Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 98.160 questões

Q3572175 Português

Observe os excertos abaixo:


Excerto I.Novos desafios se colocam para a escola, pois, a mesma tem que incluir digitalmente os alunos, entretanto, ela precisa valer-se desses recursos e, na medida de suas possibilidades, submetê-los aos seus propósitos educativos. Há que se considerar que a multiplicação dos meios de comunicação e informação nas sociedades de mercado em que vivemos contribui fortemente para disseminar entre as crianças, jovens e população, em geral, o excessivo apelo ao consumo e uma visão de mundo fragmentada, que induz à banalização dos acontecimentos e à indiferença quanto aos problemas humanos e sociais.


Excerto II. É importante que a escola contribua para transformar os alunos em consumidores críticos dos produtos oferecidos por esses meios, ao mesmo tempo em que se vale dos recursos midiáticos como instrumentos relevantes no processo de aprendizagem, o que também pode favorecer o diálogo e a comunicação entre professores e alunos.


Fonte: Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.



Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
Alternativas
Q3571377 Português

Leia com atenção o texto a seguir:



Vendo Apartamento Charmoso no Centro Histórico.



Vendo apartamento aconchegante, localizado no coração do Centro Histórico. 2 quartos, sala ampla, cozinha equipada e banheiro moderno. Perfeito para quem busca o equilíbrio entre charme histórico e conforto contemporâneo. Próximo a comércios e transporte público. Ótima oportunidade! Valor: R$ XXX.XXX,XX. Contato: (XX) XXXX-XXXX.



O texto acima é um exemplo de anúncio classificado. Qual é o tipo do texto lido?

Alternativas
Q3571376 Português

Animais podem dar à luz gêmeos?



Pergunte a qualquer pessoa com filhos: receber um novo bebê na família é emocionante, mas dá muito trabalho. E quando a nova adição é um par de bebês — gêmeos — os pais realmente têm muito trabalho.


Para muitas espécies animais é normal ter vários bebês ao mesmo tempo. Uma ninhada de leitões pode ter até 11 ou mais filhotes.


Somos membros do corpo docente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Mississippi. Estivemos presentes no nascimento de muitos cachorrinhos e gatinhos ao longo dos anos — e as mães dos animais quase sempre dão à luz múltiplos bebês.


Mas todos aqueles irmãos que compartilham o mesmo aniversário são gêmeos?


Gêmeos idênticos e fraternos


Gêmeos são definidos como dois filhos da mesma gravidez.


Eles podem ser idênticos, o que significa que um único espermatozoide fertilizou um único óvulo que se dividiu em duas células separadas, que se tornaram dois bebês idênticos. Eles compartilham o mesmo DNA e é por isso que os dois gêmeos são quase indistinguíveis um do outro.


Gêmeos também podem ser fraternos. Isso acontece quando dois óvulos separados são fertilizados individualmente ao mesmo tempo. Cada gêmeo tem seu próprio conjunto de genes da mãe e do pai. Um pode ser homem e outro pode ser mulher. Gêmeos fraternos são basicamente tão semelhantes quanto qualquer conjunto de irmãos.


Aproximadamente 3% das gestações humanas nos Estados Unidos produzem gêmeos. A maioria deles são fraternos — aproximadamente um em cada três pares de gêmeos é idêntico.


Cada tipo de animal tem seu próprio número padrão de filhotes por nascimento. As pessoas tendem a saber mais sobre as espécies domesticadas que são mantidas como animais de estimação ou de fazenda.


Um estudo que pesquisou o tamanho de mais de 10 mil ninhadas entre cães de raça pura descobriu que o número médio de filhotes variava de acordo com o tamanho da raça do cão. Cães de raças miniatura — como chihuahuas e poodles toy, geralmente pesando menos de 4,5 quilos — tinham em média 3,5 filhotes por ninhada.


Cães de raças gigantes — como mastins e grandes dinamarqueses, normalmente com mais de 45 quilos — tinham em média mais de sete filhotes por ninhada.


Quando uma ninhada de cães, por exemplo, consiste em apenas dois filhotes, as pessoas tendem a se referir aos dois filhotes como gêmeos. Gêmeos são o resultado da gravidez mais comum em cabras, embora as mães cabras também possam dar à luz um único filho ou ninhadas maiores. As ovelhas frequentemente têm gêmeos, mas cordeiros nascidos únicos são mais comuns.


Cavalos, que ficam prenhes de 11 a 12 meses, e vacas, que ficam prenhes de nove a 10 meses, tendem a ter apenas um potro ou bezerro por vez — mas podem ocorrer gêmeos. Veterinários e pecuaristas há muito acreditam que seria financeiramente benéfico encorajar a concepção de gêmeos em bovinos leiteiros e de corte. Basicamente, o agricultor receberia dois bezerros pelo preço de uma gestação.


Mas gêmeos em bovinos podem resultar em complicações no parto para a vaca e bezerros subdimensionados, com taxas de sobrevivência reduzidas. Riscos semelhantes surgem com gestações de gêmeos em cavalos, que tendem a levar ao nascimento de potros fracos e a complicações na gravidez que podem prejudicar a égua.


Resposta no DNA


Portanto, muitos animais podem dar à luz gêmeos. Uma questão mais complicada é se dois bebês animais nascidos juntos são gêmeos idênticos ou fraternos.


Cachorras e gatas ovulam vários óvulos ao mesmo tempo. A fertilização de óvulos individuais por espermatozoides distintos de um macho produz múltiplos embriões. Esse processo resulta em cachorrinhos ou gatinhos fraternos não-idênticos, embora possam parecer muito iguais.


Os biólogos acreditam que gêmeos idênticos na maioria dos animais são muito raros. A parte complicada é que muitos irmãos animais são muito, muito semelhantes e os pesquisadores precisam fazer um teste de DNA para confirmar se dois animais compartilham de fato todos os seus genes.


Apenas um caso documentado de cães gêmeos idênticos foi confirmado por testes de DNA. Mas ninguém sabe ao certo com que frequência os óvulos fertilizados de animais se dividem e se transformam em bebês gêmeos idênticos.


E a reprodução é diferente em vários animais. Por exemplo, tatus-galinha normalmente dão à luz quadrigêmeos idênticos. Depois que a mãe tatu libera um óvulo e ele é fertilizado, ele se divide em quatro células idênticas separadas que se tornam filhotes idênticos. O tatu-mirim, parente do tatu-galinha, pode dar à luz de sete a nove filhotes idênticos ao mesmo tempo.


Ainda há muitas coisas sobre as quais os cientistas não têm certeza quando se trata de gêmeos em outras espécies. Como os testes de DNA não são realizados em animais rotineiramente, ninguém sabe realmente com que frequência nascem gêmeos idênticos.


É possível − talvez até provável − que gêmeos idênticos tenham nascido em algumas espécies sem que ninguém soubesse.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/clld6j08ljyo

O que diferencia os gêmeos idênticos dos gêmeos fraternos? 

Alternativas
Q3571301 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

Analise: “Por essas e outras, Collor acabou saindo.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3571297 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

“A inflação só fez acelerar” é uma expressão que utiliza qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3571295 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

Pela visão do texto, o que é possível inferir sobre Itamar? 
Alternativas
Q3571293 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q3571150 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O que é ser rico?


    O relato era sobre a cobertura de um acidente de trem no Peru, na região do Vale Sagrado. Eu estava de plantão na reportagem num final de semana qualquer e, por telefone mesmo, conversei com algumas pessoas que me contaram que muitos viajantes e turistas ficaram isolados nas montanhas no inverno, sem comida nem aquecimento. Muitos poderiam ter morrido naquela noite do acidente se não fosse pelos camponeses das vilas do entorno que foram até o local levando comida e cobertores para aquecê-los. Eram pessoas pobres e muitos levaram seus próprios cobertores e pertences.

    Relendo minha descrição da época sobre o episódio, um forte sentimento me veio à tona no momento. Fiquei pensando como minhas próprias inseguranças me parecem pequenas demais. Como minha generosidade ainda é minúscula.

    Meu coração abriu como se quisesse me dizer algo. Se aqueles camponeses indigentes podem doar o pouco que têm, então certamente eu não preciso ficar tão preocupado com meu futuro financeiro. Eu posso doar também e vai ficar tudo bem.

    Outra maneira de interpretar essa história também é entender que aqueles moradores andinos pobres são muito mais ricos do que eu, do que você e de muitos de nós que ainda não conseguimos enxergar além do muro que nos aprisiona.

    Talvez esses camponeses tenham o que nós, em busca do dinheiro, sucesso e de uma segurança ilusória, estamos querendo atingir de alguma maneira.

    Penso que ainda temos muita dificuldade em ver sentido e grandeza em pequenos gestos, mas são eles que mudam o mundo e nos convidam a olhar para a vida e sentir nela toda sua potencialidade. A vida nos convida a todo momento, só precisamos nos permitir, ou melhor, confiar. [...]



Disponível em: https://www.vidasimples.com.br/. Acesso em: 14 maio 2023.

De acordo com o texto, “ser rico” está relacionado a  
Alternativas
Q3571149 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O que é ser rico?


    O relato era sobre a cobertura de um acidente de trem no Peru, na região do Vale Sagrado. Eu estava de plantão na reportagem num final de semana qualquer e, por telefone mesmo, conversei com algumas pessoas que me contaram que muitos viajantes e turistas ficaram isolados nas montanhas no inverno, sem comida nem aquecimento. Muitos poderiam ter morrido naquela noite do acidente se não fosse pelos camponeses das vilas do entorno que foram até o local levando comida e cobertores para aquecê-los. Eram pessoas pobres e muitos levaram seus próprios cobertores e pertences.

    Relendo minha descrição da época sobre o episódio, um forte sentimento me veio à tona no momento. Fiquei pensando como minhas próprias inseguranças me parecem pequenas demais. Como minha generosidade ainda é minúscula.

    Meu coração abriu como se quisesse me dizer algo. Se aqueles camponeses indigentes podem doar o pouco que têm, então certamente eu não preciso ficar tão preocupado com meu futuro financeiro. Eu posso doar também e vai ficar tudo bem.

    Outra maneira de interpretar essa história também é entender que aqueles moradores andinos pobres são muito mais ricos do que eu, do que você e de muitos de nós que ainda não conseguimos enxergar além do muro que nos aprisiona.

    Talvez esses camponeses tenham o que nós, em busca do dinheiro, sucesso e de uma segurança ilusória, estamos querendo atingir de alguma maneira.

    Penso que ainda temos muita dificuldade em ver sentido e grandeza em pequenos gestos, mas são eles que mudam o mundo e nos convidam a olhar para a vida e sentir nela toda sua potencialidade. A vida nos convida a todo momento, só precisamos nos permitir, ou melhor, confiar. [...]



Disponível em: https://www.vidasimples.com.br/. Acesso em: 14 maio 2023.

O texto permite inferir que o narrador é um  
Alternativas
Q3571148 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


O que é ser rico?


    O relato era sobre a cobertura de um acidente de trem no Peru, na região do Vale Sagrado. Eu estava de plantão na reportagem num final de semana qualquer e, por telefone mesmo, conversei com algumas pessoas que me contaram que muitos viajantes e turistas ficaram isolados nas montanhas no inverno, sem comida nem aquecimento. Muitos poderiam ter morrido naquela noite do acidente se não fosse pelos camponeses das vilas do entorno que foram até o local levando comida e cobertores para aquecê-los. Eram pessoas pobres e muitos levaram seus próprios cobertores e pertences.

    Relendo minha descrição da época sobre o episódio, um forte sentimento me veio à tona no momento. Fiquei pensando como minhas próprias inseguranças me parecem pequenas demais. Como minha generosidade ainda é minúscula.

    Meu coração abriu como se quisesse me dizer algo. Se aqueles camponeses indigentes podem doar o pouco que têm, então certamente eu não preciso ficar tão preocupado com meu futuro financeiro. Eu posso doar também e vai ficar tudo bem.

    Outra maneira de interpretar essa história também é entender que aqueles moradores andinos pobres são muito mais ricos do que eu, do que você e de muitos de nós que ainda não conseguimos enxergar além do muro que nos aprisiona.

    Talvez esses camponeses tenham o que nós, em busca do dinheiro, sucesso e de uma segurança ilusória, estamos querendo atingir de alguma maneira.

    Penso que ainda temos muita dificuldade em ver sentido e grandeza em pequenos gestos, mas são eles que mudam o mundo e nos convidam a olhar para a vida e sentir nela toda sua potencialidade. A vida nos convida a todo momento, só precisamos nos permitir, ou melhor, confiar. [...]



Disponível em: https://www.vidasimples.com.br/. Acesso em: 14 maio 2023.

De acordo com o texto, a cobertura de um acidente de trem no Peru motiva, principalmente, reflexões sobre a  
Alternativas
Q3570911 Português

Leia com atenção o período abaixo:


O café que você fez não está nada ruim.


O período acima é marcado pela presença de uma negação do adjetivo ruim , com a finalidade de provocar um elogio ao termo café . Qual o nome da figura de linguagem presente?

Alternativas
Q3570754 Português

Leia com atenção o texto a seguir:


Entrevistador: Bom dia, senhor Silva. Agradecemos por dedicar um tempo para falar conosco hoje. Poderia nos contar um pouco sobre sua experiência na área de tecnologia?


Senhor Silva: Bom dia, é um prazer estar aqui. Certamente, tenho mais de dez anos de experiência trabalhando com desenvolvimento de software, com foco em aplicações web e móveis. Ao longo desses anos, tive a oportunidade de liderar equipes em projetos desafiadores e inovadores.


Entrevistador: Parece uma trajetória bastante sólida. E quanto às suas habilidades técnicas, quais diria que são suas principais competências?


Senhor Silva: Minhas principais competências estão centradas em linguagens como JavaScript, Python e Ruby on Rails. Além disso, tenho uma forte familiaridade com frameworks front-end e uma boa compreensão de arquiteturas de banco de dados. 


Entrevistador: Excelente. Com certeza, suas habilidades são de grande relevância para o que buscamos aqui na empresa. Poderia também compartilhar um exemplo de um projeto desafiador que liderou recentemente?


Senhor Silva: Certamente. Recentemente, liderei a equipe no desenvolvimento de uma plataforma de e-commerce que precisava ser escalável para atender a um aumento significativo de usuários durante a Black Friday. Foi um desafio técnico e organizacional complexo, mas conseguimos implementar soluções eficazes que resultaram em um aumento de 300% nas vendas comparado ao ano anterior.


Entrevistador: Impressionante, senhor Silva. Parece que tem uma sólida capacidade de enfrentar desafios. Agradecemos por compartilhar um pouco de sua experiência conosco hoje.



Sabendo que o texto lido é um entrevista de emprego, responda: Qual o tipo textual presente?



Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570627 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
De acordo com o texto, é possível afirmar que 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570626 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem correta para a expressão “jogar a ideia no ralo”. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570624 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.

“Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial”
Alternativas
Q3569633 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão a que a ele se refere.

Texto 04

Lembrança do mundo antigo  

Clara passeava no jardim com as crianças.
O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou a relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era
tranquilo em redor de Clara. 

As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.
Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
esperava cartas que custavam a chegar,
nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava
no jardim, pela manhã!!!
Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!! 

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto 04.

I - A simplicidade da linguagem do poema reforça a ideia da vida simples do passado que é retratada.
II - A afirmação de que as “cartas custavam a chegar” expressa uma crítica dessa forma de comunicação comparada à rapidez das formas existentes hoje.
III - Os medos e os perigos, “no mundo antigo”, não eram significativos, em comparação ao mundo moderno.
IV - A passagem “nem sempre podia usar vestido novo” revela uma nítida valorização dos bens materiais.
V - A vida em contato e em harmonia com a natureza ficou no passado, e hoje se encontram guardadas na memória.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3569422 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto que segue:
A poluição é um problema _________________ que atinge diversos lugares em todo país e no mundo. Existem diversos tipos de poluição, mas uma delas é a poluição ____________, que prejudica as plantas, os animais e também os próprios seres vivos. É emitida por veículos, ____________ e queimadas.  

As palavras que completam coerentemente as lacunas são, na ordem, 
Alternativas
Q3569398 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



O que são dumbphones e por que viraram febre entre jovens?



    Notificações de chamada perdida, aplicativos com mensagens não lidas, um novo vídeo publicado no TikTok. As funções diárias dos smartphones parecem nunca dar trégua em um mundo que se acostumou a não adotar pausas e espaços de descanso. É justamente isso que grupos de jovens têm questionado: para onde vai tanta informação? Por isso, muitos estão adotando os dumbphones (em tradução livre, “telefones burros”), que contêm apenas as funções mais básicas. Mas será que essa solução é eficaz para todo mundo?

    Embora tenham sido populares algumas décadas atrás, os chamados dumbphones são pequenos, cabem no bolso e não atraem tanta atenção. SMS, chamada de voz e acesso ao rádio são suas principais funções. Mas as pequenas possibilidades de uso desses aparelhos foram substituídas, ao longo do avanço tecnológico, pelos smartphones, com aplicativos, acesso à internet, câmeras e outras dezenas de funcionalidades.

    Essa mudança foi tão rápida e brusca que levou apenas poucos anos. Tanto é que ainda estamos nos adaptando a um modo de vida guiado pelo digital. Isso tem levado a um certo crescimento da presença de aparelhos digitais na vida da população e gerado, inclusive, adoecimento psíquico.

    “Como em todos os aspectos da vida, quando o extremo passa a ser sinônimo de risco à saúde, seja ela física, mental, emocional ou social, aqueles que sentem a necessidade de se cuidar passam a ponderar seus hábitos e a estabelecer novos limites”, explica Mariah Theodoro, psicóloga e mestre em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP). [...]

    Nas redes sociais, jovens do mundo inteiro parecem buscar aparelhos dumbs com o intuito de encontrar maior equilíbrio com o uso das redes. “A exaustão, a desregulação emocional, a falta de interação social e a dificuldade de concentração estão acometendo a vida de jovens e crianças cada vez mais cedo pelo uso inadequado dos smartphones”, destaca a psicóloga Mariah Theodoro. [...]



Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 26 jul. 2023. Adaptado.

Analise as afirmativas, tendo em vista as ideias veiculadas no texto.



I. As várias funcionalidades dos smartphones são atrativas aos jovens.


II. Os jovens e as crianças, em sua totalidade, rejeitam os dumbphones.


III. Os dumbphones podem amenizar o uso excessivo das redes sociais.


IV. O uso incorreto dos smartphones provoca o adoecimento emocional.


V. O uso abusivo dos dumbphones pode causar várias doenças psíquicas.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3569397 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01



O que são dumbphones e por que viraram febre entre jovens?



    Notificações de chamada perdida, aplicativos com mensagens não lidas, um novo vídeo publicado no TikTok. As funções diárias dos smartphones parecem nunca dar trégua em um mundo que se acostumou a não adotar pausas e espaços de descanso. É justamente isso que grupos de jovens têm questionado: para onde vai tanta informação? Por isso, muitos estão adotando os dumbphones (em tradução livre, “telefones burros”), que contêm apenas as funções mais básicas. Mas será que essa solução é eficaz para todo mundo?

    Embora tenham sido populares algumas décadas atrás, os chamados dumbphones são pequenos, cabem no bolso e não atraem tanta atenção. SMS, chamada de voz e acesso ao rádio são suas principais funções. Mas as pequenas possibilidades de uso desses aparelhos foram substituídas, ao longo do avanço tecnológico, pelos smartphones, com aplicativos, acesso à internet, câmeras e outras dezenas de funcionalidades.

    Essa mudança foi tão rápida e brusca que levou apenas poucos anos. Tanto é que ainda estamos nos adaptando a um modo de vida guiado pelo digital. Isso tem levado a um certo crescimento da presença de aparelhos digitais na vida da população e gerado, inclusive, adoecimento psíquico.

    “Como em todos os aspectos da vida, quando o extremo passa a ser sinônimo de risco à saúde, seja ela física, mental, emocional ou social, aqueles que sentem a necessidade de se cuidar passam a ponderar seus hábitos e a estabelecer novos limites”, explica Mariah Theodoro, psicóloga e mestre em Medicina Preventiva pela Universidade de São Paulo (USP). [...]

    Nas redes sociais, jovens do mundo inteiro parecem buscar aparelhos dumbs com o intuito de encontrar maior equilíbrio com o uso das redes. “A exaustão, a desregulação emocional, a falta de interação social e a dificuldade de concentração estão acometendo a vida de jovens e crianças cada vez mais cedo pelo uso inadequado dos smartphones”, destaca a psicóloga Mariah Theodoro. [...]



Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 26 jul. 2023. Adaptado.

Tendo em vista a sua significação, a palavra dumbphones forma uma oposição em relação ao termo  
Alternativas
Respostas
31161: B
31162: B
31163: D
31164: B
31165: C
31166: B
31167: C
31168: C
31169: D
31170: B
31171: C
31172: B
31173: B
31174: B
31175: A
31176: D
31177: D
31178: C
31179: B
31180: C