Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

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Q3626652 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Antônio Maria, para responder a questão.

“Não encontrei, até hoje, uma só razão para que alguém se matasse. Leio todas as cartas dos suicidas, cada uma mais absurda e ingênua. A uns, falta dinheiro. A outros, amor de mulher. Que frágil a humanidade ao desejar, constantemente, ser amada e rica! Hoje, por exemplo, nos jornais da manhã, a notícia do rapaz que se atirou de um décimo andar, unicamente, porque era feio. Achava que as mulheres não o queriam para nada. Dedico esta crônica a todos os homens feios do Brasil. Sendo um deles, posso falar com autoridade. Fiquem certos, colegas, de que não há nada mais sem graça que homem bonito. São chatíssimos. As mulheres já não os suportam e se bandeiam, aflitas, para nós, que somos confortavelmente feios, encantadoramente feios, venturosamente feios. Ai de nós, se não fosse a bobagem dos rapazes bonitos! Não se cuidam, colegas. Ou melhor, cuidar, cuidam do cabelo, do colarinho, da gravata, do terno e dos borzeguins. Feito tudo isso, acham que já cumpriram todos os seus deveres para com a humanidade e Deus. Então, ficam aquelas figuras a dar um show de vaziísmo desastroso. Enquanto isso, nós, os privilegiadamente horríveis, vamos cuidando de fazer alguma coisa − fazer, já que não somos. Ou somos tanto por dentro, que não precisamos fazer nada por fora. Vocês, meus caríssimos companheiros do Feiúra Futebol Clube, examinem, por aí, o enorme êxito dos feios. Frank Sinatra, por exemplo. Não há homem que dê mais sorte com mulher, no mundo inteiro. E é feio mesmo. Mas faz bonito tudo o que faz. Basta sorrir e olhar, para que elas não queiram mais sair de perto. Coitado desse colega nosso, que se atirou do décimo andar porque a companheira de repartição negou-lhe um encontro. Coitados de todos aqueles que repetem suspirosos: ‘Ah, eu não dou sorte com mulher!’. É engano, prezadíssimos irmãos! Eu, se tivesse pretensões amorosas e trabalhasse nesse ramo, em cada um dos meus fracassos lamentaria as desditosas mulheres que não dessem sorte comigo." 

(Aos suicidas e feios, por Antônio Maria, com adaptações.)

Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar que o seu autor:

Alternativas
Q3626144 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia.


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.


No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


 quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".


Como funciona a vacina?


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo.


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam.


Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.


Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023.

Analise o sentido das palavras em destaque nos seguintes trechos, retirados de "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?":


I.Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina.

II.A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis.

III.Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.

IV.Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas.


Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o sentido com o qual as palavras foram empregadas nos excertos:

Alternativas
Q3626140 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia.


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.


No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


 quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".


Como funciona a vacina?


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo.


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam.


Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.


Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023.

Analise o excerto a seguir, retirado de "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?":


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


Podemos afirmar que o excerto apresenta uma figura de linguagem conhecida como: 

Alternativas
Q3626138 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia.


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.


No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


 quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".


Como funciona a vacina?


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo.


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam.


Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.


Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o gênero do texto "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?": 
Alternativas
Q3625764 Português

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Analise o seguinte trecho, retirado de "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?": 


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA.


Em relação às relações coesivas nesse trecho, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A expressão "a doença" é catafórica para "o câncer", apresentado logo a seguir: "Com isso, o câncer pode deixar de ser uma 'sentença de morte'".


(__)A expressão "a doença" é um elemento anafórico para "câncer", que foi apresentado no título: "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?".


(__)Podemos afirmar que, coesivamente falando, a forma "Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra o câncer, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, a doença pode deixar de ser uma "sentença de morte"" seria mais adequada à compreensão.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:


Alternativas
Q3625644 Português

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Partindo da leitura do texto "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?", analise as afirmações a seguir:


I.O tratamento com as células CAR-T foi iniciado durante a pandemia e resultou em muito conhecimento construído sobre o tema.


II.As células T já são empregadas no tratamento do câncer sanguíneo e, com o avanço da tecnologia, poderão ser empregadas também no combate de outros tipos de cânceres.


III.A única limitação apresentada pela tecnologia de mRNA é relativa às mutações possíveis nos vírus.


IV.A estimativa é que as vacinas substituam o tratamento convencional contra câncer nos próximos cinco anos.


V.Os tratamentos convencionais têm, como ponto negativo, a falta de especificidade de sua ação: além de destruir células cancerígenas, também acabam incidindo sobre células saudáveis.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3625567 Português

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Analise o seguinte trecho, retirado de "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?": 


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA.


Em relação às relações coesivas nesse trecho, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A expressão "a doença" é catafórica para "o câncer", apresentado logo a seguir: "Com isso, o câncer pode deixar de ser uma 'sentença de morte'".


(__)A expressão "a doença" é um elemento anafórico para "câncer", que foi apresentado no título: "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?".


(__)Podemos afirmar que, coesivamente falando, a forma "Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra o câncer, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, a doença pode deixar de ser uma "sentença de morte"" seria mais adequada à compreensão.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:


Alternativas
Q3625563 Português

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia. 


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


 O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag.


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.



No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".



Como funciona a vacina? 


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo. 


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente.


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam. 



Vacinas deixam as células tumorais visíveis


Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.



Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023. 

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o gênero do texto "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?"
Alternativas
Q3625209 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Haverá em breve uma vacina contra o câncer?


Empresas de biotecnologia querem lançar em alguns anos imunizantes contra a doença, algo que se tornou possível com a tecnologia de mRNA. Com isso, o câncer pode deixar de ser uma "sentença de morte". Em poucos anos, a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) revolucionou a medicina. Durante a pandemia de covid-19, imunizantes de alta eficácia contra o vírus Sars-Cov-2 foram desenvolvidos em apenas alguns meses graças a essa tecnologia.


Mesmo que o vírus se desenvolva com mutações mais agressivas, vacinas sob medida podem ser novamente desenvolvidas em pouco tempo graças à tecnologia de mRNA. Mas esse avanço, recentemente agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina, pode ainda alcançar muito mais.


A tecnologia de mRNA também deu novo impulso à pesquisa sobre o câncer. O CEO da empresa de biotecnologia CureVac, Alexander Zehnder, quer introduzir no mercado vacinas com base nessa tecnologia em um prazo máximo de cinco anos.


O desenvolvimento de vacinas contra certos tipos de câncer seria um sonho realizado para a humanidade. "Pesquisas sobre vacinas contra o câncer vêm sendo realizadas há 20 anos. Os progressos atuais, porém, são enormes", afirma Zehnder. "Ganhamos muita experiência durante a pandemia e a inteligência artificial está tão avançada que consegue resolver muitos problemas na programação do mRNA", explicou o chefe da CureVac em entrevista ao jornal alemão Bild am Sonntag. 


As vacinas contra o câncer estimulam o sistema imunológico de maneira que as defesas próprias do corpo podem combater especificamente as células tumorais. "O fator mortal no câncer é o fato de ele se manter em crescimento. A vacina visa conter esse crescimento, mesmo que o câncer já esteja metastático. O câncer, dessa forma, se torna uma doença crônica com a qual se pode conviver durante décadas. Não é mais uma sentença de morte", disse Zehnder.


Corrida pela vacina


Além da CureVac, outras empresas também investem intensamente em pesquisas contra o câncer. No início de outubro, a empresa BioNTech publicou resultados preliminares promissores de um estudo clínico em andamento. A eficácia de sua vacina de mRNA contra o câncer, CARVac, já está sendo testada em cobaias.


O CEO da BioNTech, Ugur Sahin, disse em entrevista à revista alemã Der Spiegel que, segundo sua estimativa, haverá vacinas contra o câncer disponíveis nos próximos anos. "Acreditamos que será possível produzi-las em larga escala antes de 2030", afirmou.


No longo prazo, as vacinas tendem a substituir o tratamento convencional contra o câncer. Isso também seria um fator bastante positivo, uma vez que as terapias com quimioterapia ou radiação são extremamente agressivas para os pacientes.


"A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis. É por isso que há tantos efeitos colaterais", explicou Zehnder. "A vantagem de usar o mRNA é que o sistema imunológico próprio é estimulado e combate especificamente o câncer, e nada mais".


Como funciona a vacina?


As células T, ou linfócitos T, ajudam o corpo a combater infecções ao destruir as células adoecidas ou estimular outras células imunológicas a agirem, mas têm dificuldades em reconhecer as células cancerígenas, o que as células CAR-T conseguem fazer.


O tratamento com as células CAR-T foi aprovado na Europa em 2018 e vem sendo utilizado principalmente no tratamento da leucemia, o chamado câncer sanguíneo.


No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos. Segundo o Centro Alemão de Pesquisas sobre o Câncer da Alemanha, os fabricantes cobram até 320 mil euros pela produção dessas células imunológicas para apenas um paciente. 


Nesse tipo de imunoterapia, as células T são filtradas dos leucócitos - os glóbulos brancos - do sangue do paciente. Elas então são geneticamente modificadas para formarem receptores quiméricos de antígeno (CARs) na superfície. Isso resulta em um receptor cujos componentes diferentes não se encaixam.


Vacinas deixam as células tumorais visíveis

 

Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas. O sistema imunológico é ativado e ataca as células tumorais. As futuras vacinas podem dar apoio a esse processo se, por exemplo, as células CAR-T não conseguirem encontrar ou estiverem muito enfraquecidas para lutar contra as tumorais.


Para deixar as células tumorais mais visíveis, a proteína Claudin-6 é introduzida na célula cancerígena com ajuda da tecnologia mRNA. Isso cria um antígeno que se aloja na superfície da célula tumoral, tornando-a mais fácil de ser reconhecida e combatida pelas CAR-T.


Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo. Mas os avanços rápidos na tecnologia de mRNA aumentam as esperanças de que possa haver no futuro terapias eficazes e menos agressivas, não apenas para a leucemia, mas também para outros tipos de câncer.


Retirado e adaptado de: TERRA. Haverá em breve uma vacina contra o câncer? Portal Terra. Disponível em: https://www.terra. com.br/noticias/havera-em-breve-uma-vacina-contra-o-cancer, 60f8d40daa34735e8fe2882052bb273fti7x3zb1.html Acesso em: 09 nov., 2023.


Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona relações de sentido a exemplos de seu uso no texto "Haverá em breve uma vacina contra o câncer?":


Primeira coluna: Relações de sentido


(1)Condicionalidade.

(2)Adição.

(3)Temporalidade.

(4)Oposição


Segunda coluna: Emprego no texto


(__)Até agora, as células T modificadas combatiam somente o câncer sanguíneo.


(__)Se as células CAR-T produzidas dessa forma forem injetadas de volta no paciente, elas se alojam especificamente nas células cancerígenas.


(__)No entanto, essa forma bastante eficaz de imunoterapia tem custos impraticáveis para muitos.


(__)A quimioterapia ou a radiação nunca combatem somente o tumor, mas também os tecidos saudáveis.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3624916 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Redes sociais podem ser viciantes?":
Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente apresenta palavras que poderiam substituir as destacadas no trecho, sem prejuízo de valor:
Alternativas
Q3624915 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, a correta relação de sentido criada em cada uma das sentenças a seguir:
Alternativas
Q3624913 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Sobre as características textuais de "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I.O texto apresenta uma temática relevante para nossos dias, pois a tecnologia está bastante presente no cotidiano e pode refletir em nossa saúde. Trata-se de um texto para público leigo.
PORQUE
II.O texto faz uso de linguagem acessível, não especializada. São empregados termos e conceitos não técnicos, o que colabora com a compreensão do conteúdo.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3624912 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante no texto "Redes sociais podem ser viciantes?":
Alternativas
Q3624910 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada no sentido conotativo:
Alternativas
Q3624909 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
A partir da leitura de "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir:

I.As redes sociais funcionam como as drogas no sentido de que podem ser viciantes ao darem recompensas aos usuários.
II.Os jovens e as crianças são mais vulneráveis às redes sociais, porque têm mais tempo livre para acessá-las.
III.As recompensas oferecidas pelas redes sociais são customizadas, pois são geradas a partir das preferências dos usuários.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3624908 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
A respeito das relações coesivas em "Redes sociais podem ser viciantes?", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)No terceiro parágrafo, a palavra "isso" retoma o fato de que "mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo".

(__)No quinto parágrafo, a palavra "ele" está se referindo a "uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente".

(__)No sétimo parágrafo, a palavra "isso" retoma a ideia de que as pessoas ficam presas às máquinas por causa da expectativa pela recompensa.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3624907 Português
Redes sociais podem ser viciantes?


Por muitos anos, a comunidade científica definiu o vício em relação a substâncias, como drogas. Mais recentemente, isso tem mudado. Agora, comportamentos, como jogos de azar ou uso da internet e redes sociais, também levantam o debate sobre características viciantes.

Em 2013, a APA (Associação Americana de Psiquiatria) do Estados Unidos introduziu a ideia de vício em jogos na internet no Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais, que é uma referência mundial para condições de saúde mental.

Esse foi o primeiro passo para consolidar um debate que vem crescendo há alguns anos. Contudo, mais estudos são necessários antes de que a ciência bata o martelo. Isso porque, quando utilizada com limites, a internet é bastante importante para a vida cotidiana. Especialistas compreendem, porém, que as redes sociais, por exemplo, podem incitar um uso problemático da internet.

Reforço intermitente

De modo geral, as redes sociais oferecem conteúdos em tempo real e em quantidade sempre crescente. Dessa forma, agem sobre os impulsos e circuitos neurológicos de uma pessoa, tornando difícil se afastar do fluxo constante de informações.

Na ciência, uma das principais táticas das redes sociais é o reforço intermitente. Ele consiste na ideia de que um usuário poderia ser recompensado a qualquer momento. No entanto, a chegada da recompensa é imprevisível − pode acontecer daqui cinco minutos ou uma hora.

É o mesmo mecanismo de uma máquina de caça-níqueis, em que a expectativa de ser recompensado faz com que a pessoa fique presa ao aparelho. Assim como no jogo de azar, as luzes e sons fazem parte do processo de atração.

Mas, de maneira ainda mais complexa, as redes sociais fazem isso também com informações personalizadas, que vão de acordo com os interesses e gostos do usuário.

Perigo para os jovens

De modo geral, todos estão suscetíveis a cair nesse mecanismo e usar as redes sociais sem limites. Contudo, os jovens estão particularmente em risco. Isso porque eles ainda não têm o cérebro tão desenvolvido quanto adultos. Dessa forma, algumas regiões cerebrais envolvidas na resistência à tentação e na recompensa não são tão eficazes.

Por isso, eles costumam ser mais impulsivos e menos controlados. Além disso, outro aspecto importante nessa relação com as redes sociais é a sociabilidade.

O cérebro adolescente é especialmente ligado em fazer conexões sociais, o que é super estimulado nas redes sociais, já que elas são feitas justamente para esse objetivo.

Por isso, podem ser ainda mais perigosas entre crianças e adolescentes. Pensando nisso, o governo brasileiro lançou, em outubro de 2023, o guia "De Boa na Rede", com objetivo de orientar pais e responsáveis a como manter crianças e adolescentes seguros nas redes sociais. O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas, além de proteger os jovens de crimes na internet.



Retirado e adaptado de: GIOVANI, Bárbara. As redes sociais podem ser viciantes? Como elas incitam uso sem limites. UOL. Disponível em: https://gizmodo.uol.com.br/as-redes-sociais-podem-serviciantes-como-elas-incitam-uso-sem-limites/ Acesso em: 07 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Redes sociais podem ser viciantes?":
O principal objetivo do guia é ajudar a detectar e combater o vício em telas , além de proteger os jovens de crimes na internet.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a figura de linguagem presente no trecho:
Alternativas
Q3624461 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Na rota do hidrogênio sustentável


 O Brasil está entre os países mais bem posicionados para a produção em larga escala de hidrogênio de baixa emissão de carbono, combustível com alto poder calorífico apontado como importante vetor para a transição energética. O país tem potencial técnico para gerar 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo por volta de 90% desse volume com uso de energias renováveis. Os dados integram o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).


O estudo identifica diversas fontes e rotas tecnológicas para a produção de hidrogênio de baixo carbono, considerado por muitos especialistas o combustível do futuro, por sua capacidade de auxiliar na descarbonização do planeta. É esperado que ele venha a substituir o uso de combustíveis fósseis em setores da economia como o de transportes e de indústrias intensivas em energia (siderúrgicas, metalúrgicas e cimenteiras). Os combustíveis fósseis são responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa (GEE), associados ao aquecimento global e às mudanças climáticas.


Hidrogênio de baixa emissão de carbono é a nova terminologia empregada pela Agência Internacional de Energia (IEA) para designar o hidrogênio (H2) produzido por diferentes rotas com emissão nula ou reduzida de dióxido de carbono (CO2). Integram esse grupo o hidrogênio produzido a partir da reforma do etanol e de outros biocombustíveis ou biomassas (resíduos agrícolas ou florestais); o hidrogênio gerado a partir da eletrólise da água com uso de fontes renováveis (eólica, solar, hidráulica) ou de energia nuclear; o hidrogênio resultante do processo de reforma térmica do gás natural com captura, sequestro e uso de carbono (CCUS); o hidrogênio natural, que pode ser extraído do solo, entre outros.


De acordo com o Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), do governo federal, os projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já anunciados somam cerca de US$ 30 bilhões. Analistas e pesquisadores do setor energético consultados por Pesquisa FAPESP mostram-se otimistas quanto ao protagonismo do país nesse novo mercado. "O Brasil reúne as condições necessárias para ser um dos líderes globais do setor", avalia o especialista em energias renováveis Ricardo Ruther, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de uma recém-inaugurada usina experimental de produção de hidrogênio verde (H2V) − o produzido por meio da eletrólise da água − da instituição.


"Temos abundância de fontes renováveis de energia eólica e solar, essenciais para a produção de hidrogênio sustentável; um mercado organizado, competitivo e dinâmico de geração de energia elétrica por fontes renováveis; um parque industrial que pode absorver a produção em larga escala de hidrogênio; e relativa proximidade com o mercado europeu, para onde o combustível será exportado", afirma.


A atenção que se dá ao hidrogênio combustível se explica pelo fato de seu poder calorífico ser cerca de três vezes superior ao do gás natural, da gasolina ou do diesel. Embora abundante no Universo, o hidrogênio raramente é achado de forma isolada, mas está presente no etanol (C2H6O), no metano (CH4) e em outros combustíveis fósseis, além da água (H2O). Para isolar a molécula de hidrogênio e utilizá-la como energia para mover veículos automotores ou em procedimentos industriais, esses compostos precisam ser submetidos a processos químicos.


Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Na rota do hidrogênio sustentável. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/na-rota-do-hidrogeniosustentavel/ Acesso em: 08 nov., 2023. 

A partir da leitura atenta de "Na rota do hidrogênio sustentável", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:


(__)A Universidade Federal de Santa Catariana está confiante na produção de hidrogênio natural.


(__)Embora tenha alto valor calorífico, o hidrogênio é muito raramente encontrado na natureza.


(__)Já há proposições de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono que somam bilhões de reais.


(__)Existem variados tipos de hidrogênio de baixa emissão. O que os diferencia entre si é a forma como são os meios de distribuição.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3621476 Português

Leia: 


Estas mãos


Olha para estas mãos

de mulher roceira,

esforçadas mãos cavouqueiras.


Pesadas, de falanges curtas,

sem trato e sem carinho.

Ossudas e grosseiras.


Mãos que jamais calçaram luvas.

Nunca para elas o brilho dos anéis.

Minha pequenina aliança.

Um dia o chamado heroico emocionante:

— Dei Ouro para o Bem de São Paulo.



A literatura goiana é marcada por grandes autores e obras que expressam a diversidade cultural e regional do estado. O poema apresentado acima é de autoria da ilustre poetisa Cora Coralina. Sobre ambos é CORRETO afirmar que


Alternativas
Q3620916 Português
"Construído em 1933 em estilo art déco, o prédio serviu primeiro à Secretaria Geral do Estado. Depois abrigou o Fórum. Mais tarde foi sede da Secretaria da Fazenda. No local, funcionou o escritório técnico das obras da construção de Goiânia, em 1936. Hoje é o Centro Cultural Marietta Telles Machado, onde funcionam algumas unidades e setores da Secretaria de Estado da Cultura."
https://www.cultura.go.gov.br/centros-culturais/centro-cultural-marieta-tellesmachado.html

O Centro Cultural Marietta Telles Machado é um importante edifício para a administração e continuidade cultural do Estado de Goiás, levando em seu nome uma homenagem a: 
Alternativas
Respostas
30681: B
30682: C
30683: D
30684: A
30685: A
30686: B
30687: B
30688: E
30689: D
30690: B
30691: B
30692: D
30693: D
30694: E
30695: D
30696: B
30697: E
30698: A
30699: C
30700: D