Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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A alternativa que apresenta, respectivamente, uma sequência narrativa e uma sequência expositiva do texto 1 é:
“A cada ano, 600 mil novos casos de câncer são registrados nos Estados Unidos, e mais de 350 mil pessoas morrem em consequência da doença, em suas várias formas. O câncer, como moléstia fatal, só é superado pelas enfermidades do coração, a maior causa de mortalidade entre os norte-americanos. As autoridades e entidades médicas responsáveis pelo combate ao câncer afirmam que algum progresso tem sido conseguido quanto ao controle da doença. Revelam, por exemplo, que apenas um em cada cinco doentes com câncer se curava na década de 30, enquanto hoje essa taxa é de um para cada três. Contudo, muitas das estatísticas baseiam-se em dados retirados de um pequeno número de hospitais, que não seriam representativos da situação em toda a nação”.
Sobre a composição e a estruturação desse texto, é correto afirmar que:
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada − o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas?
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Venha para casa, Senhora, por favor.
(TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.)
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada − o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas?
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Venha para casa, Senhora, por favor.
(TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.)
Apelo
Amanhã faz um mês que a Senhora está longe de casa. Primeiros dias, para dizer a verdade, não senti falta, bom chegar tarde, esquecido na conversa de esquina. Não foi ausência por uma semana: o batom ainda no lenço, o prato na mesa por engano, a imagem de relance no espelho.
Com os dias, Senhora, o leite primeira vez coalhou. A notícia de sua perda veio aos poucos: a pilha de jornais ali no chão, ninguém os guardou debaixo da escada. Toda a casa era um corredor deserto, e até o canário ficou mudo. Para não dar parte de fraco, ah, Senhora, fui beber com os amigos. Uma hora da noite e eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda.
E comecei a sentir falta das pequenas brigas por causa do tempero na salada − o meu jeito de querer bem. Acaso é saudade, Senhora? Às suas violetas, na janela, não lhes poupei água e elas murcham. Não tenho botão na camisa, calço a meia furada. Que fim levou o saca-rolhas?
Nenhum de nós sabe, sem a Senhora, conversar com os outros: bocas raivosas mastigando.
Venha para casa, Senhora, por favor.
(TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996.)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

I. A charge tem relação com uma metáfora empregada no texto.
POIS
II. Ambas as metáforas apresentam o ser humano como presa de anjos e demônios interiores que tentam lhe ditar o que fazer.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Depreende-se das ideias do texto que a necessidade de trabalhar, o desinteresse pelo estudo e outros fatores atuam em conjunto na vida dos entrevistados, de modo a fazê-los abandonar a escola.
Entende-se da argumentação apresentada no texto que a inserção da palavra “idosos” na referência ao ensino de jovens e adultos e a utilização da expressão completa “educação de jovens, adultos e idosos (EJAI)” são motivadas por razões diferentes, porém complementares.
Considerando aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o próximo item.
No primeiro período do terceiro parágrafo, o vocábulo
“Mais” é empregado com o mesmo sentido de Outra vez.
Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam preservados caso seu último período fosse reescrito da seguinte forma: Aconteceu no ano de 2004, a transferência da gestão do Fundo de Desenvolvimento da Escola e a do Programa de Melhoria e Expansão do Ensino Médio novamente, ampliando o conjunto de funções do FNDE.
Julgue o item que se segue, a respeito do texto CB1A1-I e das ideias por ele veiculadas.
Conforme as informações do texto, no fim dos anos 1990 e
início dos anos 2000, as atribuições do FNDE foram
ampliadas.
Infere-se do texto que, em sua origem, o FNDE atuava em um conjunto reduzido de programas, com um volume de recursos pouco significativo.
Para atingir seu propósito comunicativo, o texto é construído com base nas tipologias textuais narrativa e expositiva.
Nesse caso, a linguagem é veículo de mentiras porque:
“Mal colocou o papel na máquina, o menino começou a empurrar uma cadeira pela sala, fazendo um barulho infernal.
̶- Para com esse barulho, meu filho – falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem ao impacto das grandes injustiças paternas: não estava fazendo barulho, estava só empurrando uma cadeira.
̶- Pois então para de empurrar a cadeira.
̶- Eu vou embora – foi a resposta.”
Sobre os componentes desse segmento, é correto afirmar que: