Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2244196 Português
Novelas de época que marcaram a televisão brasileira

    As novelas brasileiras são conhecidas pela sua alta qualidade técnica e de atuação. O país é famoso mundialmente pelas obras e já recebeu 167 indicações ao Emmy, premiação internacional voltada a programas e produções televisivas.
    Com histórias que abordam diferentes personagens e situações, as novelas de época produzidas no país ganham a atenção do público pelo figurino, linguajar rebuscado, temas importantes e, muitas vezes, até pitadas de humor. Algumas dessas produções já se tornaram clássicos e marcaram diferentes gerações.
    “Escrava Isaura”, novela exibida originalmente na TV Globo, entre 1976 e 1977, abordou temas marcantes e destacou a luta abolicionista da época de 1850. Inspirada na obra de mesmo nome do escritor Bernardo Guimarães, a trama conta a história da órfã branca Isaura, acolhida pela fazenda na qual sua mãe trabalhou. Educada para ser da corte, Isaura passa a sofrer nas mãos de Leôncio, novo administrador do local, quando seu amor pela órfã não é correspondido.
    Com pitadas de humor, “O Cravo e a Rosa”, uma obra que se passa na década de 1920, foi uma novela exibida entre 2000 e 2001 na TV Globo. A telenovela aborda o relacionamento confuso entre Petruchio e Catarina.
    “Nos Tempos do Imperador” foi uma telenovela da TV Globo exibida entre 2021 e 2022. Apresentando uma versão ficcional a partir de documentos históricos do Segundo Reinado, seu enredo contou com fatos da vida de Dom Pedro II e sua relação conturbada com a esposa imperatriz Teresa Cristina e a condessa de Barral.
    As novelas de época continuam em produção e estão presentes nos lares brasileiros. Transmitidas em horários diversificados, o público acompanha as tramas em diferentes lugares e marcas de TV. Atualmente, a novela Amor Perfeito, exibida na TV Globo, se passa nas décadas de 1930 e 1940.

(Fonte: PEREIRA, Luisa — adaptado.)
Com base no texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2243874 Português
Em “Minhas conquistas proporcionam muitas vitórias para a minha família.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q2243871 Português
Em “Essa ideia em que persistimos realmente não faz sentido.”, se o verbo “persistimos” for substituído por “concordamos”, o trecho sublinhado deverá assumir a seguinte redação:  
Alternativas
Q2243867 Português
Aninha e suas pedras

Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso aos que têm sede.

(Fonte: Cora Coralina — adaptado.)
Em relação ao poema “Aninha e suas pedras”, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2243866 Português
Aninha e suas pedras

Não te deixes destruir…
Ajuntando novas pedras
e construindo novos poemas.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Faz de tua vida mesquinha
um poema.
E viverás no coração dos jovens
e na memória das gerações que hão de vir.
Esta fonte é para uso de todos os sedentos.
Toma a tua parte.
Vem a estas páginas
e não entraves seu uso aos que têm sede.

(Fonte: Cora Coralina — adaptado.)
Sobre as informações apresentadas ao longo do texto, analisar os itens abaixo:
I. Ao versar sobre a construção de novos poemas, a autora faz referência ao ato de recriar a vida sempre.
II. Ao sugerir a transformação de uma vida mesquinha em um poema, a autora sugere a continuação da obra no coração e na memória das gerações que hão de vir, como forma de recomeçar a vida e deixar um legado.
Alternativas
Q2243612 Português

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Quanto à estrutura linguística e ao vocabulário empregados no texto, julgue o item.


As ideias e a correção gramatical do texto seriam mantidas caso, no quarto parágrafo, se substituísse “Ele busca” por Nesse sentido, o planejamento urbano integrado busca.

Alternativas
Q2243611 Português

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Quanto à estrutura linguística e ao vocabulário empregados no texto, julgue o item.


Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o terceiro parágrafo poderia ser reescrito da seguinte forma: O planejamento urbano integrado é um processo que envolve a coordenação e integração de diferentes áreas de atuação na cidade, como por exemplo: transporte, habitação, meio ambiente, infraestrutura, saúde, educação, entre outras, afim de garantir o desenvolvimento sustentável da cidade e a qualidade de vida de seus habitantes.

Alternativas
Q2243607 Português

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Considerando as ideias do texto e sua tipologia, julgue o item.


O planejamento urbano integrado leva em consideração fatores como o meio ambiente, a saúde e a educação, de forma conjunta.

Alternativas
Q2243606 Português

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Considerando as ideias do texto e sua tipologia, julgue o item.


Os congestionamentos e a perda de produtividade acarretam o crescimento desordenado das cidades.


Alternativas
Q2243605 Português

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Acerca da estrutura linguística empregada no texto, julgue o item.


O pronome “Sua” (linha 22) remete a “pessoas deslocadas e refugiados” (linha 21).

Alternativas
Q2243603 Português

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Acerca da estrutura linguística empregada no texto, julgue o item.


A correção gramatical do texto seria mantida caso se substituísse a expressão “aos quais” (linha 6) por onde.

Alternativas
Q2243602 Português

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Acerca da estrutura linguística empregada no texto, julgue o item.


A substituição da expressão “a crescer” (linha 4) por crescendo manteria o sentido original do texto e sua correção gramatical.

Alternativas
Q2243601 Português

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Acerca da estrutura linguística empregada no texto, julgue o item.


Na linha 1, a correção gramatical do texto seria mantida caso a forma verbal “vive” fosse flexionada no plural, de forma a concordar com o sentido plúrimo de “população”.

Alternativas
Q2243600 Português

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Com relação às ideias do texto, julgue o item.


Segundo o quarto parágrafo do texto, o arquiteto deve se manter indiferente às mudanças climáticas no exercício de seu trabalho.

Alternativas
Q2243599 Português

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Com relação às ideias do texto, julgue o item.


As mudanças climáticas e as perseguições políticas e religiosas estão entre as causas dos deslocamentos em massa de pessoas.

Alternativas
Q2243598 Português

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Com relação às ideias do texto, julgue o item.


O alto impacto de um evento extremo em assentamentos informais está relacionado à alta vulnerabilidade das pessoas que ali residem e de suas moradias, além do alto índice populacional dessas regiões.

Alternativas
Q2243597 Português

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Com relação às ideias do texto, julgue o item.


Nas linhas 12 e 13, a enumeração feita após os dois pontos lista expressões sinônimas ao termo “assentamentos informais” (linhas 11 e 12).

Alternativas
Q2243596 Português

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Com relação às ideias do texto, julgue o item.


Uma das principais causas da carência de infraestrutura nas grandes cidades é a chegada crescente de imigrantes e refugiados.

Alternativas
Q2243443 Português
Leia o texto para responder a questão.

        Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
        Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
        No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
        Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
        Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. ________ mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou ______  quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não ______ conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.

(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)

1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
No trecho “Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária…” (2º parágrafo), o vocábulo E, em destaque, pode ser substituído, sem prejuízo do sentido e da correção gramatical, por:
Alternativas
Q2243441 Português
Leia o texto para responder a questão.

        Deus, ou alguém por Ele, me poupou de uns tantos pesadelos. É nisso que penso enquanto o camarada à minha frente, com incontida excitação, vai fazendo o pormenorizado relato de sua batalha para alugar apartamento. Já esteve em duas dúzias de endereços, contabiliza, e em outros tantos pretende estar, pois em cada um achou defeito. Longe de se lamentar, está feliz. À beira da euforia, parece governado pela convicção de que o bom não é achar, é procurar. Prazer que exige dele ver imperfeição onde não tem.
        Respeitemos o time dos que procuram na esperança de não encontrar – de certa forma aparentados com aqueles que inventam pretexto para estar o tempo todo reformando a casa. São, uns e outros, meus antípodas1 . A simples ideia de empreender uma reforma me levaria a buscar um novo pouso – se também essa perspectiva não me trouxesse pânico. Problema da minha exclusiva terapia, eu sei. E, a esta altura da vida, já não há divã que dê jeito na fobia imobiliária de quem jamais se lançou numa peregrinação em busca de poleiro.
        No entanto, ciente das minhas dificuldades nesse particular, houve um dia, meio século atrás, em que, com poucos meses de São Paulo, e pendurado ainda na generosidade do casal que me acolheu de mala e cuia, achei que era hora de providenciar cafofo próprio.
        Caiu do céu uma proposta para dividir apartamento com um colega. É bem verdade que o edifício ainda não estava concluído e talvez fôssemos ali, o Sérgio e eu, os únicos moradores, pois não me lembro de vizinhos. Se mais gente veio, foi para o mesmo apartamento, de apenas um quarto e sala microscópica, mas onde, em dado momento, se espremeram quatro rapazes, todos do ramo jornalístico. E nem a nossa juventude explicaria a indiferença coletiva ante o fato de não haver ali uma geladeira, por miúda que fosse, para tantos bebedores de cerveja. Fogão havia, mas ocioso, pois nenhum de nós fritava um ovo.
        Teria ficado indefinidamente em tal moquiço2 , se um dos comparsas, exasperado, não me houvesse proposto alugar coisa menos deprimente. ________ mais dois apartamentos, ambos excelentes, que também não foi preciso garimpar. O mesmo se diga de um terceiro, o atual, no qual estou ______  quase 28 anos e do qual não pretendo arredar pé – a não ser que o referido pé já não ______ conta dos 24 degraus que me trazem a este primeiro andar.

(Humberto Werneck. Fobia imobiliária. www.estadao.com.br, 02.10.2020. Adaptado)

1 antípoda: aquele tem característica oposta.
2 moquiço: habitação rústica, desprovida de conforto.
Assinale a alternativa em que vocábulo destacado foi empregado, no contexto em que se encontra, em sentido figurado:
Alternativas
Respostas
32061: D
32062: A
32063: C
32064: A
32065: A
32066: C
32067: E
32068: C
32069: E
32070: C
32071: E
32072: C
32073: E
32074: E
32075: C
32076: C
32077: E
32078: E
32079: C
32080: A