Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1951915 Português



Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos. In: Superinteressante,
27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

No primeiro parágrafo do texto, a hipótese da continuidade é contraposta à tese defendida por Sigmund Freud e Carl Jung, psiquiatras que sustentavam a ideia de que os sonhos seriam uma espécie de produto psíquico que se comunica com o “eu” de forma inconsciente. 
Alternativas
Q1951914 Português



Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos. In: Superinteressante,
27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Depreende-se do texto que os sonhos já foram objeto de estudo de diferentes especialistas ao longo da história, e não somente de psicólogos da atualidade.
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Q1951913 Português



Carolina Fioratti. Cientistas desenvolvem algoritmo capaz de encontrar padrões ocultos em sonhos. In: Superinteressante,
27 ago. 2020. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

O principal objetivo do texto é argumentar a favor do uso de um algoritmo desenvolvido por pesquisadores da Universidade Roma Tre, o qual é capaz de interpretar automaticamente os sonhos, atribuindo-lhes um significado específico.
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Q1951662 Português

Texto para questão


Imagem associada para resolução da questão


A figura de linguagem que aparece no primeiro quadrinho é

Alternativas
Q1951656 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Pediatra orienta que pais aproveitem período de férias para ficarem mais perto dos filhos

O contato das crianças com a família no período de férias escolares é fundamental para o desenvolvimento, além de fazer bem para o emocional. Mas, para gerar efeitos positivos, não basta estar junto, é importante que pais e familiares compartilhem com elas um tempo de qualidade.

Estar perto do filho não se trata apenas de ficar ao lado dele enquanto ele brinca. A formação do vínculo afetivo se dá nos momentos em que a criança percebe sua disponibilidade e sabe que você está ali não só com ela, mas também para ela.

O pediatra Constantino Cartaxo vê que as férias são uma ótima oportunidade para que pais e filhos se aproximem, pois é durante os momentos compartilhados que se formam as memórias mais importantes para o processo de crescimento e desenvolvimento da criança.

“Os primeiros cinco anos de vida são um período crucial para o desenvolvimento da criança. Hoje vemos os pais terceirizando, cada dia mais cedo, o cuidado de seus filhos a outras pessoas e a creches e berçários. Assim, a criança perde o exemplo da família como órgão gerador de comportamento e de educação”, explica Cartaxo.

O médico pediatra afirma, ainda, que a ausência de elos com a família também pode comprometer o desenvolvimento infantil, gerando ansiedade e inseguranças na criança. Isto acontece porque, nos primeiros anos de vida, os filhos reproduzem o comportamento dos pais e, sem contato com eles, deixam de ter referências comportamentais e de afeto.

Além de prejudicar o desenvolvimento comportamental da criança, a falta de atenção dos responsáveis estimula o uso de telas, como televisão, smartphones e tablets. Por isso, Constantino Cartaxo estimula que os pais aproveitem as férias e fortaleçam a conexão que têm com os pequenos.

“A família é o primeiro exemplo para a criança. Este é um período em que a criança precisa se identificar com a família e, sobretudo, identificar os valores da família; precisa ser limitada em seu comportamento dentro da família para que, posteriormente, tenha um desenvolvimento mais saudável, seguro e completo”, incentiva.

“O contato das crianças com a família no período de férias escolares é fundamental para o desenvolvimento...”
As palavras destacadas estabelecem relações de sentido no trecho. Se elas fossem retiradas, provocariam um problema de: 
Alternativas
Q1951654 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Pediatra orienta que pais aproveitem período de férias para ficarem mais perto dos filhos

O contato das crianças com a família no período de férias escolares é fundamental para o desenvolvimento, além de fazer bem para o emocional. Mas, para gerar efeitos positivos, não basta estar junto, é importante que pais e familiares compartilhem com elas um tempo de qualidade.

Estar perto do filho não se trata apenas de ficar ao lado dele enquanto ele brinca. A formação do vínculo afetivo se dá nos momentos em que a criança percebe sua disponibilidade e sabe que você está ali não só com ela, mas também para ela.

O pediatra Constantino Cartaxo vê que as férias são uma ótima oportunidade para que pais e filhos se aproximem, pois é durante os momentos compartilhados que se formam as memórias mais importantes para o processo de crescimento e desenvolvimento da criança.

“Os primeiros cinco anos de vida são um período crucial para o desenvolvimento da criança. Hoje vemos os pais terceirizando, cada dia mais cedo, o cuidado de seus filhos a outras pessoas e a creches e berçários. Assim, a criança perde o exemplo da família como órgão gerador de comportamento e de educação”, explica Cartaxo.

O médico pediatra afirma, ainda, que a ausência de elos com a família também pode comprometer o desenvolvimento infantil, gerando ansiedade e inseguranças na criança. Isto acontece porque, nos primeiros anos de vida, os filhos reproduzem o comportamento dos pais e, sem contato com eles, deixam de ter referências comportamentais e de afeto.

Além de prejudicar o desenvolvimento comportamental da criança, a falta de atenção dos responsáveis estimula o uso de telas, como televisão, smartphones e tablets. Por isso, Constantino Cartaxo estimula que os pais aproveitem as férias e fortaleçam a conexão que têm com os pequenos.

“A família é o primeiro exemplo para a criança. Este é um período em que a criança precisa se identificar com a família e, sobretudo, identificar os valores da família; precisa ser limitada em seu comportamento dentro da família para que, posteriormente, tenha um desenvolvimento mais saudável, seguro e completo”, incentiva.

O objetivo do texto é informar sobre: 
Alternativas
Q1951653 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

Pediatra orienta que pais aproveitem período de férias para ficarem mais perto dos filhos

O contato das crianças com a família no período de férias escolares é fundamental para o desenvolvimento, além de fazer bem para o emocional. Mas, para gerar efeitos positivos, não basta estar junto, é importante que pais e familiares compartilhem com elas um tempo de qualidade.

Estar perto do filho não se trata apenas de ficar ao lado dele enquanto ele brinca. A formação do vínculo afetivo se dá nos momentos em que a criança percebe sua disponibilidade e sabe que você está ali não só com ela, mas também para ela.

O pediatra Constantino Cartaxo vê que as férias são uma ótima oportunidade para que pais e filhos se aproximem, pois é durante os momentos compartilhados que se formam as memórias mais importantes para o processo de crescimento e desenvolvimento da criança.

“Os primeiros cinco anos de vida são um período crucial para o desenvolvimento da criança. Hoje vemos os pais terceirizando, cada dia mais cedo, o cuidado de seus filhos a outras pessoas e a creches e berçários. Assim, a criança perde o exemplo da família como órgão gerador de comportamento e de educação”, explica Cartaxo.

O médico pediatra afirma, ainda, que a ausência de elos com a família também pode comprometer o desenvolvimento infantil, gerando ansiedade e inseguranças na criança. Isto acontece porque, nos primeiros anos de vida, os filhos reproduzem o comportamento dos pais e, sem contato com eles, deixam de ter referências comportamentais e de afeto.

Além de prejudicar o desenvolvimento comportamental da criança, a falta de atenção dos responsáveis estimula o uso de telas, como televisão, smartphones e tablets. Por isso, Constantino Cartaxo estimula que os pais aproveitem as férias e fortaleçam a conexão que têm com os pequenos.

“A família é o primeiro exemplo para a criança. Este é um período em que a criança precisa se identificar com a família e, sobretudo, identificar os valores da família; precisa ser limitada em seu comportamento dentro da família para que, posteriormente, tenha um desenvolvimento mais saudável, seguro e completo”, incentiva.

Sobre o texto, julgue os itens como VERDADEIROS ou FALSOS.
( )Dar atenção à criança fortalece as relações de confiança entre pais e filhos, embora produza ansiedade e inseguranças nos pequenos.
( )Os momentos de interação entre as famílias e suas crianças contribuem para o processo de crescimento e desenvolvimento saudável dos pequenos.
( )Quando os pais compartilham com os filhos tempo de qualidade, as crianças incorporam referências comportamentais e de afeto paternos.
( )As férias podem ser úteis para as famílias investirem em atividades favoráveis à formação de vínculos afetivos das suas crianças.
A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q1951500 Português
Texto para o item.




Internet: <www.oeco.org.br> (com adaptações).
No que diz respeito à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“coibir” (linha 16) por reprimir
Alternativas
Q1951491 Português
Texto para o item.




Internet: <www.oeco.org.br> (com adaptações).
Julgue o item, referentes a aspectos gramaticais do texto. 

A inserção de uma vírgula imediatamente após o termo “investigações” (linha 17) não prejudicaria a correção gramatical nem a coerência do texto.
Alternativas
Q1951488 Português
Texto para o item.




Internet: <www.oeco.org.br> (com adaptações).
Julgue o item, referentes a aspectos gramaticais do texto. 

Na linha 1, estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso a vírgula empregada após “atrativo” fosse deslocada para imediatamente depois de “lucrativo”. 
Alternativas
Q1951486 Português
Texto para o item.




Internet: <www.oeco.org.br> (com adaptações).
Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.

Infere-se da leitura do primeiro parágrafo do texto que, se o Estado brasileiro oferecesse oportunidades iguais de acesso a saúde, educação, saneamento e capacitação profissional a seus cidadãos, não haveria tráfico de animais no Brasil.
Alternativas
Q1951365 Português

Texto para o item.



Em relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


No texto, os termos “Um amigo” (linha 26), “o cara” (linha 28) e “o postulante” (linha 39) têm o mesmo referente. 

Alternativas
Q1951364 Português

Texto para o item.



Em relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Os termos “enredo” (linha 23) e “conversa” (linha 25) estão sendo empregados como sinônimos no texto.

Alternativas
Q1951360 Português

Texto para o item.



Em relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Na linha 22, o período “Às vezes, é bom, amável.” exprime uma ideia oposta àquela expressa no período “Outras vezes, é mau, amargo.”, uma vez que os adjetivos “bom” e “mau” se encontram em uma relação de antonímia, assim como os adjetivos “amável” e “amargo” expressam sentidos contrários.  

Alternativas
Q1951358 Português

Texto para o item.



Em relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Seria alterado o sentido original do texto caso o trecho “qualquer palpiteiro” (linha 7) fosse reescrito como um palpiteiro qualquer, pois, neste caso, o termo qualquer adquiriria valor pejorativo. 

Alternativas
Q1951355 Português

Texto para o item.



Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos da crônica apresentada, julgue o item.


O trecho “Foi há anos. O Rio ainda era a capital. Um amigo me pediu para fazer um pedido ao presidente da Câmara dos Deputados.” (linhas de 25 a 27) apresenta uma cena de um sonho que o narrador descreve às pessoas presentes na roda de conversa. 

Alternativas
Q1951349 Português

Texto para o item.



Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos da crônica apresentada, julgue o item.


No primeiro parágrafo, o narrador sugere que qualquer pessoa pode valer-se da psicologia para dar sua opinião a respeito de sonhos.

Alternativas
Q1951348 Português

Texto para o item.



Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos da crônica apresentada, julgue o item.


A expressão “os mais curiosos” (linha 1) refere-se a pessoas que estavam presentes na roda de conversa da qual participava o cronista. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: TJ-GO Prova: FGV - 2022 - TJ-GO - Juiz Leigo |
Q1951259 Português

Literatura e justiça


Clarice Lispector



Hoje, de repente, como num verdadeiro achado, minha tolerância para com os outros sobrou um pouco para mim também (por quanto tempo?). Aproveitei a crista da onda, para me pôr em dia com o perdão. Por exemplo, minha tolerância em relação a mim, como pessoa que escreve, é perdoar eu não saber como me aproximar de um modo “literário” (isto é, transformado na veemência da arte) da “coisa social”. Desde que me conheço o fato social teve em mim importância maior que qualquer outro: em Recife os mocambos foram a primeira verdade para mim. Muito antes de sentir “arte”, senti a beleza profunda da luta. Mas é que tenho um modo simplório de me aproximar do fato social: eu queria “fazer” alguma coisa, como se escrever não fosse fazer. O que não consigo é usar escrever para isso, ainda que a incapacidade me doa e me humilhe. O problema de justiça é em mim um sentimento tão óbvio e tão básico que não consigo me surpreender com ele – e, sem me surpreender, não consigo escrever. E também porque para mim escrever é procurar. O sentimento de justiça nunca foi procura em mim, nunca chegou a ser descoberta, e o que me espanta é que ele não seja igualmente óbvio em todos. Tenho consciência de estar simplificando primariamente o problema. Mas, por tolerância hoje para comigo, não estou me envergonhando totalmente de não contribuir para algo humano e social por meio do escrever. É que não se trata de querer, é questão de não poder. Do que me envergonho, sim, é de não “fazer”, de não contribuir com ações. (Se bem que a luta pela justiça leva à política, e eu ignorantemente me perderia nos meandros dela.) Disso me envergonharei sempre. E nem sequer pretendo me penitenciar. Não quero, por meios indiretos e escusos, conseguir de mim a minha absolvição. Disso quero continuar envergonhada. Mas, de escrever o que escrevo, não me envergonho: sinto que, se eu me envergonhasse, estaria pecando por orgulho.

“Desde que me conheço o fato social teve em mim importância maior que qualquer outro: em Recife os mocambos foram a primeira verdade para mim.”
Por esse segmento do texto, depreendemos que o conceito de “fato social” se refere a:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: TJ-GO Prova: FGV - 2022 - TJ-GO - Juiz Leigo |
Q1951257 Português

Literatura e justiça


Clarice Lispector



Hoje, de repente, como num verdadeiro achado, minha tolerância para com os outros sobrou um pouco para mim também (por quanto tempo?). Aproveitei a crista da onda, para me pôr em dia com o perdão. Por exemplo, minha tolerância em relação a mim, como pessoa que escreve, é perdoar eu não saber como me aproximar de um modo “literário” (isto é, transformado na veemência da arte) da “coisa social”. Desde que me conheço o fato social teve em mim importância maior que qualquer outro: em Recife os mocambos foram a primeira verdade para mim. Muito antes de sentir “arte”, senti a beleza profunda da luta. Mas é que tenho um modo simplório de me aproximar do fato social: eu queria “fazer” alguma coisa, como se escrever não fosse fazer. O que não consigo é usar escrever para isso, ainda que a incapacidade me doa e me humilhe. O problema de justiça é em mim um sentimento tão óbvio e tão básico que não consigo me surpreender com ele – e, sem me surpreender, não consigo escrever. E também porque para mim escrever é procurar. O sentimento de justiça nunca foi procura em mim, nunca chegou a ser descoberta, e o que me espanta é que ele não seja igualmente óbvio em todos. Tenho consciência de estar simplificando primariamente o problema. Mas, por tolerância hoje para comigo, não estou me envergonhando totalmente de não contribuir para algo humano e social por meio do escrever. É que não se trata de querer, é questão de não poder. Do que me envergonho, sim, é de não “fazer”, de não contribuir com ações. (Se bem que a luta pela justiça leva à política, e eu ignorantemente me perderia nos meandros dela.) Disso me envergonharei sempre. E nem sequer pretendo me penitenciar. Não quero, por meios indiretos e escusos, conseguir de mim a minha absolvição. Disso quero continuar envergonhada. Mas, de escrever o que escrevo, não me envergonho: sinto que, se eu me envergonhasse, estaria pecando por orgulho.

“Hoje, de repente, como num verdadeiro achado, minha tolerância para com os outros sobrou um pouco para mim também.”
Essa primeira frase do texto poderia ser reescrita de forma mais adequada do seguinte modo:
Alternativas
Respostas
39341: E
39342: C
39343: E
39344: B
39345: D
39346: C
39347: E
39348: C
39349: E
39350: C
39351: E
39352: C
39353: E
39354: E
39355: C
39356: E
39357: C
39358: E
39359: C
39360: A