Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 91.740 questões

Q2016134 Português
Observe o seguinte texto descritivo:
“Estamos na cabine de um jato DC-10, parado na cabeceira da pista do Aeroporto do Galeão. Fechados como caracóis dentro de uma concha revestida por dezenas, centenas de mostradores, luzes e botões, enxergamos a noite lá fora, com as luzes de balizamento da pista iluminando até o infinito”.
A estratégia de construir essa descrição
Alternativas
Q2016085 Português
Sobre figuras de linguagem, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Comparação: Aproximação entre dois elementos que se identificam, ligados por conectivos comparativos explícitos, feitos, assim como, tal, como, tal qual, tal como, qual, que nem. ( ) Sinédoque: Substituição de um termo por outro, havendo ampliação. Encontramos sinédoque no todo pela parte e vice-versa; no singular pelo plural e vice-versa; no indivíduo pela espécie [nome próprio pelo nome comum]. ( ) Antonomásia: Quando designamos uma pessoa por uma qualidade, característica, ou fato que a distingue. Na linguagem coloquial, antonomásia é o mesmo que apelido, alcunha, ou cognome. ( ) Apóstrofe: Invocação de uma pessoa, ou algo, real ou imaginário, que pode estar presente, ou ausente. Corresponde ao vocativo na análise sintática e é utilizada para dar ênfase à expressão. ( ) Anástrofe: Inversão da posição do adjetivo [uma qualidade que pertence a um objeto é atribuída a outro, na mesma frase]. ( ) Hipálage: Simples inversão de palavras vizinhas [determinante x determinado]. 
Alternativas
Q2015626 Português

TEXTO I


Aparência


Em comparação com a última década, insatisfação com aparência e peso aumentou consideravelmente.

Poderia ser uma boa notícia o fato de que 6 em cada 10 jovens brasileiros estão muito satisfeitos com a própria aparência. Mas não é. Há 11 anos, o Datafolha perguntou aos jovens brasileiros se eles se sentiam felizes com a aparência e registrou que 82% estavam muito satisfeitos com o que viam diante do espelho. A mesma pergunta foi feita agora e o grupo dos que se consideram muito satisfeitos caiu 23 pontos percentuais.

O descontentamento é maior entre as garotas – 44% se dizem pouco satisfeitas e 6%, nada satisfeitas com a aparência. As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor: 7% delas estão totalmente insatisfeitas. Como não é provável que a feiura tenha se tornado uma epidemia ao longo dos anos, por que os jovens estão se sentindo mais infelizes com a própria aparência?

Segundo especialistas, trata-se de uma questão social. Padrão de beleza. Para a psicóloga Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC Rio, o padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, “sarado” e bronzeado. “Tantas exigências geram uma relação infeliz com o próprio corpo”, diz ela, que é autora do livro O Intolerável Peso da Feiura.

Segundo a psicóloga, a infelicidade se agrava devido à diferença de tratamento que a sociedade impõe ao “feio” e ao “bonito”. Enquanto a beleza é um meio de ascensão social no Brasil, quem é considerado feio se torna vítima de um preconceito socialmente aceito, pois é permitido que se recrimine a aparência do outro. Já a antropóloga Mirian Goldenberg – autora de O Corpo Como Capital e professora do departamento de antropologia social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – não acredita que o jovem esteja se sentindo mais feio, mas, sim, inadequado em relação ao padrão de corpo valorizado pela sociedade.

Contudo, segundo Goldenberg, a juventude atual é a primeira geração que cresceu sabendo que há meios para se adequar ao padrão: vestir-se de acordo com a moda, investir em tratamentos estéticos, recorrer a cirurgias plásticas, etc.

Comparando os resultados com 11 anos atrás, o número de jovens muito satisfeitos com o peso caiu de 61% para 50%. Outra vez, a maior insatisfação se verifica entre as garotas, com o ápice do descontentamento entre as que têm de 22 a 25 anos: 26% estão insatisfeitas com o peso. Para o psicólogo Nivaldo de Oliveira Santos, coordenador do estudo, os números surpreendem porque 8 em cada 10 estudantes consultados eram magros ou tinham peso normal em relação à altura e à idade. Surpreendem ainda mais porque, em teoria, os estudantes da área de saúde deveriam ser bem informados sobre cuidados com o corpo. “O que se teme é que, se considerado um universo maior de jovens, o panorama possa ser ainda mais preocupante”, diz Santos.


Disponível em: https://bityli.com/REoimr.

Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).

Sobre os seguintes trechos do texto, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q2015625 Português

TEXTO I


Aparência


Em comparação com a última década, insatisfação com aparência e peso aumentou consideravelmente.

Poderia ser uma boa notícia o fato de que 6 em cada 10 jovens brasileiros estão muito satisfeitos com a própria aparência. Mas não é. Há 11 anos, o Datafolha perguntou aos jovens brasileiros se eles se sentiam felizes com a aparência e registrou que 82% estavam muito satisfeitos com o que viam diante do espelho. A mesma pergunta foi feita agora e o grupo dos que se consideram muito satisfeitos caiu 23 pontos percentuais.

O descontentamento é maior entre as garotas – 44% se dizem pouco satisfeitas e 6%, nada satisfeitas com a aparência. As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor: 7% delas estão totalmente insatisfeitas. Como não é provável que a feiura tenha se tornado uma epidemia ao longo dos anos, por que os jovens estão se sentindo mais infelizes com a própria aparência?

Segundo especialistas, trata-se de uma questão social. Padrão de beleza. Para a psicóloga Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC Rio, o padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, “sarado” e bronzeado. “Tantas exigências geram uma relação infeliz com o próprio corpo”, diz ela, que é autora do livro O Intolerável Peso da Feiura.

Segundo a psicóloga, a infelicidade se agrava devido à diferença de tratamento que a sociedade impõe ao “feio” e ao “bonito”. Enquanto a beleza é um meio de ascensão social no Brasil, quem é considerado feio se torna vítima de um preconceito socialmente aceito, pois é permitido que se recrimine a aparência do outro. Já a antropóloga Mirian Goldenberg – autora de O Corpo Como Capital e professora do departamento de antropologia social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – não acredita que o jovem esteja se sentindo mais feio, mas, sim, inadequado em relação ao padrão de corpo valorizado pela sociedade.

Contudo, segundo Goldenberg, a juventude atual é a primeira geração que cresceu sabendo que há meios para se adequar ao padrão: vestir-se de acordo com a moda, investir em tratamentos estéticos, recorrer a cirurgias plásticas, etc.

Comparando os resultados com 11 anos atrás, o número de jovens muito satisfeitos com o peso caiu de 61% para 50%. Outra vez, a maior insatisfação se verifica entre as garotas, com o ápice do descontentamento entre as que têm de 22 a 25 anos: 26% estão insatisfeitas com o peso. Para o psicólogo Nivaldo de Oliveira Santos, coordenador do estudo, os números surpreendem porque 8 em cada 10 estudantes consultados eram magros ou tinham peso normal em relação à altura e à idade. Surpreendem ainda mais porque, em teoria, os estudantes da área de saúde deveriam ser bem informados sobre cuidados com o corpo. “O que se teme é que, se considerado um universo maior de jovens, o panorama possa ser ainda mais preocupante”, diz Santos.


Disponível em: https://bityli.com/REoimr.

Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).

Releia este trecho.
“As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor [...]”
A palavra destacada pode, sem alterar o sentido original do trecho, ser substituída por
Alternativas
Q2015623 Português

TEXTO I


Aparência


Em comparação com a última década, insatisfação com aparência e peso aumentou consideravelmente.

Poderia ser uma boa notícia o fato de que 6 em cada 10 jovens brasileiros estão muito satisfeitos com a própria aparência. Mas não é. Há 11 anos, o Datafolha perguntou aos jovens brasileiros se eles se sentiam felizes com a aparência e registrou que 82% estavam muito satisfeitos com o que viam diante do espelho. A mesma pergunta foi feita agora e o grupo dos que se consideram muito satisfeitos caiu 23 pontos percentuais.

O descontentamento é maior entre as garotas – 44% se dizem pouco satisfeitas e 6%, nada satisfeitas com a aparência. As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor: 7% delas estão totalmente insatisfeitas. Como não é provável que a feiura tenha se tornado uma epidemia ao longo dos anos, por que os jovens estão se sentindo mais infelizes com a própria aparência?

Segundo especialistas, trata-se de uma questão social. Padrão de beleza. Para a psicóloga Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC Rio, o padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, “sarado” e bronzeado. “Tantas exigências geram uma relação infeliz com o próprio corpo”, diz ela, que é autora do livro O Intolerável Peso da Feiura.

Segundo a psicóloga, a infelicidade se agrava devido à diferença de tratamento que a sociedade impõe ao “feio” e ao “bonito”. Enquanto a beleza é um meio de ascensão social no Brasil, quem é considerado feio se torna vítima de um preconceito socialmente aceito, pois é permitido que se recrimine a aparência do outro. Já a antropóloga Mirian Goldenberg – autora de O Corpo Como Capital e professora do departamento de antropologia social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – não acredita que o jovem esteja se sentindo mais feio, mas, sim, inadequado em relação ao padrão de corpo valorizado pela sociedade.

Contudo, segundo Goldenberg, a juventude atual é a primeira geração que cresceu sabendo que há meios para se adequar ao padrão: vestir-se de acordo com a moda, investir em tratamentos estéticos, recorrer a cirurgias plásticas, etc.

Comparando os resultados com 11 anos atrás, o número de jovens muito satisfeitos com o peso caiu de 61% para 50%. Outra vez, a maior insatisfação se verifica entre as garotas, com o ápice do descontentamento entre as que têm de 22 a 25 anos: 26% estão insatisfeitas com o peso. Para o psicólogo Nivaldo de Oliveira Santos, coordenador do estudo, os números surpreendem porque 8 em cada 10 estudantes consultados eram magros ou tinham peso normal em relação à altura e à idade. Surpreendem ainda mais porque, em teoria, os estudantes da área de saúde deveriam ser bem informados sobre cuidados com o corpo. “O que se teme é que, se considerado um universo maior de jovens, o panorama possa ser ainda mais preocupante”, diz Santos.


Disponível em: https://bityli.com/REoimr.

Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).

Releia este trecho.
“O padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, ‘sarado’ e bronzeado.” A seguir, considere as definições do dicionário eletrônico Aulete Digital para a palavra destacada.
I. Que recuperou a saúde; curado. II. Que mostra vigor, que revela boa saúde física e/ou mental; saudável. III. Que tem força, que é resistente. IV. Que tem o corpo modelado pela ginástica.
Assinale a alternativa que indica a definição adequada ao contexto em que aparece a palavra “sarado”. 
Alternativas
Q2015622 Português

TEXTO I


Aparência


Em comparação com a última década, insatisfação com aparência e peso aumentou consideravelmente.

Poderia ser uma boa notícia o fato de que 6 em cada 10 jovens brasileiros estão muito satisfeitos com a própria aparência. Mas não é. Há 11 anos, o Datafolha perguntou aos jovens brasileiros se eles se sentiam felizes com a aparência e registrou que 82% estavam muito satisfeitos com o que viam diante do espelho. A mesma pergunta foi feita agora e o grupo dos que se consideram muito satisfeitos caiu 23 pontos percentuais.

O descontentamento é maior entre as garotas – 44% se dizem pouco satisfeitas e 6%, nada satisfeitas com a aparência. As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor: 7% delas estão totalmente insatisfeitas. Como não é provável que a feiura tenha se tornado uma epidemia ao longo dos anos, por que os jovens estão se sentindo mais infelizes com a própria aparência?

Segundo especialistas, trata-se de uma questão social. Padrão de beleza. Para a psicóloga Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC Rio, o padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, “sarado” e bronzeado. “Tantas exigências geram uma relação infeliz com o próprio corpo”, diz ela, que é autora do livro O Intolerável Peso da Feiura.

Segundo a psicóloga, a infelicidade se agrava devido à diferença de tratamento que a sociedade impõe ao “feio” e ao “bonito”. Enquanto a beleza é um meio de ascensão social no Brasil, quem é considerado feio se torna vítima de um preconceito socialmente aceito, pois é permitido que se recrimine a aparência do outro. Já a antropóloga Mirian Goldenberg – autora de O Corpo Como Capital e professora do departamento de antropologia social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – não acredita que o jovem esteja se sentindo mais feio, mas, sim, inadequado em relação ao padrão de corpo valorizado pela sociedade.

Contudo, segundo Goldenberg, a juventude atual é a primeira geração que cresceu sabendo que há meios para se adequar ao padrão: vestir-se de acordo com a moda, investir em tratamentos estéticos, recorrer a cirurgias plásticas, etc.

Comparando os resultados com 11 anos atrás, o número de jovens muito satisfeitos com o peso caiu de 61% para 50%. Outra vez, a maior insatisfação se verifica entre as garotas, com o ápice do descontentamento entre as que têm de 22 a 25 anos: 26% estão insatisfeitas com o peso. Para o psicólogo Nivaldo de Oliveira Santos, coordenador do estudo, os números surpreendem porque 8 em cada 10 estudantes consultados eram magros ou tinham peso normal em relação à altura e à idade. Surpreendem ainda mais porque, em teoria, os estudantes da área de saúde deveriam ser bem informados sobre cuidados com o corpo. “O que se teme é que, se considerado um universo maior de jovens, o panorama possa ser ainda mais preocupante”, diz Santos.


Disponível em: https://bityli.com/REoimr.

Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).

Segundo Márcia Fernandes, professora e redatora do site Toda Matéria, os provérbios e ditados são frases curtas que têm a função social de aconselhar e advertir, ao mesmo tempo que transmitem ensinamentos.
Um provérbio que se relaciona com a temática do texto analisado é: 
Alternativas
Q2015621 Português

TEXTO I


Aparência


Em comparação com a última década, insatisfação com aparência e peso aumentou consideravelmente.

Poderia ser uma boa notícia o fato de que 6 em cada 10 jovens brasileiros estão muito satisfeitos com a própria aparência. Mas não é. Há 11 anos, o Datafolha perguntou aos jovens brasileiros se eles se sentiam felizes com a aparência e registrou que 82% estavam muito satisfeitos com o que viam diante do espelho. A mesma pergunta foi feita agora e o grupo dos que se consideram muito satisfeitos caiu 23 pontos percentuais.

O descontentamento é maior entre as garotas – 44% se dizem pouco satisfeitas e 6%, nada satisfeitas com a aparência. As meninas de 16 e 17 anos representam o auge do dissabor: 7% delas estão totalmente insatisfeitas. Como não é provável que a feiura tenha se tornado uma epidemia ao longo dos anos, por que os jovens estão se sentindo mais infelizes com a própria aparência?

Segundo especialistas, trata-se de uma questão social. Padrão de beleza. Para a psicóloga Joana Novaes, coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC Rio, o padrão de beleza atual impõe que o jovem seja magro, “sarado” e bronzeado. “Tantas exigências geram uma relação infeliz com o próprio corpo”, diz ela, que é autora do livro O Intolerável Peso da Feiura.

Segundo a psicóloga, a infelicidade se agrava devido à diferença de tratamento que a sociedade impõe ao “feio” e ao “bonito”. Enquanto a beleza é um meio de ascensão social no Brasil, quem é considerado feio se torna vítima de um preconceito socialmente aceito, pois é permitido que se recrimine a aparência do outro. Já a antropóloga Mirian Goldenberg – autora de O Corpo Como Capital e professora do departamento de antropologia social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) – não acredita que o jovem esteja se sentindo mais feio, mas, sim, inadequado em relação ao padrão de corpo valorizado pela sociedade.

Contudo, segundo Goldenberg, a juventude atual é a primeira geração que cresceu sabendo que há meios para se adequar ao padrão: vestir-se de acordo com a moda, investir em tratamentos estéticos, recorrer a cirurgias plásticas, etc.

Comparando os resultados com 11 anos atrás, o número de jovens muito satisfeitos com o peso caiu de 61% para 50%. Outra vez, a maior insatisfação se verifica entre as garotas, com o ápice do descontentamento entre as que têm de 22 a 25 anos: 26% estão insatisfeitas com o peso. Para o psicólogo Nivaldo de Oliveira Santos, coordenador do estudo, os números surpreendem porque 8 em cada 10 estudantes consultados eram magros ou tinham peso normal em relação à altura e à idade. Surpreendem ainda mais porque, em teoria, os estudantes da área de saúde deveriam ser bem informados sobre cuidados com o corpo. “O que se teme é que, se considerado um universo maior de jovens, o panorama possa ser ainda mais preocupante”, diz Santos.


Disponível em: https://bityli.com/REoimr.

Acesso em: 30 out. 2021 (adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta temáticas abordadas no texto.
Alternativas
Q2015371 Português
Nunca se sabe direito a razão de um amor. Contudo, a mais frequente é a beleza. Quero dizer, o costume é os feios amarem os belos e os belos se deixarem amar. Mas acontece que às vezes o bonito ama o bonito e o feio o feio, e tudo parece estar certo e segundo a vontade de Deus, mas é um engano. Pois o que se faz num caso é apurar a feiura e no outro apurar a boniteza, o que não está certo, porque Deus Nosso Senhor não gosta de exageros; se Ele fez tanta variedade de homens e mulheres neste mundo é justamente para haver mistura e dosagem e não se abusar demais em sentido nenhum. Por isso também é pecado apurar muito a raça, branco só querendo branco e gente de cor só querendo os da sua igualha — pois para que Deus os teria feito tão diferentes, se não fora para possibilitar as infinitas variedades das suas combinações? (QUEIROZ, Rachel de. Os dois bonitos e os dois feios. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007).
A respeito do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2015368 Português
Assinale o trecho que não apresenta ambiguidade:
Alternativas
Q2015366 Português
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada está usada com o sentido correto: 
Alternativas
Q2014120 Português
Na frase: A igreja é o coração da cidade de Roseira, encontramos a figura de linguagem:
Alternativas
Q2014119 Português
Zero Hora - O senhor já escreveu que a "arte de tecer letras" é a sua forma de administrar a loucura. O que tanto perturba um autor de 57 livros?
Frei Beto - Somos seres múltiplos interiormente. Então, a literatura tem um caráter terapêutico. O Hélio Pellegrino, psicanalista, escritor, poeta e muito meu amigo, diz que eu não ter enlouquecido nos quatro anos de prisão nem precisado fazer terapia se deve ao fato de eu ter trabalhado minha dor através da literatura. Isso é verdade. E até hoje a literatura é o meu refúgio, é a maneira de administrar os anjos e demônios que me habitam. Por isso, sou um escritor compulsivo e não posso ficar 48 horas sem escrever alguma coisa que começo a me sentir mal.
Ao analisar as declarações de Frei Beto, ao Jornal Zero Hora, 
Alternativas
Q2014004 Português
Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas E quase que mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra Sem que volte pra São Paulo Sem que veja a Rua 15 E o progresso de São Paulo
                                    Osvaldo de Andrade


Sobre o poema:
I-O poema de Oswald de Andrade está construindo num sentido oposto ao romântico Canção do Exílio de Gonçalves Dias, porque ele não está celebrando a nação, muito pelo contrário, está sim ironizando-a.
II-Minha terra tem Palmares foi a forma que o autor usou para citar a escravidão do Brasil.
III-Mostra um momento do modernismo, onde ele escreve sobre o seu retorno para São Paulo e as riquezas dessa terra.
IV-O autor ainda mantém o caráter nacionalista na poesia, mas sob um olhar crítico. A Rua 15, que abriga as principais agências bancárias do país, contrapõe-se ao progresso de São Paulo, que implica em mais poluição, desapropriação da natureza para dar lugar aos arranha-céus e à desigualdade social.
São corretas:
Alternativas
Q2013298 Português
Suponha o texto abaixo escrito hipoteticamente por um aluno.
“Toda a humanidade estaria condenada ao sofrimento se houvesse um juízo para as vicissitudes do amor”. Assim, começou a carta que recebi de minha doce amada a quem havia feito sofrer recentemente. Não precisava ela de o lembrar a mim. Em nosso último encontro, às margens do Rio Ipiranga, gritei efusivamente: - Digo ao teu coração que parto agora! Ali naquela hora sei que o ferimento provocado interessou sua alma de tal modo que ela sucumbiu. A vida é suas decisões já me dizia meu velho pai! O que se há de fazer? Agora é deixar as lágrimas correrem e esperar outro amor se aproximar.
Analise as afirmativas abaixo feitas sobre o texto.
    1. O texto está coeso e é coerente.     2. O aluno possui bom vocabulário.     3. Há alguns desvios de regência verbal, mas que em nada prejudicam a mensagem do enunciador.     4. Não há erros de concordância verbal e/ou nominal.     5. O texto, fazendo referência irônica a fato histórico, faz uso inapropriado da língua e fere o princípio da autoria.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
Alternativas
Q2013297 Português
Sabe-se que os estudos linguísticos têm sido definidos por uma tendência centrada na língua como atuação social, como atividade e interação verbal de dois ou mais interlocutores e, assim, como “sistema- -em-função”, vinculado, portanto, às circunstâncias concretas e diversificadas de sua atualização.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base nessa afirmação.
( ) Os PCNs corroboram a visão apresentada, ou seja, dizem da necessidade de um ensino voltado para a tendência centrada na língua como atuação social.
( ) No trabalho com a Língua Portuguesa, a concepção de linguagem tem relativa importância já que seu reflexo é apenas um dos norteadores do trabalho docente.
( ) A concepção de linguagem adotada influencia o trabalho da relação português e o ensino da gramática normativa.
( ) A concepção de linguagem adotada influencia o trabalho com o texto e seu sentido, a leitura, a produção textual, a oralidade e a variedade linguística.
( ) No texto, há uma referência à concepção de linguagem como veículo de comunicação e expressão.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q2013296 Português
Sobre a Gramática e o ensino da língua, leia o que Mário Perini diz em uma de suas obras: “O professor e o aluno de geografia entendem a matéria como o estudo de um aspecto da organização do universo (…) mas o estudo da gramática não é, na cabeça deles, o estudo de um aspecto do universo: é apenas uma série de ordens a serem obedecidas, por que e assim que é certo. Será de espantar que pouca gente se interessa?”
Assinale a alternativa que corrobora o pensamento do referido autor.
Alternativas
Q2013290 Português
Relacione as frases (coluna 2) com os tipos de coesão feitas (coluna 1) nas frases.
Coluna 1 Tipo de coesão
1. anafórica 2. catafórica 3. lexical 4. paralelismo
Coluna 2 Frases
( ) Ao acordar, ouvia o som de um sabiá em sua janela. Sabia que o pássaro lhe traria boas novas. ( ) Amar é isto: um som de pássaros, um olhar cúmplice e um ardor na alma. ( ) Desejo amar, comer e rezar. ( ) O rapaz foi laureado por seu trabalho. Isso sempre acontece, é excelente pesquisador.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q2013289 Português
A escolha do gênero discursivo pelo sujeito advém de sua intenção comunicativa. Essa escolha é determinada em relação à esfera pela qual o discurso transitará, por seu conteúdo temático, pelas condições de produção e pela composição dos participantes.
Sobre a afirmação, é correto afirmar:
Alternativas
Q2013284 Português
Leia o texto.

Mas, quando [Ambrósio] lia, os olhos divagavam pelas páginas e o coração penetrava-lhe o sentido, enquanto a voz e a língua descansavam. Nas muitas vezes em que me achei presente – a ninguém era proibida a entrada, nem havia o costume de lhe anunciarem quem vinha -, sempre o via ler em silêncio e nunca doutro modo. Assentava-me e permanecia em longo silêncio – quem é que ousaria interrompê-lo no seu trabalho tão aplicado? -, afastando-me finalmente. Imaginava que, nesse curto espaço de tempo, em que, livre do bulício dos cuidados alheios, se entregava a aliviar a sua inteligência, não se queria ocupar de mais nada. Lia em silêncio, para se precaver, talvez, contra a eventualidade de lhe ser necessário explicar a qualquer discípulo, suspenso e atento, alguma passagem que se oferecesse mais obscura no livro que lia. Vinha assim a gastar mais tempo neste trabalho e a ler menos tratados do que desejaria. Ainda que a razão mais provável de ler em silêncio poderia ser para conservar a voz, que facilmente lhe enrouquecia. Mas, fosse qual fosse a intenção com que o fazia, só podia ser boa, como feita por tal homem.
Santo Agostinho – Confissões (excerto)
Analise as afirmativas abaixo feitas sobre o texto, considerando a autoria e, portanto, a época em que foi escrito.
1. O texto mostra o prazer da leitura silenciosa.
2. O personagem descrito costumava ler em voz alta para outrem.
3. A leitura silenciosa mostrada no texto era feita longe de outros.
4. O narrador afirma que a leitura em silêncio era feita para poupar a voz.
5. O narrador julga que a leitura silenciosa feita pelo personagem descrito funcionava como um lenitivo para a inteligência que possuía.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2013245 Português

Abaixo, apresenta-se um fragmento de entrevista da BBC News – intitulada 'Geração digital': por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais, publicada em 30/10/2020 – com o neurocientista francês Michel Desmurget, autor do livro “A Fábrica de Cretinos Digitais”. Considere-o para responder a questão.


BBC News Mundo: Todas as telas são igualmente prejudiciais?

Desmurget: Ninguém diz que a “revolução digital” é ruim e deve ser interrompida. Eu próprio passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando minha filha entrou na escola primária, comecei a ensiná-la a usar alguns softwares de escritório e a pesquisar informações na internet.

Os alunos devem aprender habilidades e ferramentas básicas de informática? Claro. Da mesma forma, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos professores? Claro, se faz parte de um projeto educacional estruturado e se o uso de um determinado software promove efetivamente a transmissão do conhecimento.

Porém, quando uma tela é colocada nas mãos de uma criança ou adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores. Isso inclui, em ordem de importância: televisão, que continua sendo a tela número um de todas as idades (filmes, séries, clipes, etc.); depois os videogames (principalmente de ação e violentos) e, finalmente, na adolescência, um frenesi de autoexposição inútil nas redes sociais.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-54736513
Assinale a alternativa INCORRETA em relação à estrutura e aos elementos linguísticos do texto.
Alternativas
Respostas
37841: C
37842: D
37843: D
37844: A
37845: D
37846: D
37847: B
37848: D
37849: C
37850: A
37851: C
37852: A
37853: D
37854: E
37855: B
37856: C
37857: D
37858: C
37859: E
37860: D