revelou. 

Disponível em: https://bityli.com/pQOOCQ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2143872 Português
Anitta de verde e amarelo com favela e Snoop Dogg.
1ª brasileira no Coachella

Vestida de verde e amarelo e com um cenário que imitava uma favela, a cantora Anitta cumpriu o que prometeu aos fãs: levar o funk carioca para o palco do Coachella, o festival de música pop mais importante do mundo. Ela foi a primeira brasileira da história nesse festival.

Após ser considerada a número 1 do mundo pelo Spotify, a cantora só vem ganhando a atenção do mundo. No show deste feriado prolongado na Califórnia, nos Estados Unidos, Anitta ainda contou com a participação do rapper Snoppy Dogg, ao cantar “Onda Diferente”, logo na abertura do show.

A apresentação chegou a ter 40 bailarinos ao mesmo tempo no palco, segundo a assessoria de Anitta, que encenou momentos sexys com dançarinas e tocou timbau. Depois da apresentação, Anitta disse que “as cores da bandeira brasileira pertencem aos brasileiros. Representam o Brasil em geral. Ninguém pode se apropriar do significado das cores da bandeira do nosso país”, afirmou a artista no Twitter.

Apresentação marcante

O show foi na última sexta-feira (15/04) e ainda vem repercutindo nas redes sociais e na mídia internacional.

Por causa da apresentação, o nome da cantora foi parar nos trends do Twitter. No Brasil, os fãs lançaram a hashtag #anichella.

Gratidão a Snoop Dogg

Após a apresentação, Anitta usou suas redes sociais para agradecer a presença de Snoop Dogg ao postar um clique nos bastidores abraçada com o rapper, que simulou um jogo de sinuca no palco.

“Sou muito grata a você. Muito obrigada por abrir meu show comigo. Te amo”, escreveu.

Entre as músicas escolhidas para a apresentação, hits em português, inglês e espanhol estavam no repertório, como “Envolver”, “Vai Malandra”, “Sua cara”, “Rave de favela” e “Bola rebola”.

Pabllo Vittar, que se apresentou neste sábado (16/04) no festival, estava na plateia ao lado de Diplo, e postou um vídeo dançando enquanto Anitta cantava “Sua cara”, música lançada por eles.

Disponível em: https://bityli.com/QIcdJ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).

Releia este trecho. 


“Após a apresentação, Anitta usou suas redes sociais para agradecer a presença de Snoop Dogg ao postar um clique nos bastidores abraçada com o rapper, que simulou um jogo de sinuca no palco.”


A palavra destacada pode ser substituída sem alterar o sentido do trecho por

Alternativas
Q2143870 Português
Anitta de verde e amarelo com favela e Snoop Dogg.
1ª brasileira no Coachella

Vestida de verde e amarelo e com um cenário que imitava uma favela, a cantora Anitta cumpriu o que prometeu aos fãs: levar o funk carioca para o palco do Coachella, o festival de música pop mais importante do mundo. Ela foi a primeira brasileira da história nesse festival.

Após ser considerada a número 1 do mundo pelo Spotify, a cantora só vem ganhando a atenção do mundo. No show deste feriado prolongado na Califórnia, nos Estados Unidos, Anitta ainda contou com a participação do rapper Snoppy Dogg, ao cantar “Onda Diferente”, logo na abertura do show.

A apresentação chegou a ter 40 bailarinos ao mesmo tempo no palco, segundo a assessoria de Anitta, que encenou momentos sexys com dançarinas e tocou timbau. Depois da apresentação, Anitta disse que “as cores da bandeira brasileira pertencem aos brasileiros. Representam o Brasil em geral. Ninguém pode se apropriar do significado das cores da bandeira do nosso país”, afirmou a artista no Twitter.

Apresentação marcante

O show foi na última sexta-feira (15/04) e ainda vem repercutindo nas redes sociais e na mídia internacional.

Por causa da apresentação, o nome da cantora foi parar nos trends do Twitter. No Brasil, os fãs lançaram a hashtag #anichella.

Gratidão a Snoop Dogg

Após a apresentação, Anitta usou suas redes sociais para agradecer a presença de Snoop Dogg ao postar um clique nos bastidores abraçada com o rapper, que simulou um jogo de sinuca no palco.

“Sou muito grata a você. Muito obrigada por abrir meu show comigo. Te amo”, escreveu.

Entre as músicas escolhidas para a apresentação, hits em português, inglês e espanhol estavam no repertório, como “Envolver”, “Vai Malandra”, “Sua cara”, “Rave de favela” e “Bola rebola”.

Pabllo Vittar, que se apresentou neste sábado (16/04) no festival, estava na plateia ao lado de Diplo, e postou um vídeo dançando enquanto Anitta cantava “Sua cara”, música lançada por eles.

Disponível em: https://bityli.com/QIcdJ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
Analise as afirmativas a seguir.
I. Anitta e Pablo Vittar já gravaram uma música juntas. II. Snoop Dogg participou do início do show da funkeira brasileira. III. Anitta apresentou apenas músicas em português no festival internacional, conforme o título das músicas apresentadas no texto.
De acordo com o texto, estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q2143869 Português
Anitta de verde e amarelo com favela e Snoop Dogg.
1ª brasileira no Coachella

Vestida de verde e amarelo e com um cenário que imitava uma favela, a cantora Anitta cumpriu o que prometeu aos fãs: levar o funk carioca para o palco do Coachella, o festival de música pop mais importante do mundo. Ela foi a primeira brasileira da história nesse festival.

Após ser considerada a número 1 do mundo pelo Spotify, a cantora só vem ganhando a atenção do mundo. No show deste feriado prolongado na Califórnia, nos Estados Unidos, Anitta ainda contou com a participação do rapper Snoppy Dogg, ao cantar “Onda Diferente”, logo na abertura do show.

A apresentação chegou a ter 40 bailarinos ao mesmo tempo no palco, segundo a assessoria de Anitta, que encenou momentos sexys com dançarinas e tocou timbau. Depois da apresentação, Anitta disse que “as cores da bandeira brasileira pertencem aos brasileiros. Representam o Brasil em geral. Ninguém pode se apropriar do significado das cores da bandeira do nosso país”, afirmou a artista no Twitter.

Apresentação marcante

O show foi na última sexta-feira (15/04) e ainda vem repercutindo nas redes sociais e na mídia internacional.

Por causa da apresentação, o nome da cantora foi parar nos trends do Twitter. No Brasil, os fãs lançaram a hashtag #anichella.

Gratidão a Snoop Dogg

Após a apresentação, Anitta usou suas redes sociais para agradecer a presença de Snoop Dogg ao postar um clique nos bastidores abraçada com o rapper, que simulou um jogo de sinuca no palco.

“Sou muito grata a você. Muito obrigada por abrir meu show comigo. Te amo”, escreveu.

Entre as músicas escolhidas para a apresentação, hits em português, inglês e espanhol estavam no repertório, como “Envolver”, “Vai Malandra”, “Sua cara”, “Rave de favela” e “Bola rebola”.

Pabllo Vittar, que se apresentou neste sábado (16/04) no festival, estava na plateia ao lado de Diplo, e postou um vídeo dançando enquanto Anitta cantava “Sua cara”, música lançada por eles.

Disponível em: https://bityli.com/QIcdJ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
De acordo com o texto, assinale a relação correta entre as duas orações. 
Alternativas
Q2135081 Português

TEXTO 3


AS VELHAS ÁRVORES

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, - mais belas,

Do que as árvores mais moças, mais amigas,

Tanto mais belas quanto mais antigas,

Vencedoras da idade e das procelas ...


O homem, a fera e o inseto à sombra delas

Vivem livres de fomes e fadigas;

E em seus galhos abrigam-se as cantigas

E alegria das aves tagarelas ...


Não choremos jamais a mocidade!

Envelheçamos rindo! envelheçamos

Como as árvores fortes envelhecem:


Na glória da alegria e da bondade

Agasalhando os pássaros nos ramos,

Dando sombra e consolo aos que padecem!

Fonte: BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo, Martin Claret, 2003.  

Observe a 3ª estrofe do soneto de Bilac:
"Não choremos jamais a mocidade! Envelheçamos rindo! Envelheçamos Como as árvores fortes envelhecem:"
O tipo textual predominante nesse trecho do texto é:
Alternativas
Q2135080 Português

TEXTO 3


AS VELHAS ÁRVORES

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, - mais belas,

Do que as árvores mais moças, mais amigas,

Tanto mais belas quanto mais antigas,

Vencedoras da idade e das procelas ...


O homem, a fera e o inseto à sombra delas

Vivem livres de fomes e fadigas;

E em seus galhos abrigam-se as cantigas

E alegria das aves tagarelas ...


Não choremos jamais a mocidade!

Envelheçamos rindo! envelheçamos

Como as árvores fortes envelhecem:


Na glória da alegria e da bondade

Agasalhando os pássaros nos ramos,

Dando sombra e consolo aos que padecem!

Fonte: BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo, Martin Claret, 2003.  

Em qual dos versos abaixo se pode identificar o emprego de um animismo?
Alternativas
Q2135079 Português

TEXTO 3


AS VELHAS ÁRVORES

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, - mais belas,

Do que as árvores mais moças, mais amigas,

Tanto mais belas quanto mais antigas,

Vencedoras da idade e das procelas ...


O homem, a fera e o inseto à sombra delas

Vivem livres de fomes e fadigas;

E em seus galhos abrigam-se as cantigas

E alegria das aves tagarelas ...


Não choremos jamais a mocidade!

Envelheçamos rindo! envelheçamos

Como as árvores fortes envelhecem:


Na glória da alegria e da bondade

Agasalhando os pássaros nos ramos,

Dando sombra e consolo aos que padecem!

Fonte: BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo, Martin Claret, 2003.  

A partir das informações contidas no texto, pode-se dizer que o soneto de Olavo Bilac tem o objetivo principal de exaltar: 
Alternativas
Respostas
40641: A
40642: D
40643: D
40644: B
40645: A
40646: D
40647: A
40648: B
40649: C
40650: B
40651: C
40652: D
40653: A
40654: B
40655: D
40656: A
40657: B
40658: C
40659: A
40660: E